20 de agosto de 2015

Opinião: Lola and the Boy Next Door, de Stephanie Perkins



Stephanie Perkins faz-nos rir e nostálgicos mais uma vez

Estava ansiosa por ler outro livro de Stephanie Perkins. E tive a oportunidade de comprar este livro depois de uma desilusão (Moriarty de Anthony Horowitz). Precisava de um livro que me fizesse rir e deitar para trás o sofrimento que ele tinha criado.
Lola é uma personagem engraçada e invulgar, com muitas aventuras e um balanço terrífico entre os maravilhosos mundos em que ela vive. Ela fez-me rir e esquecer o livro anterior. Durante quatro dias eu estava a viver uma felicidade utópica.

Lola tem pais homossexuais – nada demais de acordo com ela e um grande estalo na cara de qualquer pessoa que acha que o casamento e adoção homossexuais são imorais. Eles são pais perfeitos: demasiado protetores, preocupados e verdadeiros; eu adorei-os. Adorei ainda mais o facto de eles fazerem tartes em casa e terem uma padaria. Por favor, quero trabalhar para eles.

Ela está a namorar esta estrela de rock chamado Max. Ele está entre a estrela de rock e o nerd. Eu ainda não sei como defini-lo por outras palavras para além de não confiável. Apesar de Lola gostar dele e falar sobre todas as coisas boas que ela vê nele, não me convenceu. Muito menos depois de ele insultar Lindsey.
Por outro lado, temos Cricket. Ele partiu o seu coração antes e não confiei nele logo no início apesar de ser óbvio que ele era o “rapaz da porta ao lado.” Contudo, ele começa a mostrar o seu lado fofo e atencioso e de repente eu quero que Lola e Cricket fiquem juntos. Awn.

Uma das coisas que eu mais gostei foram as cenas com St. Clair e Anna. Pensava que os tinha visto pela última vez em Anna and The French Kiss mas estava enganada (ainda bem). Quero ler o último livro da trilogia e voltar a apaixonar-me pelas personagens e pelo estilo de escrita lindo que me faz rir. 

(Este é um review traduzido autorizado)

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