Este livro é o que qualquer fã de Sherlock Holmes
está há espera: Anthony captura a essência da escrita de Conan Doyle, com um
detalhe do século XXI, o que faz este livro mais fácil de compreender do que os
contos escritos há séculos atrás.
O que me fez ler este livro foi o facto que Anthony
escreve como se fosse Doyle. Isso capturou-me a atenção imediatamente porque
pensei “será que isso é possível?”. Aparentemente, sim. Fiquei tão surpreendida
que comecei a investigar como é o autor tinha feito. Ele pesquisou bastante
sobre o período Vitoriano e até definiu 10 regras sobre a escrita e o enredo, o
que eu achei bastante interessante (é possível ler sobre isso no final do livro
– mas isso não significa que não se pode ler esta parte antes de terminar o
livro.)
A história é bastante complexa, com maravilhosas
reviravoltas e excelentes cliffhangers
no final de cada capítulo que me fizeram continuar a ler o capítulo seguinte.
Eventualmente, precisei de dormir, mas nunca conseguia fazer isso no fim de cada
capítulo, então deixei os capítulos “inacabados” e continuava a ler no dia
seguinte.
Uma
história cativante que nunca é entediante, e o próximo livro, chamado Moriarty, de certeza que é melhor do que
este. Estou ansiosa em lê-lo.
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