Uma história promissora sem desenvolvimento.
Sabia desde o início que Gayle estava determinada a
não dourar a pílula em momento algum e estava bem com isso: sabia que ambas as
personagens tinham crescido separadas e que estavam muito diferentes.
Especialmente Adam, e acredito que foi por esse
motivo que o livro foi narrado na sua perspetiva. Contudo, nunca que 260
páginas (se excluirmos as páginas extra) pudessem ser tão más que quando acabei
o livro senti-me aliviada.
Ambas as personagens estavam diferentes e quando se
encontram podemos ver que não são as mesmas, afinal de contas, já se passaram
anos e eles não mantiveram o contacto. Estava tudo bem para mim se eles não
tivessem ficado juntos. Porém, fiquei impaciente quando Adam se mostrou mimado
porque Mia partiu o seu coração. Ele teve 3 anos para perdoar e esquecer. Segue
em frente. Mas ele não fez isso e em vez disso teve o fantasma de Mia a
segui-lo aonde ele fosse e isso acabou por destruir o restante que havia de
bom. E então descobrimos que Mia afastou-o porque ele fê-la ficar. Foi a gota
d’água. Eu não acredito que ela o odeia por a ter forçado a ficar. Pelo menos,
não de acordo com a informação que está no primeiro livro. Adam foi uma das razões que fez Mia decidir
viver, mas não foi o único. Na verdade, foi a música que fez conectar-se com o
seu corpo, mas ela já tinha feito essa decisão bem antes.
(Este é um review traduzido autorizado)
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