Estava à espera de mais. Mas estou de volta a Paris!
O ciclo termina: Anna, Lola e Isla – a trilogia
perfeita – acaba com esta última. Antes de falar das coisas más, tenho que
admitir que os crossovers de
personagens que Stephanie Perkins faz de um livro para o outro são maravilhosos
e fazem-nos chorar.
Agora vamos às coisas que eu não gostei neste livro:
talvez tenha sido minha culpa mas eu cansei-me da Isla muito depressa –
provavelmente porque este género de livros dura 3/4 dias mas devido ao facto de
que estava a trabalhar as minhas horas de leitura foram dedicadas a… trabalhar.
Não me estou a queixar, mas esta não é a primeira vez em que estou a ler um
livro e a trabalhar (não ao mesmo tempo) e este género de cansaço nunca
aconteceu. Então talvez tenha sido o tempo e a personagem.
Apercebi-me de imediato que algo de mau ia acontecer
muito rapidamente porque a história começa ao contrário: na página 100 eles já
estavam apaixonados e a namorar e ter o melhor tempo das suas vidas. Algo de
mau ia acontecer e a maneira como foi, foi horrível e fez-me chorar. Mas a
distância dos personagens depois disso foi entediante.
Isla é interessante na maneira que me fez lembrar de
Anna e Josh fez-me lembrar de Cricket. Ela não é aquela personagem única como a
Lola mas acredito que posso identificar-me com ela porque ela é uma adolescente
no último ano e não sabe o que quer fazer a seguir – ir para a universidade,
claro, mas que curso? Eu fui assim no meu último ano.
Josh é mais amigável que Cricket mas não fiquei
caídinha por ele da maneira que aconteceu com St. Clair. Porque St. Clair é
único. Mas ele tem este coração quente e é paciente e gosta de desenhar. Sério,
ele é quase o namorado fictício perfeito.
(Este é um review traduzido autorizado)
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