31 de agosto de 2015

Opinião: Heir of Fire de Sarah J. Maas



Simplesmente uau

O terceiro livro. É incrível, especialmente sabendo que o quarto chega em Setembro e eu já o pré-encomendei.

Celaena – ela nunca irá parar de ser a minha Celaena, não interessa se os outros personagens a chamam por um nome diferente – cresceu tanto neste livro, depois da devastação que foi Crown of Midnight. Gostei de ver o seu crescimento neste livro e agora… temos a mesma idade! Quanto fantástico é isto? Existe uma altura em que começamos a ler YA e as personagens são mais velhas do que nós e depois… vem o tempo em que os personagens têm a mesma idade que nós. É tão fantástico!

Dorian… O meu pobre e doce príncipe Dorian também evoluiu muito neste livro. O seu amor (ou o que lá fosse) com Sorcha foi tão puro e natural que eu comecei realmente a torcer por eles. Mas não era para acontecer. É crucial dizer aqui que enquanto Dorian cresceu como personagem (ele era apenas um príncipe no primeiro livro mas agora ele age como um rei), não se pode dizer o mesmo de Chaol. Entendo o seu sacrifício mas até ao final do livro não sabia com que linhas ele se cozia. É assim tão difícil decidir?

O Rei… agora estou com muito medo dele, especialmente depois do que ele fez com o seu próprio filho. Vou estar muito triste quando ler o próximo livro porque eu saberei o que está a acontecer com Dorian e é tão injusto! Não toquem no meu bebé!

Agora… novos personagens! Temos Rowan, o treinador de Celaena que depois se torna muito mais do que isso. Ele parece um pouco rude no início mas depois percebemos que é o facto de ele ser imortal que o fez assim: ele já passou por muito.
Também temos Aedion e vamos mencionar o facto de que Celaena tem andado rodeada de rapazes muito lindos desde pequena. Ele é o seu protetor, amigo e cresceram juntos. O que faz dele irmão, protetor, possível rei, talvez. Vamos admitir: todos eles – Dorian, Chaol, Rowan e Aedion – são possíveis reis para uma rainha como Celaena.

Adorei absolutamente este livro; mal posso esperar para ler Queen of Shadows!

Opinião: The Great Gatsby de F. Scott Fitzgerald



Uma história linda com um fim trágico

A primeira vez que me encontrei com o nome do livro foi porque o Leo DiCaprio seria o protagonista. Vi o filme, apaixonei-me e desde então queria comprar o livro. A canção Young and Beautiful de Lana Del Rey esteve a perseguir-me o tempo todo em que estava a ler o livro o que fez tudo muito mais especial e cada vez que Gatsby aparecia eu imaginava DiCaprio e as cenas do filme eram revividas na minha mente.

O livro que comprei era pequeno (210 páginas) e só depois descobri que The Great Gatsby era na verdade 180 páginas e o resto era material extra sobre Scott (apesar de eu gostar de o chamar de Fitz, ainda estou a tentar perceber o porquê de ninguém o chamar assim, vou chamá-lo de Scott porque todos o conhecem assim). Li esse material extra e descobri que Scott escreveu um dos meus contos favoritos (na verdade vi o filme, não tinha ideia que era um conto): O Estranho Caso de Benjamin Button. Mesmo sem saber, Scott tem sido um dos meus escritores favoritos e eu nem sabia disso. É hora de dizer aquela palavra que começa por “m”.

Sobre Gatsby: nem tenho palavras para dizer como este livro é uma montanha russa. E quanto doloroso ele é. Ainda me lembro de ter visto o fim do filme e ter ficado em choque (DiCaprio gosta de morrer na água) mas o livro dói muito mais! No final, partimos sozinhos. Gatsby tinha aquela vida com um único objetivo: estar com Daisy; mas no final todas aquelas pessoas que amavam as suas festas não retribuiram a generosidade. Cruel.

Uma das minhas leituras favoritas este ano. De certeza que vou ler mais coisas de Scott. Afinal, ele escreveu tanto que eu não me vou queixar de não ter nada para ler. 

(Este é um review traduzido autorizado)

30 de agosto de 2015

Opinião: High-Rise de J.G. Ballard



Lento e entediante.

Para um psicólogo, este livro pode ser interessante. A história de Ballard também é interessante mas talvez pelo facto de ter nascido no fim do século tenho uma opinião diferente do mundo que nos rodeia e não consegui identificar-me com a história. Dito isto, não me vou focar tanto no enredo como tinha pensado quando inicei o livro. Era demasiado lento para ser interessante.

Existem duas maneiras de ler este livro: o arranha-céus como protagonista ou com os personagens como protagonistas. A maneira como o arranha-céus está construído é mais interessante porque mostra como as classes sociais trabalham: como uma pirâmide na Era Medieval. A introdução de Ned Beduman ajuda muito, especialmente se for lida antes e depois do livro.

Os comportamentos dos seus habitantes são o foco principal o que faz as coisas mexerem-se mas não esperem muita ação. Também não acredito que todos os humanos tornar-se-iam em seres egoístas, canibais e esquizofrénicos quando confrontados com tal situação. Também não é realístico. Pelo menos, já não é. Ainda acredito que existe algo de bom nas pessoas e o que aconteceu ali dentro foi a exceção, não a norma.

Definiria este livro como muito futurístico, uma visão de um possível apocalipse, ou uma visão antiga, não deste século. 

(Este é um review traduzido autorizado)

Opinião: Isla and The Happily Ever After de Stephanie Perkins



Estava à espera de mais. Mas estou de volta a Paris!

O ciclo termina: Anna, Lola e Isla – a trilogia perfeita – acaba com esta última. Antes de falar das coisas más, tenho que admitir que os crossovers de personagens que Stephanie Perkins faz de um livro para o outro são maravilhosos e fazem-nos chorar.

Agora vamos às coisas que eu não gostei neste livro: talvez tenha sido minha culpa mas eu cansei-me da Isla muito depressa – provavelmente porque este género de livros dura 3/4 dias mas devido ao facto de que estava a trabalhar as minhas horas de leitura foram dedicadas a… trabalhar. Não me estou a queixar, mas esta não é a primeira vez em que estou a ler um livro e a trabalhar (não ao mesmo tempo) e este género de cansaço nunca aconteceu. Então talvez tenha sido o tempo e a personagem.

Apercebi-me de imediato que algo de mau ia acontecer muito rapidamente porque a história começa ao contrário: na página 100 eles já estavam apaixonados e a namorar e ter o melhor tempo das suas vidas. Algo de mau ia acontecer e a maneira como foi, foi horrível e fez-me chorar. Mas a distância dos personagens depois disso foi entediante.

Isla é interessante na maneira que me fez lembrar de Anna e Josh fez-me lembrar de Cricket. Ela não é aquela personagem única como a Lola mas acredito que posso identificar-me com ela porque ela é uma adolescente no último ano e não sabe o que quer fazer a seguir – ir para a universidade, claro, mas que curso? Eu fui assim no meu último ano.

Josh é mais amigável que Cricket mas não fiquei caídinha por ele da maneira que aconteceu com St. Clair. Porque St. Clair é único. Mas ele tem este coração quente e é paciente e gosta de desenhar. Sério, ele é quase o namorado fictício perfeito.

Em conclusão, acredito que não apreciei este livro tanto como os outros mas isso não significa que não foi bom – foi mas não é o meu favorito. Acho que foi entediante, em comparação com os outros dois. De qualquer das formas vou sentir muita falta destes livros e mal posso esperar pelo próximo livro de Stephanie. Por favor, Stephanie, escreve!

(Este é um review traduzido autorizado)

28 de agosto de 2015

A maratona de Agents of S.H.I.E.L.D.



Sou uma fã da Marvel, mas não sou a sua fã N.º1. Não sei os nomes de todos os super-heróis mas gosto dos enredos e o facto de, de momento, estarem a causar uma grande revolução no mundo cinematográfico.
Mas, eu sou uma grande fã da Agent Carter. Foi ela que me fez ver S.H.I.E.L.D. The Avengers e Thor também. Eles são os responsáveis por eu ter começado a ver a série.

Então porquê esta série e não continuar a ver os filmes da Marvel? Bem, vamos apenas dizer que a série é única: conecta factos dos filmes e conecta o enredo com o que está a acontecer nos filmes. Não é apenas uma série: é uma peça num puzzle muito maior, o que faz dela uma série incrivelmente fantástica e divertida de se ver. Para além disso, tem as suas próprias personagens, enredo e ritmo. Pessoas que não vêm os livros não vão ficar no escuro.

Estou muito agradecida aos criadores. Cada episódio é como um mini-filme: começa, evolui e acaba. Contudo, os cliffhangers de “voltaremos dentro de momentos” é tão maravilhoso! É como ver um mini-filme cada semana. Bem, cada dia, pelo menos para mim. 

Vamos então para as personagens: no início, eles não colavam – a equipa estava a tentar construir as suas próprias raízes e conhecerem-se uns aos outros – mas a meio da primeira temporada as personagens já estão tão conectadas que cada reviravolta era dolorosa, não apenas de ver, mas também para eles.
Sim, cliffhangers, reviravoltas, corações a serem partidos. A série tem isso tudo.

Depois de duas semanas a ver Agents of S.H.I.E.L.D., posso admitir que não sei o que vou fazer agora, para além de pensar nestes maravilhosos, únicos, divertidos e complexos personagens. 

(Este é um review traduzido autorizado)

27 de agosto de 2015

Opinião: Crown of Midnight, de Sarah J. Maas



Nunca li um livro que tivesse tantas reviravoltas dentro das suas 400 páginas.

O cliffhanger de Throne of Glass foi promissor. Tenho que admitir que quase dormi em algumas partes pela falta de ritmo devido às descrições – por vezes, eram demasiado longas.

Celaena é corajosa neste livro, muito mais adulta do que no anterior. Chaol foi uma grande surpresa para mim: ele sabe o que quer mas a presença do seu pai neste livro abalou um pouco as coisas, mas não demasiado. Tal e qual como Roland. Aquele rapaz apareceu e 50 páginas depois já estava a ir embora. Estava à espera de mais vindo dele mas tenho a certeza que irei vê-lo nos próximos livros.

No início, estava com medo que Dorian fosse morrer! Até ao momento em que os seus poderes revelan-se e ajudaram Celaena. Agora que estou a escrever isto faz perfeito sentido: ele é gelo, ela é fogo. Oh, consigo ver uma música da Lana del Rey aqui.

O que aconteceu a Nehemia foi uma grande surpresa e o facto de a Rainha Elena estar de volta também: estou a mencioná-las ao mesmo tempo porque acredito que há uma semelhança entre elas. Irei sentir falta de Nehemia, irei mesmo. Contudo, foi possível ver que a sua morte foi um meio para o fim e Celaena foi para aquele lado negro dela apenas para voltar mais imperdoável e determinada do que nunca. Isso será bem necessário nos próximos livros, tenho a certeza disso.

O enredo foi convincente, envolvente e queria ter tido mais tempo para o livro do que realmente tive. Mas mesmo assim este livro fez muitas viagens de comboio, viagens de metro e viagens de autocarro comigo.
Heir of Fire já está na minha prateleira, pronto para ser lido.

(Este é um review traduzido autorizado)

26 de agosto de 2015

Opinião: A Court of Thorns and Roses de Sarah J. Maas



Não é dos meus favoritos

Sarah J. Maas é provavelmente a escritora de YA mais influente no mundo fantástico. Throne of Glass foi envolvente e cheio de força. Acredito que ainda estou muito conectada a Celaena e Feyre é tão diferente. Por exemplo, ela não é sarcástica e engraçada – ela está enterrada em problemas. A falta de empatia pela fada que matou foi de partir o coração. Não consegui encontrar uma forma de me conectar a ela.

Contudo, existem outros personagens: Tamlin, por exemplo. Ele é tão misterioso com aquela máscara e as profecias que revelam um final verdadeiro. A relação de ambos começa a evoluir o que leva a algo lindo e o meu coração doeu quando via a confiança dele nela e vice-versa.
Lucien, no início, era um vilão… mais ou menos. Não sabia onde é que ele se colocava mas no final ele mostrou quem verdadeiramente é.

Agora vamos falar dos verdadeiros vilões porque esses são absolutamente revoltantes. Não confiava em Rhysand mas ele começou a revelar-se e, apesar de permanecer um vilão, ele não é malvado como Amarantha. Ela é poderosa e traiçoeira, foi como ela conseguiu todo aquele poder. Ela tentou arruinar Tamlin e matar Feyre mas no final o amor verdadeiro venceu. O seu marco mostrou quem ela verdadeira é, e que aquele sorriso e todos os escravos são apenas uma parede que ela usa de forma a ter o que ela deseja e atrair fadas para o seu reino.

Em conclusão, gostei da história mas não me senti conectada com os personagens principais o que fez a leitura ligeiramente pesarosa, ao contrário de Throne of Glass. Ainda acho que o próximo livro (será lançado em Maio de 2016) será lindo e estou na esperança de que este tenha sido o começo de algo muito mais interessante.

(Este é um review traduzido autorizado)

25 de agosto de 2015

Opinião: The Raven Boys, de Maggie Stiefvater



Estava à espera de muito mais

Por vezes lemos um livro que muda as novas e outras vezes nós lemos e livro é isso – apenas leitura.

Stiefvater tem um estilo de escrita muito peculiar que é difícil de entrarmos – consegui entender isso e este é apenas o primeiro livro dela que estou a ler da sua autoria. Tenho que dizer que o livro não me transportou para o seu mundo; senti que estava apenas a ler páginas com muito detalhe e nenhuma ação. Li-o no meu Kindle então posso dizer que demonstrei o mínimo interesse quando já estava a 80% do livro. Isso não é um bom sinal.

Blue vem de uma família de psíquicas e os seus poderes funcionam como uma bateria para os poderes das outras pessoas. A sua habilidade é muito interessante e fiquei interessada nisso. Gansey também vai ser muito importante para a narrativa mas este livro não mostrou isso – apesar o início, em que mostra o futuro da saga muito claramente. As outras personagens também são interessantes, especialmente a família da Blue mas eu não acho que vamos vê-las de novo; os amigos de Gansey são misteriosos, com muitos problemas mas nós nem sabemos metade deles.

Vou ler o próximo livro? Sim, porque o final mostrou o final de um capítulo mas deu-me um sentimento de “já acabou?” Não tenho a certeza quando é que vou ler o próximo mas quero ver o que vai acontecer a Gansey e Blue.

24 de agosto de 2015

Opinião: City of Fallen Angels de Cassandra Clare



Cassandra Clare continua a surpreender com cliffhangers que podemos apenas ver na TV.

Tenho que admitir: não sou a fã N.º1 de Cassandra Clare e das suas sagas (The Mortal Instuments, ainda não li The Infernal Devices.) Contudo, continuo fascinada quando ela escreve aqueles cliffhangers que nos fazem esquecer de como respirar e fazem-nos querer ler o livro seguinte de imediato.
O quarto livro da saga começa em Nova Iorque. As novas personagens ganham mais tempo no livro, como Simon, Alec e Izzie. Gosto mais destes três do que de Jace. Na verdade, Jace nem é o meu personagem favorito. Gostei do facto de que a história é tão bem mantida pela autora que todas as personagens são essenciais para a narrativa. Absolutamente brilhante, continua assim Cassandra, estás a ir muito bem.
Gostei do livro? Sim. Quero ler o próximo? Sim. Não é a minha saga favorita mas gosto dos personagens e acredito que este livro foi um marco no que toca a personagens secundárias. Para além disso, o cliffhanger foi divino! Consigo imaginar a cena como uma season finale o que é maravilhoso.
Sobre as novas personagens: bem introduzidas, não houve pressa e apesar de não ter havido muito detalhe escrito sobre as suas personalidades, foi possível entendê-las de uma maneira que eu tenho a certeza que vou vê-las mais uma vez.

O enredo não evoluiu tanto como tinha evoluído no livro anterior mas eu gostei da maneira como as coisas estavam a acontecer, sem pressa. Bem escrito, com detalhe e simplicidade, fez a minha viagem para Londres bem confortável.

Também é possível ver que os personagens estão a evoluir as suas personalidades, não apenas a idade. Uma das razões por que eu gosto desta saga é o facto de dar oportunidade de certas personagens crescerem e moldarem a sua personalidade. Cassandra faz isso brilhantemente neste livro. Tenho apenas mais dois livros pela frente e espero conseguir acabar a saga ainda este ano.

(Este é um review traduzido autorizado)

21 de agosto de 2015

Opinião: The Night Manager de John le Carré



As burocracias das nossas vidas
John le Carré e conhecido pelos seus livros de espiões. Pessoalmente, não estava muito interessada no estilo até ouvir que a BBC ia fazer uma adaptação do livro numa mini-série de seis episódios. Peguei nele imediatamente porque eu sou o tipo de pessoa que gosta de ler os livros antes de ver as adaptações (e queixar-me sobre como o filme/série não capta a alma do livro.)

Seguimos Jonathan Pine, um manager noturno, que se voluntaria para espiar Roper, um homem muito poderoso com negócios obscuros que a polícia não consegue apanhar porque cada coisa que ele assina não é a sua assinatura. Jonathan encontra-se sempre com mulheres lindas, duas das quais têm mais ênfase: Sophie e Jed. Ambas são muito diferentes e muito similares. Sophie é uma mulher sábia e Jeb tem aquela chama que é impossível apagar.

A história é fervente, com momentos muito intensos que pensamos que não há volta a dar. Não há um único momento entediante mas torna-se bastante frustrante quando vemos as políticas e burocracias que fazem deste mundo tão selvagem. Os sarcasmos e ironias fazem-nos rir mas também reflete a sociedade em que vivemos – fez-me lembrar José Saramago porque também ele escreve com sarcasmo e ironia – e a conclusão é que na maior do tempo é ridícula. 

(Este é um review traduzido autorizado)

20 de agosto de 2015

Opinião: Lola and the Boy Next Door, de Stephanie Perkins



Stephanie Perkins faz-nos rir e nostálgicos mais uma vez

Estava ansiosa por ler outro livro de Stephanie Perkins. E tive a oportunidade de comprar este livro depois de uma desilusão (Moriarty de Anthony Horowitz). Precisava de um livro que me fizesse rir e deitar para trás o sofrimento que ele tinha criado.
Lola é uma personagem engraçada e invulgar, com muitas aventuras e um balanço terrífico entre os maravilhosos mundos em que ela vive. Ela fez-me rir e esquecer o livro anterior. Durante quatro dias eu estava a viver uma felicidade utópica.

Lola tem pais homossexuais – nada demais de acordo com ela e um grande estalo na cara de qualquer pessoa que acha que o casamento e adoção homossexuais são imorais. Eles são pais perfeitos: demasiado protetores, preocupados e verdadeiros; eu adorei-os. Adorei ainda mais o facto de eles fazerem tartes em casa e terem uma padaria. Por favor, quero trabalhar para eles.

Ela está a namorar esta estrela de rock chamado Max. Ele está entre a estrela de rock e o nerd. Eu ainda não sei como defini-lo por outras palavras para além de não confiável. Apesar de Lola gostar dele e falar sobre todas as coisas boas que ela vê nele, não me convenceu. Muito menos depois de ele insultar Lindsey.
Por outro lado, temos Cricket. Ele partiu o seu coração antes e não confiei nele logo no início apesar de ser óbvio que ele era o “rapaz da porta ao lado.” Contudo, ele começa a mostrar o seu lado fofo e atencioso e de repente eu quero que Lola e Cricket fiquem juntos. Awn.

Uma das coisas que eu mais gostei foram as cenas com St. Clair e Anna. Pensava que os tinha visto pela última vez em Anna and The French Kiss mas estava enganada (ainda bem). Quero ler o último livro da trilogia e voltar a apaixonar-me pelas personagens e pelo estilo de escrita lindo que me faz rir. 

(Este é um review traduzido autorizado)

19 de agosto de 2015

Opinião: Moriarty, de Anthony Horowitz



Tinha altas expectativas para este livro. Fiquei desapontada

House of Silk foi extraordinário. Não estava à espera de nada menos do que isso para Moriarty. Contudo, as minhas esperanças foram completamente destroçadas logo no início do livro – o narrador não é John Watson, mas um detetive qualquer americano que não conhece os métodos de Sherlock. Depois, é apresentado a um detetive da Scotland Yard (bem melhor do que o Lestrade) mas ele tem o complexo de Sherlock que é difícil explicar: ele segue os métodos de Holmes mas ele também quer ser o Holmes. Foi muito difícil criar afeto em relação a estes dois personagens. E já sabem o que acontece: quando não se gosta dos personagens, paramos de ler o livro.
Mas não parei por várias razões, uma delas foi o facto de eu ter gostado tanto de House of Silk que estava na expectativa que o enredo fosse levar a uma assustadora reviravolta. O que aconteceu, três capítulos antes do final. Não fiquei feliz com isso. O nome do livro é Moriarty mas ele não aparece até ao final, quando entendemos o que aconteceu e ainda temos algumas perguntas.
Não sei se isto é uma dulogia ou se há mais livros por publicar, mas se eles não forem narrados pelo John Watson, não irei lê-los.

18 de agosto de 2015

Opinião: Dragonfly in Amber, de Diana Gabaldon


Não é um livro de ação, mas um livro para pensar

No início do livro, não percebi o que estava a acontecer. Não sabia se isso era suposto acontecer ou se era do facto da escrita de Diana ser muito detalhada e, por vezes, confusa. O mesmo tinha acontecido com Outlander, então não fiquei particularmente preocupada com isso.
A história começa em 1968 e depois voltamos atrás no tempo, para o tempo em que Jamie ainda está vivo. É muito emocionante: eles estão a viver em Paris e somos apresentados às infinitas fofocas e escândalos que preenchem a Corte Francesa. Fez relembrar-me de Reign (série da CW) e de Scandal (série da ABC) em muitos aspetos.
Depois vamos para a Escócia e vemos as escolhas de Claire terem mais impacto no futuro do que ela pensava, então cada passo que ela dá é feito com muito cuidado.
O final é de partir o coração e agridoce: entendemos que escolhas tinham que ser feitas ou ambos morreriam. E nós não queremos isso.

Estou ansiosa para ler o próximo livro e ver a segunda temporada porque acredito que recriar duas atmosferas (Paris e Escócia) irá representar um desafio.

17 de agosto de 2015

Book Haul #2

Opinião: Anna and The French Kiss, de Stephanie Perkins


Um livro divertido e colorido, cheio de romance parisiense e amizades sólidas.

Nunca é fácil descrever um livro. Mas sou bastante afortunada por ter tido a possibilidade de ler este livro e descrevê-lo com palavras simples e verdadeiras, como as que escrevi aqui em cima. Anna é uma rapariga muito americana que não falar uma palavra de Francês. E para onde é que ela é enviada? Para França! A partir daí, já temos imensas coisas por onde trabalhar. Anna podia estar perfeitamente sozinha em Paris por 9 meses e nós adoraríamos as suas aventuras.

Porém, ela não se encontra sozinha: conhece imediatamente Meredith e através dela, St. Clair, o rapaz que vai estar ali ao seu lado, que a leva a descobrir Paris. O que começa como uma amizade envolve para algo mais. Observamos os eventos a tornarem-se cada vez mais complexos até que ambas as personagens decidem que já não aguentam mais. Foi bastante interessante ver isso.

O facto de também estar a aprender Francês ajudou-me a identificar-me com Anna, que não fala uma única palavra da língua do amor. Chocolat chaud – finalmente sei o que significa! Entre outras coisas, claro. Este livro fez-me querer ir visitar Paris mais do que nunca. Quero estar no Point Zéro e pedir um desejo. Quero encontrar um St. Clair para mim.

O humor nuca abandona este livro. É quase impossível não rir em público enquanto estamos a ler. Tive momentos fangirl, ri, bati palmas e proferi uma enormidade de “aaaaaawn” enquanto lia. Passei um dia inteiro a ler 200 páginas porque sabia que não conseguiria ir dormir sem saber o fim desta amorosa história. E quando acabou…tinha lágrimas nos meus olhos e abracei o livro porque ele fez-me sentir feliz e melancólica ao mesmo tempo. Este abraço foi para Stephanie, que fez um excelente trabalho com este livro. Queria poder abraçá-la, mas como não podia, abracei o seu livro. 

(Este é um

Opinião: Throne of Glass de Sarah J. Maas



Celaena é uma assassina com alma

Quando decidi ir conhecer a Sarah J. Maas, decidi comprar dois dos seus livros (o outro foi A Court of Thorn and Roses) e dediquei o meu fim-de-semana a ler de forma a ir ao evento com um pequeno sumário do seu trabalho. Este livro serviu perfeitamente esse propósito.
Celaena é convidada a lutar num torneio que se parece com The Hunger Games com a execeção do facto que os oponentes estão a ser assassinados por algo que se esconde nas trevas e ninguém sabe o que é. O perfeito estilo de escrita convida-nos a mergulhar nas aventuras de Celaena com atenção ao detalhe. A escrita é simples e fácil de compreender, como devia de ser: num mundo onde a magia permanece mas é abolida e os que a usam são sentenciados à morte, não existe forma de a escrita ser complexa e dar dores de cabeça com o excesso de vocabulário novo.

Os capítulos finais são de partir o coração: o duelo final só resulta em dor, ossos partidos e mortes – até de outros mundos. Normalmente, existe a necessidade de apressar estes eventos porque o livro está quase a acabar mas não senti isso aqui, o que eu acho que é extraordinário. Voando do ponto de vista de Celaena, para Chaol e para Dorian, as cenas finais foram muito bem escritas.

A mitologia é-nos introduzida com uns detalhes aqui e ali, o que dá oportunidade ao leitor de entender o que é mas sem mais explicações por parte dos personagens: eles fazem e nós entendemos o que aconteceu.

O próximo livro é Crown of Midnight e mal posso esperar para ver o que acontece a Celaena. 

(Este é um review traduzido autorizado)

O que significa "overseas"?

16 de agosto de 2015

Opinião: Where She Went, de Gayle Forman



Uma história promissora sem desenvolvimento.

Sabia desde o início que Gayle estava determinada a não dourar a pílula em momento algum e estava bem com isso: sabia que ambas as personagens tinham crescido separadas e que estavam muito diferentes.

Especialmente Adam, e acredito que foi por esse motivo que o livro foi narrado na sua perspetiva. Contudo, nunca que 260 páginas (se excluirmos as páginas extra) pudessem ser tão más que quando acabei o livro senti-me aliviada.

Ambas as personagens estavam diferentes e quando se encontram podemos ver que não são as mesmas, afinal de contas, já se passaram anos e eles não mantiveram o contacto. Estava tudo bem para mim se eles não tivessem ficado juntos. Porém, fiquei impaciente quando Adam se mostrou mimado porque Mia partiu o seu coração. Ele teve 3 anos para perdoar e esquecer. Segue em frente. Mas ele não fez isso e em vez disso teve o fantasma de Mia a segui-lo aonde ele fosse e isso acabou por destruir o restante que havia de bom. E então descobrimos que Mia afastou-o porque ele fê-la ficar. Foi a gota d’água. Eu não acredito que ela o odeia por a ter forçado a ficar. Pelo menos, não de acordo com a informação que está no primeiro livro. Adam foi uma das razões que fez Mia decidir viver, mas não foi o único. Na verdade, foi a música que fez conectar-se com o seu corpo, mas ela já tinha feito essa decisão bem antes.

Em conclusão, não gostei do modo de como as coisas aconteceram neste livro, acredito que If I Stay devia de estar sozinho porque Where She Went não traz nada de novo para a história, apenas traz confusão e frustração. 

(Este é um review traduzido autorizado)

Opinião: The House of Silk, de Anthony Horowitz


Este livro é o que qualquer fã de Sherlock Holmes está há espera: Anthony captura a essência da escrita de Conan Doyle, com um detalhe do século XXI, o que faz este livro mais fácil de compreender do que os contos escritos há séculos atrás.
O que me fez ler este livro foi o facto que Anthony escreve como se fosse Doyle. Isso capturou-me a atenção imediatamente porque pensei “será que isso é possível?”. Aparentemente, sim. Fiquei tão surpreendida que comecei a investigar como é o autor tinha feito. Ele pesquisou bastante sobre o período Vitoriano e até definiu 10 regras sobre a escrita e o enredo, o que eu achei bastante interessante (é possível ler sobre isso no final do livro – mas isso não significa que não se pode ler esta parte antes de terminar o livro.)

A história é bastante complexa, com maravilhosas reviravoltas e excelentes cliffhangers no final de cada capítulo que me fizeram continuar a ler o capítulo seguinte. Eventualmente, precisei de dormir, mas nunca conseguia fazer isso no fim de cada capítulo, então deixei os capítulos “inacabados” e continuava a ler no dia seguinte.
Uma história cativante que nunca é entediante, e o próximo livro, chamado Moriarty, de certeza que é melhor do que este. Estou ansiosa em lê-lo. 

14 de agosto de 2015

Os outros 10 livros de 2015

Prometi que quando acabasse de ler mais 10 livros, iria publicá-los aqui.
Pois aqui estão eles. Se não viste quais foram os 10 primeiros livros de 2015, agora é uma boa oportunidade de os veres aqui.

11 - Lola and the Boy Next Door de Stephanie Perkins

Apesar de não ter sido o que eu estava à espera, gostei muito!


12 - The Night Manager de John le Carré

Um livro que está a ser adaptado pela BBC, que o irá tornar numa mini-série de 6 episódios que conta com muitas estrelas do mundo televisivo e cinematográfico.


13 - Throne of Glass de Sarah J. Maas

Um livro de uma autora que eu tive a honra de conhecer! Muito boa esta saga.


14 - City of Fallen Angels de Cassandra Clare

Estou bastante dedicada em acabar esta saga, uma vez que terá data de estreia na ABC Family como série televisiva em janeiro.


15 - The Raven Boys de Maggie Stiefvater

Não gostei muito do primeiro livro. Não gosto do estilo de escrita.


16 - A Court of Thorns and Roses de Sarah J. Maas

Este é, sem dúvida, o ano em que coloco todos os livros de Sarah já publicados em dia.
Este livro é o primeiro livro da outra saga da autora. ACOTAR (como é chamado, devido ao título bastante extenso) é um reconto do conto da Bela e do Monstro.


17 - Crown of Midnight de Sarah J. Maas

O segundo livro, continuação de Throne of Glass.


18 - Isla and the Happily Ever After de Stephanie Perkins

Eh, não foi mau, mas não foi perfeito, ótimo, lindo e maravilhoso como foi o primeiro livro de trilogia.


19 - City of Lost Souls de Cassandra Clare

O penúltimo livro da saga Instrumentos Mortais. Já só me falta um!


20 - The Great Gatsby de F. Scott Fitzgerald

Livro lindo, maravilhoso e fico cada vez mais apaixonada pelo Fitz!



Tecnicamente já só me faltam 5 livros para acabar o meu Reading Challenge do Goodreads, o que é muito bom sinal! Contudo, estou a desviar-me bastante dos 25 livros que eu queria ler este ano, o que eu não considero um falhanço, muito pelo contrário: significa que este ano estou determinada em começar sagas em vez de começar novas. Eu gostaria muito de ler um pouco de ficção histórica e também de ler 1 livro em português, 1 em espanhol e ler mais um livro da lista que fiz no início do ano. 
Porém, não me arrependo das minhas escolhas que fiz, até porque tive a oportunidade de ler Sarah J. Maas e ela é uma escritora muito linda, bonita e os livros dela motivam-me a escrever.

Quando acabar o Reading Challenge, publicarei aqui os últimos 5.

Boas leituras!

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...