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29 de abril de 2014
17 de janeiro de 2014
Opinião: Sherlock 3X02 - The Sign of Three
Sherlock 3X02 – The Sign of Three
Meu querido Sherlock,
Se um dia te casares, eu NÃO irei ao teu casamento.
Hahaha, só a brincar! Mas vamos admitir, casamento mais louco do que aquele
nunca vi (para além do Red Wedding, claro).
Eu nem sei por onde começar, porque o episódio
passou-se no casamento de Mary e John, mas mais de metade do episódio foi
focado nos casos em que John e Sherlock participaram. Os dois casos, que depois
acabaram por se intersetar, foi o homem fantasma e o homem invisível. Eu tenho
que confessar que, se o do homem invisível foi frustrante porque não se
resolvia, o mais divertido foi do homem fantasma, não só pelas testemunhas que
Sherlock encontrou, como também por John e Sherlock estavam bêbedos. A
despedida do John Haymich Watson durou duas horas, segundo a Mrs. Hudson!
E no meio do discurso alucinante do Sherlock, o
casamento ficou ainda mais único porque alguém ia ser assassinado! E, claro,
Sherlock propôs um jogo: “let’s play morder”, disse ele e naquele momento eu
fiquei arrepiada, já a Mrs. Hudson, ficou ofendida por ele estar a ser tão
inconveniente.
A vítima seria o antigo Comandante de John, porque
muitas das famílias responsabilizam-no por ele ter saído vivo de um ataque,
enquanto que todos os outros soldados que estavam com ele, não tiveram a mesma
sorte. Um motivo bastante interessante, devo dizer, para uma personagem que
apareceu em apenas um episódio mas que já tinha uma profundidade imensa porque
sabíamos o quão negro tinha sido o passado de John, então, pudemos induzir que
o passado desta personagem era igualmente negro.
Mary foi novamente divertida e calorosa! Eu acho
que, se eles na primeira e segunda temporadas eram uma dupla excelente, com
Mary virou um trio perfeito! Ela tem uma presença alegre, divertida, suave e ao
mesmo tempo intensa, com a sua personalidade bem formada. O que eu acho
bastante interessante neste personagem é que, ao contrário do que costuma
acontecer quando uma dupla passa a trio, é que ela não tenta separar o Sherlock
do Watson ou criar afinidades só com o Watson. Ela também se preocupa com o
Sherlock e incentiva-os a fazerem coisas juntos porque sabe que o Sherlock é
importante para o Watson e vice-versa. Esta dupla precisava de uma energia
feminina e cheia de vida, e é precisamente isso que Mary traz.
Mas, em breve irá virar um quarteto! Sherlock, para
grande frustração do John (que é médico), deduziu primeiro que ele que Mary
está grávida! O que para o fandom foi uma ótima notícia e eu creio que para o
trio também foi. Uma notícia inesperada, mas muito bem vinda!
E, para finalizar, o final do episódio foi
profundamente de partir o coração a qualquer um. Sherlock, no meio da pista de
dança, sozinho. Então ele olha para Janine (eu achei-a uma personagem bastante
engraçada), mas ela já está a dançar com outra pessoa. Então Sherlock vai
embora, com o seu sobretudo vestido, gola para cima para mostrar as suas maçãs
do rosto e fazendo-nos dizer: “Sherlock, eu danço contigo!”
Nota do episódio: 9/10
5 de janeiro de 2014
Opinião: Sherlock 3X01 - The Empty Hearse
3X01 - The Empty Hearse
Sherlock voltou!
Quem não tinha saudades do Sherlock? Eu tinha, sem
dúvida alguma! Comecei a ver a série quando já tinha acabado a segunda
temporada, de maneira que não tive que esperar tanto tempo como todos os fãs.
Quanto ao episódio em si, eu tenho que dizer: adorei
a banda sonora! Yolanda com Johnlock em câmera lenta? AMEI! Para além disso,
adorei a introdução da nova personagem: Mary. Ela é uma daquelas personagens
femininas com a qual nos podemos identificar logo no primeiro momento. Adorei o
facto de ela não ser daquelas personagens cómicas que perdem a credibilidade e
de ela não ter um surto quando viu o Sherlock, atirar-se para os braços dele e
dizer “sou uma grande fã!” e esquecer-se do John. Não, ela fez precisamente o
contrário e deixou os dois “conversarem”, sendo portanto um pilar importante
para a sanidade do John mas não se intrometendo entre os dois. Para além disso,
ela tem cérebro. Ou seja, quando recebeu aquele SMS estranho, recorreu imediatamente
ao Sherlock. Ela não é ignorante, sabe que o Sherlock é a única pessoa que pode
salvar o John.
Mrs. Hudson! Adorei-a! Eu tenho que confessar que
quando a vi, é que percebi que realmente tinha sentido imensas saudades dela.
Eu tinha sentido muito a falta do Sherlock, em geral, mas Mrs. Hudson é tão
amável e divertida ao mesmo tempo que é impossível não gostar dela. Eu adorei
vê-la quase a partir a loiça toda! E com a frigideira quando o Sherlock lhe
apareceu à frente? Lindo!
As várias teorias que os fãs tinham criado
apareceram no episódio, o que eu achei super fofo da parte dos escritores e
produtores. Mostra que o fandom nunca foi nem nunca será esquecido. De todos, o
que eu achei mais engraçado foi a hipótese de que Sherlock forjou a sua morte
para ficar com Moriarty. Contudo, logo no início, aquele beijo com a Molly foi
de tirar o fôlego por causa da surpresa! Porém, outra teoria completamente
plausível.
Uma curiosidade foram os pais de Sherlock. Ou
deverei dizer os pais de Benedict Cumberbatch? Sim, os pais do Sherlock também
são os pais do ator! E Mary é na verdade a esposa de Martin Freeman. Eu adoro
quando as séries começam a ficar um “family business”!
Por falar em família, Mycroft apareceu várias vezes
e ainda bem! Eu adoro vê-lo atuar e no fundo, é a única referência que temos da
família do Sherlock. Neste episódio, ele também mostrou que é (quase) tão inteligente
como o irmão, o que foi ótimo.
O caso em si era sobre um ataque terrorista que iria
acontecer no metro. O que, em Londres, deve de ser uma ameaça diária, já que a
cidade está sempre no radar das atividades terroristas. Não é novidade para
ninguém. Contudo, a quantidade de explosivos que existia, isso sim é que foi
uma novidade! Mas, Sherlock sendo Sherlock, é claro que nos deixou numa enorme
ansiedade sobre se a bomba tinha explodido ou não. Então ele dá aquela
gargalhada que não se percebe de ele está a rir ou a chorar. E então John faz
uma careta e vemos a cara do Sherlock e os meus pensamentos vão: “então e a
bomba? Quando é que explode?” É claro que não explodiu, existe sempre um botão
que permite desligar a bomba, caso algo corra mal. Sherlock, fazer bluff numa situação tão séria não foi
divertido!
Para terminar o review:
1 – o namorado de Molly. Sim, sim, claro, nós vimos
bem como é que tu “seguiste em frente”. Vou fazer como o Sherlock, o John e o
Lestrade: não vou comentar nada.
2 – aquele abraço entre o Sherlock e o Lestrade
fez-me shippá-los ao mais alto nível. Eu também tinha saudades do Detetive e da
sua frustração em relação à genialidade do Sherlock (que é como todos nós nos
sentimos quando ele fala e nós não percebemos o raciocínio dele).
3 – John e o seu bigodinho foi… memorável. Ainda bem
que ele tirou, porque parecia ter mais 20 anos do que tem.
O que acharam do regresso da série? Eu acho que foi
excecional!
Nota:10/10
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