28 de agosto de 2015

A maratona de Agents of S.H.I.E.L.D.



Sou uma fã da Marvel, mas não sou a sua fã N.º1. Não sei os nomes de todos os super-heróis mas gosto dos enredos e o facto de, de momento, estarem a causar uma grande revolução no mundo cinematográfico.
Mas, eu sou uma grande fã da Agent Carter. Foi ela que me fez ver S.H.I.E.L.D. The Avengers e Thor também. Eles são os responsáveis por eu ter começado a ver a série.

Então porquê esta série e não continuar a ver os filmes da Marvel? Bem, vamos apenas dizer que a série é única: conecta factos dos filmes e conecta o enredo com o que está a acontecer nos filmes. Não é apenas uma série: é uma peça num puzzle muito maior, o que faz dela uma série incrivelmente fantástica e divertida de se ver. Para além disso, tem as suas próprias personagens, enredo e ritmo. Pessoas que não vêm os livros não vão ficar no escuro.

Estou muito agradecida aos criadores. Cada episódio é como um mini-filme: começa, evolui e acaba. Contudo, os cliffhangers de “voltaremos dentro de momentos” é tão maravilhoso! É como ver um mini-filme cada semana. Bem, cada dia, pelo menos para mim. 

Vamos então para as personagens: no início, eles não colavam – a equipa estava a tentar construir as suas próprias raízes e conhecerem-se uns aos outros – mas a meio da primeira temporada as personagens já estão tão conectadas que cada reviravolta era dolorosa, não apenas de ver, mas também para eles.
Sim, cliffhangers, reviravoltas, corações a serem partidos. A série tem isso tudo.

Depois de duas semanas a ver Agents of S.H.I.E.L.D., posso admitir que não sei o que vou fazer agora, para além de pensar nestes maravilhosos, únicos, divertidos e complexos personagens. 

(Este é um review traduzido autorizado)

27 de agosto de 2015

Opinião: Crown of Midnight, de Sarah J. Maas



Nunca li um livro que tivesse tantas reviravoltas dentro das suas 400 páginas.

O cliffhanger de Throne of Glass foi promissor. Tenho que admitir que quase dormi em algumas partes pela falta de ritmo devido às descrições – por vezes, eram demasiado longas.

Celaena é corajosa neste livro, muito mais adulta do que no anterior. Chaol foi uma grande surpresa para mim: ele sabe o que quer mas a presença do seu pai neste livro abalou um pouco as coisas, mas não demasiado. Tal e qual como Roland. Aquele rapaz apareceu e 50 páginas depois já estava a ir embora. Estava à espera de mais vindo dele mas tenho a certeza que irei vê-lo nos próximos livros.

No início, estava com medo que Dorian fosse morrer! Até ao momento em que os seus poderes revelan-se e ajudaram Celaena. Agora que estou a escrever isto faz perfeito sentido: ele é gelo, ela é fogo. Oh, consigo ver uma música da Lana del Rey aqui.

O que aconteceu a Nehemia foi uma grande surpresa e o facto de a Rainha Elena estar de volta também: estou a mencioná-las ao mesmo tempo porque acredito que há uma semelhança entre elas. Irei sentir falta de Nehemia, irei mesmo. Contudo, foi possível ver que a sua morte foi um meio para o fim e Celaena foi para aquele lado negro dela apenas para voltar mais imperdoável e determinada do que nunca. Isso será bem necessário nos próximos livros, tenho a certeza disso.

O enredo foi convincente, envolvente e queria ter tido mais tempo para o livro do que realmente tive. Mas mesmo assim este livro fez muitas viagens de comboio, viagens de metro e viagens de autocarro comigo.
Heir of Fire já está na minha prateleira, pronto para ser lido.

(Este é um review traduzido autorizado)

26 de agosto de 2015

Opinião: A Court of Thorns and Roses de Sarah J. Maas



Não é dos meus favoritos

Sarah J. Maas é provavelmente a escritora de YA mais influente no mundo fantástico. Throne of Glass foi envolvente e cheio de força. Acredito que ainda estou muito conectada a Celaena e Feyre é tão diferente. Por exemplo, ela não é sarcástica e engraçada – ela está enterrada em problemas. A falta de empatia pela fada que matou foi de partir o coração. Não consegui encontrar uma forma de me conectar a ela.

Contudo, existem outros personagens: Tamlin, por exemplo. Ele é tão misterioso com aquela máscara e as profecias que revelam um final verdadeiro. A relação de ambos começa a evoluir o que leva a algo lindo e o meu coração doeu quando via a confiança dele nela e vice-versa.
Lucien, no início, era um vilão… mais ou menos. Não sabia onde é que ele se colocava mas no final ele mostrou quem verdadeiramente é.

Agora vamos falar dos verdadeiros vilões porque esses são absolutamente revoltantes. Não confiava em Rhysand mas ele começou a revelar-se e, apesar de permanecer um vilão, ele não é malvado como Amarantha. Ela é poderosa e traiçoeira, foi como ela conseguiu todo aquele poder. Ela tentou arruinar Tamlin e matar Feyre mas no final o amor verdadeiro venceu. O seu marco mostrou quem ela verdadeira é, e que aquele sorriso e todos os escravos são apenas uma parede que ela usa de forma a ter o que ela deseja e atrair fadas para o seu reino.

Em conclusão, gostei da história mas não me senti conectada com os personagens principais o que fez a leitura ligeiramente pesarosa, ao contrário de Throne of Glass. Ainda acho que o próximo livro (será lançado em Maio de 2016) será lindo e estou na esperança de que este tenha sido o começo de algo muito mais interessante.

(Este é um review traduzido autorizado)

25 de agosto de 2015

Opinião: The Raven Boys, de Maggie Stiefvater



Estava à espera de muito mais

Por vezes lemos um livro que muda as novas e outras vezes nós lemos e livro é isso – apenas leitura.

Stiefvater tem um estilo de escrita muito peculiar que é difícil de entrarmos – consegui entender isso e este é apenas o primeiro livro dela que estou a ler da sua autoria. Tenho que dizer que o livro não me transportou para o seu mundo; senti que estava apenas a ler páginas com muito detalhe e nenhuma ação. Li-o no meu Kindle então posso dizer que demonstrei o mínimo interesse quando já estava a 80% do livro. Isso não é um bom sinal.

Blue vem de uma família de psíquicas e os seus poderes funcionam como uma bateria para os poderes das outras pessoas. A sua habilidade é muito interessante e fiquei interessada nisso. Gansey também vai ser muito importante para a narrativa mas este livro não mostrou isso – apesar o início, em que mostra o futuro da saga muito claramente. As outras personagens também são interessantes, especialmente a família da Blue mas eu não acho que vamos vê-las de novo; os amigos de Gansey são misteriosos, com muitos problemas mas nós nem sabemos metade deles.

Vou ler o próximo livro? Sim, porque o final mostrou o final de um capítulo mas deu-me um sentimento de “já acabou?” Não tenho a certeza quando é que vou ler o próximo mas quero ver o que vai acontecer a Gansey e Blue.

24 de agosto de 2015

Opinião: City of Fallen Angels de Cassandra Clare



Cassandra Clare continua a surpreender com cliffhangers que podemos apenas ver na TV.

Tenho que admitir: não sou a fã N.º1 de Cassandra Clare e das suas sagas (The Mortal Instuments, ainda não li The Infernal Devices.) Contudo, continuo fascinada quando ela escreve aqueles cliffhangers que nos fazem esquecer de como respirar e fazem-nos querer ler o livro seguinte de imediato.
O quarto livro da saga começa em Nova Iorque. As novas personagens ganham mais tempo no livro, como Simon, Alec e Izzie. Gosto mais destes três do que de Jace. Na verdade, Jace nem é o meu personagem favorito. Gostei do facto de que a história é tão bem mantida pela autora que todas as personagens são essenciais para a narrativa. Absolutamente brilhante, continua assim Cassandra, estás a ir muito bem.
Gostei do livro? Sim. Quero ler o próximo? Sim. Não é a minha saga favorita mas gosto dos personagens e acredito que este livro foi um marco no que toca a personagens secundárias. Para além disso, o cliffhanger foi divino! Consigo imaginar a cena como uma season finale o que é maravilhoso.
Sobre as novas personagens: bem introduzidas, não houve pressa e apesar de não ter havido muito detalhe escrito sobre as suas personalidades, foi possível entendê-las de uma maneira que eu tenho a certeza que vou vê-las mais uma vez.

O enredo não evoluiu tanto como tinha evoluído no livro anterior mas eu gostei da maneira como as coisas estavam a acontecer, sem pressa. Bem escrito, com detalhe e simplicidade, fez a minha viagem para Londres bem confortável.

Também é possível ver que os personagens estão a evoluir as suas personalidades, não apenas a idade. Uma das razões por que eu gosto desta saga é o facto de dar oportunidade de certas personagens crescerem e moldarem a sua personalidade. Cassandra faz isso brilhantemente neste livro. Tenho apenas mais dois livros pela frente e espero conseguir acabar a saga ainda este ano.

(Este é um review traduzido autorizado)

21 de agosto de 2015

Opinião: The Night Manager de John le Carré



As burocracias das nossas vidas
John le Carré e conhecido pelos seus livros de espiões. Pessoalmente, não estava muito interessada no estilo até ouvir que a BBC ia fazer uma adaptação do livro numa mini-série de seis episódios. Peguei nele imediatamente porque eu sou o tipo de pessoa que gosta de ler os livros antes de ver as adaptações (e queixar-me sobre como o filme/série não capta a alma do livro.)

Seguimos Jonathan Pine, um manager noturno, que se voluntaria para espiar Roper, um homem muito poderoso com negócios obscuros que a polícia não consegue apanhar porque cada coisa que ele assina não é a sua assinatura. Jonathan encontra-se sempre com mulheres lindas, duas das quais têm mais ênfase: Sophie e Jed. Ambas são muito diferentes e muito similares. Sophie é uma mulher sábia e Jeb tem aquela chama que é impossível apagar.

A história é fervente, com momentos muito intensos que pensamos que não há volta a dar. Não há um único momento entediante mas torna-se bastante frustrante quando vemos as políticas e burocracias que fazem deste mundo tão selvagem. Os sarcasmos e ironias fazem-nos rir mas também reflete a sociedade em que vivemos – fez-me lembrar José Saramago porque também ele escreve com sarcasmo e ironia – e a conclusão é que na maior do tempo é ridícula. 

(Este é um review traduzido autorizado)

20 de agosto de 2015

Opinião: Lola and the Boy Next Door, de Stephanie Perkins



Stephanie Perkins faz-nos rir e nostálgicos mais uma vez

Estava ansiosa por ler outro livro de Stephanie Perkins. E tive a oportunidade de comprar este livro depois de uma desilusão (Moriarty de Anthony Horowitz). Precisava de um livro que me fizesse rir e deitar para trás o sofrimento que ele tinha criado.
Lola é uma personagem engraçada e invulgar, com muitas aventuras e um balanço terrífico entre os maravilhosos mundos em que ela vive. Ela fez-me rir e esquecer o livro anterior. Durante quatro dias eu estava a viver uma felicidade utópica.

Lola tem pais homossexuais – nada demais de acordo com ela e um grande estalo na cara de qualquer pessoa que acha que o casamento e adoção homossexuais são imorais. Eles são pais perfeitos: demasiado protetores, preocupados e verdadeiros; eu adorei-os. Adorei ainda mais o facto de eles fazerem tartes em casa e terem uma padaria. Por favor, quero trabalhar para eles.

Ela está a namorar esta estrela de rock chamado Max. Ele está entre a estrela de rock e o nerd. Eu ainda não sei como defini-lo por outras palavras para além de não confiável. Apesar de Lola gostar dele e falar sobre todas as coisas boas que ela vê nele, não me convenceu. Muito menos depois de ele insultar Lindsey.
Por outro lado, temos Cricket. Ele partiu o seu coração antes e não confiei nele logo no início apesar de ser óbvio que ele era o “rapaz da porta ao lado.” Contudo, ele começa a mostrar o seu lado fofo e atencioso e de repente eu quero que Lola e Cricket fiquem juntos. Awn.

Uma das coisas que eu mais gostei foram as cenas com St. Clair e Anna. Pensava que os tinha visto pela última vez em Anna and The French Kiss mas estava enganada (ainda bem). Quero ler o último livro da trilogia e voltar a apaixonar-me pelas personagens e pelo estilo de escrita lindo que me faz rir. 

(Este é um review traduzido autorizado)

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...