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15 de abril de 2016
16 de janeiro de 2016
15 de janeiro de 2016
14 de janeiro de 2016
29 de abril de 2014
10 de abril de 2014
Opinião: Doctor Who - 7ª temporada
Doctor Who – 7ª temporada
Ao contrário da temporada anterior, esta foi muito
mais consistente. A qualidade dos episódios foi bastante boa a nível de
storyline e de sentido lógico (porque, até mesmo em Doctor Who, é necessário
fazer algum raciocínio para compreendermos o que se passa).
O primeiro episódio, Asylum of the Daleks foi extremamente importante porque conhecemos
Clara Oswald. Ela vai ser uma das companheiras do Doctor depois do episódio de
Natal. Gostei bastante do Rory neste episódio. Ele costuma estar sempre
ofuscado pela Mrs. Pond, mas aqui ele teve momentos a solo, o que permitiu
explorar melhor a personagem.
Já o episódio Dinosaurs
on a Spaceship foi incrivelmente insano. Para quem vê a série Sherlock, de
certeza que reconheceu o amigo do Doctor que parecia Indiana Jones: era Rupert
Graves, o Detetive Lestrade! Foi uma personagem espetacular, cheia de momentos
de bom humor e de flerts com a Rainha Nefertiti. Contudo, o melhor momento de
todos é quando o pai de Rory, o próprio Rory e o Doctor se separam do restante
gang. Aí as coisas ficam extremamente engraçadas porque, apesar de achar tudo
aquilo inacreditável, o Senhor Pond (na verdade, é Williams, mas isso é só um
pormenor) alinha em toda aquela aventura. Adorei o pai do Rory!
Contudo, o episódio A Town Called Mercy foi aquele episódio de que eu menos gostei. Na
verdade, não gostei nada do episódio. Achei enfadonho (tão enfadonho que tive
que ver metade do episódio num dia e a outra metade no dia seguinte), sem
sentido, com uma storyline desinteressante e cruel. O episódio em si foi cruel!
Já sem falar da falta de momentos de humor, de que é tão característico da
série.
The
Power of Three foi interessante. Pudemos ver de novo o
Mr. Pond, Rory em boxers, o Doctor a aspirar a casa e a relvar o jardim e Amy…
a ser Amy. O episódio gira em volta de uma invasão de cubos. Eles não aparentam
ser especiais, mas ao fim de um ano, eles começam a mostrar atividade. Essa “atividade”
mostra-se mortal para os humanos, já que eles provocam um ataque cardíaco fatal
para 1/3 da população mundial. Felizmente, o Doctor impede o vilão do episódio.
Em The Angels
Take Manhattan, dizemos adeus a Rory e a Amy, já que eles são apanhados
pelos Weeping Angels. Um fim triste para o casal Pond. Eu não chorei de tão
chocada que fiquei, mas o Doctor desfez-se totalmente. Foi um episódio cheio de
pica, sem momentos parados e depois, no final, foi aquela desgraça total. Um
episódio terrivelmente chocante e triste.
O episódio de Natal, não é importante ver, mas
também é igualmente importante assistir, porque vemo-nos de novo com Clara
Oswald, só que na época vitoriana. Eventualmente, ela morre e essa é a segunda
vez que vemos ela morrer, o que deixa não só o Doctor confuso, mas todos nós
também.
Clara volta a dar-nos a sua adorável companhia em The Bells of St. John. Agora, ela está
no século XXI e é vítima de um upload de pessoas. Estranho, mas no episódio faz
sentido. O episódio não é um dos meus favoritos, mas eu gosto da espontaneidade
e boa disposição de Clara. De alguma forma, ela faz-me lembrar Rose Tyler, só
que numa versão mais atualizada. A mota anti-gravidade do Doctor foi uma
revelação bastante divertida.
The
Rings of Akhaten foi o episódio mais estranho para mim.
Eu não sei se hei de amar ou odiar o episódio. Ainda estou dividida. Por um
lado, temos aquela doce menina a cantar uma melodia bastante linda, cheia de
significado, mas que fez as minhas pálpebras pesarem, mas pelo outro lado temos
aquele gigante que tem uma fome inconsolável de momentos preciosos de outros
seres. Quando o Doctor e Clara enfrentam o monstro, este mostra-se sem rosto,
apenas um sol gigante, sequioso de comida. No fim, todos ficam a salvo, mas o
monstro acaba por não ficar tão bem, já que ele se alimentou as memórias do
Doctor e, digamos assim, apanhou uma indigestão mortífera.
O episódio Cold
War foi chato de se ver. Primeiro de tudo: coitados dos atores que passaram
o episódio todos encharcados de água. Depois, o cenário não era espetacular:
era um navio russo, do tempo da Guerra Fria. Contudo, os diálogos estavam
ótimos, o marciano era aterrorizante e o médico que estava a bordo tinha aquela
dose de bom humor e nostalgia louca que só certas personagens muito marcantes
adquirem com o tempo. Clara estava assustada, mas no lugar dela, quem não
estaria? Não gostei do facto de a TARDIS abandonar o Doctor, acho que é algo
que ela jamais faria em tais situações, contudo, conhecendo a Blue Box como a
conhecemos, sabemos que ela tem um feitio peculiar.
Hide
foi
aquele episódio em que eu esperei morrer de medo, já que se tratava de
fantasmas, mas não fiquei. Porém, não me desiludi com o episódio, o que foi
bastante bom. O Doctor e Clara vão a uma casa como “ghost busters” e eu adorei
isso! Os outros dois protagonistas do episódio foram estonteantes,
especialmente a salvadora do tal fantasma. Afinal, tratava-se apenas de um
mundo paralelo e o fantasma tinha caído nesse mundo por acidente.
Journey
to the Center of the TARDIS foi outro episódio do qual eu não
gostei nada. Primeiro de tudo, aqueles seres enlameados que estavam dentro da
nossa Blue Box, depois das personagens secundárias. Achei-as fatídicas, sem
algo que as destacasse dos demais humanos maldosos, e simples, sem profundidade
psicológica. Em suma, básicas. Odeio personagens básicas; não deixam impressão
alguma nas nossas mentes. Depois, Clara. Coitadinha, parecia um coelho
assustado, sem força para encarar os monstros. Neste apeto, o Doctor é que foi
o único a salvar a sua TARDIS, Clara e as personagens secundárias. Pensei que o
centro da TARDIS seria algo espetacular, a borbulhar e a explodir, mas afinal
estava tudo congelado, devido aos protocolos de proteção da mesma. Considero
este episódio um episódio rápido, mas sem hipótese de aprofundar qualquer uma
das personagens, nem mesmo a nossa querida TARDIS.
The
Crimson Horror foi um episódio bom, mas não um dos
meus favoritos. Adorei a personagem que não via, mas doeu-me muito cada vez que
ela chamava o Doctor de Monstro. Ele não é um monstro! Ele é o Doctor, ele
salva vidas e salvou a dela! O plano era maléfico e sem qualquer ponta de
humanidade, mas felizmente o Doctor teve os seus amigos ao seu lado para o
ajudarem a combater o Mal. Eu gosto muito do trio: a Verde, a Humana, o
Santoran. Acho que eles fazem uma equipa perfeita e, quando se junta o Doctor,
ainda se torna melhor!
Em Nightmare
in Silver, o Cybermen voltam… num parque de diversões abandonado. Deixem-me
corrigir: num PLANETA que é um parque de diversões. De alguma forma, fez-me
lembrar a 4ª temporada, em que um planeta era uma biblioteca. Doctor e Clara
têm companhia: Angie e Artie. Não há muito para dizer sobre este episódio, vou
só acrescentar que os Cybermen estão cada vez mais sofisticados e o Doctor teve
que se defrontar com a sua versão de Cybermen dentro da sua própria cabeça, o
que foi bastante peculiar de se ver. Adorei essa ideia e não me importava de
ver de novo, afinal, apesar de ser incompatível para os Cybermen, o Doctor deve
de ser muito odiado e a sua mente muito desejada por estes seres de metal.
The
Name of the Doctor é um dos episódios mais frustrantes de
toda a série, já que o Doctor cruza a sua própria linha do tempo e defronta-se
com o seu próprio túmulo. Pior de tudo (para mim) foi ver a TARDIS morta. Algo
que me partiu o coração totalmente. Encontramo-nos de novo com a Great
Intelligence e os Silence. Dra. River Song está de volta também e eu adorei
vê-la de novo. No início, pensei que era só Clara que a conseguia ver, mas
afinal o Doctor também conseguia, só que falar com ela seria doloroso demais
para ele, então ele decidiu evitar esse momento ao máximo. Neste episódio
descobrimos também o motivo para Clara estar presente na vida do Doctor: ela é
a Impossible Girl, e a sua responsabilidade é salvar o Doctor. Por fim, é-nos
introduzido no final uma versão do Doctor, que o próprio Doctor tenta esconder
até de si mesmo.
E é isso que nos leva para The Day of the Doctor, o
episódio especialmente concebido para comemorar os 50 anos de Doctor Who. David
Tennant e Billie Piper são os dois atores que voltam. Oh, foi tão bom vê-los de
volta! Eu gostaria muito de não contar muitos spoilers sobre este episódio, mas
eu tenho que dizer que vai girar tudo em volta do momento em que o Doctor
decide chacinar Gallifrey para matar os Daleks e acabar com a Guerra do Tempo.
O que acontece neste episódio é que os Doctors têm a oportunidade de voltar a
fazer tudo de novo, e Clara mostra aos Doctors quem eles realmente são: eles
não matam, eles salvam; eles não são cobardes, eles enfrentam o medo de frente
e não correm. Amei este episódio. A interação do 10th com o 11th Doctor é
especial e única. Podia ver este episódio todos os dias, porque eu nunca me cansaria
de o ver.
Nota da temporada: 8/10
2 de abril de 2014
Opinião: Doctor Who - 6ª temporada
Doctor Who 6ª temporada
Esta temporada de Doctor Who teve os seus altos e
baixos. De todas as temporadas até agora, foi a mais inconstante a nível de
storyline geral da história.
Os dois primeiros episódios foram verdadeiramente
chocantes e para início de temporada não me conquistaram porque ficaram muito
mal explicados. Pensei que as coisas se resolvessem no final da temporada, mas
tal não aconteceu. Atenção, a storyline que ficou aberta nos dois primeiros
episódios foi explicada, mas houve certos detalhes que escaparam aos escritores
e que para mim, eram necessários serem explicados, como por exemplo, por que é
que eles tiveram que fingir a sua morte? Há um salto no tempo, de um episódio
para o outro, que também não foi explicado devidamente.
The
Curse of the Black Spot e The Doctor’s Wife foram um dos meus episódios favoritos. Adorei ver
Amy em ação, no navio de piratas, adorei ver a enfermeira que usava a música
para tratar dos seus pacientes e adorei ver a devoção que Amy tem a Rory. Foi
um episódio cheio de emoções felizes. Em The
Doctor’s Wife, conhecemos a TARDIS em pessoa! Literalmente! O episódio foi
um pouco angustiante porque havia algo que queria comer a vida da TARDIS e
brincou com Rory e Amy de uma maneira absolutamente cruel.
Em The Rebel
Flesh e The Almost People, foi a
descida descomunal da temporada. Os episódios não tiveram ponta por onde lhes
pegasse. Os seres que não eram humanos, mas sim criações de um líquido estranho
(não foi explicado como, quando, onde e porquê foi criado). Eram perfeitos doppelgangers. Depois, provou-se que Amy
era uma daquelas criações bizarras, e fomos parar a um mundo completamente desconhecido.
A
Good Man Goes To War nem foi dos piores episódios, mas foi
tudo uma grande enrolação de storyline. A revelação final foi chocante (a filha
de Amy e Rory – Melody Pond – é River Song), tenho que admitir, mas o episódio
em geral foi um fracasso por não ter tido nada de interessante para mostrar. Let’s Kill Hitler foi um pouco mais
interessante, mas o título em si não mostra nada. Ninguém mata o Hitler, ele
fica esquecido num armário!
Night
Terrors brinca com os medos das crianças: quando eles se
acumulam num lado, tornam-se realidade. Também brincam com o ditado “skeletons
in the closet”. E, para surpresa, o menino nem é humano! Apesar de não ter sido
um episódio muito elaborado a nível de storyline, este episódio valeu pelos
quatro episódios anteriores. Já tinha saudades de ver o Doctor a ajudar
crianças e as suas famílias.
The
Girl Who Waited foi o meu episódio favorito. Eles
perdem Amy num local onde o tempo de desloca de maneiras diferentes para cada
pessoa. Quando a reencontram, Amy já viveu 36 anos naquele lugar. Rory é
forçado a tomar uma decisão: levar a Amy que encontrou, ou salvar a Amy que
ainda não viveu todo aquele tempo. Foi inexplicável. Rory salva a Amy jovem,
mas também tenta salvar a Amy envelhecida. Contudo, a TARDIS jamais aguentaria
um Paradoxo, então o Doctor mente. Não gosto quando lhe é dado este poder de
decisão, até porque eventualmente, o Rory também teve que fazer parte dessa
decisão, mas no final, quem toma a decisão final, é a Amy que viveu 36 anos
naquele lugar inóspito.
The
God Complex foi desastroso. Aquele episódio não
teve sentido nenhum. O hotel era uma prisão, as pessoas eram escolhidas ao
acaso e o monstro alimentava-se da fé das pessoas, mas no final, não percebemos
qual era a sua função naquele lugar tão estranho, de onde ele tinha vinda, o
que estava ele a fazer ali… Até a sua morte foi ignorada. O Doctor tentou
dar-lhe valor, mas a storyline á volta ofuscou aquele momento. Foi demasiada
informação no final, como se tivessem pouco tempo para explicar as coisas.
Em Closing
Time, temos os Cybermen. O episódio não foi feito para falar mais sobre os
Cybermen, já que eles foram falados imensas vezes anteriormente. Este episódio
foi focado na amizade que tinha sido criada na temporada anterior entre o
Doctor e Craig. Ele tem agora em mãos um filho, um fim-de-semana sozinho e o
problema dos Cybermen. Achei um episódio bastante leve, com uma storyline
consistente durante todo o episódio e com momentos cheios de humor. No fim,
quem vence é o amor e eu achei isso uma das mensagens mais importantes que a
série pode contar.
O episódio da season finale foi bom, mas não foi
excecional. Doctor e River casam-se, o que não achei surpreendente, na verdade,
acho que até já tinha sido mencionado antes. Porém, eu desatei a rir à
gargalhada quando vi o Churchill dizer “download”. Algo que não existia na época
dele! Algo de génio foi esclarecido. Quero dizer, a profecia “quando a
perguntar for feita, o silêncio irá cair. A pergunta que está escondida á
frente de todos”, foi genial! A pergunta é: Doctor quem?, ou seja, o nome da
série: Doctor Who? O silêncio, não
era a espécie que iria ser erradica, era o Doctor que iria morrer, porque se
ele deixar de existir, o silêncio é o dele. Toda a equipa de roteiristas está
de parabéns, deixaram esta profecia no ar a temporada toda e só foi desvendada
no final, de um jeito épico! Eu fiquei surpreendida, porque sempre que a
profecia era proferida, eu pensava qual era a pergunta e, afinal, estava
escondida mesmo à nossa frente! Fantástico! Fui surpreendida de uma maneira
absolutamente brilhante!
Nota da temporada: 7/10
27 de março de 2014
Opinião: Doctor Who - 5ª temporada
Doctor Who 5ª temporada
Eu ainda não superei a ida do 10th Doctor da série
(e muito menos a ida da Donna) mas esta temporada introduziu bastante bem o
11th Doctor. E, claro, há uma nova companheira. É uma Ruiva! Chama-se Amy Pond
e é uma personagem bastante jovial. Nalguns aspetos, faz-me lembrar de Rose
Tyler, então juntando estes dois fatores, ela está a tornar-se uma das minhas
personagens favoritas. O namorado/noivo/marido de Amy (sim, a storyline deles
desenvolve-se imenso numa só temporada!) é o Rory e eu também simpatizei
bastante com ele, especialmente nos últimos episódios.
No segundo episódio (The Beast Below) tornou-se um episódio bastante emocional para mim,
porque mostra que maltratar os animais não é a solução para nenhum dos nossos
problemas. Em adição, é a única criatura da sua espécie, lembrando-me que, tal
como o Doctor, está sozinho e só quer ajudar. Um episódio muito emocional,
volto a repetir.
Em Victory of
the Daleks, os inimigos (intemporais) do Doctor decidem fazer um upgrade
nas suas cores e viram arco-íris! Assim eu passo a amá-los, porque eles ficaram
tão fofinhos em branco, vermelho, amarelo… espera, eu já visto em qualquer lado…
Power Rangers! Só que os Daleks são a versão do Mal. Neste episódio também
conhecemos Churchill (importante figura na história da WW2). Afinal, ele e o
Doctor são uma espécie de BFFs. Genial.
The
Time of Angels e Flesh
e Stone são um episódio duplo. Vemos de novo River Song, de quem eu tinha
gostado bastante na 4ª temporada. Adorei revê-la, assim como os Weeping Angels
(isto soa melhor na minha cabeça do que escrito/falado), que estavam mais
assustadores ainda. Amy fica com um Angel no olho dela! Admito que agora fico
com dúvidas quando quero coçar o olho!
The
Vampires of Venice foi o episódio mais revoltante de
todos, mas no bom sentido. Pois bem, afinal não são vampiros, mas sim criaturas
aquáticas que têm uns dentes muito afiados. Foi uma desilusão para mim, já que
o título do episódio indicava que o Doctor iria lutar contra vampiros. Um
episódio que deixou o Rory assustadíssimo, mas com motivos para tal, já que Amy
quase se tornou uma daquelas criaturas estranhas.
Amy’s
Choice foi um episódio absolutamente frustrante. Foi tão
frustrante que eu pensei em saltar o episódio, mas depois não podia falar dele
aqui no review, então vi-o até ao fim. Então, no início eu sempre soube que a
realidade era a TARDIS, apesar de aquela estrela gélida não fazer qualquer
sentido. Mas ver Amy grávida do Rory, a viver num chalé, era ainda mais irreal,
então foi por exclusão de hipóteses. Porém, nem um sonho nem o outro eram
reais, mas ver o Rory morrer para nada foi absolutamente demais para mim!
Percebi a Amy naquele momento em que ela não queria viver num mundo onde o Rory
não existisse, mesmo que esse fosse o mundo real. Foi nesse momento que eu
passei a gostar do Rory, antes não lhe dava muita atenção, para mim, ele era um
terceiro membro da TARDIS, mas servia para empecilho nas aventuras da Amy e do
Doctor.
The
Hungry Earth e Cold
Blood foram bastante interessantes. Eles mostraram que podemos não ser os
únicos seres (que raciocinem) a povoar a Terra. Contudo, acho que não me
sentiria preparada para ver um ser verde a andar nas ruas. Provavelmente, iria
desmaiar ou desatar a correr e a gritar pelo Doctor para ele me dar uma
explicação decente. Porém, mostrou um lado mais inteligente e altruísta de que
a Humanidade atual é capaz de ter. Eles só queriam um pedaço de terra, até
ficariam com os desertos! Se por um lado não conseguia vê-los a caminhar entre
nós, também acho que é o direito deles a terem um pedaço de terra. Dêem-lhes as
zonas que não habitamos, deixem-nos explorar essas áreas! Afinal, se são
impossíveis de habitar e eles podem criar uma comunidade lá, então, por que
não?
Em Vincent and
the Doctor conhecemos o grande artista Van Gogh. Ele e Amy seriam tão
ruivos juntos! (Por favor, entendam: eu também sou ruiva, então são muitos
momentos fangirl.) Eu nem sei por onde começar para descrever o quanto
maravilhoso foi este episódio. A parte final em que Vincent ouve os maiores
elogios vindos de alguém do futuro mexeu com as minhas emoções, porque o pior
de tudo é que ele não foi o único artista a ser menosprezado enquanto vivia, e
depois quando faleceu, foi valorizado por todos. A criatura que Vincent via e
todos os outros não, era cega e provavelmente tinha vindo da racha do tempo e
espaço. Tive imensa pequena do animalzinho, porque ele só estava assustado e
não via nada. Contudo, tive ainda mais pena quando o Vincent escreveu o nome da
Amy na jarra de girassóis. Foi uma pena ter falecido tão cedo. Artisticamente
falando, ele é um dos meus pintores favoritos, pelas novas técnicas que
incorporou nos seus quadros.
Se a temporada foi no geral boa, os dois episódios
de season finale, The Pandorica Opens
e The Big Bang, foram uma desilusão
para mim. Eu, que estou habituada a enormes season finales, cheias de lágrimas
e dores no coração, emocionantes e cheias de novas storylines, esta foi uma
desilusão. Em primeiro lugar, tenho duas teorias, mas ambas chegam a meio e
perdem o sentido, causando-me uma enorme dor de cabeça. Adorei ver Rory de
volta (ele tinha ficado com os seres verdes no episódio Cold Blood), assim como
a River Song e a pequena Amy, mas os episódios em si não foram interessantes.
Eu estava à espera de algo incrivelmente estonteante e fui estupidamente enganada.
Não gostei muito desta season finale, mas tenho a certeza que a próxima
temporada trará muitas aventuras interessantes.
Nota da temporada: 8/10
21 de março de 2014
Opinião: Doctor Who - 4ª temporada
Doctor Who 4ª temporada
Se há algo que eu gosto em Doctor Who é a dose de
humor presente em todos os episódios, na medida certa. Catherine Tate trouxe
isso numa quantidade enorme e extremamente eficaz. David Tennant também teve a
melhor dose de humor de todas as temporadas.
Donna Noble (Catherine Tate) é a companheira do
Doctor nesta temporada. Ela já nos tinha sido apresentada num dos especais de
Natal, então vê-la de volta foi extraordinariamente fantástico. Donna é uma
personagem bastante carismática: com o seu “oi!”, pensamento rápido e reações
explosivas, ela é a “drama queen adorável” que o Doctor precisava. Para além
disso, ela também é extremamente compreensível o que, na TARDIS, já uma
estabilidade que o Doctor precisa para lidar com as várias atrocidades.
Nesta temporada, passámos por Pompeia. Foi, sem
dúvida, um dos melhores episódios, na minha opinião. Eles até gravaram em
Itália! Descobri isso através dos documentários do Doctor Who Confidential.
Vejam, se puderem. Muitos deles estão no Youtube, o que é fantástico, dá-nos
uma perspetiva da série que valoriza muito mais a equipa inteira do Doctor Who.
Donna é uma peça fundamental neste episódio, já que ela mostra ao Doctor que,
apesar de não ser possível mudar os acontecimentos históricos, pode-se salvar
algumas pessoas. Acho que foi bastante notável e frustrante ver o sofrimento da
Donna e do Doctor, cada um na sua perspetiva, sobre o que fazer.
Outro episódio marcante foi, claro, escrito por
Steven Moffat, em relação aos Vashta Nerada, ou Shadows (Sombras). Steven gosta
muito de brincar com os nossos medos de infância e, desta vez, foi o medo do
escuro. Afinal, há um motivo para termos medo do escuro: existem Sombras nelas.
Elas são carnívoras e o pior de tudo é que são um inimigo que não conseguimos
ver imediatamente e tocar, porque se tocarmos nas Sombras, morremos. Neste
episódio, conhecemos River Song que parece que faz parte do futuro do Doctor.
Pessoalmente, adorei-a. Destemida e gentil seriam duas palavras que eu usaria
para a descrever neste episódio. Espero vê-la no futuro.
A series finale desta temporada foi bastante
angustiante, já que eu sabia (foi a Ophelia que me contou) que esta seria a
última temporada em que o David Tennant estaria. Então, o episódio em que a
Donna é forçada a alterar o seu passado foi bastante frustrante. Felizmente,
apareceu a Rose Tyler e resolveu a situação. Depois temos os Daleks. Como
sempre, eles foram os vilões dos episódios e eu não gostei disso, já que sabia
que o Doctor ia morrer. Quando um dos Daleks tentou exterminá-lo, o meu coração
parou (acho que metaforicamente falando, mas não tenho a certeza), para além de
ter ficado cheia de lágrimas nos olhos por a Rose se ter encontrado finalmente
com o Doctor. Captain Jack, Martha Jones e Sarah Jane Smith também estrelaram
nestes episódios, mas no fim, foi Donna quem salvou a Humanidade e isso
custou-lhe todas as memórias que ela tinha com o Doctor. Extremamente triste
ver uma personagem tão afável como ela ir embora da série daquela maneira. O
meu coração partiu-se em mil pedacinhos, de novo. Contudo, Rose Tyler ficou com
o Doctor. Quero dizer, não é o Doctor Original, digamos que é uma cópia do
Doctor, com só um coração, ou seja, humano. Ele aconteceu porque Donna libertou
o espírito regenerador que o Doctor tinha armazenado. Se não compreenderam, não
se preocupem, Doctor Who é um monte de wibbly wobbly timmey winney de coisas
incompreensíveis.
Mas se a series finale foi triste, então os dois
episódios de The End of Time foram uma choradeira pegada. Eu não estou a
brincar. Os Senhores do Tempo de Gallifrey dão o ar da sua graça, assim como o
Mestre. Porém, este em comparação com os mauzões de Gallifrey é um gatinho de
cinco meses. Rebelde, mas não mortífero. O avô de Donna aparece como um dos
protagonistas dos episódios, o que para mim é ótimo, porque eu adorei-o desde
que ele tinha aparecido num dos especiais de Natal. Para o Doctor, ele é uma
inspiração. O próprio Doctor admite que gostaria que ele fosse o seu pai. Acho
que o avô da Donna é uma personagem cheia de personalidade e cheia de amor para
dar. O desejo de manter o Doctor a salvo é o que todos nós desejamos. Adorei
vê-lo como uma das personagens principais.
Para finalizar, é nestes episódios que nos podemos
despedir de David Tennant, já que o Doctor tem que regenerar porque, para
salvar o avô da Donna, ele teve que levar com uma extrema carga elétrica. Vou
admitir, eu chorei imenso. A parte final é devastadora para qualquer fã do
Doctor, uma vez que ele se vai despedir de todas as personagens e ainda volta
para o passado, para o tempo em que Rose Tyler ainda não o tinha conhecido. Por
fim, vemo-lo a ser regenerado e a ir de viagem para algum lugar.
Vou sentir saudades do David como Doctor e da
Catherine como Donna. Para última temporada do David, não poderia ter sido
melhor. Eu gostei muito da 2ª temporada, mas esta foi cheia de humor e momentos
fantásticos. Donna é uma excelente personagem e gostaria de a ver por mais um
bilião de temporadas. David é também um ator fantástico e vou ter saudades do
Doctor a dizer “allons-y!” e “brilliant!”.
Nota da temporada: 9/10
16 de março de 2014
Opinião: Doctor Who - 3ª temporada
Doctor Who – 3ª temporada
Pessoalmente, não gostei muito desta temporada. A
prestação dos atores foi ótima, a personagem Martha Jones bastante cativante,
os roteiros estavam fantásticos mas, de
alguma forma, Rose Tyler estava sempre na minha mente e as menções a ela nesta
temporada não ajudaram muito ao meu luto por esta personagem. É como se Doctor
Who sem Rose é o Doctor sem a sua TARDIS.
Houve episódios bastante interessantes. Mais uma
vez, Moffat dá o ar da sua graça em Blink, assustando-nos tremendamente. A
partir de agora, não vou conseguir entrar numa exposição de escultura. Os
Weeping Angels são demoníacos, psicopatas, segundo o Doctor. O que eu adorei
também neste episódio foi a Sally Sparrow. Eu faria precisamente os mesmos
passos que ela, por incrível que pareça. Inteligente e de raciocínio rápido,
ela consegue levar de volta a TARDIS ao Doctor e acaba por sair ilesa das
estátuas demoníacas.
Os últimos episódios desta temporada foram tão magníficos
que nem há palavras para descrever a minha emoção. Chorei várias vezes, mas o
mais incrível foi quando descobrimos que havia outro Senhor do Tempo. Este não
sabia quem ele era porque tinha usado um relógio que guarda as memórias. Assim,
ele sabia apenas que era um humano com gosto para a Ciência. Contudo, este não
é um Doctor (ou Mestre, como gosta de ser chamado) bom, pelo contrário, ele é
um Mestre enlouquecido, talvez pelo tempo que tenha. O Doctor tenta salvá-lo,
perdoando-o, mas tal é impossível; o Mestre não tem salvação. E, no fim de
contas, quem acaba por matá-lo foi a esposa dele, que passou todo aquele tempo
ao seu lado. O nosso Doctor não planeava matá-lo, mas sim salvá-lo, e isso é
algo heroico. Fez-nos amá-lo ainda mais e tenho que admitir que quando o Mestre
morreu, não era só o Doctor que estava a chorar, eu também. Foram também
episódios bastante cruéis, especialmente quando a família de Martha foi levada
para “interrogatório” e o Mestre envelheceu o Doctor séculos. Eu chorei imenso
quando vi o Doctor enjaulado numa gaiola, pequeno e com olhos de cachorro
abandonado. Foi imensamente doloroso vê-lo naquele estado.
Nestes episódios, quem deu o ar da sua graça foi o
Captain Jack. Ele, que não tinha aparecido na segunda temporada, foi como se
ele nunca se tivesse ido embora. O seu charme habitual, a flertar cada vez que
dizia “Oi” e o Doctor a pará-lo logo, dizendo “Para com isso”, foram uma lufada
de ar fresco que estava a precisar, porque o Jack sempre adorou Rose, então ele
é um elo de ligação á nossa Rose Tyler. A revelação final que ele fez (sem
saber que o fez, porque o tempo é uma monte de wibbly wobbly timmey wimey
stuff) foi que o Rosto de Boe era ele. A personagem (rosto??) que teve destaque
também nesta temporada é, afinal, o Captain Jack Harness daqui a muitos mil
milhões de anos.
Existem outros episódios dos quais eu gostei
bastante, como por exemplo o episódio em que conhecemos o Shakespeare. Neste
episódio, o palco tem poder e as bruxas (eu sei que elas têm um nome
específico, mas não deixam de ser bruxas aos meus olhos) aproveitam-se disso.
Os “Judoon Platoon upon the Moon” também foi importante, porque nos introduziu
Martha Jones mas, para além disso, não achei o episódio um dos melhores.
O episódio em que um homem de 76 anos rejuvenesce foi
bastante interessante e mostrou que Martha Jones é bastante inteligente e
confiam a 200% no Doctor. Porém, esse não foi o ponto alto do episódio, mas sim
Mark Gatiss loiro! Para quem vê o Sherlock (e já conhece bastante bem o Doctor
Who) reconhece este nome e cara em qualquer lado, então, quando o vi loiro,
desatei a rir. É tão estranho vê-lo loiro! Uma ótima e assustadora prestação do
escritor e ator.
Outro episódio bastante aterrador (na verdade, foram
dois) foi quando o Doctor teve que colocar as suas memórias de Senhor do Tempo
no relógio de bolso e tornar-se no humano John Smith. Este acaba por
apaixonar-se e o relógio desaparece nas mãos de um rapaz da escola. Para além
de aterrador, também foi extremamente enervante, porque John Smith não queria
tornar-se no Doctor! Eu entendo, ele estava a apaixonar-se pela enfermeira, mas
a Humanidade precisava dele! Por fim, ele fez o jogo do bluff, e entregou o
relógio aos inimigos… mas vazio. Foi tudo uma encenação do Doctor/Smith, que
foi corajoso o bastante para voltar a ser o Senhor do Tempo.
Para finalizar, Martha Jones saiu da série. Ela
decidiu que cuidar da família é agora a sua prioridade. Fiquei com uma lágrima
no olho porque afeiçoei-me à personagem. Ela não substitui a Rose Tyler, mas é
bastante inteligente e perspicaz. O seu discurso foi fantástico e senti o meu
coração partir-se um pouco quando o Doctor ficou com aquele olhar de cachorro
abandonado (de novo). Martha Jones, apesar de não ser a Rose Tyler, a TARDIS
irá sempre adorá-la.
Nota da temporada: 8/10
9 de março de 2014
Opinião: Doctor Who - 2ª temporada
Doctor Who – 2ª temporada
Esta temporada foi… indescritível.
Primeiro, devo de dizer que David Tennant é muito
bom ator! Eu às vezes fazia aquele treino de pensar como é que o nono Doctor
faria tal coisa (gestos, palavras, entoação, maneira de resolver problemas) e
depois via que não há diferença, em relação ao ator. Depois, o décimo Doctor
cativou-me de uma maneira estonteante. No início estava um pouco receosa, mas
logo no segundo episódio isso passou.
Em segundo lugar, tenho que dizer que esta temporada
colocou-me um trauma de infância (e atenção que eu já não sou criança) e
partiu-me o coração em mil pedacinhos pequeninos. Nunca nenhuma série me tinha
feito isto antes, mas, antes de chegar á parte em que ela me partiu o coração,
vamos dizer que o episódio The Girl in
the Fireplace, escrito por Steven Moffat é o meu episódio favorito, mas
também aquele que me colocou um trauma de infância. Existem umas máquinas que
querem o cérebro de Reinette, e a primeira delas aparece logo debaixo da cama
da coitada! Todas as noites, olho para debaixo da minha cama, para ter a
certeza que não está lá nada, porque sei que não haverá nenhum Doctor para me
salvar a vida.
Esta temporada introduziu-nos outro vilão (na
primeira temporada foram os Dalek): os Cybermen. Eu tenho que dizer que tenho
mais medo dos Cybermen do que dos Dalek, apesar de saber que estes últimos são
quase imortais. Para além disso, eles são terrivelmente irritantes! Há algo
neles que me provoca uma inquietação, talvez por eu não ser fã de sci-fi,
especialmente robótica. Eu odeio robots (a não ser o de cozinha, que rala muito
bem a cenoura) e por esse motivo é que não consegui simpatizar-me com os
Cybermen. Para além disso, jamais irei usar um auricular de telemóvel no
ouvido!
Os dois últimos episódios foram bastante chocantes.
Primeiro de tudo, ficámos a descobrir melhor os mistérios de Torchwood e tenho
que dizer que adorei a chefe deste Instituto! Carismática, sem brincadeiras e
destemida. Contudo, não foi essa a surpresa deste duplo episódio, mas sim o
facto de Rose ter ido para o mundo paralelo. Os Cybermen foram descobertos
quando, acidentalmente, a TARDIS entrou num mundo paralelo, onde o pai de Rose
estava vivo. No último episódio, o Doctor e Pete tentam a todo o custo levá-la
para um mundo onde ela estará a salvo dos Cybermen e dos Daleks. Esse mundo, é
o mundo paralelo, para onde Jackie (a mãe de Rose) também foi. Foi angustiante
vê-la a bater contra a parede, a implorar para voltar e chamar pelo Doctor. No
final, Doctor consegue encontrar-se com ela numa praia na Noruega, cuja
tradução é Baía Bad Wolf (estas duas últimas palavras perseguem-nos ao longo
das viagens). Mas, para piorar a situação, o Doctor não tem tempo para lhe
dizer que a ama. Portanto, o Doctor estava a chorar, Rose estava a chorar, eu
estava a chorar. Não foi bonito de se ver e deixou-me profundamente triste.
Nunca pensei que uma série fosse capaz de me partir o coração, mas afinal é
possível, sim!
O que mais me entristece é que, como Rose está no
mundo paralelo, e o Doctor não pode viajar para mundos paralelos, somos capazes
de não voltar a vê-la.
Nota da temporada: 10/10
Agora vou ver a 3ª temporada, mas um pouco (muito)
triste.
23 de fevereiro de 2014
Opinião: Doctor Who (2005) - 1ª temporada
Doctor Who 1ª temporada
Tenho que começar por dizer que não sou fã de sci-fi, mas como a Ophelia (fazemos
umas quantas fanfics juntas) nunca parava de falar da série, eu fui ver. Tenho
que dizer que os primeiros episódios custaram-me ver, mas lá mais para o fim,
eu até já estava viciada.
O Doctor (Who?) é um Time Lord, um Viajante do
Tempo. Ele viaja através do tempo e do espaço na sua cabine da polícia para
todo o lado, resolvendo mistérios, crimes e impedindo que a Humanidade seja
destruída.
O caso mais interessante e marcante, na minha
opinião, foi os do Slitheen. Eles são uns extraterrestres verdes gigantes que
se colocam dentro das pessoas, como se elas fossem apenas uma peça de
vestuário. O que os identifica é que eles têm excesso de flatulência quando
estão na pele dos humanos. São cruéis (uma vez que querem destruir o planeta e
a acabar com a raça humana) mas num dos episódios finais vemos que todos têm a
possibilidade de um novo recomeço. É isso que eu gosto em Doctor Who: apesar de serem vilões, vemos sempre algum tipo de
humanidade de maneira que podemos entender os dois lados da história.
O que eu também gostei bastante foi do Captain Jack.
Peço imensa desculpa ás outras personagens, mas o Captain é a personagem mais
comicamente estilosa que existe. É cativante e tem charme. Ele completa o triângulo
Doctor-Rose-Captain Jack. Doctor Who
sem ele teria muito menos graça.
Depois temos a Rose. Ela é a personagem principal
feminina da série. Destemida e engraçada, ela traz vida ao Doctor. Admiro
imenso a sua coragem e determinação, especialmente nos últimos episódios,
quando o Doctor a afasta da Batalha do Tempo.
Para finalizar, queria recomendar esta série porque
apesar de ser sci-fi, não é cansativa
e vemos que há sempre alguma ponta de realismo. Por exemplo, no jogo The Weakest Link
o
apresentador pode tornar-se uma máquina. Porque não?! É claro, ninguém gostaria
de ser exterminado por uma máquina num jogo de perguntas e respostas, mas é claro
que a realidade de Doctor Who pode
ser adaptada para os nossos dias. Dou um século até que o apresentador seja uma
máquina. Vejam, é uma série que vos vai cativar.
Nota da temporada: 9/10
E agora, vou ver a 2ª temporada!
5 de janeiro de 2014
Opinião: Sherlock 3X01 - The Empty Hearse
3X01 - The Empty Hearse
Sherlock voltou!
Quem não tinha saudades do Sherlock? Eu tinha, sem
dúvida alguma! Comecei a ver a série quando já tinha acabado a segunda
temporada, de maneira que não tive que esperar tanto tempo como todos os fãs.
Quanto ao episódio em si, eu tenho que dizer: adorei
a banda sonora! Yolanda com Johnlock em câmera lenta? AMEI! Para além disso,
adorei a introdução da nova personagem: Mary. Ela é uma daquelas personagens
femininas com a qual nos podemos identificar logo no primeiro momento. Adorei o
facto de ela não ser daquelas personagens cómicas que perdem a credibilidade e
de ela não ter um surto quando viu o Sherlock, atirar-se para os braços dele e
dizer “sou uma grande fã!” e esquecer-se do John. Não, ela fez precisamente o
contrário e deixou os dois “conversarem”, sendo portanto um pilar importante
para a sanidade do John mas não se intrometendo entre os dois. Para além disso,
ela tem cérebro. Ou seja, quando recebeu aquele SMS estranho, recorreu imediatamente
ao Sherlock. Ela não é ignorante, sabe que o Sherlock é a única pessoa que pode
salvar o John.
Mrs. Hudson! Adorei-a! Eu tenho que confessar que
quando a vi, é que percebi que realmente tinha sentido imensas saudades dela.
Eu tinha sentido muito a falta do Sherlock, em geral, mas Mrs. Hudson é tão
amável e divertida ao mesmo tempo que é impossível não gostar dela. Eu adorei
vê-la quase a partir a loiça toda! E com a frigideira quando o Sherlock lhe
apareceu à frente? Lindo!
As várias teorias que os fãs tinham criado
apareceram no episódio, o que eu achei super fofo da parte dos escritores e
produtores. Mostra que o fandom nunca foi nem nunca será esquecido. De todos, o
que eu achei mais engraçado foi a hipótese de que Sherlock forjou a sua morte
para ficar com Moriarty. Contudo, logo no início, aquele beijo com a Molly foi
de tirar o fôlego por causa da surpresa! Porém, outra teoria completamente
plausível.
Uma curiosidade foram os pais de Sherlock. Ou
deverei dizer os pais de Benedict Cumberbatch? Sim, os pais do Sherlock também
são os pais do ator! E Mary é na verdade a esposa de Martin Freeman. Eu adoro
quando as séries começam a ficar um “family business”!
Por falar em família, Mycroft apareceu várias vezes
e ainda bem! Eu adoro vê-lo atuar e no fundo, é a única referência que temos da
família do Sherlock. Neste episódio, ele também mostrou que é (quase) tão inteligente
como o irmão, o que foi ótimo.
O caso em si era sobre um ataque terrorista que iria
acontecer no metro. O que, em Londres, deve de ser uma ameaça diária, já que a
cidade está sempre no radar das atividades terroristas. Não é novidade para
ninguém. Contudo, a quantidade de explosivos que existia, isso sim é que foi
uma novidade! Mas, Sherlock sendo Sherlock, é claro que nos deixou numa enorme
ansiedade sobre se a bomba tinha explodido ou não. Então ele dá aquela
gargalhada que não se percebe de ele está a rir ou a chorar. E então John faz
uma careta e vemos a cara do Sherlock e os meus pensamentos vão: “então e a
bomba? Quando é que explode?” É claro que não explodiu, existe sempre um botão
que permite desligar a bomba, caso algo corra mal. Sherlock, fazer bluff numa situação tão séria não foi
divertido!
Para terminar o review:
1 – o namorado de Molly. Sim, sim, claro, nós vimos
bem como é que tu “seguiste em frente”. Vou fazer como o Sherlock, o John e o
Lestrade: não vou comentar nada.
2 – aquele abraço entre o Sherlock e o Lestrade
fez-me shippá-los ao mais alto nível. Eu também tinha saudades do Detetive e da
sua frustração em relação à genialidade do Sherlock (que é como todos nós nos
sentimos quando ele fala e nós não percebemos o raciocínio dele).
3 – John e o seu bigodinho foi… memorável. Ainda bem
que ele tirou, porque parecia ter mais 20 anos do que tem.
O que acharam do regresso da série? Eu acho que foi
excecional!
Nota:10/10
27 de fevereiro de 2013
The Originals: as personagens
Klaus vai voltar a nova Orleães quando descobre que
estão a planear matá-lo. É aí que descobrimos que ele foi um dos fundadores da
cidade e conhecemos Marcel.
Rebekah e Elijah também estão de volta. Quanto a
Rebekah, não sabemos os seus motivos, mas quanto a Elijah, ele vai ficar do
lado dos inimigos de Klaus para colocar o irmão na linha. Alguém quer voltar a
dormir uma sesta num caixão com uma adaga no coração (até rimei).
Hayley, a lobisomem amiga de Tyler, também estará em
Nova Orleães. A cidade tem informações sobre os seus pais.
Agora vamos para as novas personagens.
Marcel é o protegido de Klaus. Quando este chega à
cidade, fica a descobrir que ele está a cargo de todos os assuntos
sobrenaturais. Diz-se que é um vampiro carismático, selvagem e potencialmente
perigoso. Alguém com medo desta nova personagem?
De seguida temos as bruxas: Sophie ficou sem
poderes, tal como Bonnie, e está a tentar recuperá-los. Já Davina, é uma bruxa
que é protegida devido aos seus poderes perigosos. Porém, não consegue deixar
de ser atraída para a rede sobrenatural de Nova Orleães.
E por fim, temos a única humana até agora escalada.
Chama-se Camille e não tem nenhuma ideia de que seres sobrenaturais existem.
Estuda Psicologia e devido ao seu curso, vai encontrar a natureza do Mal. Uma
psicóloga para Klaus? Algo me diz que ela vai atingir o coração do híbrido.
O spin-off The Originals vai estrear no dia 25 de
Abril, em lugar da série mãe, The Vampire Diaries. O número de episódios ainda
não foi revelado, mas os ensaios para a série já começaram.
Vejam a primeira parte desta notícia aqui
13 de fevereiro de 2013
The Vampire Diaries e o seu spin-off The Originals: resumo dos últimos dias
Wow. Para tudo! Preciso de um momento para respirar
e absorver toda a informação.
Primeiro de tudo: foi-nos dada a informação de que
haverá um spin-off de Vampire Diaries, chamado The Originals. Para quem não
sabe o que é um spin-off, aqui vai uma explicação, que até a minha mãe compreende:
imaginem TVD como uma árvore; um spin-off é um ramo dessa árvore.
Segundo ponto: a série começará a ser exibida no dia
25 de abril. O que é ótimo, já que significa que a série será de verão! Mas quantos
episódios terá?
Terceiro: quem são as personagens/atores? Joseph
Morgan foi, claro, o primeiro a ser confirmado, seguido de Phoebe Tonkin
(Hayley em TVD, Faye em TSC, Cleo em H2O) e de Daniel Gillies pouco depois
(somos muito sortudas, porque vamos poder vê-lo no spin-off e na série
canadense, Saving Hope).
Agora vem a questão: quem mais? Sabemos que Klaus
tem um protégé. Charles Michael Davis foi o nome que apareceu. Vamos dizer, ele
é muito gato. De seguida, foram apresentadas as atrizes que vão interpretar
bruxas: Daniella Pineda e Danielle Campbell (que é muito parecida com a Vanessa
Hudgens). Há pouco tempo, foi anunciada a única humana até agora: Leah Pipes. É
só impressão minha, ou ela é extremamente parecida com Caroline?
E hoje mesmo, foi anunciado que Claire Holt foi
escalada para o spin-off. YAY! Quanto aos Originais, só faltam Kol e Finn e os
irmãos ficam de novo juntos (vamos ser sinceros, ninguém quer saber da Esther e
do Mikael, que só trazem mal aos irmãos).
Mas hoje também foi descoberta uma notícia
devastadora: Joseph Morgan não irá aparecer mais em TVD. Como assim? É muito
simples, as gravações de certeza que interferem umas nas outras, e já que TO
(The Originals) é passado em Nova Orleães e TVD em Mystic Falls (que é gravado
em Convington, Atlanta) e JoMo não é uma sobrenaturalidade que possa andar a
correr na sua velocidade híbrida, é óbvio que TVD ficará sem o bad-ass que nos
arrancou o coração assim que chegou à série na 2.ª temporada.
Isso significa que para os fãs de Klaroline, o sonho
acabou. Caroline de certeza que ficará em Mystic Falls, e Klaus irá para NO
(Nova Orleães). Com esta triste notícia, muitos fãs de Stebekah também começam
a pensar no mesmo. Estará o amor condenado para os irmãos Originais? Klaus sem
Caroline e Rebekah sem Stefan é muito triste.
O que quer isto tudo dizer? Os Originais já não
voltarão a aparecer em TVD? Quero dizer, desde o início da 3.ª temporada que
eles têm sido a razão para muitos fãs verem a série, que na minha opinião, está
gradualmente a auto destruir-se desde que Elena se tornou vampira e tornou-se
uma Katherine 2.0.
E quanto a Klaus? Ele é o maior bad-ass que Mystic
Falls tem no momento! Será substituído por Silas?
E por falar nele, quem é que ele vai ressuscitar?
Para quem tem Twitter, sabe que todos os dias, nas
últimas duas semanas, tem havido uma constante união entre os fãs de Kol, que
insistem em trazê-lo de volta. Será que Julie Plec irá atender a estas
Worldwide Trends todas que são as preces da #TeamKol e #NatesArmy?
Agora que a 5ª temporada de TVD foi confirmada, o
que será dela sem os Originais a abalarem as estruturas de Mystic Falls e do
seu grupo?
Perguntas, perguntas…
O protége de Klaus, Marcel (interpretado por Charles Michael Davis):
Daniella Pineda que irá interpretar a bruxa Sophie:
Danielle Campbell que irá interpretar a bruxa Davina:
Leah Pipes que irá interpretar a humana Camille:
Mais pormenores sobre as personagens brevemente.
Estão tão entusiasmada para TO!
14 de julho de 2012
Sugestão de série: Saving Hope
Há algum tempo que eu não ficava colada ao PC para ver uma série. Para além de TVD e TSC (que infelizmente acabou) não havia nenhuma série que realmente me prendesse.
Mas felizmente, existem muito bons roteiristas, produtores, atores, etc,... que fizeram um trabalho excelente com esta série (e continuam a fazer).
Basicamente, o chefe de cirurgia Dr. Charlie tem um acidente de carro a caminho do altar e entra em coma. Enquanto isso, ele vive uma experiência fora do corpo e anda a vaguear pelos corredores do hospital conhecendo pessoas que morreram, ou estão fora do corpo por motivos médicos (ex: paragem cardíaca). Drª. Alex, a sua noiva, também trabalha no hospital e vemos-la a lutar diariamente com o facto de o seu noivo estar em coma.
TVD fans, atenção - Daniel Gillies (Elijah) entra na série como Dr. Joel.
Smalville fans, atenção - Erica Durance (Lois Lane) entra na série como Drª. Alex
Uma série de verão sem dúvida para ver, mas preparem-se, porque as cirurgias são bastante... sangrentas.
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