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2 de fevereiro de 2017

No mês de janeiro...

O primeiro mês de 2017 traz algumas novidades... menos filmes e mais séries.

Filmes:

Vi The DUFF, um filme que é repleto de clichés, mas não deixou de ser fofo.


Vi Manchester by the Sea, um filme tenso que não tem nada de alegre e honestamente, acho que não tem o potencial para um Óscar. Muitos dos personagens não foram devidamente desenvolvidos, mas Casey Affleck realmente faz um papel extraordinário.


Séries:

Já estou na sexta temporada de Gilmore Girls e tenho que admitir que está a ser cada vez mais difícil ver este lado não tão bom da Rory. Para além disso, Lorelai está a começar a irritar-me com o seu jeito de sempre evitar perguntas que na verdade só lhe dariam mais profundidade como personagem.


Estou na terceira temporada de Black Mirror, já vi o terceiro episódio e tenho que dizer que esta série toca em tudo o que há de errado na nossa sociedade.


Tenho The Flash em dia! Finalmente! Já estou a par de Killer Frost, do Flashpoint, mas não posso deixar de comentar acerca do papel de Tom Felton nesta temporada: as referências a Harry Potter estão a matar-me! Num mundo alternativo, Draco Malfoy afinal era um cientista!



Vi os primeiros episódios de Ouro Verde, a nova novela da TVI. Foram só os primeiros cinco, mas depois tive que a abandonar porque é muito difícil ver uma novela do início ao fim quando se trabalha e se estuda ao mesmo tempo. Se acompanhar uma série semanalmente já é difícil, acompanhar uma novela revela-se extremamente impossível.


Estou a acompanhar o Ministério do Tempo! A nova série da RTP é  sonho de qualquer fã de Doctor Who e de História. Para além disso, o facto de realmente focar na história de Portugal é algo inédito e que eu realmente gostei. A série terá, segundo li, quinze episódios, mas cada um deles traz algo de novo e é isso que eu gosto de ver nas séries!


Shadowhunters está de volta, com efeitos especiais muito melhores que na primeira temporada. O enredo é definitivamente diferente do livro (City of Ashes), mas creio que estão a levar alguns personagens a limites que nunca foram anteriormente vistos nos livros. Não que eu concorde com isso, mas acho que desde a primeira temporada ficou bem claro que a história seria diferente da dos livros.


Vi a quarta temporada de Sherlock, e tenho que dizer que esta temporada desiludiu-me redondamente. Nunca pensei que a série fosse tornar-se tão irrealista e tão pouco dedicada aos pequenos detalhes. Este último aspeto da série que fazia o efeito WOW em mim e desta vez esta temporada desleixou-me com isso.


Vi o primeiro episódio da segunda temporada de Jane the Virgin, já que estava disponível na Netflix em Portugal.


Livros:

Para a secção de livros, trago-vos apenas dois:

Sentir, de Cristina Ferreira, foi um livro muito leve e muito característico da apresentadora de televisão.


A Gathering of Shadows, de V.E.Schwab que, mais uma vez, surpreendeu-me. Considero que neste livro ela tomou mais atenção aos personagens do que ao enredo e gostei bastante de ver todos os personagens crescerem.

28 de agosto de 2015

A maratona de Agents of S.H.I.E.L.D.



Sou uma fã da Marvel, mas não sou a sua fã N.º1. Não sei os nomes de todos os super-heróis mas gosto dos enredos e o facto de, de momento, estarem a causar uma grande revolução no mundo cinematográfico.
Mas, eu sou uma grande fã da Agent Carter. Foi ela que me fez ver S.H.I.E.L.D. The Avengers e Thor também. Eles são os responsáveis por eu ter começado a ver a série.

Então porquê esta série e não continuar a ver os filmes da Marvel? Bem, vamos apenas dizer que a série é única: conecta factos dos filmes e conecta o enredo com o que está a acontecer nos filmes. Não é apenas uma série: é uma peça num puzzle muito maior, o que faz dela uma série incrivelmente fantástica e divertida de se ver. Para além disso, tem as suas próprias personagens, enredo e ritmo. Pessoas que não vêm os livros não vão ficar no escuro.

Estou muito agradecida aos criadores. Cada episódio é como um mini-filme: começa, evolui e acaba. Contudo, os cliffhangers de “voltaremos dentro de momentos” é tão maravilhoso! É como ver um mini-filme cada semana. Bem, cada dia, pelo menos para mim. 

Vamos então para as personagens: no início, eles não colavam – a equipa estava a tentar construir as suas próprias raízes e conhecerem-se uns aos outros – mas a meio da primeira temporada as personagens já estão tão conectadas que cada reviravolta era dolorosa, não apenas de ver, mas também para eles.
Sim, cliffhangers, reviravoltas, corações a serem partidos. A série tem isso tudo.

Depois de duas semanas a ver Agents of S.H.I.E.L.D., posso admitir que não sei o que vou fazer agora, para além de pensar nestes maravilhosos, únicos, divertidos e complexos personagens. 

(Este é um review traduzido autorizado)

2 de janeiro de 2015

Opinião: Torchwood - 4ª temporada




Depois de uma temporada tão boa, fenomenal, interessante e reveladora da Humanidade, chegámos a uma temporada da qual eu gosto de dize que resultou de uma “grande americanada”, e não no bom sentido.
A temporada conta com 10 episódios, todos eles cheios de armas, lutas e fugas… nos EUA. Eu gostava muito da minha querida Torchwood, situada em Cardiff, a lutar contra Weevils e a viajar através da racha do tempo. Quero esses bons tempos de volta, porque esta temporada foi uma grande deceção para mim.
Intitulada Miracle Day (O Dia do Milagre), esta temporada conta a história da Humanidade que se vê defronta com um grande problema do séc. XXI: e se de repente todos parassem de morrer? A população cresceria, todos viveriam para sempre. Até aí, tudo bem. O que acontece é que para isso, reverteram-se as leis do Universo e o único homem que agora pode morrer é Jack. Interessante, tenho que admitir, mas não quando ele se defronta com tantos sarilhos que podiam ser tão bem desperdiçados. Apenas mostraram o quanto a Humanidade é sujeita a coisas tão fúteis como morrer por envenenamento.
Depois temos a mitologia que leva Gwen, Jack e os dois novos membros da equipa Torchwood (americanos – sério, nunca virei tão patriota por uma nação que não é a minha): Rex e Esther (posso dizer que gostei bastante dos dois e não me importaria de os ter de volta) para Shangai e para Buenos Aires, porque estes são os dois pontos em que a tal racha que impede as pessoas de morrer começa e acaba. É partir daqui que toda a história vira uma grande americanada, com uma storyline muito mal explicada, que não faz sentido e, pior ainda, torna-se incompatível com a série mãe, Doctor Who. Até á terceira temporada, tudo se tinha mantido mais ou menos nos conformes, com as duas séries a andarem de par em par, mas agora tudo muda: Miracle Day não é referenciado nem uma única vez em Doctor Who, o que mostra que o facto de esta produção ter sido transatlântica esqueceu-se das suas verdadeiras origens – como as séries americanas costumam fazer com a sua grande Glória e orgulho americano – o resto do planeta não existe.
Sim, estou a criticar a produção, que recebeu uma injeção de tanto dinheiro que decidiu fazer uma mega produção, esquecendo-se que a base de Torchwood sempre foi em Cardiff – onde é que anda Cardiff nesta temporada? Pois, também me pergunto isso. Esqueceu-se de Doctor Who e do quanto as duas séries diferiam mas no produto final nunca se esqueciam uma da outra – uma grande falta de comunicação, eu chamaria.
Introduziram demasiadas personagens americanas para o meu gosto – o pequeno pode tornar-se grande, mantendo-se na sua dimensão pequena: perguntem à TARDIS. Para concluir, esta série que tinha muito que falar, tornou-se demasiado extensa e no final, não valeu a pena – a história perdeu todo o sentido que tinha.



Nota da temporada: 7/10

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...