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16 de janeiro de 2016
15 de janeiro de 2016
14 de janeiro de 2016
19 de setembro de 2015
Opinião: Queen of Shadows de Sarah J. Maas
Pode ficar melhor?
Então… Queen of Shadows… Meu Dorian, meu querido,
meu príncipe, meu rei! O primeiro capítulo começa com ele e o meu coração
estremeu e partiu-se um bocadinho. Só um bocadinho. Mas depois temos Aelin (eu
ia escrever Celaena, mas acho que agora faz mais sentido chamá-la Aelin),
destemida, corajosa, icónica, esperta. Ela é a alma do livro e não conseguiria
imaginá-lo de outra forma.
Heir of Fire colocou uma “lista de afazeres” para
fazer neste livro. Ganhar a Wyrdkey: feito. Matar Arobynn: feito. Matar o Rei:
feito. Libertar Dorian: feito. Ela fez isso tudo e muito mais. O mais incrível
de tudo, eu acho, foi o facto de podermos ver o final de um capítulo nas suas
vidas e um novo a começar. O final foi maravilhoso. Podia imaginar uma daquelas
vistas de Narnia porque essa é uma das coisas mais lindas que eu já vi num
filme.
Os truques que Aelin faz neste livro são incríveis.
Desde a perspicácia que foi o resgate de Aedion até ao momento em que ela luta
com Manon… perfeito. Por falar naquela
luta: não estava à espera que fosse acontecer neste livro, talvez no próximo,
mas foi tão épica que me roubou o ar e eu estava a torcer por ambas.
Os momentos de flirt
entre Rowan e Aelin foram épicos e frustrantes. Por que é que eles não se
beijam logo? Também estava rir. Aelin é tão perfeita em tudo o que faz. Aedion,
por outro lado… ele tem o temperamento de Aelin e por vezes era irritante mas
mesmo assim eu gostei dele. Como um irmão, tão fofo e protetor em relação a
ela. Awn.
Chaol… ainda não gosto dele. Eu nem sei como é que
foi possível ter gostado dele em Crown of
Midnight mas por amor de Deus! Ele é teimoso. Ele tem as suas razões, eu
sei, mas eu não sei como é que alguma vez shippei ele com Aelin/Celaena.
Contudo, a sua dedicação e lealdade a Dorian é notável. Eu shippo esse
bromance.
Manon teve os seus desafios para enfrentar neste
livro, e muito bons que eles foram. Eu acho que ela é como a Celaena no
primeiro livro, só que ela tem mais cem anos. Ela evoluiu muito neste livro,
compreendendo muito mais as coisas e o seu coração começou a mostrar emoções.
Também merece um momento “awn”. Uma das coisas mais interessantes sobre ela foi
quando ela conheceu Dorian: o príncipe Valg deixou Dorian tomar o controlo do
seu corpo para Manon não perceber que afinal ele era um Valg. Esse foi um
momento de claridade – para Dorian e para mim – e também de alívio, depois de
todos aqueles capítulos demoníacos.
1 de setembro de 2015
Opinião: City of Lost Souls de Cassandra Clare
O enredo complica-se…
Cassandra tem esta maneira de nos encantar ao longo
dos seus livros e é possível ver a sua evolução como escritora o que é incrível
e acredito que isso é uma das coisas mais extraordinárias que um leitor pode
experienciar enquanto lê um livro que faz parte de uma saga.
Clary é tão forte, coisa com que fiquei bastante
satisfeita porque eu tinha-a sempre visto como a pequena adolescente que não
sabia o fazer num mundo cheio de monstros. Afinal ela consegue tomar conta de
si mesma. Assim como Simon: ele sempre será o meu personagem favorito, não há
dúvidas. Ele é engraçado e fofo e neste livro ele é um verdadeiro guerreiro,
convocando o anjo, desafiando a sua ira e defendendo não apenas aqueles que ele
ama mas também ele próprio.
Alec e Magnus… bem, o que posso dizer? Mas que
raios! Eu entendo o ponto de vista de ambos mas estou zangada com o Alec apesar
de ter sido claro que ele nunca tinha considerado a proposta.
Sebastian é uma coisinha horrível. Eu já pensava que
Valentine era maluco, mas Sebastian chega a outro nível, tentando viver duas
vidas ao mesmo tempo. Impossível.
Jocelyn, por outro lado, apesar de ela ter sido a
chave nos três primeiros livros, perdeu o seu charme agora que está viva,
acredito. Ainda não sei o que esperar dela mas não estou à espera de muito.
Acho que o seu passado é muito mais interessante do que ela é agora ou no
futuro.
(Este é um review traduzido autorizado)
31 de agosto de 2015
Opinião: Heir of Fire de Sarah J. Maas
Simplesmente uau
O terceiro livro. É incrível, especialmente sabendo
que o quarto chega em Setembro e eu já o pré-encomendei.
Celaena – ela nunca irá parar de ser a minha
Celaena, não interessa se os outros personagens a chamam por um nome diferente
– cresceu tanto neste livro, depois da devastação que foi Crown of Midnight. Gostei de ver o seu crescimento neste livro e
agora… temos a mesma idade! Quanto fantástico é isto? Existe uma altura em que
começamos a ler YA e as personagens são mais velhas do que nós e depois… vem o
tempo em que os personagens têm a mesma idade que nós. É tão fantástico!
Dorian… O meu pobre e doce príncipe Dorian também
evoluiu muito neste livro. O seu amor (ou o que lá fosse) com Sorcha foi tão
puro e natural que eu comecei realmente a torcer por eles. Mas não era para acontecer.
É crucial dizer aqui que enquanto Dorian cresceu como personagem (ele era
apenas um príncipe no primeiro livro mas agora ele age como um rei), não se
pode dizer o mesmo de Chaol. Entendo o seu sacrifício mas até ao final do livro
não sabia com que linhas ele se cozia. É assim tão difícil decidir?
O Rei… agora estou com muito medo dele,
especialmente depois do que ele fez com o seu próprio filho. Vou estar muito
triste quando ler o próximo livro porque eu saberei o que está a acontecer com
Dorian e é tão injusto! Não toquem no meu bebé!
Agora… novos personagens! Temos Rowan, o treinador
de Celaena que depois se torna muito mais do que isso. Ele parece um pouco rude
no início mas depois percebemos que é o facto de ele ser imortal que o fez
assim: ele já passou por muito.
Também temos Aedion e vamos mencionar o facto de que
Celaena tem andado rodeada de rapazes muito lindos desde pequena. Ele é o seu
protetor, amigo e cresceram juntos. O que faz dele irmão, protetor, possível
rei, talvez. Vamos admitir: todos eles – Dorian, Chaol, Rowan e Aedion – são
possíveis reis para uma rainha como Celaena.
Opinião: The Great Gatsby de F. Scott Fitzgerald
Uma história linda com um fim trágico
A primeira vez que me encontrei com o nome do livro
foi porque o Leo DiCaprio seria o protagonista. Vi o filme, apaixonei-me e
desde então queria comprar o livro. A canção Young and Beautiful de Lana Del Rey esteve a perseguir-me o tempo
todo em que estava a ler o livro o que fez tudo muito mais especial e cada vez
que Gatsby aparecia eu imaginava DiCaprio e as cenas do filme eram revividas na
minha mente.
O livro que comprei era pequeno (210 páginas) e só
depois descobri que The Great Gatsby
era na verdade 180 páginas e o resto era material extra sobre Scott (apesar de
eu gostar de o chamar de Fitz, ainda estou a tentar perceber o porquê de
ninguém o chamar assim, vou chamá-lo de Scott porque todos o conhecem assim).
Li esse material extra e descobri que Scott escreveu um dos meus contos favoritos
(na verdade vi o filme, não tinha ideia que era um conto): O Estranho Caso de Benjamin Button. Mesmo sem saber, Scott tem sido
um dos meus escritores favoritos e eu nem sabia disso. É hora de dizer aquela
palavra que começa por “m”.
Sobre Gatsby: nem tenho palavras para dizer como
este livro é uma montanha russa. E quanto doloroso ele é. Ainda me lembro de
ter visto o fim do filme e ter ficado em choque (DiCaprio gosta de morrer na
água) mas o livro dói muito mais! No final, partimos sozinhos. Gatsby tinha
aquela vida com um único objetivo: estar com Daisy; mas no final todas aquelas
pessoas que amavam as suas festas não retribuiram a generosidade. Cruel.
(Este é um review traduzido autorizado)
28 de agosto de 2015
A maratona de Agents of S.H.I.E.L.D.
Sou uma fã da Marvel, mas não sou a sua fã N.º1. Não
sei os nomes de todos os super-heróis mas gosto dos enredos e o facto de, de
momento, estarem a causar uma grande revolução no mundo cinematográfico.
Mas, eu sou uma grande fã da Agent Carter. Foi ela que me fez ver S.H.I.E.L.D. The Avengers e Thor também. Eles são os responsáveis por eu ter começado a ver a
série.
Então porquê esta série e não continuar a ver os
filmes da Marvel? Bem, vamos apenas dizer que a série é única: conecta factos
dos filmes e conecta o enredo com o que está a acontecer nos filmes. Não é
apenas uma série: é uma peça num puzzle muito maior, o que faz dela uma série
incrivelmente fantástica e divertida de se ver. Para além disso, tem as suas
próprias personagens, enredo e ritmo. Pessoas que não vêm os livros não vão
ficar no escuro.
Estou muito agradecida aos criadores. Cada episódio
é como um mini-filme: começa, evolui e acaba. Contudo, os cliffhangers de
“voltaremos dentro de momentos” é tão maravilhoso! É como ver um mini-filme
cada semana. Bem, cada dia, pelo menos para mim.
Vamos então para as personagens: no início, eles não
colavam – a equipa estava a tentar construir as suas próprias raízes e
conhecerem-se uns aos outros – mas a meio da primeira temporada as personagens
já estão tão conectadas que cada reviravolta era dolorosa, não apenas de ver,
mas também para eles.
Sim, cliffhangers,
reviravoltas, corações a serem partidos. A série tem isso tudo.
(Este é um review traduzido autorizado)
27 de agosto de 2015
Opinião: Crown of Midnight, de Sarah J. Maas
Nunca li um livro que tivesse tantas reviravoltas dentro das suas 400 páginas.
O cliffhanger de Throne
of Glass foi promissor. Tenho que admitir que quase dormi em algumas partes
pela falta de ritmo devido às descrições – por vezes, eram demasiado longas.
Celaena é corajosa neste livro, muito mais adulta do
que no anterior. Chaol foi uma grande surpresa para mim: ele sabe o que quer
mas a presença do seu pai neste livro abalou um pouco as coisas, mas não
demasiado. Tal e qual como Roland. Aquele rapaz apareceu e 50 páginas depois já
estava a ir embora. Estava à espera de mais vindo dele mas tenho a certeza que
irei vê-lo nos próximos livros.
No início, estava com medo que Dorian fosse morrer!
Até ao momento em que os seus poderes revelan-se e ajudaram Celaena. Agora que
estou a escrever isto faz perfeito sentido: ele é gelo, ela é fogo. Oh, consigo
ver uma música da Lana del Rey aqui.
O que aconteceu a Nehemia foi uma grande surpresa e
o facto de a Rainha Elena estar de volta também: estou a mencioná-las ao mesmo
tempo porque acredito que há uma semelhança entre elas. Irei sentir falta de
Nehemia, irei mesmo. Contudo, foi possível ver que a sua morte foi um meio para
o fim e Celaena foi para aquele lado negro dela apenas para voltar mais
imperdoável e determinada do que nunca. Isso será bem necessário nos próximos
livros, tenho a certeza disso.
O enredo foi convincente, envolvente e queria ter tido
mais tempo para o livro do que realmente tive. Mas mesmo assim este livro fez
muitas viagens de comboio, viagens de metro e viagens de autocarro comigo.
Heir of Fire já está na minha prateleira, pronto para ser
lido.(Este é um review traduzido autorizado)
26 de agosto de 2015
Opinião: A Court of Thorns and Roses de Sarah J. Maas
Não é dos meus favoritos
Sarah J. Maas é provavelmente a escritora de YA mais
influente no mundo fantástico. Throne of
Glass foi envolvente e cheio de força. Acredito que ainda estou muito
conectada a Celaena e Feyre é tão diferente. Por exemplo, ela não é sarcástica
e engraçada – ela está enterrada em problemas. A falta de empatia pela fada que
matou foi de partir o coração. Não consegui encontrar uma forma de me conectar
a ela.
Contudo, existem outros personagens: Tamlin, por
exemplo. Ele é tão misterioso com aquela máscara e as profecias que revelam um
final verdadeiro. A relação de ambos começa a evoluir o que leva a algo lindo e
o meu coração doeu quando via a confiança dele nela e vice-versa.
Lucien, no início, era um vilão… mais ou menos. Não
sabia onde é que ele se colocava mas no final ele mostrou quem verdadeiramente
é.
Agora vamos falar dos verdadeiros vilões porque
esses são absolutamente revoltantes. Não confiava em Rhysand mas ele começou a
revelar-se e, apesar de permanecer um vilão, ele não é malvado como Amarantha.
Ela é poderosa e traiçoeira, foi como ela conseguiu todo aquele poder. Ela
tentou arruinar Tamlin e matar Feyre mas no final o amor verdadeiro venceu. O
seu marco mostrou quem ela verdadeira é, e que aquele sorriso e todos os
escravos são apenas uma parede que ela usa de forma a ter o que ela deseja e atrair
fadas para o seu reino.
(Este é um review traduzido autorizado)
24 de agosto de 2015
Opinião: City of Fallen Angels de Cassandra Clare
Cassandra Clare continua a surpreender com cliffhangers que podemos apenas ver na TV.
Tenho que admitir: não sou a fã N.º1 de Cassandra
Clare e das suas sagas (The Mortal
Instuments, ainda não li The Infernal
Devices.) Contudo, continuo fascinada quando ela escreve aqueles
cliffhangers que nos fazem esquecer de como respirar e fazem-nos querer ler o
livro seguinte de imediato.
O quarto livro da saga começa em Nova Iorque. As
novas personagens ganham mais tempo no livro, como Simon, Alec e Izzie. Gosto
mais destes três do que de Jace. Na verdade, Jace nem é o meu personagem
favorito. Gostei do facto de que a história é tão bem mantida pela autora que
todas as personagens são essenciais para a narrativa. Absolutamente brilhante,
continua assim Cassandra, estás a ir muito bem.
Gostei do livro? Sim. Quero ler o próximo? Sim. Não
é a minha saga favorita mas gosto dos personagens e acredito que este livro foi
um marco no que toca a personagens secundárias. Para além disso, o cliffhanger
foi divino! Consigo imaginar a cena como uma season finale o que é maravilhoso.
Sobre as novas personagens: bem introduzidas, não
houve pressa e apesar de não ter havido muito detalhe escrito sobre as suas
personalidades, foi possível entendê-las de uma maneira que eu tenho a certeza
que vou vê-las mais uma vez.
O enredo não evoluiu tanto como tinha evoluído no
livro anterior mas eu gostei da maneira como as coisas estavam a acontecer, sem
pressa. Bem escrito, com detalhe e simplicidade, fez a minha viagem para
Londres bem confortável.
(Este é um review traduzido autorizado)
21 de agosto de 2015
Opinião: The Night Manager de John le Carré
As burocracias das nossas vidas
John le Carré e conhecido pelos seus livros de espiões.
Pessoalmente, não estava muito interessada no estilo até ouvir que a BBC ia
fazer uma adaptação do livro numa mini-série de seis episódios. Peguei nele
imediatamente porque eu sou o tipo de pessoa que gosta de ler os livros antes
de ver as adaptações (e queixar-me sobre como o filme/série não capta a alma do
livro.)
Seguimos Jonathan Pine, um manager noturno, que se
voluntaria para espiar Roper, um homem muito poderoso com negócios obscuros que
a polícia não consegue apanhar porque cada coisa que ele assina não é a sua
assinatura. Jonathan encontra-se sempre com mulheres lindas, duas das quais têm
mais ênfase: Sophie e Jed. Ambas são muito diferentes e muito similares. Sophie
é uma mulher sábia e Jeb tem aquela chama que é impossível apagar.
(Este é um review traduzido autorizado)
20 de agosto de 2015
Opinião: Lola and the Boy Next Door, de Stephanie Perkins
Stephanie Perkins faz-nos rir e nostálgicos mais uma vez
Estava ansiosa por ler outro livro de Stephanie
Perkins. E tive a oportunidade de comprar este livro depois de uma desilusão (Moriarty de Anthony Horowitz). Precisava
de um livro que me fizesse rir e deitar para trás o sofrimento que ele tinha
criado.
Lola é uma personagem engraçada e invulgar, com
muitas aventuras e um balanço terrífico entre os maravilhosos mundos em que ela
vive. Ela fez-me rir e esquecer o livro anterior. Durante quatro dias eu estava
a viver uma felicidade utópica.
Lola tem pais homossexuais – nada demais de acordo
com ela e um grande estalo na cara de qualquer pessoa que acha que o casamento
e adoção homossexuais são imorais. Eles são pais perfeitos: demasiado
protetores, preocupados e verdadeiros; eu adorei-os. Adorei ainda mais o facto
de eles fazerem tartes em casa e terem uma padaria. Por favor, quero trabalhar
para eles.
Ela está a namorar esta estrela de rock chamado Max.
Ele está entre a estrela de rock e o nerd. Eu ainda não sei como defini-lo por
outras palavras para além de não confiável. Apesar de Lola gostar dele e falar
sobre todas as coisas boas que ela vê nele, não me convenceu. Muito menos depois
de ele insultar Lindsey.
Por outro lado, temos Cricket. Ele partiu o seu
coração antes e não confiei nele logo no início apesar de ser óbvio que ele era
o “rapaz da porta ao lado.” Contudo, ele começa a mostrar o seu lado fofo e
atencioso e de repente eu quero que Lola e Cricket fiquem juntos. Awn.
(Este é um review traduzido autorizado)
18 de agosto de 2015
Opinião: Dragonfly in Amber, de Diana Gabaldon
Não é um livro de ação, mas um livro para pensar
No início do livro, não percebi o que estava a
acontecer. Não sabia se isso era suposto acontecer ou se era do facto da
escrita de Diana ser muito detalhada e, por vezes, confusa. O mesmo tinha
acontecido com Outlander, então não fiquei particularmente preocupada com isso.
A história começa em 1968 e depois voltamos atrás no
tempo, para o tempo em que Jamie ainda está vivo. É muito emocionante: eles
estão a viver em Paris e somos apresentados às infinitas fofocas e escândalos
que preenchem a Corte Francesa. Fez relembrar-me de Reign (série da CW) e de Scandal
(série da ABC) em muitos aspetos.
Depois vamos para a Escócia e vemos as escolhas de
Claire terem mais impacto no futuro do que ela pensava, então cada passo que
ela dá é feito com muito cuidado.
O final é de partir o coração e agridoce: entendemos
que escolhas tinham que ser feitas ou ambos morreriam. E nós não queremos isso.
17 de agosto de 2015
Opinião: Throne of Glass de Sarah J. Maas
Celaena é uma assassina com alma
Quando decidi ir conhecer a Sarah J. Maas, decidi
comprar dois dos seus livros (o outro foi A
Court of Thorn and Roses) e dediquei o meu fim-de-semana a ler de forma a
ir ao evento com um pequeno sumário do seu trabalho. Este livro serviu
perfeitamente esse propósito.
Celaena é convidada a lutar num torneio que se
parece com The Hunger Games com a
execeção do facto que os oponentes estão a ser assassinados por algo que se
esconde nas trevas e ninguém sabe o que é. O perfeito estilo de escrita
convida-nos a mergulhar nas aventuras de Celaena com atenção ao detalhe. A
escrita é simples e fácil de compreender, como devia de ser: num mundo onde a
magia permanece mas é abolida e os que a usam são sentenciados à morte, não
existe forma de a escrita ser complexa e dar dores de cabeça com o excesso de
vocabulário novo.
Os capítulos finais são de partir o coração: o duelo
final só resulta em dor, ossos partidos e mortes – até de outros mundos.
Normalmente, existe a necessidade de apressar estes eventos porque o livro está
quase a acabar mas não senti isso aqui, o que eu acho que é extraordinário.
Voando do ponto de vista de Celaena, para Chaol e para Dorian, as cenas finais
foram muito bem escritas.
A mitologia é-nos introduzida com uns detalhes aqui
e ali, o que dá oportunidade ao leitor de entender o que é mas sem mais
explicações por parte dos personagens: eles fazem e nós entendemos o que
aconteceu.
(Este é um review traduzido autorizado)
14 de agosto de 2015
Os outros 10 livros de 2015
Prometi que quando acabasse de ler mais 10 livros, iria publicá-los aqui.
Pois aqui estão eles. Se não viste quais foram os 10 primeiros livros de 2015, agora é uma boa oportunidade de os veres aqui.
11 - Lola and the Boy Next Door de Stephanie Perkins
Apesar de não ter sido o que eu estava à espera, gostei muito!
12 - The Night Manager de John le Carré
Um livro que está a ser adaptado pela BBC, que o irá tornar numa mini-série de 6 episódios que conta com muitas estrelas do mundo televisivo e cinematográfico.
13 - Throne of Glass de Sarah J. Maas
Um livro de uma autora que eu tive a honra de conhecer! Muito boa esta saga.
14 - City of Fallen Angels de Cassandra Clare
Estou bastante dedicada em acabar esta saga, uma vez que terá data de estreia na ABC Family como série televisiva em janeiro.
15 - The Raven Boys de Maggie Stiefvater
Não gostei muito do primeiro livro. Não gosto do estilo de escrita.
16 - A Court of Thorns and Roses de Sarah J. Maas
Este é, sem dúvida, o ano em que coloco todos os livros de Sarah já publicados em dia.
Este livro é o primeiro livro da outra saga da autora. ACOTAR (como é chamado, devido ao título bastante extenso) é um reconto do conto da Bela e do Monstro.
17 - Crown of Midnight de Sarah J. Maas
O segundo livro, continuação de Throne of Glass.
18 - Isla and the Happily Ever After de Stephanie Perkins
Eh, não foi mau, mas não foi perfeito, ótimo, lindo e maravilhoso como foi o primeiro livro de trilogia.
19 - City of Lost Souls de Cassandra Clare
O penúltimo livro da saga Instrumentos Mortais. Já só me falta um!
20 - The Great Gatsby de F. Scott Fitzgerald
Livro lindo, maravilhoso e fico cada vez mais apaixonada pelo Fitz!
Tecnicamente já só me faltam 5 livros para acabar o meu Reading Challenge do Goodreads, o que é muito bom sinal! Contudo, estou a desviar-me bastante dos 25 livros que eu queria ler este ano, o que eu não considero um falhanço, muito pelo contrário: significa que este ano estou determinada em começar sagas em vez de começar novas. Eu gostaria muito de ler um pouco de ficção histórica e também de ler 1 livro em português, 1 em espanhol e ler mais um livro da lista que fiz no início do ano.
Porém, não me arrependo das minhas escolhas que fiz, até porque tive a oportunidade de ler Sarah J. Maas e ela é uma escritora muito linda, bonita e os livros dela motivam-me a escrever.
Quando acabar o Reading Challenge, publicarei aqui os últimos 5.
Boas leituras!
8 de maio de 2015
Os 10 primeiros livros de 2015
Hello sweeties!
Olhei hoje para o meu Goodreads Reading Challenge e notei que já li 10 livros do meu objetivo (que é ler 25 até ao final deste ano). Sem mais demoras, aqui estão eles. Infelizmente, são todos em Inglês (é extremamente difícil encontrar livros em Português) mas tenho a certeza que encontrarão as respetivas traduções de quase todos. A lista está por ordem de leitura.
1 - Outlander (Cross Stitch) de Diana Gabaldon
Primeira leitura do ano! Foi maravilhoso.
Este era um dos livros que eu queria muito ler este ano.
2 - Gone Girl de Gillian Flynn
Outra leitura maravilhosa. Sabiam que existe o filme? É impressionante e quem adaptou o roteiro foi a própria escritora!
3 - City of Glass de Cassandra Clare
Este livro foi muito melhor do que o anterior. Adorei e City of Fallen Angels já está comigo, pronto para ser lido.
4 - If I Stay de Gayle Forman
Este livro foi muito interessante. E o melhor de tudo: tive a oportunidade de conhecer a autora, aqui em Inglaterra! Foi maravilhoso e agora tenho o livro com o seu autógrafo.
O filme também é bom, apesar de ter algumas cenas bastante diferentes do livro que me fizeram enrugar a testa várias vezes porque ficava confusa.
5 - Vampire Academy de Richelle Mead
Eu acredito que já ultrapassei o meu interesse por vampiros, por isso, este livro não é um dos meus favoritos.
6 - The House of Silk de Anthony Horowitz
Aconselho este livro para todos os fãs de Sherlock Holmes.
9 - Dragonfly in Amber de Diana Gabaldon
A continuação de Outlander. Mais aventuras no passado.
10 - Moriarty de Anthony Horowitz
Fui com grandes expectativas para este livro e acabei completamente desiludida. Considero que o primeiro livro (The House of Silk) émuito melhor.
De acordo com a lista que fiz no início do ano, já li 5 livros dos que eu planeava ler. Não é mau. Considerando que, por exemplo, Dragonfly in Amber é a continuação de Outlander, quer dizer que quando eu começo uma saga, consigo acabá-la.
Quando chegar o verão, vou traduzir os reviews de alguns dos livros em português. Não sei se já sabem, mas eu estou a fazer reviews escritos e para o Youtube com a minha outra conta, Theresa Bars. Por isso, esperem algumas novidades por aqui quando as minhas aulas acabarem.
Quando houve mais 10, postarei também aqui, para ficarem a par das novidades.
Boa leituras!
Olhei hoje para o meu Goodreads Reading Challenge e notei que já li 10 livros do meu objetivo (que é ler 25 até ao final deste ano). Sem mais demoras, aqui estão eles. Infelizmente, são todos em Inglês (é extremamente difícil encontrar livros em Português) mas tenho a certeza que encontrarão as respetivas traduções de quase todos. A lista está por ordem de leitura.
1 - Outlander (Cross Stitch) de Diana Gabaldon
Primeira leitura do ano! Foi maravilhoso.
Este era um dos livros que eu queria muito ler este ano.
2 - Gone Girl de Gillian Flynn
Outra leitura maravilhosa. Sabiam que existe o filme? É impressionante e quem adaptou o roteiro foi a própria escritora!
3 - City of Glass de Cassandra Clare
Este livro foi muito melhor do que o anterior. Adorei e City of Fallen Angels já está comigo, pronto para ser lido.
4 - If I Stay de Gayle Forman
Este livro foi muito interessante. E o melhor de tudo: tive a oportunidade de conhecer a autora, aqui em Inglaterra! Foi maravilhoso e agora tenho o livro com o seu autógrafo.
O filme também é bom, apesar de ter algumas cenas bastante diferentes do livro que me fizeram enrugar a testa várias vezes porque ficava confusa.
5 - Vampire Academy de Richelle Mead
Eu acredito que já ultrapassei o meu interesse por vampiros, por isso, este livro não é um dos meus favoritos.
6 - The House of Silk de Anthony Horowitz
Aconselho este livro para todos os fãs de Sherlock Holmes.
7 - Anna and The French Kiss de Stephanie Perkins
Um livro adorável, impossível não gostar.
8 - Where She Went de Gayle Forman
Infelizmente, não gostei deste livro. É a continuação de If I Stay, mas não lhe faz justiça.
A continuação de Outlander. Mais aventuras no passado.
10 - Moriarty de Anthony Horowitz
Fui com grandes expectativas para este livro e acabei completamente desiludida. Considero que o primeiro livro (The House of Silk) é
De acordo com a lista que fiz no início do ano, já li 5 livros dos que eu planeava ler. Não é mau. Considerando que, por exemplo, Dragonfly in Amber é a continuação de Outlander, quer dizer que quando eu começo uma saga, consigo acabá-la.
Quando chegar o verão, vou traduzir os reviews de alguns dos livros em português. Não sei se já sabem, mas eu estou a fazer reviews escritos e para o Youtube com a minha outra conta, Theresa Bars. Por isso, esperem algumas novidades por aqui quando as minhas aulas acabarem.
Quando houve mais 10, postarei também aqui, para ficarem a par das novidades.
Boa leituras!
6 de janeiro de 2015
Os meus livros para 2015
Este ano, planeio ler 25 livros para completar o
Reading Challenge do site Goodreads.com
Organizada como sou, fiz uma lista no Excel dos
livros que eu quero ler este ano e aqui estão eles:
1 - Outlander
(Cross Stitch) de Diana Gabaldon
Estou mesmo quase a acabá-lo e espero que consiga
acabá-lo ainda esta semana. Será o primeiro livro concluído este 2015!
2 – City of
Glass de Cassandra Clare
3 – Gone Girl
de Gilian Flynn
4 – The Elite
de Kiera Cass
5 – The Darkest
Minds de Alexandra Bracken
6 – Paper Towns
de John Green
7 – Rebel Belle
de Rachel Hawkins
8 – Anna and
the French Kiss de Stephanie Perkins
9 – Georgiana the
Duchess of Devonshire de Amanda Foreman
10 – The Time
Traveler’s Wife de Audrey Niffenegger
11 – Anna Karenina
de Leo Tolstoy
12 – The Jane
Austen Book Club de Karen Joy Fowler
13 – Scarlet
de Marissa Meyer
14 – Daughter of
Smoke and Bone de Laini Taylor
15 – Angel Fall
de Susan Ee
16 – Vampire Academy
de Richelle Mead
17 – The Bronze
Horseman de Paulina Simons
18 – Fallen
de Lauren Kate
19 – The Summoning
de Kelley Armstrong
20 – Illuminate
de Aimee Agresti
21 – Madame de
Pompadour de Nancy Mitford
22 – Hush,
Hush de Becca Fitzpatrick
23 – Red Riding
Hood de Sarah Blakley-Cartwright
24 – Dear John
de Nicholas Sparks
25 – Atonement de Ian McEwan
Claro que isto não é uma lista definitiva.
Provavelmente, muitos serão substituídos por outros livros, mas gostaria que
tivessem uma noção dos que vou ler.
Boas leituras para este 2015!
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Os livros para 2019
Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...
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Já se passsaram dois meses de leitura. Parece que já passou muito tempo, mas a minha lista parece não dizer o mesmo. Caso queiram ver os li...
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Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...
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Quando a Margarida me convidou a ler a sua história, quase nada me disse sobre a história e eu lá fui ler, sem quaisquer expectativas...





























