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30 de agosto de 2015

Opinião: Isla and The Happily Ever After de Stephanie Perkins



Estava à espera de mais. Mas estou de volta a Paris!

O ciclo termina: Anna, Lola e Isla – a trilogia perfeita – acaba com esta última. Antes de falar das coisas más, tenho que admitir que os crossovers de personagens que Stephanie Perkins faz de um livro para o outro são maravilhosos e fazem-nos chorar.

Agora vamos às coisas que eu não gostei neste livro: talvez tenha sido minha culpa mas eu cansei-me da Isla muito depressa – provavelmente porque este género de livros dura 3/4 dias mas devido ao facto de que estava a trabalhar as minhas horas de leitura foram dedicadas a… trabalhar. Não me estou a queixar, mas esta não é a primeira vez em que estou a ler um livro e a trabalhar (não ao mesmo tempo) e este género de cansaço nunca aconteceu. Então talvez tenha sido o tempo e a personagem.

Apercebi-me de imediato que algo de mau ia acontecer muito rapidamente porque a história começa ao contrário: na página 100 eles já estavam apaixonados e a namorar e ter o melhor tempo das suas vidas. Algo de mau ia acontecer e a maneira como foi, foi horrível e fez-me chorar. Mas a distância dos personagens depois disso foi entediante.

Isla é interessante na maneira que me fez lembrar de Anna e Josh fez-me lembrar de Cricket. Ela não é aquela personagem única como a Lola mas acredito que posso identificar-me com ela porque ela é uma adolescente no último ano e não sabe o que quer fazer a seguir – ir para a universidade, claro, mas que curso? Eu fui assim no meu último ano.

Josh é mais amigável que Cricket mas não fiquei caídinha por ele da maneira que aconteceu com St. Clair. Porque St. Clair é único. Mas ele tem este coração quente e é paciente e gosta de desenhar. Sério, ele é quase o namorado fictício perfeito.

Em conclusão, acredito que não apreciei este livro tanto como os outros mas isso não significa que não foi bom – foi mas não é o meu favorito. Acho que foi entediante, em comparação com os outros dois. De qualquer das formas vou sentir muita falta destes livros e mal posso esperar pelo próximo livro de Stephanie. Por favor, Stephanie, escreve!

(Este é um review traduzido autorizado)

20 de agosto de 2015

Opinião: Lola and the Boy Next Door, de Stephanie Perkins



Stephanie Perkins faz-nos rir e nostálgicos mais uma vez

Estava ansiosa por ler outro livro de Stephanie Perkins. E tive a oportunidade de comprar este livro depois de uma desilusão (Moriarty de Anthony Horowitz). Precisava de um livro que me fizesse rir e deitar para trás o sofrimento que ele tinha criado.
Lola é uma personagem engraçada e invulgar, com muitas aventuras e um balanço terrífico entre os maravilhosos mundos em que ela vive. Ela fez-me rir e esquecer o livro anterior. Durante quatro dias eu estava a viver uma felicidade utópica.

Lola tem pais homossexuais – nada demais de acordo com ela e um grande estalo na cara de qualquer pessoa que acha que o casamento e adoção homossexuais são imorais. Eles são pais perfeitos: demasiado protetores, preocupados e verdadeiros; eu adorei-os. Adorei ainda mais o facto de eles fazerem tartes em casa e terem uma padaria. Por favor, quero trabalhar para eles.

Ela está a namorar esta estrela de rock chamado Max. Ele está entre a estrela de rock e o nerd. Eu ainda não sei como defini-lo por outras palavras para além de não confiável. Apesar de Lola gostar dele e falar sobre todas as coisas boas que ela vê nele, não me convenceu. Muito menos depois de ele insultar Lindsey.
Por outro lado, temos Cricket. Ele partiu o seu coração antes e não confiei nele logo no início apesar de ser óbvio que ele era o “rapaz da porta ao lado.” Contudo, ele começa a mostrar o seu lado fofo e atencioso e de repente eu quero que Lola e Cricket fiquem juntos. Awn.

Uma das coisas que eu mais gostei foram as cenas com St. Clair e Anna. Pensava que os tinha visto pela última vez em Anna and The French Kiss mas estava enganada (ainda bem). Quero ler o último livro da trilogia e voltar a apaixonar-me pelas personagens e pelo estilo de escrita lindo que me faz rir. 

(Este é um review traduzido autorizado)

17 de agosto de 2015

Opinião: Anna and The French Kiss, de Stephanie Perkins


Um livro divertido e colorido, cheio de romance parisiense e amizades sólidas.

Nunca é fácil descrever um livro. Mas sou bastante afortunada por ter tido a possibilidade de ler este livro e descrevê-lo com palavras simples e verdadeiras, como as que escrevi aqui em cima. Anna é uma rapariga muito americana que não falar uma palavra de Francês. E para onde é que ela é enviada? Para França! A partir daí, já temos imensas coisas por onde trabalhar. Anna podia estar perfeitamente sozinha em Paris por 9 meses e nós adoraríamos as suas aventuras.

Porém, ela não se encontra sozinha: conhece imediatamente Meredith e através dela, St. Clair, o rapaz que vai estar ali ao seu lado, que a leva a descobrir Paris. O que começa como uma amizade envolve para algo mais. Observamos os eventos a tornarem-se cada vez mais complexos até que ambas as personagens decidem que já não aguentam mais. Foi bastante interessante ver isso.

O facto de também estar a aprender Francês ajudou-me a identificar-me com Anna, que não fala uma única palavra da língua do amor. Chocolat chaud – finalmente sei o que significa! Entre outras coisas, claro. Este livro fez-me querer ir visitar Paris mais do que nunca. Quero estar no Point Zéro e pedir um desejo. Quero encontrar um St. Clair para mim.

O humor nuca abandona este livro. É quase impossível não rir em público enquanto estamos a ler. Tive momentos fangirl, ri, bati palmas e proferi uma enormidade de “aaaaaawn” enquanto lia. Passei um dia inteiro a ler 200 páginas porque sabia que não conseguiria ir dormir sem saber o fim desta amorosa história. E quando acabou…tinha lágrimas nos meus olhos e abracei o livro porque ele fez-me sentir feliz e melancólica ao mesmo tempo. Este abraço foi para Stephanie, que fez um excelente trabalho com este livro. Queria poder abraçá-la, mas como não podia, abracei o seu livro. 

(Este é um

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