11 de setembro de 2014

Opinião: Torchwood - 3ª temporada


Chegámos à temporada de ouro de Torchwood.
Como é possível ver uma temporada inteira num dia? Tendo cinco episódios, apenas. Quase batia o record de Sherlock (só temos 3 episódios por temporada).
Esta temporada, com apenas cinco episódios, foi uma das melhores temporadas que eu já vi em toda a História das Séries. Com um ritmo rápido, viciante e muito interessante, eu nem notei as horas passarem enquanto via a série.
A storyline é muito interessante, tocando vários pontos Humanísticos: um alien invade a Terra e exige 10% das crianças. É aterrorizante. Mas não ficamos por aí: torna-se pior quando o Governo aceita essas condições. Os seus argumentos são de doer o coração e faz-nos pensar sobre essas teorias de conspiração que existem por aí: será que são apenas suposições, ou será que é realmente real? Afinal, o facto de o alien estar ali apenas acelera o pensamento das pessoas e estamos a falar de uma série de ficção científica: se não tivesse um alien, seria como qualquer outra série que procura expor os podres da Humanidade.
Gwen, Jack e Ianto estão estonteantes aqui: de coração partido, mas com força de vontade de responder ao Governo, que quer matá-los – quer destruir Torchwood. Simplesmente, amei. Para além disso, o elenco teve algumas adições espetaculares, mas vou apenas focar uma pessoa que está no mundo de Doctor Who e teve um papel bastante impressionante (e doloroso) nestes episódios: Peter Capaldi, hoje em dia o 12th Doctor, entra nesta temporada para interpretar um mero governante, que sempre trabalhou duro e vê-se no centro da mediação entre o alien e o Mundo. Por detrás, temos um Primeiro-Ministro Britânico que não sabe o que fazer e o usa como um mero soldado porque, como ele diz “a linha de frente existe para uma coisa: para cair primeiro.”
Infelizmente, Ianto morre no processo, quando o alien lança para o ar um vírus mortal. Absolutamente chocante e de partir o coração. Eu gostava bastante do Ianto. Era a segunda personagem favorita, depois da Toshiko. O meu coração partiu-se quando o vi morrer nos braços de Jack. Ainda não sei como lidar com a sua morte. Considero que Torchwood perdeu uma peça muito importante, porque ele trazia à superfície o melhor de Jack. E sem ele, acho que Jack ficou perdido, como se as coisas já não fizessem mais sentido e fosse apenas o seu dever a falar mais alto. Com quem é que Jack vai caçar Weevils, agora?
Uma temporada que eu aconselho todos a verem, não apenas os amantes de Doctor Who ou outra série de ficção-científica. Quando digo todos, digo sinceramente todos! A população inteira deste planeta – os seis milhões de pessoas que o habitam – devia de ver esta temporada.

Nota da temporada: 10/10

8 de setembro de 2014

Opinião: Torchwood - 2ª temporada


Ver Torchwood é emocionante. Faz-te shippar Captain Jack Harkness até com uma mesa e estar no casamento de Gwen, mesmo que depois não nos lembremos de nada. E sim, isto foi um elogio à lá Torchwood.
Esta temporada teve de tudo um pouco, mas eu adorei especialmente os episódios em que a nossa querida Martha Jones, antiga companion do Doctor (terceira temporada de Doctor Who) apareceu. Sério, eu não me importava que ela desistisse do seu trabalho na UNIT e fosse trabalhar para Torchwood, porque ela é muito diva! Para além disso, ela sabe mais sobre o Jack que os outros todos e automaticamente isso torna-se misteriosa para os outros. Foi um ótimo crossover e uma excelente guest star.
Owen teve muito mais destaque do que na temporada anterior, e eu adorei isso! Eu já tinha percebido que ele tinha aquela carapaça para esconder o seu sofrimento, mas por favor, ele entrou em Torchwood da pior maneira possível: através da morte da sua noiva. Afinal, a sua quase esposa tinha um alien no seu cérebro e morreu na sala de operações. Quanto horrível é isso? Contudo, esse nem é sequer o foco, mas sim o facto de ele ter voltado à vida depois de Jack localizar a outra luva que trazia os mortos de volta. Acontece que Owen voltou… permanentemente. Tecnicamente, ele tornou-se um cadáver que se mexe e fala, mas mais nada acontece. Não come nem tem corrente sanguínea. Quanto estranho é isso? Contudo, deu muito jeito em várias storylines. Em relação há personagem, ele evoluiu imenso: deixou de ser aquele desbocado mal-educado, e passou a ser bastante mais maduro. Quem diria que ver a Escuridão traria algum bom senso!
E não consigo falar de Owen sem mencionar Toshiko. Céus, a minha nerd mais querida (para além da Felicity Smoak, de Arrow). Ela é tão querida e fofa e eu fiquei tão triste com o final desta temporada quando ela parte! Ela morreu no seu trabalho, em sofrimento, mas “um soldado nunca abandona o seu posto”, como uma personagem disse a Owen. Fiquei imensamente triste. Para mim, ela era aquela peça fundamental que Torchwood precisava 24/7. Para além disso, vamos fazer-lhe uma vénia, porque ela construiu uma chave de fendas sónica! Ela podia ser a mecânica do Doctor! Tenho a certeza que a TARDIS apreciaria imenso.
Gwen casou-se! Finalmente, já não era sem tempo! Eu fiquei muito feliz por ela, mas quando o Jack interrompeu o casamento eu pensei que ele iria assumir o lugar do Rhys. Desculpem, mas Jack e Gwen é muita química contida! (Ou nem por isso) Aquele casamento foi de doidos, mas nós pudemos ver o quanto dividida ela está em relação a Rhys e Jack. Quero dizer, ela sabe que Rhys vai estar sempre lá para ela, e é isso que ela quer: alguém para quem voltar ao fim de um dia de trabalho. Contudo, Jack é o único que a entende completamente porque ele sabe os traumas que Torchwood causa, ele sabe a frustração que todos os casos provocam e é o único que aprecia a sua humanidade. Porém, Gwen fez uma escolha muito bem pensada. Não pensem que eu não gosto do Rhys, porque eu adoro-o: é divertido e bastante compreensivo e paciente (sérios, quem é que quereria casar com uma mulher que estava grávida de um alien? Só o Rhys.)
E Jack teve nesta temporada muitos inimigos: Adam e Captain John Hart. O pior de todos foi o seu irmão, Gray. Normalmente nunca se pensa que alguém com os mesmos laços de sangue pode ser tão vingativo, mas Gray consegue sê-lo, enterrando Jack vivo em Cardiff ainda antes de Cardiff existir. Mas como Jack é do bem (ás vezes… maior parte do tempo…) ele congelou o irmão em vez de o matar. Honestamente, eu matava-o, porque ele atirou em Toshiko e ninguém magoa a minha nerd fofinha!
Ianto teve mais destaque do que na temporada anterior, sendo uma enciclopédia ambulante maior parte das vezes e aparecendo muito mais frequentemente, com falas inteligentes e cheias de sentido. Awn, adoro o Ianto!


Nota da temporada: 8/10 



5 de setembro de 2014

Opinião: Torchwood - 1ª temporada

Conheçam Torchwood, o spin-off de Doctor Who!
Demorou algum tempo para ter tempo para começar a ver a série, mas depois de ver o primeiro episódio, eu deixo todas as outras coisas por fazer, só para ver mais um episódio. Série viciante, cheia de aliens e pessoas sexys, com temas bastante mais maduros do que Doctor Who.
Vou começar com a Gwen: céus, que mulher cheia de talento! A atuação de Eve Myles é arrepiante de se ver! Uma personagem bastante emotiva, que me faz chorar quando chora e rir quando ri. A sua profundidade enquanto personagem é palpável. Chega até a doer, só de a ver chorar! Porque quando ela chora, nós percebemos que não é apenas choro, cada lágrima conta uma história, uma recordação, um pensamento, uma emoção.
Depois temos Captain Jack. Oh captain, my captain! Se em Doctor Who ele é o maior cowboy casanova da TARDIS, aqui ele toma uma posição mais responsável, séria e altamente cativante. Eu já gostava muito dele em Doctor Who, mas em Torchwood sinto que pudemos conhecer um outro lado dele que ficou inexplorado na série-mãe e que leva este personagem a outro nível, já que com ele os escritores da série podem tocar assuntos bastante falados, como a homossexualidade.
Mas não só: Owen é a prova disso. Confesso que de início não gostei muito dele; irritante, mal-educado, a pensar que tinha sentido de humor. Até cheguei a pensar que os escritores o tinham criado para causar momentos de entretenimento, mas isso de alguma forma, não me atingia. Porém, há medida que a temporada se desenvolve, entendo que ele era muito mais do que isso desde o início. Afinal, por baixo daquela casaca de antipatia e desinteresse, está um ser que só deseja ser amado e entendido pelo mundo. Wow, Owen foi uma caixinha de surpresas para mim!
De seguida temos Toshiko: ela é tão adorável que eu sinto que se a conhecesse podíamos criar um clube de leitura! Ela é, sem falta de termo melhor, a nerd de Torchwood Cardiff. Génio, é outro adjetivo com que a descreveria. Infelizmente, tenho sempre a sensação que os escritores não sabem onde a colocar, então às vezes ela está lá, a ser uma peça fundamental da série, mas noutros, ela fica nas sombras.
E por fim, temos Ianto. Eu adoro-o! É o interesse amoroso de Jack (e como o compreendo!) No início da temporada achei que os escritores não sabiam o colocar, mas depois do episódio em que Lisa aparece (aka namorada transformada em Cybermen) ele revela-se e é tão absoluto e emocionante vê-lo ganhar mais tempo de antena na série. De coração partido, mas amigo e extremamente leal. Quem é que não o queria como melhor amigo?
Mas Torchwood tem os seus segredos, bastante emocionantes e cheios de tramas que me fizeram comer um pacote de cookies em apenas 3 episódios! Não quero dar muitos spoilers para quem ainda não viu, mas eu adorei a primeira temporada! Os episódios não se conectam muito entre si (tal como em Doctor Who) mas os temas abordados são tão mais maduros e interessantes. Sinto que em Doctor Who explora-se mais a amizade e os laços familiares, enquanto que aqui se exploram assuntos mais envolvidos com a sexualidade e os laços de trabalho. Afinal, com quem Gwen pode falar sobre Torchwood para além de alguém que conhece Torchwood e os seus segredos? E como é que Owen pode ter-se apaixonado em apenas uma semana por uma mulher que veio de 1953? Porque é que Toshiko acreditou no alien que invadiu a sua vida e tomou o colar como seu? Como é que Ianto pode reparar o seu coração partido depois de ver que a sua Lisa achava que o amor era fundir um cérebro com outro? Sim, são assuntos que Doctor Who jamais estaria disponível para abordar, uma vez que causariam discórdia (eu só penso no beijo da Jenny/Vashtra – a revolução que isso causou!)
Eletreficante. Arrepiante. Emocionante. Imparável. Genial.


Nota da temporada: 8/10

12 de julho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X21 (Snow Drifts) & 3X22 (There's No Place Like Home)

Once Upon a Time 3X21 e 3X22 – Snow Drifts e There’s No Place Like Home

Este episódio duplo foi excelente!
Zelena não apareceu mais, o que foi uma tristeza. Contudo, tivemos imensos momentos Captain Swan, Outlaw Queen e Rumbelle! Para acabar o episódio, nada melhor do que uma boa dose do filme mais recente da Disney: Frozen. Será que algum dia ainda veremos Brave: Indomável em OUAT? Ou, talvez, o Mickey Mouse?
A primeira parte, ou seja, 3X21, focou-se em juntar Charming e Snow, já que Emma alterou os caminhos dos dois, sem querer. Hook ajuda-a nesta missão, assim como Rumple. Contudo, eles trazem alguém para o futuro, o que não devia de acontecer. E estraga os meus feelings Outlaw.
Porque esta tal pessoa, é a esposa de Robin Hood. Pois estavam os meus feelings de Outlaw Queen todos felizes da vida, quando recebem uma visita do passado. Eu nem sei o nome dela, nem tenho vontade de ir ver o episódio só para ver, mas já a odeio. E culpo imensamente a Emma. Afinal, às vezes os erros dos pais repetem-se nos filhos. O pior de tudo, é que Regina pode voltar a ser a Evil Queen, e eu estava a gostar tanto dela assim! Metade de um lado, metade do outro. Entre as Trevas e a Luz.
Mas não foi só isso que Emma trouxe de volta: ela também trouxe uma pessoa muito poderosa do cofre de Rumple. Este cofre já nos avisa que algo de bom não é, porque aquele cofre é só para coisas que o próprio Rumple não entende e são instáveis. Elsa, a nossa querida personagem do sucesso da Disney, Frozen, é uma dessas pessoas instáveis. Agora, ela está em Storybrooke. Será isso bom ou mau?
Rumbelle é oficial, com aliança no dedo! O momento que estes dois partilharam não podia ficar esquecido no meu review. Os votos dos dois foram tão bonitos, que eu fiquei cheia de vontade de chorar. Isto, claro, a acrescentar ao facto de o mais novo recente príncipe de Storybrooke se chamar Neal. Isto significa que o primeiro Neal não irá aparecer mais? Não! Eu quero o Neal de volta!
Captain Swan também teve os seus lindos momentos. Finalmente, Emma decidiu ficar em Storybrooke e seguir em frente. Desta vez, com Hook. Fiquei tão feliz quando os dois se beijaram no Grannys! Emma precisa de seguir em frente, e Hook até deu o seu “Rolly Jojer” para encontrar a Emma! É uma verdadeira prova de amor, já que o navio lhe diz tanto! Awn, fiquei tão feliz por os ver juntos! (finalmente)
Com esta season finale cheia de finais felizes, e alguns infelizes, a minha questão é: qual é a motivação de Elsa? Será que ela vai ser uma Wicked Frozen ou uma Evil Frozen? Agora, só em outubro (ou setembro? Ainda não sabemos…)



11 de julho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X20 - Kansas

Once Upon a Time 3X20 – Kansas

Aconteceu muita coisa neste episódio. O bebé nasceu. Emma perdeu os poderes. Regina está a ficar do lado dos heróis. Rumple é um homem livre. Zelena (quase??) morreu.
Por onde é que eu posso começar?
Charming e Snow tiveram o seu momento de glória! O bebé nasceu mas foi-lhes logo retirado, pela Zelena. Um momento de partir o coração, sem dúvida alguma. Felizmente, tudo correu bem, Zelena ficou sem os seus poderes e o bebé foi restaurado há família, assim como o coração de Regina. Foi tão lindo o momento em que Robin pega no coração dela! E que a magia da luz sai das suas mãos! Awn, emocionei-me!
Contudo, não há bela sem senão. Emma, para salvar Hook da morte por afogamento, teve que o beijar. Um beijo envenenado, sem dúvida alguma, já que com isso ela perdeu os seus poderes. O momento mais triste nem é esse para as Captain Swan fãs, mas sim quando ela diz que não há problema, porque não irá precisar deles em NY. Eu continuo a achar que ela está a ser mais teimosa do que a teimosia. Mas será que ela acha mesmo que conseguirá tirar o Henry de Storybrooke?
Sem os seus poderes, a adaga de Rumple foi facilmente retirada a Zelena. Regina ficou com ela por breves momentos, mas entregou-a a Belle. E Belle, inocente da vida, entregou a Rumple! E Rumple, um grandessíssimo sacana, decidiu não dar ouvidos há pessoa que tem mais esperança neste mundo, e atacar Zelena! O que lhe deu poder suficiente para abrir um portal! Para onde, aí fica a questão.
Esta atitude de Rumple não lhe ficou nada bem. Quantas vezes é que ele vai desiludir Belle? Eu entendo que ele quer vingar a morte do Bae, mas ele podia torturá-la, mandá-la para um mundo horrível, qualquer coisa, menos fazer precisamente o contrário que Belle lhe pediu! Ela quer salvá-lo, mas pelos vistos ele não quer ser salvo.

Para finalizar, conhecemos melhor as outras bruxas de Oz. Aparentemente, Zelena teve a sua hipótese de ser boa, e ela realmente tentou, mas as suas “irmãs” facilmente descartaram-na por alguém mais nova e inocente. Não é por nada, mas não é assim que a vida ás vezes funciona? Há sempre alguém que nos troca por alguém mais nova e inocente. Infelizmente, Zelena voltou a ficar verde de inveja por causa disso. 

10 de julho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X19 - A Curious Thing

Once Upon a Time 3X19 – A Curious Thing

Henry voltou a lembrar-se de tudo! YAY, já não era sem tempo! Confesso que já estava a achá-lo absolutamente irritante sem as suas memórias de Storybrooke. Mas agora ele está de volta!
Outro facto importante é que ficámos a saber que Aurora e Phillip foram transformados em macacos voadores. Será que isso significa que eles estão em Storybrooke?
Na Floresta Encantada, ficámos a saber quem é que lançou a Maldição: foi Snow White, utilizando o coração do Charming. Algo de partir o coração, mas a maneira como ele foi salvo foi absolutamente perfeita! É claro que depois a Wicked Witch apareceu e modificou um pouco as coisas, fazendo-os não se lembrarem do que tinha acontecido durante um ano. Felizmente, Regina quebrou a Maldição, já em Storybrooke, e trouxe a memória de todos de volta. YAY para isso também!

E, finalmente, ficámos a saber quem é que enviou a poção a Hook: foi Neal, que conseguiu sair do corpo do pai por alguns minutos, minutos esses importantíssimos para o seguimento da história. Adorei a sua bravura. Oh, Neal, I miss you!

9 de julho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X18 - Bleeding Through

 Once Upon a Time 3X18 – Bleeding Through

Tivemos uma linda sessão espírita neste episódio! Regina, Emma, Snow, Charming e Hook tentam convocar Cora para perceber o que é que ela tinha feito a Zelena para esta estar há procura de vingança.
No meio de algumas peripécias, Cora mostra o que realmente aconteceu a Snow e não foi nada bonito: ela foi enganada por um homem que dizia ser príncipe e depois traída por Eve, a mãe de Snow, quando estava prestes a tornar-se princesa. Agora sim, percebemos muito melhor tanto o lado de Zelena, como o lado de Cora. Afinal, Cora já teve um lado inocente e ingénuo!

E para os fãs de Outlaw Queen, este foi o episódio oficial! Regina e Robin Hood são um casal, oficialmente! A cena final foi absolutamente linda e inesperada. No final de contas, o amor verdadeiro existe!

7 de julho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X17 - The Jolly Roger

Once Upon a Time 3X17 – The Jolly Roger

Mas quem diria que Ariel e Hook podiam ficar tão bonitos juntos?
Gostei imenso deste episódio, apesar de ter achado que a storyline não se desenvolveu o bastante. Emma e Regina começaram o treino intensivo de magia, mas vimos muito pouco disso, apenas duas cenas. Enquanto isso, Hook ajudava Ariel a encontrar o Príncipe Eric, mas afinal Ariel era a Wicked Witch.
Achei algo forçado esta atrocidade dela, só para fazer um feitiço para tirar a magia a Emma. É claro que Hook vai fazer todos os possíveis para não beijar a Emma. Eu acho que a Zelena deve de deixar as suas preocupações de lado, e preocupar-se sim com o ship Captain Swan.
Entretanto, Charming estava a ensinar Henry a conduzir. Vamos ser sinceros, Henry nem tem 16! Não será que é um pouco cedo para ensiná-lo a conduzir? A não ser, claro, que daqui a uns episódios essas lições se mostrem valiosas para salvar Storybrooke. Contudo, fizeram-me lembrar das cenas em que o Charming ensina o Henry a lutar. Awn, momento de família!
O episódio em si focou-se no tempo em que Hook andou sozinho pela Floresta Encantada. O tão aclamado pirata, Black Beard, tomou a preciosa Jolly Roger como sua e agora o Hook quere-a de volta. É neste momento que Ariel se junta a ele, já que foi o Captain BB que o sequestrou. Hook tem então uma decisão muito difícil, mas facilmente desculpável, afinal, Eric não lhe era nada e Jolly Roger trazia muitas memórias (boas, claro).

Para desculpá-lo só mais um bocadinho, Ariel encontrou o seu Príncipe Eric, sim! Agora vivem os dois felicíssimos da vida numa ilha que não foi atingida pela Maldição. Será que isso significa que não veremos Ariel tão cedo?

5 de julho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X16 - It's Not Easy Being Green


Once Upon a Time 3X16 – It’s Not Easy Being Green

Se este não foi um dos melhores episódios de sempre, então eu não sei! Foi um episódio cheio de emoções fortes, o início da batalha Evil vs Wicked.
Na verdade, não há muito para dizer do episódio, para além do facto de ter começado logo com o funeral do Neal foi um golpe muito baixo por parte dos escritores. Depois, os momentos do Hook com o Henry foram absolutamente fofos, eu adorei! Hook vê muito do Neal no Henry, e eu também vejo isso, então adorei os momentos que eles passaram juntos.
Vamos falar agora sobre a Zelena. Estou a adorá-la! Ela é como o Peter Pan, nós adoramos o facto de eles serem os vilões, porque são excelentes vilões! Calma, sem excluir a Regina e o Rumple, eu estava a referir-me apenas há terceira temporada.
Neste episódio pudemos ver o seu passado. Na minha perspetiva, foi uma história muito bem contada, apesar de eu não ter quaisquer referências em relação ao mundo de Oz. Contudo, acho que irei ler uma história ou duas sobre Oz, só para não ficar tão perdida na história.
Walsh foi a grande revelação. Afinal, quantos anos ou séculos terá ele?? Walsh era o grande feiticeiro de Oz, ou estava a forjá-lo? Será que existe realmente um feiticeiro em Oz? E, de grande ilusionista, ele passou a servo da Zelena. Nada melhor do que uma boa vingança, não concordam?

O que eu também gostei muito na Zelena foi o facto de ela não ser, por exemplo, como a Regina, que guarda todos os seus ressentimentos para um momento de grande explosão. Não, Zelena é uma explosão em si; ela não tem medo de mostrar quem realmente é a qualquer momento, e isso tornou-a verde. Literalmente. Verde, é a prova que ela age por instinto de vingança. 

4 de julho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X15 - Quiet Minds


Once Upon a Time 3X15 – Quiet Minds

É assim o meu fim de fã. That’s it. Morri neste episódio. Acabou-se. Foi tão triste! E tão esclarecedor, mas imensamente triste!
Então vamos lá primeiro para o ship Outlaw Queen. Adorei vê-los de novo e notaram na repetição das falas no momento em que se conheceram? Foi tão lindo! Going down with this ship, sem dúvida! E depois, quando a Regina viu a tatuagem, desatou a correr! Eu percebo, foi um choque, mas por favor, será que faltou tecido ao casaco do Robin? A tatuagem dele não está no pulso, está no antebraço inteiro!
Vamos agora para o ship do Neal/Emma. Céus, foi tão triste aquela cena! Especialmente porque nós já tínhamos visto o Neal quase a morrer na Floresta Encantada, então foi como ver o Neal a morrer DUAS VEZES no mesmo episódio! Super intenso e emocional. Não consigo lidar com todos estes feelings! O Neal era aquela personagem que eu não gostava muito início, na verdade até o odiava e achava a sua personagem apenas um preenchimento de elenco, mas na terceira temporada ele teve tanta importância e foi tão relevante e fofo, que ele começou a crescer no meu coração. E agora, os escritores fizeram-me isto! Não é justo!
E finalmente, Zelena foi descoberta! Mal posso esperar para ver o que vai acontecer a ela! Tenho a certeza que Regina lhe vai dizer das boas!

Só há um pormenor que ainda não mencionei: o que aconteceu a Phillip e Aurora? Eles ficaram na Floresta Encantada? O que lhes aconteceu?

3 de julho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X14 - The Tower


Once Upon a Time 3X14 – The Tower

Este episódio foi bastante interessante do ponto de vista da mensagem que passou, mas a nível de storyline foi muito baixo.
A storyline, por poucas palavras, não se desenvolveu. A Zelena continuou a fazer das suas e desta vez o seu alvo foi o Charming. O que nos leva para a mensagem do episódio.

A mensagem que este episódio tentou passar foi que nós temos que enfrentar os nossos medos. Na Floresta Encantada Charming encontra-se com Rapunzel, uma personagem que nunca antes tínhamos visto, ao tentar enfrentar os seus medos. A mensagem que ambos passaram é que os nossos medos vêm de nós mesmos, e que é necessário superarmo-nos para os vencer. Uma mensagem muito bonita e cheia de esperança, digna da ABC Family, que adora passar valores importantes para toda a família.

30 de junho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X13 - Witch Hunt


Once Upon a Time 3X13 – Witch Hunt

The Wicked Witch of the West. Mas será que importa mesmo se ela é do Este ou do Oeste? Acho que não. Ela é ruiva e verde. E é irmã da Regina e está há procura de vingança. Acho que o desejo de vingança corre na família.
Este episódio desvendou alguns segredos, como o motivo para a Zelena (a Wicked Witch of the West) ter entrado no mundo de Regina, o que eu achei bastante interessante, mas igualmente cliché. Contudo, já que os escritores estão a focar-se no lar, então eu acho que introduziram uma excelente personagem. E ela tem uma vassoura!!
Henry continua sem as suas memórias, já que Regina não conseguiu replicar a poção que Emma bebeu. Na minha opinião, é melhor despacharem-se com isso, porque este Henry é um pouco irritante de mais para o meu gosto; só joga playstation. Onde é que anda o livro que ele carregava sempre consigo, hum?
Emma é claramente a Saviour. Desta vez, juntou-se a Regina e as duas tentaram deter a verdadeira pessoa que lançou o feitiço, mas não conseguiram. Afinal, Zelena é meia-irmã de Regina e por isso consegue quebrar o feitiço de sangue.

E Rumple está de volta! Por esta é que eu não esperava! Eu queria vê-lo de volta, mas como Gold, não como Rumple. Rumple é implacável e agora a Wicked Witch vai fazer gato sapato dele. Contudo, há uma dica na frase final dele que é “alimentas a loucura e a loucura alimenta-se de ti”. Acho que foi isso que aconteceu ao Rumple, já que a Zelena o trouxe de volta (o que quer que isto signifique): ele enlouqueceu. Não! Eu quero o Gold de volta!

Opinião: Once Upon a Time 3X12 - New York City Serenade


Once Upon a Time 3X12 – New York City Serenade

Para quem vê Doctor Who, eu vou dizer uma coisa: este episódio foi um monte de wibbly wobbly timey wimey storylines.
Para quem não vê Doctor Who (e devia de ver), este episódio foi uma baralhada de tal maneira que eu acho que os escritores viram-se com tantas storylines que não sabiam por que ponta lhes pegar.
Nós tivemos: Emma no presente, os personagens encantados no passado, e Storybrooke no presente. Uma grande confusão, por assim dizer.
Ou seja, os escritores quiseram andar um ano para a frente, para assim terem flashbacks da Floresta Encantada. Ainda não sei se vou gostar ou não desta ideia, mas adorei o Hook com uma mão que não mexe. Será que fui a única que se lembrou do Jaime Lannister?
Mas vamos ao episódio em geral: em geral foi bom, mas não excelente. Adorei ver Henry e Emma sendo pessoas “normais”. Emma até quase ficou noiva. Mas, claro, Hook tinha que aparecer e fazer Emma lembrar-se de tudo. A sua reação não foi das melhores, mas também não foi das piores. Acho que ela percebeu que tudo aquilo tinha sido um sonho.
Walsh é o nosso ponto de partida. No início, até gostei bastante dele, mas continuo a preferir Captain Swan. Ele era um fofo e a proposta de casamento foi muito carinhosa. Infelizmente, ele não era real.

E isso leva-nos para a Floresta Encantada, onde há uma nova habitante desconhecida para os Encantados: ela é a famosa Wicked Witch. Walsh era apenas um dos seus servos. O que ela queria de Emma permanece um mistério. Agora, o castelo da Snow White e da Evil Queen está sob a sua proteção e ninguém pode lá entrar. Regina quer enfrentar aquela nova visitante, mas Snow quer que todos fiquem a salvo, primeiro. 

28 de junho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X11 - Going Home


Once Upon a Time 3X11 – Going Home

Mamma Mia, que episódio foi este? Chorei litros! Litros! Eu quase nunca choro em OUAT, é uma daquelas séries em que eu posso ver há vontade, porque nunca me emociono demasiado (ou seja, não desato a chorar que nem uma madalena perdida) mas este episódio foi absolutamente indescritível.
Rumple vê finalmente a sua maldição concretizada, e com isso Pan morre. Foi uma das cenas mais intensas e mais tristes, porque Neal e Belle não puderam dizer-lhe algumas últimas palavras. Absolutamente emocionante.
E quando não podia ficar mais emocionante, eis que ficou: o efeito colateral de eliminar a Maldição é demasiado grande para todos, mas Regina, que é a peça fundamental neste caso, está disposta a pagar o preço.
O que me custou ver muito foi o facto de Hanry e Emma terem recebido novas memórias e, claro, o livro que é o protagonista desta linda série, Once Upon a Time, ter sido levado pela Maldição. Maldição para a Maldição! Henry não podia ter simplesmente pegado no livro que lhe era tão importante?!

E, claro, só para finalizar o episódio, lá foi o Hook, apresentar-se como Hook, sendo o Hook que todas nós adoramos! E lá foi outro beijo para o fandom Captain Swan! Agora resta ver qual é o grande problema que ele afirma que a família dela tem, e qual será a reação da Emma e do Henry. 

26 de junho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X10 - The New Neverland


Once Upon a Time 3X10 – The New Neverland

Este episódio, até nem foi muito interessante. Sim, tivemos o reencontro da Ariel com o seu Príncipe e mais felizes reencontros quando o barco de Hook chegou ao porto de Storybrooke, mas a nível de desenvolvimento, não ficou muito interessante.
O nosso gangue descobriu que Pan não estava na caixinha da Pandora, mas sim no corpo de Henry. Desta forma, vimos o ator que faz o Henry a interpretar o Pan e vice-versa. Não sei se para vocês também foi assim, mas para mim foi um misto de pura confusão e orgulho. Sinceramente, o Henry podia ficar no corpo do Pan que eu não me importava, porque isso significava que veríamos o brilhante ator que é Robbie Kay. Já sinto falta dele no elenco, e ele ainda não saiu!
Não gostei da morte da Blue, achei tão triste porque eu gostava muito dela! Apesar de não ter sido uma personagem muito explorada, ela era importante para Tinker Bell e para toda a comunidade de Storybrooke, já que ela era uma personagem muito ativa na sociedade e, algumas vezes, uma líder.

Agora, com a Sombra de Pan há solta, com Pan desvendado e com a maldição de Regina nas suas mãos, a pergunta está em quem é que ele vai matar para concretizar a maldição? 

25 de junho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X09 - Save Henry


Once Upon a Time 3X09 – Save Henry

Mas que episódio genial! Quando penso que OUAT não pode ficar melhor, eis que os escritores nos colocam um “plot twist” genial!
O episódio foi focado em trazer Henry de volta. Se no início achei que isso ficaria entediante, enganei-me redondamente. 42 minutos passaram e eu nem notei que eles passaram.
Adorei a Regina, a Emma e a Snow. Três mães juntas para salvar Henry. Também adorei o facto de todas elas terem um profundo arrependimento, e quase todos eles giram há volta do abandono. Snow abandonou Emma, Emma abandonou Henry e Regina foi abandonada pela mãe. Desta forma, conhecendo já todas o arrependimento e peso que cada decisão acarreta, tornam-nas mais fortes juntas, e foi precisamente isso que aconteceu.
Assim que conseguiram a caixa da Pandora e o coração de Henry, o trio não hesitou em voltar para Henry e o resto do gangue, que já estava no barco de Hook. Os Lost Boys juntaram-se a eles, assim como Wendy e Tinker Bell. Espero ver estas duas ao longo da temporada, porque eu gostei muito delas.
A reviravolta final, é que Peter Pan coloca-se no corpo de Henry e é Henry quem acaba na caixinha da Pandora. Quanto tempo é que vai levar para os outros perceberam que não é Henry é a grande questão. Apesar de ter ficado de boca aberta com este plot twist, fiquei um pouco cansada, porque o nosso gangue não tem descanso algum!

Os flashbacks, focados na adoção de Henry foram muito emocionantes, porque ver Regina numa posição vulnerável, mas acabando por tomar coragem e enfrentar os seus medos e receios – o de Henry não a aceitar como mãe – foram muito tocantes. Fico sempre emocionada quando vejo Regina a fazer algo de bom!

Opinião: Once Upon a Time 3X08 - Think Lovely Thoughts


Once Upon a Time 3X08 – Think Lovely Thoughts

Mas que reviravolta de acontecimentos!
O episódio parecia estar todo encaminhado para derrotar Pan e todos retornarem a Storybrook, mas afinal, parece que o nosso gangue vai permanecer em Neverland!
Neste episódio, finalmente, todos encontraram-se e as verdadeiras intenções de Rumple foram reveladas. O que eu acho inacreditável é que, para alguém que acredita que todos cometem erros como Charming, Snow e até Neal, nenhum deles teve problema algum em apontar uma espada a Rumple. Apesar de ter sido um momento muito bem coordenado e, sem dúvida, heroico, não gostei de ver aquela desconfiança em Rumple, como se ele fosse o verdadeiro inimigo.
Neste episódio pudemos conhecer o pai de Rumple, que não passava de um homem sem maturidade alguma, viciado no jogo e sem qualquer honra. Esse homem é… Peter Pan! Esta sim, foi uma das grandes reviravoltas que este episódio nos deu a conhecer! A cada temporada ficamos a conhecer mais um bom bocado desta família gigante que tem o Henry como centro.
A segunda reviravolta foi quando a caixa da Pandora não era a Pandora real, mas sim uma cópia; quem tinha a real era Pan e ele usou-a para parar Rumple. Agora, Rumple está dentro da caixinha e eu só espero que alguém note que Pan deixou-a em cima de uma rocha.
E a última reviravolta, foi Henry. Eu percebo que Henry se sinta muito conectado há magia, já que ele tem o coração do Verdadeiro Crédulo e sabe que toda a sua família tem uma linhagem bastante forte de magia. Para além disso, desde o primeiro episódio, ele é o único que nos fez acreditar na magia e por isso, ele é um grande motor nas storylines da série. Isto tudo só para dizer que ele foi demasiado ingénuo para o meu gosto! Então o Henry que tínhamos visto no episódio passado, que andou a perseguir um dos Lost Boys, agora fica sentadinho numa rocha, à espera de ordens de Pan? E nem sequer vai espreitar o que se passa? Ele não tem o mínimo de curiosidade em relação ao que Pan está a fazer? E por fim, claro, quando ele decidiu não acreditar nas suas mães e no próprio pai. Desculpem, mas é difícil de acreditar. Certo, Henry criou uma ligação com Pan, inevitavelmente já que ele esteve estes episódios todos com Pan, mas ser tão seco em relação há sua decisão, sem ouvir mais nada? Eu acho que isso foi uma reviravolta muito mal revirada.

Agora Pan é imortal, Henry está morto e Rumple está na Pandora. O que será que vai acontecer a seguir?

23 de junho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X07 - Dark Hollow


Once Upon a Time 3X07 – Dark Hollow

Achei este episódio bastante interessante, porque todas as storylines desenvolveram-se bastante.
1 – Emma, Neal e Hook
Os três partem para o Dark Hollow de Nerveland, com o intuito de apanharem a sombra de Pan. Por incrível que pareça, de uma maneira muito simples, mas cheia de ação, eles conseguem! Este trio, para além de triângulo amoroso, também consegue ser eficaz. Contudo, Emma é a grande heroína deste trio, já que ela é a que mantém o maior foco em trazer o Henry de volta. Hook e Neal desiludiram-me um pouco em relação a isso.

2 – Snow e Charming
Depois do episódio em que Charming declarou o seu maior segredo, a tentativa de fazer as pazes com a Snow finalmente resultou e ainda bem; eu odeio ver este casal com desavenças.

3 – Regina e Rumple
O que Rumple queria era a caixinha da Pandora, uma caixa excecionalmente bonita e letal (e incrivelmente parecida com a Pandora do Doctor Who). Ariel, que consegue viajar entre os mundos, conseguiu-a e agora os dois têm grandes planos para o Pan. Talvez colocá-lo na caixinha da Pandora? Ou libertar o grande Mal que ela guarda?

4 – Ariel e Belle: all about girl power
Adorei ver esta dupla porque, para além de ter resultado muito bem, mostra que quando duas simples personagens que são ingénuas e não são tão destemidas como Emma, por exemplo, para pegar numa arma conseguem, através da sua inteligência, derrotar os vilões do episódio.
Espero ver mais cenas com elas a trabalharem em equipa!

5 – Pan e Henry
Se Pan está em maus lençóis com o plano de Rumple e Regina, com Henry do seu lado, eu duvido que ele tenha algo a temer. Finalmente, ele conseguiu colocar Henry do seu lado, mas eu não acredito que Henry seja tão ingénuo para salvar a magia de Neverland. Talvez por Wendy, já que ele prometeu, mas com Regina e Rumple já avisados de que devem de salvar esta rapariga, acho que Pan deve de ter os dias contados.


Ansiosa pelo próximo episódio!

22 de junho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X06 - Ariel

Once Upon a Time 3X06 – Ariel

Eu gostei bastante deste episódio, especialmente pela nova personagem que nos foi introduzida: Ariel. Já se falava muito dela desde o final da segunda temporada, e finalmente, ela chegou!
O episódio inteiro foi focado na primeira vez que ela conheceu Snow e falou com o Príncipe Eric. A sua doçura e ingenuidade fizeram-me lembrar da Snow que costumávamos ver nos flashbacks de quando ela era jovem. Estou há espera de uma grande storyline para esta personagem!
Já na ilha do Pan, finalmente conseguiram resgatar Neal, mas não sem contar alguns segredos. Adorei o de todos, mas o de Emma foi bastante emocionante. A verdade, é que compreendo o seu lado na totalidade, porque ela agora tem uma vida, tem um filho e tem, possivelmente, um interesse amoroso (ainda não, mas talvez no futuro… quem sabe?) A ilha está a fazê-la crescer emocionalmente e isso é muito interessante de assistir, já que eu adoro ver as personagens a amadurecerem.

Regina juntou-se a Rumple, e estou também à espera de uma grande storyline para esta dupla! Afinal, enquanto que o outro gangue está focado em Henry, estes dois estão a pensar em grande: em arranjar um destino maléfico para Pan, resgatar Henry e sair da ilha. Eles não estão a pensar num problema de cada vez, eles estão a pensar já na possibilidades todas e eu adoro isso!

21 de junho de 2014

Opinião: The Fault In Our Stars (o filme)


O que é que eu posso dizer sobre TFIOS‬
Para além do facto de eu ter chorado do início ao fim, Shailene interpreta Hazel de uma maneira profunda e inesquecível. O mesmo para Ansel; eu não imagino o Augustus nas mãos de outro ator que não ele. Nat, o nosso divertido e super amoroso Isaac, é excelente. 
Em relação há banda sonora, que eu já amava, está tão bem incorporada no filme que até me emocionei. Not About Angels, de Birdy, Let Me In, de GROUPLOVE, e Boom Clap de Charli XCX foram aquelas eu eu tomei mais atenção nas cenas. Para os créditos finais, nada melhor do que Ed Sheeran em All of the Stars.
O que eu posso dizer é que nunca houve um filme que contasse uma história tão bonita e tão dramática e injusta ao mesmo tempo como #TFIOS. Li o livro há um ano atrás e foi absolutamente comovente. Ver que toda a produção e o elenco respeitou o livro fielmente e as suas personagens, foi absolutamente perfeito.
As cenas de humor, que servem para descontrair, quase sempre lideradas por Ansel Elgort são tão divertidas que eu chorei a rir.‪#‎Cenadostroféus‬ ‪#‎SheIsImNot‬
Algo que o livro não focou tanto, mas o filme sim, e por isso eu agradeço muito, foram os pais de Hazel e Augustus, que no livro ficam-se por simples personagens secundárias, mas no filme fazem o quadro familiar completar-se, e tornam-se tão interessantes como Gus e Hazel.
Obrigada, John Green, pelo livro maravilhoso.
Obrigada, produção e elenco, por terem criado um filme que será inesquecível por muitos séculos.
Esquecimento é inevitável, assim como Eternidade. 

20 de junho de 2014

Opinião: The Escape Artist (BBC)


The Escape Artist

Depois de ver os três episódios quase todos de seguida, o que eu posso dizer, para começar este review, é que não é por acaso que está na coleção de Great British Drama.
Tenho que dizer que eu comecei a ver porque tinha um ator que eu adoro: David Tennant, mas no final, eu fiquei encantada com todos os atores, especialmente com o ator que interpreta Jamie, Gus Barry.
A história gira toda em volta de um advogado, William Burton e de um assassino que ele defendeu, mas que acaba por matar alguém muito próximo a William. Os dois quase não interagem, a não ser no primeiro episódio (em que William o defende em tribunal) e no último episódio.
Se no início tudo se tratava de uma história de onde falha a Lei e no facto de todos, sem qualquer exceção, terem o direito de serem defendidos, no final, trata-se de uma história de vingança com motivos tão crédulos que tornam impossível julgar alguém, e de como criar o crime perfeito. Uma série cheia de mistério, personagens credíveis e bastante reais, que trazem um frio na barriga cada vez que falam porque nunca sabemos o que elas podem dizer.
A série também explora vários lados da vida quotidiana e os problemas com que somos confrontados quase diariamente. Do ponto da vista da Advocacia, as falhas que a Lei demonstra e que, usadas nas mãos erradas (ou demasiado certas), podem favorecer o culpado e trazer o sofrimento a toda uma família, é o tema mais explorado. Mas não só: William, vendo a Lei, que ele tanto segue, falhar-lhe, decide fazer justiça com as próprias mãos, sempre com um lado de restrição e inteligência máxima. Afinal, a grande questão é: quando a Lei, que é suposto proteger-nos e fazer justiça, falha, o que podemos fazer por nós próprios de maneira a ultrapassarmos a dor e injustiça que sentimos?

Para passar uma boa tarde de domingo, nada melhor do que assistir a esta grande série de Grande Drama Britânico, que nos faz pensar melhor sobre a Vida.

19 de junho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X05 - Good Form

Once Upon a Time 3X05 – Good Form

Adorei este episódio.
Primeiro porque, mais uma vez, Peter Pan mostra ser um grande vilão, propondo aquele acordo com o Gancho, o que não resultou (na verdade, a recusa do Hook foi bastante óbvio para mim, mas mostrou a sua honra).
Emma, mais uma vez a mostrar que a Escuridão pode ser aliada da Luz, desde que usada da maneira certa. A mensagem de esperança que passaram a Henry foi um dos pontos que eu considero mais importantes neste episódio, porque ele já estava a perder a esperança que tinha. Desta forma, ele torna-se mais forte para enfrentar Pan e os outros Lost Boys.
Outro dos pontos que eu achei bastante importante foi a iteração entre o Hook e o Charming. Céus, é tão lindo vê-los a batalhar e a discutir um contra o outro! Para além disso, existe sempre um respeito mútuo entre os dois, em honra a Emma e não só: Charming ficou a saber que Hook também já perdeu alguém e relacionou-se com isso (para além do facto de terem tido irmãos no passado). O facto de ambos já terem tido alguém nas suas vidas (no caso do Charming, não necessariamente) que fosse precisamente o oposto, ou seja, Charming tinha o seu irmão que tinha a personalidade do Hook e o Hook teve um irmão que tinha a mesma personalidade de Charming, torna todas as cenas mais interessantes, já que parece que, deste ponto de vista, os opostos atraem-se e os dois até conseguem interagir um com o outro de uma maneira minimamente civilizada.
Os flashbacks focados em Hook foram importantíssimos para entendermos melhor o respeito que ele tem pelo Charming e o seu passado. Adorei o facto de ele ter tido um irmão e de se ter virado para o lado mau por causa da dor e da traição que sentiu. Também ficámos a saber que ele conheceu o Peter Pan muito antes do que ele tinha dito, o que significa que Pan conhece-o melhor do que ninguém, porque já conheceu o que ele era antes.
Quanto ao beijo da Emma e do Hook… minha nossa senhora, o que raios se passou ali!! Eu fiquei imensamente surpreendida e imensamente encantada e sem respirar durante aqueles longos segundos! Foi tão romântico, da maneira que o Hook e a Emma conseguem ser. Eles não são um ship (e isto já é uma palavra do dicionário Oxford, então já posso usá-la nos meus reviews!) como Charming/Snow, que é tudo mel e arco-íris, então aquela tensão e certa arrogância pela parte dos dois (para além de todo aquele flert antes) foi super romântico! É claro que o meu ship foi até Neverland e voltou nas asas do Pégaso!

Por falar em asas do Pégaso, será que vamos ver algum? Aparentemente, os pégasos existem…

18 de junho de 2014

Opinião: Once Upon a Time 3X04 - Nasty Habits

Once Upon a Time 3X04 – Nasty Habits

Se existe algo que eu adoro fazer é maratonas de séries. OUAT vai ser a minha próxima maratona, mas com reviews, claro.
Eu achei que este episódio podia ter dado muito mais, mas tal não aconteceu. Acho que há uma falta de interação entre as personagens e tenho que dizer que a situação de Neal com o Rumple não está a ir pelo melhor caminho.
Sim, Rumple e o filho foram o grande foco deste episódio porque, dos dois grupos, eles foram aqueles que se empenharam de uma forma efetiva em encontrar o Henry. E conseguiram! Adorei vê-los juntos, adorei o facto de os laços familiares se estarem a religar de novo, mas por causa de uma profecia, Neal volta a ficar de pé atrás com o pai.
O que se torna cansativo, deixem-me dizer-vos. O que não ajudou nada também foi o Peter Pan ter dito que a partir dali seria tudo um jogo de “esconde-esconde” e “eu tenho agora, tu terás no futuro”. Parece que o Henry se tornou uma bola de ping-pong. O problema é que, como todas as storylines têm tendência, não será só o Henry a ser a bola de ping-pong, mas também os relacionamentos das personagens entre si.
Não é nada animador.
Contudo, tenho que dizer que estou a adorar a prestação do ator que interpreta o Peter Pan, Robbie Kay. Nunca vi um vilão que fosse tão frustrante (e digo isto no bom sentido) como ele. Temos o “nasty habit” de ver algo de bom em cada vilão, mas no Peter Pan, até agora, não encontrei alguma coisa que me fizesse pensar que ele tem um motivo para ser assim.
O título do episódio mostra que o foco foram os “nasty habits” (maus hábitos) de Rumple: ele tem aquele mau hábito de se auto preservar, e agora com a volta de Neal, ele tem um motivo para viver, de tal forma que a sua jornada para encontrar Henry e salvá-lo encontra-se seriamente comprometida. (Ou será que não?)

Só para finalizar, tenho que dizer que estou muito preocupada com o estado clínico de Charming e sei que também vou ficar muito preocupada com a reação da Mary Margaret ao saber o que se passa com ele.

10 de abril de 2014

Opinião: Doctor Who - 7ª temporada

Doctor Who – 7ª temporada

Ao contrário da temporada anterior, esta foi muito mais consistente. A qualidade dos episódios foi bastante boa a nível de storyline e de sentido lógico (porque, até mesmo em Doctor Who, é necessário fazer algum raciocínio para compreendermos o que se passa).
O primeiro episódio, Asylum of the Daleks foi extremamente importante porque conhecemos Clara Oswald. Ela vai ser uma das companheiras do Doctor depois do episódio de Natal. Gostei bastante do Rory neste episódio. Ele costuma estar sempre ofuscado pela Mrs. Pond, mas aqui ele teve momentos a solo, o que permitiu explorar melhor a personagem.
Já o episódio Dinosaurs on a Spaceship foi incrivelmente insano. Para quem vê a série Sherlock, de certeza que reconheceu o amigo do Doctor que parecia Indiana Jones: era Rupert Graves, o Detetive Lestrade! Foi uma personagem espetacular, cheia de momentos de bom humor e de flerts com a Rainha Nefertiti. Contudo, o melhor momento de todos é quando o pai de Rory, o próprio Rory e o Doctor se separam do restante gang. Aí as coisas ficam extremamente engraçadas porque, apesar de achar tudo aquilo inacreditável, o Senhor Pond (na verdade, é Williams, mas isso é só um pormenor) alinha em toda aquela aventura. Adorei o pai do Rory!
Contudo, o episódio A Town Called Mercy foi aquele episódio de que eu menos gostei. Na verdade, não gostei nada do episódio. Achei enfadonho (tão enfadonho que tive que ver metade do episódio num dia e a outra metade no dia seguinte), sem sentido, com uma storyline desinteressante e cruel. O episódio em si foi cruel! Já sem falar da falta de momentos de humor, de que é tão característico da série.
The Power of Three foi interessante. Pudemos ver de novo o Mr. Pond, Rory em boxers, o Doctor a aspirar a casa e a relvar o jardim e Amy… a ser Amy. O episódio gira em volta de uma invasão de cubos. Eles não aparentam ser especiais, mas ao fim de um ano, eles começam a mostrar atividade. Essa “atividade” mostra-se mortal para os humanos, já que eles provocam um ataque cardíaco fatal para 1/3 da população mundial. Felizmente, o Doctor impede o vilão do episódio.
Em The Angels Take Manhattan, dizemos adeus a Rory e a Amy, já que eles são apanhados pelos Weeping Angels. Um fim triste para o casal Pond. Eu não chorei de tão chocada que fiquei, mas o Doctor desfez-se totalmente. Foi um episódio cheio de pica, sem momentos parados e depois, no final, foi aquela desgraça total. Um episódio terrivelmente chocante e triste.
O episódio de Natal, não é importante ver, mas também é igualmente importante assistir, porque vemo-nos de novo com Clara Oswald, só que na época vitoriana. Eventualmente, ela morre e essa é a segunda vez que vemos ela morrer, o que deixa não só o Doctor confuso, mas todos nós também.
Clara volta a dar-nos a sua adorável companhia em The Bells of St. John. Agora, ela está no século XXI e é vítima de um upload de pessoas. Estranho, mas no episódio faz sentido. O episódio não é um dos meus favoritos, mas eu gosto da espontaneidade e boa disposição de Clara. De alguma forma, ela faz-me lembrar Rose Tyler, só que numa versão mais atualizada. A mota anti-gravidade do Doctor foi uma revelação bastante divertida.
The Rings of Akhaten foi o episódio mais estranho para mim. Eu não sei se hei de amar ou odiar o episódio. Ainda estou dividida. Por um lado, temos aquela doce menina a cantar uma melodia bastante linda, cheia de significado, mas que fez as minhas pálpebras pesarem, mas pelo outro lado temos aquele gigante que tem uma fome inconsolável de momentos preciosos de outros seres. Quando o Doctor e Clara enfrentam o monstro, este mostra-se sem rosto, apenas um sol gigante, sequioso de comida. No fim, todos ficam a salvo, mas o monstro acaba por não ficar tão bem, já que ele se alimentou as memórias do Doctor e, digamos assim, apanhou uma indigestão mortífera.
O episódio Cold War foi chato de se ver. Primeiro de tudo: coitados dos atores que passaram o episódio todos encharcados de água. Depois, o cenário não era espetacular: era um navio russo, do tempo da Guerra Fria. Contudo, os diálogos estavam ótimos, o marciano era aterrorizante e o médico que estava a bordo tinha aquela dose de bom humor e nostalgia louca que só certas personagens muito marcantes adquirem com o tempo. Clara estava assustada, mas no lugar dela, quem não estaria? Não gostei do facto de a TARDIS abandonar o Doctor, acho que é algo que ela jamais faria em tais situações, contudo, conhecendo a Blue Box como a conhecemos, sabemos que ela tem um feitio peculiar.
Hide foi aquele episódio em que eu esperei morrer de medo, já que se tratava de fantasmas, mas não fiquei. Porém, não me desiludi com o episódio, o que foi bastante bom. O Doctor e Clara vão a uma casa como “ghost busters” e eu adorei isso! Os outros dois protagonistas do episódio foram estonteantes, especialmente a salvadora do tal fantasma. Afinal, tratava-se apenas de um mundo paralelo e o fantasma tinha caído nesse mundo por acidente.
Journey to the Center of the TARDIS foi outro episódio do qual eu não gostei nada. Primeiro de tudo, aqueles seres enlameados que estavam dentro da nossa Blue Box, depois das personagens secundárias. Achei-as fatídicas, sem algo que as destacasse dos demais humanos maldosos, e simples, sem profundidade psicológica. Em suma, básicas. Odeio personagens básicas; não deixam impressão alguma nas nossas mentes. Depois, Clara. Coitadinha, parecia um coelho assustado, sem força para encarar os monstros. Neste apeto, o Doctor é que foi o único a salvar a sua TARDIS, Clara e as personagens secundárias. Pensei que o centro da TARDIS seria algo espetacular, a borbulhar e a explodir, mas afinal estava tudo congelado, devido aos protocolos de proteção da mesma. Considero este episódio um episódio rápido, mas sem hipótese de aprofundar qualquer uma das personagens, nem mesmo a nossa querida TARDIS.
The Crimson Horror foi um episódio bom, mas não um dos meus favoritos. Adorei a personagem que não via, mas doeu-me muito cada vez que ela chamava o Doctor de Monstro. Ele não é um monstro! Ele é o Doctor, ele salva vidas e salvou a dela! O plano era maléfico e sem qualquer ponta de humanidade, mas felizmente o Doctor teve os seus amigos ao seu lado para o ajudarem a combater o Mal. Eu gosto muito do trio: a Verde, a Humana, o Santoran. Acho que eles fazem uma equipa perfeita e, quando se junta o Doctor, ainda se torna melhor!
Em Nightmare in Silver, o Cybermen voltam… num parque de diversões abandonado. Deixem-me corrigir: num PLANETA que é um parque de diversões. De alguma forma, fez-me lembrar a 4ª temporada, em que um planeta era uma biblioteca. Doctor e Clara têm companhia: Angie e Artie. Não há muito para dizer sobre este episódio, vou só acrescentar que os Cybermen estão cada vez mais sofisticados e o Doctor teve que se defrontar com a sua versão de Cybermen dentro da sua própria cabeça, o que foi bastante peculiar de se ver. Adorei essa ideia e não me importava de ver de novo, afinal, apesar de ser incompatível para os Cybermen, o Doctor deve de ser muito odiado e a sua mente muito desejada por estes seres de metal.
The Name of the Doctor é um dos episódios mais frustrantes de toda a série, já que o Doctor cruza a sua própria linha do tempo e defronta-se com o seu próprio túmulo. Pior de tudo (para mim) foi ver a TARDIS morta. Algo que me partiu o coração totalmente. Encontramo-nos de novo com a Great Intelligence e os Silence. Dra. River Song está de volta também e eu adorei vê-la de novo. No início, pensei que era só Clara que a conseguia ver, mas afinal o Doctor também conseguia, só que falar com ela seria doloroso demais para ele, então ele decidiu evitar esse momento ao máximo. Neste episódio descobrimos também o motivo para Clara estar presente na vida do Doctor: ela é a Impossible Girl, e a sua responsabilidade é salvar o Doctor. Por fim, é-nos introduzido no final uma versão do Doctor, que o próprio Doctor tenta esconder até de si mesmo.

E é isso que nos leva para The Day of the Doctor, o episódio especialmente concebido para comemorar os 50 anos de Doctor Who. David Tennant e Billie Piper são os dois atores que voltam. Oh, foi tão bom vê-los de volta! Eu gostaria muito de não contar muitos spoilers sobre este episódio, mas eu tenho que dizer que vai girar tudo em volta do momento em que o Doctor decide chacinar Gallifrey para matar os Daleks e acabar com a Guerra do Tempo. O que acontece neste episódio é que os Doctors têm a oportunidade de voltar a fazer tudo de novo, e Clara mostra aos Doctors quem eles realmente são: eles não matam, eles salvam; eles não são cobardes, eles enfrentam o medo de frente e não correm. Amei este episódio. A interação do 10th com o 11th Doctor é especial e única. Podia ver este episódio todos os dias, porque eu nunca me cansaria de o ver.

Nota da temporada:  8/10

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