16 de agosto de 2015

Opinião: Where She Went, de Gayle Forman



Uma história promissora sem desenvolvimento.

Sabia desde o início que Gayle estava determinada a não dourar a pílula em momento algum e estava bem com isso: sabia que ambas as personagens tinham crescido separadas e que estavam muito diferentes.

Especialmente Adam, e acredito que foi por esse motivo que o livro foi narrado na sua perspetiva. Contudo, nunca que 260 páginas (se excluirmos as páginas extra) pudessem ser tão más que quando acabei o livro senti-me aliviada.

Ambas as personagens estavam diferentes e quando se encontram podemos ver que não são as mesmas, afinal de contas, já se passaram anos e eles não mantiveram o contacto. Estava tudo bem para mim se eles não tivessem ficado juntos. Porém, fiquei impaciente quando Adam se mostrou mimado porque Mia partiu o seu coração. Ele teve 3 anos para perdoar e esquecer. Segue em frente. Mas ele não fez isso e em vez disso teve o fantasma de Mia a segui-lo aonde ele fosse e isso acabou por destruir o restante que havia de bom. E então descobrimos que Mia afastou-o porque ele fê-la ficar. Foi a gota d’água. Eu não acredito que ela o odeia por a ter forçado a ficar. Pelo menos, não de acordo com a informação que está no primeiro livro. Adam foi uma das razões que fez Mia decidir viver, mas não foi o único. Na verdade, foi a música que fez conectar-se com o seu corpo, mas ela já tinha feito essa decisão bem antes.

Em conclusão, não gostei do modo de como as coisas aconteceram neste livro, acredito que If I Stay devia de estar sozinho porque Where She Went não traz nada de novo para a história, apenas traz confusão e frustração. 

(Este é um review traduzido autorizado)

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