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19 de setembro de 2015

Opinião: Queen of Shadows de Sarah J. Maas



Pode ficar melhor?

Então… Queen of Shadows… Meu Dorian, meu querido, meu príncipe, meu rei! O primeiro capítulo começa com ele e o meu coração estremeu e partiu-se um bocadinho. Só um bocadinho. Mas depois temos Aelin (eu ia escrever Celaena, mas acho que agora faz mais sentido chamá-la Aelin), destemida, corajosa, icónica, esperta. Ela é a alma do livro e não conseguiria imaginá-lo de outra forma.

Heir of Fire colocou uma “lista de afazeres” para fazer neste livro. Ganhar a Wyrdkey: feito. Matar Arobynn: feito. Matar o Rei: feito. Libertar Dorian: feito. Ela fez isso tudo e muito mais. O mais incrível de tudo, eu acho, foi o facto de podermos ver o final de um capítulo nas suas vidas e um novo a começar. O final foi maravilhoso. Podia imaginar uma daquelas vistas de Narnia porque essa é uma das coisas mais lindas que eu já vi num filme.

Os truques que Aelin faz neste livro são incríveis. Desde a perspicácia que foi o resgate de Aedion até ao momento em que ela luta com Manon… perfeito. Por falar naquela luta: não estava à espera que fosse acontecer neste livro, talvez no próximo, mas foi tão épica que me roubou o ar e eu estava a torcer por ambas.

Os momentos de flirt entre Rowan e Aelin foram épicos e frustrantes. Por que é que eles não se beijam logo? Também estava rir. Aelin é tão perfeita em tudo o que faz. Aedion, por outro lado… ele tem o temperamento de Aelin e por vezes era irritante mas mesmo assim eu gostei dele. Como um irmão, tão fofo e protetor em relação a ela. Awn.

Chaol… ainda não gosto dele. Eu nem sei como é que foi possível ter gostado dele em Crown of Midnight mas por amor de Deus! Ele é teimoso. Ele tem as suas razões, eu sei, mas eu não sei como é que alguma vez shippei ele com Aelin/Celaena. Contudo, a sua dedicação e lealdade a Dorian é notável. Eu shippo esse bromance.

Manon teve os seus desafios para enfrentar neste livro, e muito bons que eles foram. Eu acho que ela é como a Celaena no primeiro livro, só que ela tem mais cem anos. Ela evoluiu muito neste livro, compreendendo muito mais as coisas e o seu coração começou a mostrar emoções. Também merece um momento “awn”. Uma das coisas mais interessantes sobre ela foi quando ela conheceu Dorian: o príncipe Valg deixou Dorian tomar o controlo do seu corpo para Manon não perceber que afinal ele era um Valg. Esse foi um momento de claridade – para Dorian e para mim – e também de alívio, depois de todos aqueles capítulos demoníacos.

O final foi tão épico! Ainda estou atónita com a quantidade de coisas que aconteceram no final! Tão magnificente, tão lindo e trágico. Mal posso esperar para ler o próximo livro porque eu quero ver Aelin e a sua Corte em Terrasen, com Dorian como um aliado. Isso será interessante. Quero ver a Rainha de volta ao trono que ela merece. 

1 de setembro de 2015

Opinião: City of Lost Souls de Cassandra Clare



O enredo complica-se…

Cassandra tem esta maneira de nos encantar ao longo dos seus livros e é possível ver a sua evolução como escritora o que é incrível e acredito que isso é uma das coisas mais extraordinárias que um leitor pode experienciar enquanto lê um livro que faz parte de uma saga.

Clary é tão forte, coisa com que fiquei bastante satisfeita porque eu tinha-a sempre visto como a pequena adolescente que não sabia o fazer num mundo cheio de monstros. Afinal ela consegue tomar conta de si mesma. Assim como Simon: ele sempre será o meu personagem favorito, não há dúvidas. Ele é engraçado e fofo e neste livro ele é um verdadeiro guerreiro, convocando o anjo, desafiando a sua ira e defendendo não apenas aqueles que ele ama mas também ele próprio.

Alec e Magnus… bem, o que posso dizer? Mas que raios! Eu entendo o ponto de vista de ambos mas estou zangada com o Alec apesar de ter sido claro que ele nunca tinha considerado a proposta.

Sebastian é uma coisinha horrível. Eu já pensava que Valentine era maluco, mas Sebastian chega a outro nível, tentando viver duas vidas ao mesmo tempo. Impossível.

Jocelyn, por outro lado, apesar de ela ter sido a chave nos três primeiros livros, perdeu o seu charme agora que está viva, acredito. Ainda não sei o que esperar dela mas não estou à espera de muito. Acho que o seu passado é muito mais interessante do que ela é agora ou no futuro.

Tenho apenas City of Heavenly Fire para ler. Já me sinto nostálgica desta saga que aprendi a amar. 

(Este é um review traduzido autorizado)

31 de agosto de 2015

Opinião: Heir of Fire de Sarah J. Maas



Simplesmente uau

O terceiro livro. É incrível, especialmente sabendo que o quarto chega em Setembro e eu já o pré-encomendei.

Celaena – ela nunca irá parar de ser a minha Celaena, não interessa se os outros personagens a chamam por um nome diferente – cresceu tanto neste livro, depois da devastação que foi Crown of Midnight. Gostei de ver o seu crescimento neste livro e agora… temos a mesma idade! Quanto fantástico é isto? Existe uma altura em que começamos a ler YA e as personagens são mais velhas do que nós e depois… vem o tempo em que os personagens têm a mesma idade que nós. É tão fantástico!

Dorian… O meu pobre e doce príncipe Dorian também evoluiu muito neste livro. O seu amor (ou o que lá fosse) com Sorcha foi tão puro e natural que eu comecei realmente a torcer por eles. Mas não era para acontecer. É crucial dizer aqui que enquanto Dorian cresceu como personagem (ele era apenas um príncipe no primeiro livro mas agora ele age como um rei), não se pode dizer o mesmo de Chaol. Entendo o seu sacrifício mas até ao final do livro não sabia com que linhas ele se cozia. É assim tão difícil decidir?

O Rei… agora estou com muito medo dele, especialmente depois do que ele fez com o seu próprio filho. Vou estar muito triste quando ler o próximo livro porque eu saberei o que está a acontecer com Dorian e é tão injusto! Não toquem no meu bebé!

Agora… novos personagens! Temos Rowan, o treinador de Celaena que depois se torna muito mais do que isso. Ele parece um pouco rude no início mas depois percebemos que é o facto de ele ser imortal que o fez assim: ele já passou por muito.
Também temos Aedion e vamos mencionar o facto de que Celaena tem andado rodeada de rapazes muito lindos desde pequena. Ele é o seu protetor, amigo e cresceram juntos. O que faz dele irmão, protetor, possível rei, talvez. Vamos admitir: todos eles – Dorian, Chaol, Rowan e Aedion – são possíveis reis para uma rainha como Celaena.

Adorei absolutamente este livro; mal posso esperar para ler Queen of Shadows!

Opinião: The Great Gatsby de F. Scott Fitzgerald



Uma história linda com um fim trágico

A primeira vez que me encontrei com o nome do livro foi porque o Leo DiCaprio seria o protagonista. Vi o filme, apaixonei-me e desde então queria comprar o livro. A canção Young and Beautiful de Lana Del Rey esteve a perseguir-me o tempo todo em que estava a ler o livro o que fez tudo muito mais especial e cada vez que Gatsby aparecia eu imaginava DiCaprio e as cenas do filme eram revividas na minha mente.

O livro que comprei era pequeno (210 páginas) e só depois descobri que The Great Gatsby era na verdade 180 páginas e o resto era material extra sobre Scott (apesar de eu gostar de o chamar de Fitz, ainda estou a tentar perceber o porquê de ninguém o chamar assim, vou chamá-lo de Scott porque todos o conhecem assim). Li esse material extra e descobri que Scott escreveu um dos meus contos favoritos (na verdade vi o filme, não tinha ideia que era um conto): O Estranho Caso de Benjamin Button. Mesmo sem saber, Scott tem sido um dos meus escritores favoritos e eu nem sabia disso. É hora de dizer aquela palavra que começa por “m”.

Sobre Gatsby: nem tenho palavras para dizer como este livro é uma montanha russa. E quanto doloroso ele é. Ainda me lembro de ter visto o fim do filme e ter ficado em choque (DiCaprio gosta de morrer na água) mas o livro dói muito mais! No final, partimos sozinhos. Gatsby tinha aquela vida com um único objetivo: estar com Daisy; mas no final todas aquelas pessoas que amavam as suas festas não retribuiram a generosidade. Cruel.

Uma das minhas leituras favoritas este ano. De certeza que vou ler mais coisas de Scott. Afinal, ele escreveu tanto que eu não me vou queixar de não ter nada para ler. 

(Este é um review traduzido autorizado)

28 de agosto de 2015

A maratona de Agents of S.H.I.E.L.D.



Sou uma fã da Marvel, mas não sou a sua fã N.º1. Não sei os nomes de todos os super-heróis mas gosto dos enredos e o facto de, de momento, estarem a causar uma grande revolução no mundo cinematográfico.
Mas, eu sou uma grande fã da Agent Carter. Foi ela que me fez ver S.H.I.E.L.D. The Avengers e Thor também. Eles são os responsáveis por eu ter começado a ver a série.

Então porquê esta série e não continuar a ver os filmes da Marvel? Bem, vamos apenas dizer que a série é única: conecta factos dos filmes e conecta o enredo com o que está a acontecer nos filmes. Não é apenas uma série: é uma peça num puzzle muito maior, o que faz dela uma série incrivelmente fantástica e divertida de se ver. Para além disso, tem as suas próprias personagens, enredo e ritmo. Pessoas que não vêm os livros não vão ficar no escuro.

Estou muito agradecida aos criadores. Cada episódio é como um mini-filme: começa, evolui e acaba. Contudo, os cliffhangers de “voltaremos dentro de momentos” é tão maravilhoso! É como ver um mini-filme cada semana. Bem, cada dia, pelo menos para mim. 

Vamos então para as personagens: no início, eles não colavam – a equipa estava a tentar construir as suas próprias raízes e conhecerem-se uns aos outros – mas a meio da primeira temporada as personagens já estão tão conectadas que cada reviravolta era dolorosa, não apenas de ver, mas também para eles.
Sim, cliffhangers, reviravoltas, corações a serem partidos. A série tem isso tudo.

Depois de duas semanas a ver Agents of S.H.I.E.L.D., posso admitir que não sei o que vou fazer agora, para além de pensar nestes maravilhosos, únicos, divertidos e complexos personagens. 

(Este é um review traduzido autorizado)

27 de agosto de 2015

Opinião: Crown of Midnight, de Sarah J. Maas



Nunca li um livro que tivesse tantas reviravoltas dentro das suas 400 páginas.

O cliffhanger de Throne of Glass foi promissor. Tenho que admitir que quase dormi em algumas partes pela falta de ritmo devido às descrições – por vezes, eram demasiado longas.

Celaena é corajosa neste livro, muito mais adulta do que no anterior. Chaol foi uma grande surpresa para mim: ele sabe o que quer mas a presença do seu pai neste livro abalou um pouco as coisas, mas não demasiado. Tal e qual como Roland. Aquele rapaz apareceu e 50 páginas depois já estava a ir embora. Estava à espera de mais vindo dele mas tenho a certeza que irei vê-lo nos próximos livros.

No início, estava com medo que Dorian fosse morrer! Até ao momento em que os seus poderes revelan-se e ajudaram Celaena. Agora que estou a escrever isto faz perfeito sentido: ele é gelo, ela é fogo. Oh, consigo ver uma música da Lana del Rey aqui.

O que aconteceu a Nehemia foi uma grande surpresa e o facto de a Rainha Elena estar de volta também: estou a mencioná-las ao mesmo tempo porque acredito que há uma semelhança entre elas. Irei sentir falta de Nehemia, irei mesmo. Contudo, foi possível ver que a sua morte foi um meio para o fim e Celaena foi para aquele lado negro dela apenas para voltar mais imperdoável e determinada do que nunca. Isso será bem necessário nos próximos livros, tenho a certeza disso.

O enredo foi convincente, envolvente e queria ter tido mais tempo para o livro do que realmente tive. Mas mesmo assim este livro fez muitas viagens de comboio, viagens de metro e viagens de autocarro comigo.
Heir of Fire já está na minha prateleira, pronto para ser lido.

(Este é um review traduzido autorizado)

26 de agosto de 2015

Opinião: A Court of Thorns and Roses de Sarah J. Maas



Não é dos meus favoritos

Sarah J. Maas é provavelmente a escritora de YA mais influente no mundo fantástico. Throne of Glass foi envolvente e cheio de força. Acredito que ainda estou muito conectada a Celaena e Feyre é tão diferente. Por exemplo, ela não é sarcástica e engraçada – ela está enterrada em problemas. A falta de empatia pela fada que matou foi de partir o coração. Não consegui encontrar uma forma de me conectar a ela.

Contudo, existem outros personagens: Tamlin, por exemplo. Ele é tão misterioso com aquela máscara e as profecias que revelam um final verdadeiro. A relação de ambos começa a evoluir o que leva a algo lindo e o meu coração doeu quando via a confiança dele nela e vice-versa.
Lucien, no início, era um vilão… mais ou menos. Não sabia onde é que ele se colocava mas no final ele mostrou quem verdadeiramente é.

Agora vamos falar dos verdadeiros vilões porque esses são absolutamente revoltantes. Não confiava em Rhysand mas ele começou a revelar-se e, apesar de permanecer um vilão, ele não é malvado como Amarantha. Ela é poderosa e traiçoeira, foi como ela conseguiu todo aquele poder. Ela tentou arruinar Tamlin e matar Feyre mas no final o amor verdadeiro venceu. O seu marco mostrou quem ela verdadeira é, e que aquele sorriso e todos os escravos são apenas uma parede que ela usa de forma a ter o que ela deseja e atrair fadas para o seu reino.

Em conclusão, gostei da história mas não me senti conectada com os personagens principais o que fez a leitura ligeiramente pesarosa, ao contrário de Throne of Glass. Ainda acho que o próximo livro (será lançado em Maio de 2016) será lindo e estou na esperança de que este tenha sido o começo de algo muito mais interessante.

(Este é um review traduzido autorizado)

24 de agosto de 2015

Opinião: City of Fallen Angels de Cassandra Clare



Cassandra Clare continua a surpreender com cliffhangers que podemos apenas ver na TV.

Tenho que admitir: não sou a fã N.º1 de Cassandra Clare e das suas sagas (The Mortal Instuments, ainda não li The Infernal Devices.) Contudo, continuo fascinada quando ela escreve aqueles cliffhangers que nos fazem esquecer de como respirar e fazem-nos querer ler o livro seguinte de imediato.
O quarto livro da saga começa em Nova Iorque. As novas personagens ganham mais tempo no livro, como Simon, Alec e Izzie. Gosto mais destes três do que de Jace. Na verdade, Jace nem é o meu personagem favorito. Gostei do facto de que a história é tão bem mantida pela autora que todas as personagens são essenciais para a narrativa. Absolutamente brilhante, continua assim Cassandra, estás a ir muito bem.
Gostei do livro? Sim. Quero ler o próximo? Sim. Não é a minha saga favorita mas gosto dos personagens e acredito que este livro foi um marco no que toca a personagens secundárias. Para além disso, o cliffhanger foi divino! Consigo imaginar a cena como uma season finale o que é maravilhoso.
Sobre as novas personagens: bem introduzidas, não houve pressa e apesar de não ter havido muito detalhe escrito sobre as suas personalidades, foi possível entendê-las de uma maneira que eu tenho a certeza que vou vê-las mais uma vez.

O enredo não evoluiu tanto como tinha evoluído no livro anterior mas eu gostei da maneira como as coisas estavam a acontecer, sem pressa. Bem escrito, com detalhe e simplicidade, fez a minha viagem para Londres bem confortável.

Também é possível ver que os personagens estão a evoluir as suas personalidades, não apenas a idade. Uma das razões por que eu gosto desta saga é o facto de dar oportunidade de certas personagens crescerem e moldarem a sua personalidade. Cassandra faz isso brilhantemente neste livro. Tenho apenas mais dois livros pela frente e espero conseguir acabar a saga ainda este ano.

(Este é um review traduzido autorizado)

21 de agosto de 2015

Opinião: The Night Manager de John le Carré



As burocracias das nossas vidas
John le Carré e conhecido pelos seus livros de espiões. Pessoalmente, não estava muito interessada no estilo até ouvir que a BBC ia fazer uma adaptação do livro numa mini-série de seis episódios. Peguei nele imediatamente porque eu sou o tipo de pessoa que gosta de ler os livros antes de ver as adaptações (e queixar-me sobre como o filme/série não capta a alma do livro.)

Seguimos Jonathan Pine, um manager noturno, que se voluntaria para espiar Roper, um homem muito poderoso com negócios obscuros que a polícia não consegue apanhar porque cada coisa que ele assina não é a sua assinatura. Jonathan encontra-se sempre com mulheres lindas, duas das quais têm mais ênfase: Sophie e Jed. Ambas são muito diferentes e muito similares. Sophie é uma mulher sábia e Jeb tem aquela chama que é impossível apagar.

A história é fervente, com momentos muito intensos que pensamos que não há volta a dar. Não há um único momento entediante mas torna-se bastante frustrante quando vemos as políticas e burocracias que fazem deste mundo tão selvagem. Os sarcasmos e ironias fazem-nos rir mas também reflete a sociedade em que vivemos – fez-me lembrar José Saramago porque também ele escreve com sarcasmo e ironia – e a conclusão é que na maior do tempo é ridícula. 

(Este é um review traduzido autorizado)

20 de agosto de 2015

Opinião: Lola and the Boy Next Door, de Stephanie Perkins



Stephanie Perkins faz-nos rir e nostálgicos mais uma vez

Estava ansiosa por ler outro livro de Stephanie Perkins. E tive a oportunidade de comprar este livro depois de uma desilusão (Moriarty de Anthony Horowitz). Precisava de um livro que me fizesse rir e deitar para trás o sofrimento que ele tinha criado.
Lola é uma personagem engraçada e invulgar, com muitas aventuras e um balanço terrífico entre os maravilhosos mundos em que ela vive. Ela fez-me rir e esquecer o livro anterior. Durante quatro dias eu estava a viver uma felicidade utópica.

Lola tem pais homossexuais – nada demais de acordo com ela e um grande estalo na cara de qualquer pessoa que acha que o casamento e adoção homossexuais são imorais. Eles são pais perfeitos: demasiado protetores, preocupados e verdadeiros; eu adorei-os. Adorei ainda mais o facto de eles fazerem tartes em casa e terem uma padaria. Por favor, quero trabalhar para eles.

Ela está a namorar esta estrela de rock chamado Max. Ele está entre a estrela de rock e o nerd. Eu ainda não sei como defini-lo por outras palavras para além de não confiável. Apesar de Lola gostar dele e falar sobre todas as coisas boas que ela vê nele, não me convenceu. Muito menos depois de ele insultar Lindsey.
Por outro lado, temos Cricket. Ele partiu o seu coração antes e não confiei nele logo no início apesar de ser óbvio que ele era o “rapaz da porta ao lado.” Contudo, ele começa a mostrar o seu lado fofo e atencioso e de repente eu quero que Lola e Cricket fiquem juntos. Awn.

Uma das coisas que eu mais gostei foram as cenas com St. Clair e Anna. Pensava que os tinha visto pela última vez em Anna and The French Kiss mas estava enganada (ainda bem). Quero ler o último livro da trilogia e voltar a apaixonar-me pelas personagens e pelo estilo de escrita lindo que me faz rir. 

(Este é um review traduzido autorizado)

18 de agosto de 2015

Opinião: Dragonfly in Amber, de Diana Gabaldon


Não é um livro de ação, mas um livro para pensar

No início do livro, não percebi o que estava a acontecer. Não sabia se isso era suposto acontecer ou se era do facto da escrita de Diana ser muito detalhada e, por vezes, confusa. O mesmo tinha acontecido com Outlander, então não fiquei particularmente preocupada com isso.
A história começa em 1968 e depois voltamos atrás no tempo, para o tempo em que Jamie ainda está vivo. É muito emocionante: eles estão a viver em Paris e somos apresentados às infinitas fofocas e escândalos que preenchem a Corte Francesa. Fez relembrar-me de Reign (série da CW) e de Scandal (série da ABC) em muitos aspetos.
Depois vamos para a Escócia e vemos as escolhas de Claire terem mais impacto no futuro do que ela pensava, então cada passo que ela dá é feito com muito cuidado.
O final é de partir o coração e agridoce: entendemos que escolhas tinham que ser feitas ou ambos morreriam. E nós não queremos isso.

Estou ansiosa para ler o próximo livro e ver a segunda temporada porque acredito que recriar duas atmosferas (Paris e Escócia) irá representar um desafio.

17 de agosto de 2015

Opinião: Throne of Glass de Sarah J. Maas



Celaena é uma assassina com alma

Quando decidi ir conhecer a Sarah J. Maas, decidi comprar dois dos seus livros (o outro foi A Court of Thorn and Roses) e dediquei o meu fim-de-semana a ler de forma a ir ao evento com um pequeno sumário do seu trabalho. Este livro serviu perfeitamente esse propósito.
Celaena é convidada a lutar num torneio que se parece com The Hunger Games com a execeção do facto que os oponentes estão a ser assassinados por algo que se esconde nas trevas e ninguém sabe o que é. O perfeito estilo de escrita convida-nos a mergulhar nas aventuras de Celaena com atenção ao detalhe. A escrita é simples e fácil de compreender, como devia de ser: num mundo onde a magia permanece mas é abolida e os que a usam são sentenciados à morte, não existe forma de a escrita ser complexa e dar dores de cabeça com o excesso de vocabulário novo.

Os capítulos finais são de partir o coração: o duelo final só resulta em dor, ossos partidos e mortes – até de outros mundos. Normalmente, existe a necessidade de apressar estes eventos porque o livro está quase a acabar mas não senti isso aqui, o que eu acho que é extraordinário. Voando do ponto de vista de Celaena, para Chaol e para Dorian, as cenas finais foram muito bem escritas.

A mitologia é-nos introduzida com uns detalhes aqui e ali, o que dá oportunidade ao leitor de entender o que é mas sem mais explicações por parte dos personagens: eles fazem e nós entendemos o que aconteceu.

O próximo livro é Crown of Midnight e mal posso esperar para ver o que acontece a Celaena. 

(Este é um review traduzido autorizado)

14 de agosto de 2015

Os outros 10 livros de 2015

Prometi que quando acabasse de ler mais 10 livros, iria publicá-los aqui.
Pois aqui estão eles. Se não viste quais foram os 10 primeiros livros de 2015, agora é uma boa oportunidade de os veres aqui.

11 - Lola and the Boy Next Door de Stephanie Perkins

Apesar de não ter sido o que eu estava à espera, gostei muito!


12 - The Night Manager de John le Carré

Um livro que está a ser adaptado pela BBC, que o irá tornar numa mini-série de 6 episódios que conta com muitas estrelas do mundo televisivo e cinematográfico.


13 - Throne of Glass de Sarah J. Maas

Um livro de uma autora que eu tive a honra de conhecer! Muito boa esta saga.


14 - City of Fallen Angels de Cassandra Clare

Estou bastante dedicada em acabar esta saga, uma vez que terá data de estreia na ABC Family como série televisiva em janeiro.


15 - The Raven Boys de Maggie Stiefvater

Não gostei muito do primeiro livro. Não gosto do estilo de escrita.


16 - A Court of Thorns and Roses de Sarah J. Maas

Este é, sem dúvida, o ano em que coloco todos os livros de Sarah já publicados em dia.
Este livro é o primeiro livro da outra saga da autora. ACOTAR (como é chamado, devido ao título bastante extenso) é um reconto do conto da Bela e do Monstro.


17 - Crown of Midnight de Sarah J. Maas

O segundo livro, continuação de Throne of Glass.


18 - Isla and the Happily Ever After de Stephanie Perkins

Eh, não foi mau, mas não foi perfeito, ótimo, lindo e maravilhoso como foi o primeiro livro de trilogia.


19 - City of Lost Souls de Cassandra Clare

O penúltimo livro da saga Instrumentos Mortais. Já só me falta um!


20 - The Great Gatsby de F. Scott Fitzgerald

Livro lindo, maravilhoso e fico cada vez mais apaixonada pelo Fitz!



Tecnicamente já só me faltam 5 livros para acabar o meu Reading Challenge do Goodreads, o que é muito bom sinal! Contudo, estou a desviar-me bastante dos 25 livros que eu queria ler este ano, o que eu não considero um falhanço, muito pelo contrário: significa que este ano estou determinada em começar sagas em vez de começar novas. Eu gostaria muito de ler um pouco de ficção histórica e também de ler 1 livro em português, 1 em espanhol e ler mais um livro da lista que fiz no início do ano. 
Porém, não me arrependo das minhas escolhas que fiz, até porque tive a oportunidade de ler Sarah J. Maas e ela é uma escritora muito linda, bonita e os livros dela motivam-me a escrever.

Quando acabar o Reading Challenge, publicarei aqui os últimos 5.

Boas leituras!

8 de maio de 2015

Os 10 primeiros livros de 2015

Hello sweeties!
Olhei hoje para o meu Goodreads Reading Challenge e notei que já li 10 livros do meu objetivo (que é ler 25 até ao final deste ano). Sem mais demoras, aqui estão eles. Infelizmente, são todos em Inglês (é extremamente difícil encontrar livros em Português) mas tenho a certeza que encontrarão as respetivas traduções de quase todos. A lista está por ordem de leitura.

1 - Outlander (Cross Stitch) de Diana Gabaldon
Primeira leitura do ano! Foi maravilhoso.
Este era um dos livros que eu queria muito ler este ano.


2 - Gone Girl de Gillian Flynn
Outra leitura maravilhosa. Sabiam que existe o filme? É impressionante e quem adaptou o roteiro foi a própria escritora!


3 - City of Glass de Cassandra Clare
Este livro foi muito melhor do que o anterior. Adorei e City of Fallen Angels já está comigo, pronto para ser lido.


4 - If I Stay de Gayle Forman
Este livro foi muito interessante. E o melhor de tudo: tive a oportunidade de conhecer a autora, aqui em Inglaterra! Foi maravilhoso e agora tenho o livro com o seu autógrafo.
O filme também é bom, apesar de ter algumas cenas bastante diferentes do livro que me fizeram enrugar a testa várias vezes porque ficava confusa.


5 - Vampire Academy de Richelle Mead
Eu acredito que já ultrapassei o meu interesse por vampiros, por isso, este livro não é um dos meus favoritos.


6 - The House of Silk de Anthony Horowitz
Aconselho este livro para todos os fãs de Sherlock Holmes.


7 - Anna and The French Kiss de Stephanie Perkins
Um livro adorável, impossível não gostar.



8 - Where She Went de Gayle Forman
Infelizmente, não gostei deste livro. É a continuação de If I Stay, mas não lhe faz justiça. 



9 - Dragonfly in Amber de Diana Gabaldon
A continuação de Outlander. Mais aventuras no passado.


10 - Moriarty de Anthony Horowitz
Fui com grandes expectativas para este livro e acabei completamente desiludida. Considero que o primeiro livro (The House of Silk) é muito melhor.


De acordo com a lista que fiz no início do ano, já li 5 livros dos que eu planeava ler. Não é mau. Considerando que, por exemplo, Dragonfly in Amber é a continuação de Outlander, quer dizer que quando eu começo uma saga, consigo acabá-la.

Quando chegar o verão, vou traduzir os reviews de alguns dos livros em português. Não sei se já sabem, mas eu estou a fazer reviews escritos e para o Youtube com a minha outra conta, Theresa Bars. Por isso, esperem algumas novidades por aqui quando as minhas aulas acabarem.
Quando houve mais 10, postarei também aqui, para ficarem a par das novidades.

Boa leituras!

6 de janeiro de 2015

Os meus livros para 2015

Este ano, planeio ler 25 livros para completar o Reading Challenge do site Goodreads.com
Organizada como sou, fiz uma lista no Excel dos livros que eu quero ler este ano e aqui estão eles:


1 - Outlander (Cross Stitch) de Diana Gabaldon
Estou mesmo quase a acabá-lo e espero que consiga acabá-lo ainda esta semana. Será o primeiro livro concluído este 2015!


2 – City of Glass de Cassandra Clare


3 – Gone Girl de Gilian Flynn


4 – The Elite de Kiera Cass


5 – The Darkest Minds de Alexandra Bracken


6 – Paper Towns de John Green


7 – Rebel Belle de Rachel Hawkins


8 – Anna and the French Kiss de Stephanie Perkins


9 – Georgiana the Duchess of Devonshire de Amanda Foreman


10 – The Time Traveler’s Wife de Audrey Niffenegger


11 – Anna Karenina de Leo Tolstoy


12 – The Jane Austen Book Club de Karen Joy Fowler


13 – Scarlet de Marissa Meyer


14 – Daughter of Smoke and Bone de Laini Taylor


15 – Angel Fall de Susan Ee


16 – Vampire Academy de Richelle Mead



17 – The Bronze Horseman de Paulina Simons


18 – Fallen de Lauren Kate


19 – The Summoning de Kelley Armstrong


20 – Illuminate de Aimee Agresti


21 – Madame de Pompadour de Nancy Mitford


22 – Hush, Hush de Becca Fitzpatrick


23 – Red Riding Hood de Sarah Blakley-Cartwright


24 – Dear John de Nicholas Sparks


25 – Atonement de Ian McEwan


Claro que isto não é uma lista definitiva. Provavelmente, muitos serão substituídos por outros livros, mas gostaria que tivessem uma noção dos que vou ler.

Boas leituras para este 2015!

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...