Stephanie Perkins faz-nos rir e nostálgicos mais uma vez
Estava ansiosa por ler outro livro de Stephanie
Perkins. E tive a oportunidade de comprar este livro depois de uma desilusão (Moriarty de Anthony Horowitz). Precisava
de um livro que me fizesse rir e deitar para trás o sofrimento que ele tinha
criado.
Lola é uma personagem engraçada e invulgar, com
muitas aventuras e um balanço terrífico entre os maravilhosos mundos em que ela
vive. Ela fez-me rir e esquecer o livro anterior. Durante quatro dias eu estava
a viver uma felicidade utópica.
Lola tem pais homossexuais – nada demais de acordo
com ela e um grande estalo na cara de qualquer pessoa que acha que o casamento
e adoção homossexuais são imorais. Eles são pais perfeitos: demasiado
protetores, preocupados e verdadeiros; eu adorei-os. Adorei ainda mais o facto
de eles fazerem tartes em casa e terem uma padaria. Por favor, quero trabalhar
para eles.
Ela está a namorar esta estrela de rock chamado Max.
Ele está entre a estrela de rock e o nerd. Eu ainda não sei como defini-lo por
outras palavras para além de não confiável. Apesar de Lola gostar dele e falar
sobre todas as coisas boas que ela vê nele, não me convenceu. Muito menos depois
de ele insultar Lindsey.
Por outro lado, temos Cricket. Ele partiu o seu
coração antes e não confiei nele logo no início apesar de ser óbvio que ele era
o “rapaz da porta ao lado.” Contudo, ele começa a mostrar o seu lado fofo e
atencioso e de repente eu quero que Lola e Cricket fiquem juntos. Awn.
(Este é um review traduzido autorizado)
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