Nunca li um livro que tivesse tantas reviravoltas dentro das suas 400 páginas.
O cliffhanger de Throne
of Glass foi promissor. Tenho que admitir que quase dormi em algumas partes
pela falta de ritmo devido às descrições – por vezes, eram demasiado longas.
Celaena é corajosa neste livro, muito mais adulta do
que no anterior. Chaol foi uma grande surpresa para mim: ele sabe o que quer
mas a presença do seu pai neste livro abalou um pouco as coisas, mas não
demasiado. Tal e qual como Roland. Aquele rapaz apareceu e 50 páginas depois já
estava a ir embora. Estava à espera de mais vindo dele mas tenho a certeza que
irei vê-lo nos próximos livros.
No início, estava com medo que Dorian fosse morrer!
Até ao momento em que os seus poderes revelan-se e ajudaram Celaena. Agora que
estou a escrever isto faz perfeito sentido: ele é gelo, ela é fogo. Oh, consigo
ver uma música da Lana del Rey aqui.
O que aconteceu a Nehemia foi uma grande surpresa e
o facto de a Rainha Elena estar de volta também: estou a mencioná-las ao mesmo
tempo porque acredito que há uma semelhança entre elas. Irei sentir falta de
Nehemia, irei mesmo. Contudo, foi possível ver que a sua morte foi um meio para
o fim e Celaena foi para aquele lado negro dela apenas para voltar mais
imperdoável e determinada do que nunca. Isso será bem necessário nos próximos
livros, tenho a certeza disso.
O enredo foi convincente, envolvente e queria ter tido
mais tempo para o livro do que realmente tive. Mas mesmo assim este livro fez
muitas viagens de comboio, viagens de metro e viagens de autocarro comigo.
Heir of Fire já está na minha prateleira, pronto para ser
lido.(Este é um review traduzido autorizado)
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