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31 de dezembro de 2015

Os livros de 2015

A poucas horas do novo ano, aqui estão os livros que consegui ler este ano de 2015.

1 - Outlander (Cross Stitch) de Diana Gabaldon


2 - Gone Girl de Gillian Flynn


3 - City of Glass de Cassandra Clare


4 - If I Stay de Gayle Forman


5 - Vampire Academy de Richelle Mead


6 - The House of Silk de Anthony Horowitz


7 - Anna and The French Kiss de Stephanie Perkins


8 - Where She Went the Gayle Forman

9 - Dragonfly in Amber de Diana Gabaldon


10 - Moriarty de Anthony Horowitz


11 - Lola and The Boy Next Door de Stephanie Perkins


12 - The Night Manager de John Le Carré


13 - Throne of Glass de Sarah J. Maas


14 - City of Fallen Angels de Cassandra Clare



15 - The Raven Boys de Maggie Stiefvater



16 - A Court of Thorns and Roses de Sarah J. Maas



17 - Crown of Midnight de Sarah J. Maas



18  -Isla and The Happily Ever After de Stephanie Perkins



19 - The Great Gatsby de F. Scott Fitzgerald



20 - City of Lost Souls de Cassandra Clare



21 - High-Rise de J. G. Ballard



22 - Heir of Fire de Sarah J. Maas


23 - On Writing de Stephen King



24 - Queen of Shadows de Sarah J. Maas



25 - Percy Jackson and the Titan's Curse de Rick Riordan



26 - Poison Study de Maria V. Snyder



27 - Harry Potter y la Piedra Filosofal de J. K. Rowling



28 - The Bronze Horseman de Paullina Simmons



29 - Red Queen de Victoria Aveyard



30 - Percy Jackson and the Battle of the Labirinth de Rick Riordan


1 de dezembro de 2015

Novembro: NaNoWriMo

NaNoWriMo significa National Novel Writing Month e durante o mês passado (é verdade, já estamos em dezembro) dediquei-me a escrever um livro de 50,000 palavras. Objetivo alcançado.
Agora, partilho com vocês os vídeos (quase) diários que fiz ao longo do mês:

Introdução



Dia 1



Dia 2



Dia 3



Dia 4



Dia 5



Dia 7



Dia 8



Dia 13



Dia 16



Os últimos dias do NaNoWriMo

19 de setembro de 2015

Opinião: Queen of Shadows de Sarah J. Maas



Pode ficar melhor?

Então… Queen of Shadows… Meu Dorian, meu querido, meu príncipe, meu rei! O primeiro capítulo começa com ele e o meu coração estremeu e partiu-se um bocadinho. Só um bocadinho. Mas depois temos Aelin (eu ia escrever Celaena, mas acho que agora faz mais sentido chamá-la Aelin), destemida, corajosa, icónica, esperta. Ela é a alma do livro e não conseguiria imaginá-lo de outra forma.

Heir of Fire colocou uma “lista de afazeres” para fazer neste livro. Ganhar a Wyrdkey: feito. Matar Arobynn: feito. Matar o Rei: feito. Libertar Dorian: feito. Ela fez isso tudo e muito mais. O mais incrível de tudo, eu acho, foi o facto de podermos ver o final de um capítulo nas suas vidas e um novo a começar. O final foi maravilhoso. Podia imaginar uma daquelas vistas de Narnia porque essa é uma das coisas mais lindas que eu já vi num filme.

Os truques que Aelin faz neste livro são incríveis. Desde a perspicácia que foi o resgate de Aedion até ao momento em que ela luta com Manon… perfeito. Por falar naquela luta: não estava à espera que fosse acontecer neste livro, talvez no próximo, mas foi tão épica que me roubou o ar e eu estava a torcer por ambas.

Os momentos de flirt entre Rowan e Aelin foram épicos e frustrantes. Por que é que eles não se beijam logo? Também estava rir. Aelin é tão perfeita em tudo o que faz. Aedion, por outro lado… ele tem o temperamento de Aelin e por vezes era irritante mas mesmo assim eu gostei dele. Como um irmão, tão fofo e protetor em relação a ela. Awn.

Chaol… ainda não gosto dele. Eu nem sei como é que foi possível ter gostado dele em Crown of Midnight mas por amor de Deus! Ele é teimoso. Ele tem as suas razões, eu sei, mas eu não sei como é que alguma vez shippei ele com Aelin/Celaena. Contudo, a sua dedicação e lealdade a Dorian é notável. Eu shippo esse bromance.

Manon teve os seus desafios para enfrentar neste livro, e muito bons que eles foram. Eu acho que ela é como a Celaena no primeiro livro, só que ela tem mais cem anos. Ela evoluiu muito neste livro, compreendendo muito mais as coisas e o seu coração começou a mostrar emoções. Também merece um momento “awn”. Uma das coisas mais interessantes sobre ela foi quando ela conheceu Dorian: o príncipe Valg deixou Dorian tomar o controlo do seu corpo para Manon não perceber que afinal ele era um Valg. Esse foi um momento de claridade – para Dorian e para mim – e também de alívio, depois de todos aqueles capítulos demoníacos.

O final foi tão épico! Ainda estou atónita com a quantidade de coisas que aconteceram no final! Tão magnificente, tão lindo e trágico. Mal posso esperar para ler o próximo livro porque eu quero ver Aelin e a sua Corte em Terrasen, com Dorian como um aliado. Isso será interessante. Quero ver a Rainha de volta ao trono que ela merece. 

18 de setembro de 2015

Opinião: On Writing de Stephen King



Não foi o que estava á espera mas gostei.

O primeiro livro de Stephen King que eu li. De alguma forma, senti que o conheci porque o estilo de escrita define uma pessoa. Este livro é mais um livro de memórias do que um livro para ensinar a escrever. As pessoas falaram muito em como ele dá dicas mas eu encontrei tantas e o que me entristece é que este livro nem é sobre isso.

Ele escreve sobre o seu percurso de escrita – desde o início. As suas dicas são conselhos e conhecimentos que ele foi adquirindo ao longo da sua vida mas se podemos aprender alguma coisa deste livro é que não há regras no que respeita à escrita. Sim, é possível seguir certas regras (o seu foco é na gramática e no vocabulário) mas o resto é por nossa conta.

No final, não foi o que estava à espera mas não fiquei desapontada. Ele escreve como se estivesse a falar connosco sobre escrita enquanto tomamos um chá. Foi o quanto eu me senti próxima a ele. Penso que não aproveitei este livro como eu queria mas também acho que tirei algum do seu conhecimento sobre a escrita para as minhas próprias histórias, o que é algo incrível. Provavelmente, não irei ler mais nada da sua autoria – não são fã de terror – mas agora sei como o seu processo de trabalho funciona e essa é uma das melhores espreitadelas que podia pedir. 

17 de setembro de 2015

Os últimos 5 livros do Goodreads Reading Challenge de 2015

YAY! Acabei o Goodreads Reading Challenge este ano! O meu objetivo era ler 25 livros. Aqui está a Parte 1 e a Parte 2 deste desafio.

Aqui estão os últimos cinco livros:

21 - High-Rise de JG Ballard

Não gostei deste livro, mas o que valeu é que foi pequenino.


22 - Heir of Fire de Sarah J. Maas

É incrível como esta autora consegue fazer sempre o seu melhor nesta série


23 - On Writing de Stephen King

Gostei mas não amei.



24 - Queen of Shadows de Sarah J. Maas


O livro que vem logo a seguir a Heir of Fire. Fantástico. Brilhante.


25 - Percy Jackson and The Titan's Curse de Rick Riordan

Preciso de acabar de ler esta série o mais rápido possível porque não gosto muito da escrita, mas uma vez que foi uma promessa, lá terá que ser.



E agora queria falar um pouquinho do Reading Challenge. Eu só aderi em completo o ano passado (em 2013 eu participei, mas como só comecei em abril, decidi que só iria participar a sério em 2014) e todos os anos tenho tentado aderir. É uma forma de me pôr a ler, porque caso contrário teria muito menos tempo. Leio sempre que posso - quando estou a ir a algum lado, nas filas de espera do supermercado, antes de ir dormir - porque eu gosto muito de ler. O Reading Challenge ajuda-me a ver o meu potencial de leitura. O reading challenge, de acordo com os livros que queremos ler ao longo do ano, avisa-nos se estamos atrasados na leitura ou muito avançados. Neste caso, de acordo com o que ele diz, eu ainda tenho potencial de ler mais 8 livros este ano. Muito provavelmente serão muitos mais do que isso (assim espero) mas eu gosto do facto de ter um desafio para completar com algo que eu adoro fazer: ler. 
Por isso, se vocês não encontram motivação para ler, acredito que o Reading Challenge irá criar essa motivação. Para além disso, é muito fofo ver a barra dos livros lidos encher a pouco e pouco. 


31 de agosto de 2015

Opinião: Heir of Fire de Sarah J. Maas



Simplesmente uau

O terceiro livro. É incrível, especialmente sabendo que o quarto chega em Setembro e eu já o pré-encomendei.

Celaena – ela nunca irá parar de ser a minha Celaena, não interessa se os outros personagens a chamam por um nome diferente – cresceu tanto neste livro, depois da devastação que foi Crown of Midnight. Gostei de ver o seu crescimento neste livro e agora… temos a mesma idade! Quanto fantástico é isto? Existe uma altura em que começamos a ler YA e as personagens são mais velhas do que nós e depois… vem o tempo em que os personagens têm a mesma idade que nós. É tão fantástico!

Dorian… O meu pobre e doce príncipe Dorian também evoluiu muito neste livro. O seu amor (ou o que lá fosse) com Sorcha foi tão puro e natural que eu comecei realmente a torcer por eles. Mas não era para acontecer. É crucial dizer aqui que enquanto Dorian cresceu como personagem (ele era apenas um príncipe no primeiro livro mas agora ele age como um rei), não se pode dizer o mesmo de Chaol. Entendo o seu sacrifício mas até ao final do livro não sabia com que linhas ele se cozia. É assim tão difícil decidir?

O Rei… agora estou com muito medo dele, especialmente depois do que ele fez com o seu próprio filho. Vou estar muito triste quando ler o próximo livro porque eu saberei o que está a acontecer com Dorian e é tão injusto! Não toquem no meu bebé!

Agora… novos personagens! Temos Rowan, o treinador de Celaena que depois se torna muito mais do que isso. Ele parece um pouco rude no início mas depois percebemos que é o facto de ele ser imortal que o fez assim: ele já passou por muito.
Também temos Aedion e vamos mencionar o facto de que Celaena tem andado rodeada de rapazes muito lindos desde pequena. Ele é o seu protetor, amigo e cresceram juntos. O que faz dele irmão, protetor, possível rei, talvez. Vamos admitir: todos eles – Dorian, Chaol, Rowan e Aedion – são possíveis reis para uma rainha como Celaena.

Adorei absolutamente este livro; mal posso esperar para ler Queen of Shadows!

30 de agosto de 2015

Opinião: High-Rise de J.G. Ballard



Lento e entediante.

Para um psicólogo, este livro pode ser interessante. A história de Ballard também é interessante mas talvez pelo facto de ter nascido no fim do século tenho uma opinião diferente do mundo que nos rodeia e não consegui identificar-me com a história. Dito isto, não me vou focar tanto no enredo como tinha pensado quando inicei o livro. Era demasiado lento para ser interessante.

Existem duas maneiras de ler este livro: o arranha-céus como protagonista ou com os personagens como protagonistas. A maneira como o arranha-céus está construído é mais interessante porque mostra como as classes sociais trabalham: como uma pirâmide na Era Medieval. A introdução de Ned Beduman ajuda muito, especialmente se for lida antes e depois do livro.

Os comportamentos dos seus habitantes são o foco principal o que faz as coisas mexerem-se mas não esperem muita ação. Também não acredito que todos os humanos tornar-se-iam em seres egoístas, canibais e esquizofrénicos quando confrontados com tal situação. Também não é realístico. Pelo menos, já não é. Ainda acredito que existe algo de bom nas pessoas e o que aconteceu ali dentro foi a exceção, não a norma.

Definiria este livro como muito futurístico, uma visão de um possível apocalipse, ou uma visão antiga, não deste século. 

(Este é um review traduzido autorizado)

28 de agosto de 2015

A maratona de Agents of S.H.I.E.L.D.



Sou uma fã da Marvel, mas não sou a sua fã N.º1. Não sei os nomes de todos os super-heróis mas gosto dos enredos e o facto de, de momento, estarem a causar uma grande revolução no mundo cinematográfico.
Mas, eu sou uma grande fã da Agent Carter. Foi ela que me fez ver S.H.I.E.L.D. The Avengers e Thor também. Eles são os responsáveis por eu ter começado a ver a série.

Então porquê esta série e não continuar a ver os filmes da Marvel? Bem, vamos apenas dizer que a série é única: conecta factos dos filmes e conecta o enredo com o que está a acontecer nos filmes. Não é apenas uma série: é uma peça num puzzle muito maior, o que faz dela uma série incrivelmente fantástica e divertida de se ver. Para além disso, tem as suas próprias personagens, enredo e ritmo. Pessoas que não vêm os livros não vão ficar no escuro.

Estou muito agradecida aos criadores. Cada episódio é como um mini-filme: começa, evolui e acaba. Contudo, os cliffhangers de “voltaremos dentro de momentos” é tão maravilhoso! É como ver um mini-filme cada semana. Bem, cada dia, pelo menos para mim. 

Vamos então para as personagens: no início, eles não colavam – a equipa estava a tentar construir as suas próprias raízes e conhecerem-se uns aos outros – mas a meio da primeira temporada as personagens já estão tão conectadas que cada reviravolta era dolorosa, não apenas de ver, mas também para eles.
Sim, cliffhangers, reviravoltas, corações a serem partidos. A série tem isso tudo.

Depois de duas semanas a ver Agents of S.H.I.E.L.D., posso admitir que não sei o que vou fazer agora, para além de pensar nestes maravilhosos, únicos, divertidos e complexos personagens. 

(Este é um review traduzido autorizado)

27 de agosto de 2015

Opinião: Crown of Midnight, de Sarah J. Maas



Nunca li um livro que tivesse tantas reviravoltas dentro das suas 400 páginas.

O cliffhanger de Throne of Glass foi promissor. Tenho que admitir que quase dormi em algumas partes pela falta de ritmo devido às descrições – por vezes, eram demasiado longas.

Celaena é corajosa neste livro, muito mais adulta do que no anterior. Chaol foi uma grande surpresa para mim: ele sabe o que quer mas a presença do seu pai neste livro abalou um pouco as coisas, mas não demasiado. Tal e qual como Roland. Aquele rapaz apareceu e 50 páginas depois já estava a ir embora. Estava à espera de mais vindo dele mas tenho a certeza que irei vê-lo nos próximos livros.

No início, estava com medo que Dorian fosse morrer! Até ao momento em que os seus poderes revelan-se e ajudaram Celaena. Agora que estou a escrever isto faz perfeito sentido: ele é gelo, ela é fogo. Oh, consigo ver uma música da Lana del Rey aqui.

O que aconteceu a Nehemia foi uma grande surpresa e o facto de a Rainha Elena estar de volta também: estou a mencioná-las ao mesmo tempo porque acredito que há uma semelhança entre elas. Irei sentir falta de Nehemia, irei mesmo. Contudo, foi possível ver que a sua morte foi um meio para o fim e Celaena foi para aquele lado negro dela apenas para voltar mais imperdoável e determinada do que nunca. Isso será bem necessário nos próximos livros, tenho a certeza disso.

O enredo foi convincente, envolvente e queria ter tido mais tempo para o livro do que realmente tive. Mas mesmo assim este livro fez muitas viagens de comboio, viagens de metro e viagens de autocarro comigo.
Heir of Fire já está na minha prateleira, pronto para ser lido.

(Este é um review traduzido autorizado)

21 de agosto de 2015

Opinião: The Night Manager de John le Carré



As burocracias das nossas vidas
John le Carré e conhecido pelos seus livros de espiões. Pessoalmente, não estava muito interessada no estilo até ouvir que a BBC ia fazer uma adaptação do livro numa mini-série de seis episódios. Peguei nele imediatamente porque eu sou o tipo de pessoa que gosta de ler os livros antes de ver as adaptações (e queixar-me sobre como o filme/série não capta a alma do livro.)

Seguimos Jonathan Pine, um manager noturno, que se voluntaria para espiar Roper, um homem muito poderoso com negócios obscuros que a polícia não consegue apanhar porque cada coisa que ele assina não é a sua assinatura. Jonathan encontra-se sempre com mulheres lindas, duas das quais têm mais ênfase: Sophie e Jed. Ambas são muito diferentes e muito similares. Sophie é uma mulher sábia e Jeb tem aquela chama que é impossível apagar.

A história é fervente, com momentos muito intensos que pensamos que não há volta a dar. Não há um único momento entediante mas torna-se bastante frustrante quando vemos as políticas e burocracias que fazem deste mundo tão selvagem. Os sarcasmos e ironias fazem-nos rir mas também reflete a sociedade em que vivemos – fez-me lembrar José Saramago porque também ele escreve com sarcasmo e ironia – e a conclusão é que na maior do tempo é ridícula. 

(Este é um review traduzido autorizado)

20 de agosto de 2015

Opinião: Lola and the Boy Next Door, de Stephanie Perkins



Stephanie Perkins faz-nos rir e nostálgicos mais uma vez

Estava ansiosa por ler outro livro de Stephanie Perkins. E tive a oportunidade de comprar este livro depois de uma desilusão (Moriarty de Anthony Horowitz). Precisava de um livro que me fizesse rir e deitar para trás o sofrimento que ele tinha criado.
Lola é uma personagem engraçada e invulgar, com muitas aventuras e um balanço terrífico entre os maravilhosos mundos em que ela vive. Ela fez-me rir e esquecer o livro anterior. Durante quatro dias eu estava a viver uma felicidade utópica.

Lola tem pais homossexuais – nada demais de acordo com ela e um grande estalo na cara de qualquer pessoa que acha que o casamento e adoção homossexuais são imorais. Eles são pais perfeitos: demasiado protetores, preocupados e verdadeiros; eu adorei-os. Adorei ainda mais o facto de eles fazerem tartes em casa e terem uma padaria. Por favor, quero trabalhar para eles.

Ela está a namorar esta estrela de rock chamado Max. Ele está entre a estrela de rock e o nerd. Eu ainda não sei como defini-lo por outras palavras para além de não confiável. Apesar de Lola gostar dele e falar sobre todas as coisas boas que ela vê nele, não me convenceu. Muito menos depois de ele insultar Lindsey.
Por outro lado, temos Cricket. Ele partiu o seu coração antes e não confiei nele logo no início apesar de ser óbvio que ele era o “rapaz da porta ao lado.” Contudo, ele começa a mostrar o seu lado fofo e atencioso e de repente eu quero que Lola e Cricket fiquem juntos. Awn.

Uma das coisas que eu mais gostei foram as cenas com St. Clair e Anna. Pensava que os tinha visto pela última vez em Anna and The French Kiss mas estava enganada (ainda bem). Quero ler o último livro da trilogia e voltar a apaixonar-me pelas personagens e pelo estilo de escrita lindo que me faz rir. 

(Este é um review traduzido autorizado)

19 de agosto de 2015

Opinião: Moriarty, de Anthony Horowitz



Tinha altas expectativas para este livro. Fiquei desapontada

House of Silk foi extraordinário. Não estava à espera de nada menos do que isso para Moriarty. Contudo, as minhas esperanças foram completamente destroçadas logo no início do livro – o narrador não é John Watson, mas um detetive qualquer americano que não conhece os métodos de Sherlock. Depois, é apresentado a um detetive da Scotland Yard (bem melhor do que o Lestrade) mas ele tem o complexo de Sherlock que é difícil explicar: ele segue os métodos de Holmes mas ele também quer ser o Holmes. Foi muito difícil criar afeto em relação a estes dois personagens. E já sabem o que acontece: quando não se gosta dos personagens, paramos de ler o livro.
Mas não parei por várias razões, uma delas foi o facto de eu ter gostado tanto de House of Silk que estava na expectativa que o enredo fosse levar a uma assustadora reviravolta. O que aconteceu, três capítulos antes do final. Não fiquei feliz com isso. O nome do livro é Moriarty mas ele não aparece até ao final, quando entendemos o que aconteceu e ainda temos algumas perguntas.
Não sei se isto é uma dulogia ou se há mais livros por publicar, mas se eles não forem narrados pelo John Watson, não irei lê-los.

18 de agosto de 2015

Opinião: Dragonfly in Amber, de Diana Gabaldon


Não é um livro de ação, mas um livro para pensar

No início do livro, não percebi o que estava a acontecer. Não sabia se isso era suposto acontecer ou se era do facto da escrita de Diana ser muito detalhada e, por vezes, confusa. O mesmo tinha acontecido com Outlander, então não fiquei particularmente preocupada com isso.
A história começa em 1968 e depois voltamos atrás no tempo, para o tempo em que Jamie ainda está vivo. É muito emocionante: eles estão a viver em Paris e somos apresentados às infinitas fofocas e escândalos que preenchem a Corte Francesa. Fez relembrar-me de Reign (série da CW) e de Scandal (série da ABC) em muitos aspetos.
Depois vamos para a Escócia e vemos as escolhas de Claire terem mais impacto no futuro do que ela pensava, então cada passo que ela dá é feito com muito cuidado.
O final é de partir o coração e agridoce: entendemos que escolhas tinham que ser feitas ou ambos morreriam. E nós não queremos isso.

Estou ansiosa para ler o próximo livro e ver a segunda temporada porque acredito que recriar duas atmosferas (Paris e Escócia) irá representar um desafio.

17 de agosto de 2015

Opinião: Anna and The French Kiss, de Stephanie Perkins


Um livro divertido e colorido, cheio de romance parisiense e amizades sólidas.

Nunca é fácil descrever um livro. Mas sou bastante afortunada por ter tido a possibilidade de ler este livro e descrevê-lo com palavras simples e verdadeiras, como as que escrevi aqui em cima. Anna é uma rapariga muito americana que não falar uma palavra de Francês. E para onde é que ela é enviada? Para França! A partir daí, já temos imensas coisas por onde trabalhar. Anna podia estar perfeitamente sozinha em Paris por 9 meses e nós adoraríamos as suas aventuras.

Porém, ela não se encontra sozinha: conhece imediatamente Meredith e através dela, St. Clair, o rapaz que vai estar ali ao seu lado, que a leva a descobrir Paris. O que começa como uma amizade envolve para algo mais. Observamos os eventos a tornarem-se cada vez mais complexos até que ambas as personagens decidem que já não aguentam mais. Foi bastante interessante ver isso.

O facto de também estar a aprender Francês ajudou-me a identificar-me com Anna, que não fala uma única palavra da língua do amor. Chocolat chaud – finalmente sei o que significa! Entre outras coisas, claro. Este livro fez-me querer ir visitar Paris mais do que nunca. Quero estar no Point Zéro e pedir um desejo. Quero encontrar um St. Clair para mim.

O humor nuca abandona este livro. É quase impossível não rir em público enquanto estamos a ler. Tive momentos fangirl, ri, bati palmas e proferi uma enormidade de “aaaaaawn” enquanto lia. Passei um dia inteiro a ler 200 páginas porque sabia que não conseguiria ir dormir sem saber o fim desta amorosa história. E quando acabou…tinha lágrimas nos meus olhos e abracei o livro porque ele fez-me sentir feliz e melancólica ao mesmo tempo. Este abraço foi para Stephanie, que fez um excelente trabalho com este livro. Queria poder abraçá-la, mas como não podia, abracei o seu livro. 

(Este é um

Opinião: Throne of Glass de Sarah J. Maas



Celaena é uma assassina com alma

Quando decidi ir conhecer a Sarah J. Maas, decidi comprar dois dos seus livros (o outro foi A Court of Thorn and Roses) e dediquei o meu fim-de-semana a ler de forma a ir ao evento com um pequeno sumário do seu trabalho. Este livro serviu perfeitamente esse propósito.
Celaena é convidada a lutar num torneio que se parece com The Hunger Games com a execeção do facto que os oponentes estão a ser assassinados por algo que se esconde nas trevas e ninguém sabe o que é. O perfeito estilo de escrita convida-nos a mergulhar nas aventuras de Celaena com atenção ao detalhe. A escrita é simples e fácil de compreender, como devia de ser: num mundo onde a magia permanece mas é abolida e os que a usam são sentenciados à morte, não existe forma de a escrita ser complexa e dar dores de cabeça com o excesso de vocabulário novo.

Os capítulos finais são de partir o coração: o duelo final só resulta em dor, ossos partidos e mortes – até de outros mundos. Normalmente, existe a necessidade de apressar estes eventos porque o livro está quase a acabar mas não senti isso aqui, o que eu acho que é extraordinário. Voando do ponto de vista de Celaena, para Chaol e para Dorian, as cenas finais foram muito bem escritas.

A mitologia é-nos introduzida com uns detalhes aqui e ali, o que dá oportunidade ao leitor de entender o que é mas sem mais explicações por parte dos personagens: eles fazem e nós entendemos o que aconteceu.

O próximo livro é Crown of Midnight e mal posso esperar para ver o que acontece a Celaena. 

(Este é um review traduzido autorizado)

16 de agosto de 2015

Opinião: Where She Went, de Gayle Forman



Uma história promissora sem desenvolvimento.

Sabia desde o início que Gayle estava determinada a não dourar a pílula em momento algum e estava bem com isso: sabia que ambas as personagens tinham crescido separadas e que estavam muito diferentes.

Especialmente Adam, e acredito que foi por esse motivo que o livro foi narrado na sua perspetiva. Contudo, nunca que 260 páginas (se excluirmos as páginas extra) pudessem ser tão más que quando acabei o livro senti-me aliviada.

Ambas as personagens estavam diferentes e quando se encontram podemos ver que não são as mesmas, afinal de contas, já se passaram anos e eles não mantiveram o contacto. Estava tudo bem para mim se eles não tivessem ficado juntos. Porém, fiquei impaciente quando Adam se mostrou mimado porque Mia partiu o seu coração. Ele teve 3 anos para perdoar e esquecer. Segue em frente. Mas ele não fez isso e em vez disso teve o fantasma de Mia a segui-lo aonde ele fosse e isso acabou por destruir o restante que havia de bom. E então descobrimos que Mia afastou-o porque ele fê-la ficar. Foi a gota d’água. Eu não acredito que ela o odeia por a ter forçado a ficar. Pelo menos, não de acordo com a informação que está no primeiro livro. Adam foi uma das razões que fez Mia decidir viver, mas não foi o único. Na verdade, foi a música que fez conectar-se com o seu corpo, mas ela já tinha feito essa decisão bem antes.

Em conclusão, não gostei do modo de como as coisas aconteceram neste livro, acredito que If I Stay devia de estar sozinho porque Where She Went não traz nada de novo para a história, apenas traz confusão e frustração. 

(Este é um review traduzido autorizado)

Opinião: The House of Silk, de Anthony Horowitz


Este livro é o que qualquer fã de Sherlock Holmes está há espera: Anthony captura a essência da escrita de Conan Doyle, com um detalhe do século XXI, o que faz este livro mais fácil de compreender do que os contos escritos há séculos atrás.
O que me fez ler este livro foi o facto que Anthony escreve como se fosse Doyle. Isso capturou-me a atenção imediatamente porque pensei “será que isso é possível?”. Aparentemente, sim. Fiquei tão surpreendida que comecei a investigar como é o autor tinha feito. Ele pesquisou bastante sobre o período Vitoriano e até definiu 10 regras sobre a escrita e o enredo, o que eu achei bastante interessante (é possível ler sobre isso no final do livro – mas isso não significa que não se pode ler esta parte antes de terminar o livro.)

A história é bastante complexa, com maravilhosas reviravoltas e excelentes cliffhangers no final de cada capítulo que me fizeram continuar a ler o capítulo seguinte. Eventualmente, precisei de dormir, mas nunca conseguia fazer isso no fim de cada capítulo, então deixei os capítulos “inacabados” e continuava a ler no dia seguinte.
Uma história cativante que nunca é entediante, e o próximo livro, chamado Moriarty, de certeza que é melhor do que este. Estou ansiosa em lê-lo. 

14 de agosto de 2015

Os outros 10 livros de 2015

Prometi que quando acabasse de ler mais 10 livros, iria publicá-los aqui.
Pois aqui estão eles. Se não viste quais foram os 10 primeiros livros de 2015, agora é uma boa oportunidade de os veres aqui.

11 - Lola and the Boy Next Door de Stephanie Perkins

Apesar de não ter sido o que eu estava à espera, gostei muito!


12 - The Night Manager de John le Carré

Um livro que está a ser adaptado pela BBC, que o irá tornar numa mini-série de 6 episódios que conta com muitas estrelas do mundo televisivo e cinematográfico.


13 - Throne of Glass de Sarah J. Maas

Um livro de uma autora que eu tive a honra de conhecer! Muito boa esta saga.


14 - City of Fallen Angels de Cassandra Clare

Estou bastante dedicada em acabar esta saga, uma vez que terá data de estreia na ABC Family como série televisiva em janeiro.


15 - The Raven Boys de Maggie Stiefvater

Não gostei muito do primeiro livro. Não gosto do estilo de escrita.


16 - A Court of Thorns and Roses de Sarah J. Maas

Este é, sem dúvida, o ano em que coloco todos os livros de Sarah já publicados em dia.
Este livro é o primeiro livro da outra saga da autora. ACOTAR (como é chamado, devido ao título bastante extenso) é um reconto do conto da Bela e do Monstro.


17 - Crown of Midnight de Sarah J. Maas

O segundo livro, continuação de Throne of Glass.


18 - Isla and the Happily Ever After de Stephanie Perkins

Eh, não foi mau, mas não foi perfeito, ótimo, lindo e maravilhoso como foi o primeiro livro de trilogia.


19 - City of Lost Souls de Cassandra Clare

O penúltimo livro da saga Instrumentos Mortais. Já só me falta um!


20 - The Great Gatsby de F. Scott Fitzgerald

Livro lindo, maravilhoso e fico cada vez mais apaixonada pelo Fitz!



Tecnicamente já só me faltam 5 livros para acabar o meu Reading Challenge do Goodreads, o que é muito bom sinal! Contudo, estou a desviar-me bastante dos 25 livros que eu queria ler este ano, o que eu não considero um falhanço, muito pelo contrário: significa que este ano estou determinada em começar sagas em vez de começar novas. Eu gostaria muito de ler um pouco de ficção histórica e também de ler 1 livro em português, 1 em espanhol e ler mais um livro da lista que fiz no início do ano. 
Porém, não me arrependo das minhas escolhas que fiz, até porque tive a oportunidade de ler Sarah J. Maas e ela é uma escritora muito linda, bonita e os livros dela motivam-me a escrever.

Quando acabar o Reading Challenge, publicarei aqui os últimos 5.

Boas leituras!

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...