16 de agosto de 2015

Opinião: The House of Silk, de Anthony Horowitz


Este livro é o que qualquer fã de Sherlock Holmes está há espera: Anthony captura a essência da escrita de Conan Doyle, com um detalhe do século XXI, o que faz este livro mais fácil de compreender do que os contos escritos há séculos atrás.
O que me fez ler este livro foi o facto que Anthony escreve como se fosse Doyle. Isso capturou-me a atenção imediatamente porque pensei “será que isso é possível?”. Aparentemente, sim. Fiquei tão surpreendida que comecei a investigar como é o autor tinha feito. Ele pesquisou bastante sobre o período Vitoriano e até definiu 10 regras sobre a escrita e o enredo, o que eu achei bastante interessante (é possível ler sobre isso no final do livro – mas isso não significa que não se pode ler esta parte antes de terminar o livro.)

A história é bastante complexa, com maravilhosas reviravoltas e excelentes cliffhangers no final de cada capítulo que me fizeram continuar a ler o capítulo seguinte. Eventualmente, precisei de dormir, mas nunca conseguia fazer isso no fim de cada capítulo, então deixei os capítulos “inacabados” e continuava a ler no dia seguinte.
Uma história cativante que nunca é entediante, e o próximo livro, chamado Moriarty, de certeza que é melhor do que este. Estou ansiosa em lê-lo. 

Sem comentários:

Enviar um comentário

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...