14 de julho de 2012

Sugestão de série: Saving Hope



Há algum tempo que eu não ficava colada ao PC para ver uma série. Para além de TVD e TSC (que infelizmente acabou) não havia nenhuma série que realmente me prendesse.
Mas felizmente, existem muito bons roteiristas, produtores, atores, etc,... que fizeram um trabalho excelente com esta série (e continuam a fazer).
Basicamente, o chefe de cirurgia Dr. Charlie tem um acidente de carro a caminho do altar e entra em coma. Enquanto isso, ele vive uma experiência fora do corpo e anda a vaguear pelos corredores do hospital conhecendo pessoas que morreram, ou estão fora do corpo por motivos médicos (ex: paragem cardíaca). Drª. Alex, a sua noiva, também trabalha no hospital e vemos-la a lutar diariamente com o facto de o seu noivo estar em coma.
TVD fans, atenção - Daniel Gillies (Elijah) entra na série como Dr. Joel.
Smalville fans, atenção - Erica Durance (Lois Lane) entra na série como Drª. Alex
Uma série de verão sem dúvida para ver, mas preparem-se, porque as cirurgias são bastante... sangrentas.

8 de julho de 2012

E a Saga continua em Filme!! - capítulo 27ª



Gente as *** significam lemon.


Capítulo 27

Esperei a Jane e a Van  na recepção e quando viram o Taylor correram para o meu lado de maneira a me proteger dele, mas eu disse-lhes que já tinha conversado com ele e estava tudo bem. Elas assentiram mas ficaram desconfiadas. Protectoras.
No estúdio estava um ambiente triste porque esta era a última semana de gravações. Ashley correu para me abraçar e abraçar Taylor. Depois disse-nos que hoje da parte da manhã iríamos fazer as gravações finais, como o fim do filme e uma discussão entre a família Cullen que seria sobre o regresso dos Volturi a Forks. Da parte da tarde iríamos gravar o casamento da Nessie com o Jacob que duraria a tarde toda.
Kristen ignorou-me o dia todo, como se eu não existisse, mas o nosso pequeno desentendimento não passou para as câmeras. Ainda bem.
No final do dia fomos todos jantar num restaurante de comida italiana. Foi muito divertido e é claro que o Alex sugeriu que fôssemos a uma discoteca divertirmo-nos um pouco mas todos estávamos exaustos, especialmente eu que não tinha dormido a noite passada (o Alex ainda me há de dizer onde arranja tanta energia. Serão pilhas Duracell?).
Já estávamos todos a sair do restaurante, com mil paparazzi há porta e a Kristen chama-me. Robert ficou ao nosso lado.
-Eu queria falar contigo Maria – disse ela.
-Diz.
-Desculpa. Talvez tenha sido um pouco dura contigo. Se eu visse as notícias que tinham dado sobre a Swift e o Taylor e ele não me tivesse dito nada, eu também reagiria da mesma maneira. Desculpa – disse ela visivelmente arrependida.
-Não faz mal Kris. Eu também te compreendo. Querias proteger o teu amigo. Tudo bem – desculpei-a com um sorriso.
Ela abraçou-me e saímos do restaurante.
Jane, Will, Vanessa, Taylor e eu fomos todos para o hotel descansar.
-Queres que eu fique contigo? – perguntou Taylor enquanto eu abria a porta do meu quarto.
-Se quiseres – disse esforçando-me para manter os olhos abertos.
-OK.
Entrou comigo e eu caí imediatamente no sofá adormecendo.
Quando acordei estava na minha cama e Taylor estava ao meu lado.
O despertador voltou a tocar e eu desliguei-o.
-Bom dia – disse ele ensonado. Ele é tão lindo quando acaba de acordar!
-Oi.
-Vou tomar um duche – informou ele. – Já cá venho buscar-te.
-OK.
Ele vestiu-se e saiu do quarto. Saltei da cama e também fui tomar um duche. Fiquei há espera que ele me viesse buscar mas comecei a achar que ele já estava a demorar demasiado e fui ao quarto dele. Ele abriu a porta e tinha só umas bermudas vestidas.
-Desculpa o atraso – disse ele mas eu nem prestei atenção. Fixava o seu tronco perfeito, definido e musculoso. – Vais ficar aí?
-É claro que não – disse bruscamente empurrando-o para dentro e fechei a porta. – Estou com saudades.
Beijei-o e explorei a sua boca enquanto ele fazia o mesmo com a minha. Encurralei-o contra uma parede e encostei-me mais a ele (se é que isso fosse possível). Senti o seu “amigo” a ganhar vida e desci as minhas mãos lentamente do seu pescoço sentindo cada músculo dele.
-Estamos atrasados  – disse ele parando para respirar. Ambos estávamos ofegantes, mas eu não queria parar. Não agora.
-Esquece isso. É a última semana, hão-de entender – disse eu voltando a beijá-lo.
-Logo há noite – disse ele. – Logo há noite é melhor. Daremos menos nas vistas, a não ser que queiras aturar as piadas do Alex.
Fiz uma careta e concordei.
-Mas é que nem pensar.
Riu-se e foi buscar uma camisa preta. Preciso de dizer que lhe ficava bem? Ficava-lhe muuuuito bem!
Saímos juntos e quando chegámos há entrada do hotel, a Jane e o Will já lá estavam.
-A Vanessa? – perguntei preocupada.
-A descansar – respondeu o Will.
Tentei conter o riso. Pois sim, de certeza que não estava cansada do que tinha feito ontem durante o dia, mas sim durante a noite.
-Não devias de estar a descansar também? – perguntei parecendo inocente.
-Ah, ah, muito engraçada Malu. Pelo menos fico a saber que a V tem uma prima muito parecida com ela, sendo que estás a pensar no que fizemos a noite passada – disse ele imitando uma voz zangada.
-Desde quando é que lês mentes? – disse eu, sabendo que o ia irritar mais um pouco.
-Não é difícil ler a tua.
-Auch! Essa doeu! – disse fingindo que ele me tinha dado um murro na barriga.
-Podemos ir? O Chris já ligou duas vezes! – exclamou Jane, um pouco irritada.
Seguimos os quatro até aos estúdios.
Nem tive tempo para respirar. Tive dez minutos para almoçar porque as gravações foram muito intensas, Quando chegou ao final do dia, estávamos todos exaustos.
Jane veio buscar-nos e levou-nos ao hotel. Eu e Taylor estávamos no elevador, e apesar de o querer pegar naquele momento, sabia que tinha que me controlar porque havia câmaras de vigilância no elevador e em todos os andares.
Entrámos no meu quarto e assim que ele fechou a porta, saltei para o colo dele e comecei a beijá-lo.
-Tem calma – disse ele.
-Não quero-a para nada agora – respondi.
-Ai é? Então vais conhecer o Taylor Lautner sem paciência – disse ele malicioso e olhando-me como se fosse… (aqui vai uma fala do Crepúsculo) como se fosse comida.

***

O despertador tocou. Mas que raios vem a ser esta? Eu só tinha dormido duas horas! DUAS! Será que existe objecto mais inoportuno do que um despertador? Eu acho que não!
-Só mais cinco minutos – resmungou ele e prendeu-me a cintura.
-Taylor, temos mesmo que ir.
-Eu sei – disse ele. – Mas eu tenho sono.
-Não és o único! – bufei.
Ele abriu um olho e voltou a fechá-lo.
-Eu sei – disse ele.
-Taylor… Temos mesmo que ir. Lembra-te, depois de acabarmos as filmagens, temos todo o tempo do mundo – tentei convencê-lo.
-Não é 100% verdade, mas OK. Eu libero-te – resmungou ele com um sorriso nos lábios e tirando a sua mão da sua cintura.
Ele ia ficar ali a dormir? Mas é que nem pensar! Puxei o lençol para me tapar e ele ficou sem nada.
-Ei!
-Pensas o quê? Não vou ser a única a levantar-me! – exclamei.
Fui ao roupeiro e tirei de lá uma roupa qualquer, espero que combinem senão uma certa pessoa chamada Ashley Michelle Greene mata-me.
Ele levantou-se e foi há casa de banho. Tirei também uma roupa para ele e fiquei há espera que ele saísse, adormecendo mais dez minutos.
-Ah, não! Assim tornas a cama mais convidativa! – disse ele mal saiu do duche. Abri os olhos, esforçando-me para os manter abertos e nem lhe dei resposta. Peguei na minha roupa e tomei o meu duche bem rápido para não me atrasar. Deixei o cabelo molhado porque ele secaria até chegarmos ao estúdio.
Peguei na minha mala e saímos. Fomos no carro dele e é claro que os paparazzi tiraram milhões de fotos e nós dois juntos.
O meu telemóvel tocou e eu atendi.
-Onde é que estás? – perguntou Jane.
-Desculpa Jane, esqueci-me de te avisar. Já estou a caminho dos estúdios.
-Tudo bem. Mas para a próxima avisa.
-Prometido – disse um pouco envergonhada.
O resto do dia foi bastante calmo e como chegámos um pouco atrasados e juntos, o senhor Meraz tratou logo das piadas, mas nem eu, nem Taylor ligámos e às vezes até nos ríamos. O dia foi descontraído e as cenas eram todas muito assim.
Jantámos no hotel com a Vanessa, o Will e a Jane. A Van estava toda entusiasmada porque hoje tinha escolhido as casas para eu ver e depois comprar com a Jane. Disse como é que elas eram, pequenas e fenomenais, lindas e luxuosas. Enfim, teria que esperar mais quatro dias para saber como é que elas são.
Aqueles quatro dias passaram a correr para todos nós. Quando acabávamos estávamos todos exaustos. Estivemos a gravar as cenas em que é preciso pano verde, ou seja, fui pendurada por cabos, a saltar de um lado para o outro, a lutar contra uma coisa que eu nem via. Quem me visse iria pensar “ela é maluca!”. O último dia foi o pior, todos estávamos tristes, e a Ashley começou a abraçar todos a chorar baba e ranho e por isso teve que ir várias vezes há maquilhagem.
-Pessoal, hoje abre uma discoteca nova! – exclamou o Alex quando estávamos todos a pegar as nossas coisas e a despedirmo-nos uns dos outros. – Ponto de encontro ás onze!
Só ele para nos animar. Ashley começou logo aos pulinhos a pensar que roupa iria vestir. Eu também comecei a pensar nisso e pedi há Jane para parar em qualquer lado para comprar alguma coisa gira. Quando chegámos ao hotel fui logo para o meu quarto arranjar-me. A minha roupa era:

Taylor bateu há porta e eu saí logo. Fechei a porta e fomos até ao hotel.
-Vou ter que tomar cuidado hoje – disse ele olhando-me de cima a baixo.
-Porquê? – perguntei inocentemente.
-A maneira como estás vestida, enlouqueces qualquer um que seja do sexo oposto – respondeu ele um pouco irónico.
-Não é essa a ideia?
-Como assim? Agora perdi-me – disse ele tentando no elevador e carregando no botão para descer.
-Partindo do princípio que és do sexo oposto, e fizeste essa observação, significa que consegui o que queria – expliquei.
-Queres seduzir? – perguntou ele um pouco descontrolado.
-Só a ti.
-Ah – suspirou ele. – Estou mais descansado. Mas mesmo assim, vou estar de olho em ti.
-É isso mesmo que eu quero – respondi-lhe sorrindo.
Entrámos na garagem e fomos no carro dele até ao ponto de encontro. Alguns paparazzi estavam lá, por isso, estávamos todos dentro do carro. Ficámos mais um pouco há espera de outros do nosso grupo e quando todos chegaram, o carro do Alex acelerou assustando alguns paparazzi.
Fomos todos em fila até há nova discoteca e estacionámos nos lugares VIP. Alguns fãs da Saga começaram a gritar na fila quando nos viram e pediram alguns autógrafos e fotografias. É claro que fizemos isso e depois entrámos.
Estava lá muita gente já a dançar na pista e nós fomos até há zona VIP deixar os casacos e as malas.
-Não acredito! – exclamou a Ashley atrás de mim enquanto despia o casaco. – Tu estás… uma deusa!
Olhei para os seus olhos felizes e para a sua roupa. Ela também não estava atrás, com uma blusa roxa que cruzava nas costas e zíper há frente. A mini-saia tinha um tom cinzento, os sapatos eram de salto com tiras roxas e os brincos eram argolas roxas com alguns enfeites de preto. Ela estava perfeita!

-Obrigada Ashley. Mas tu também não estás nada atrás! – exclamei.
 -Obrigada. Vamos dançar? – perguntou ela divertida.
-Claro que sim!
Fomos as duas para a pista de dança e começámos a mover-nos ao som de Hot da Avril Lavigne. Passado um pouco vi a Julia e a Dakota a aproximarem-se. Também estavam espectaculares!
-Olá – disseram as duas juntas.
-Oi – disse eu e a Ashley ao mesmo tempo.
Fazíamos o quarteto perfeito e não demorou muito para atrairmos os olhares de desejo dos homens e de inveja das mulheres. Havia ali muita gente que era nossa fã porque reconheci os brasões dos Volturi, dos Cullen e dos Wolfpack em colares, pulseiras e anéis.
Taylor juntou-se a mim e colámos os nossos corpos dançando numa sincronia perfeita. Eu estava a divertir-me imenso.
-Vou buscar uma bebida – disse-lhe ao ouvido. Saí da pista agilmente e entrei na nossa zona VIP. Peguei um whisky e bebi-o calmamente.
-Oi Malu – disse Boo Boo.
-Oi.
-Então, não estás a dançar? – perguntei.
-Já lá vou – respondeu ele. – Não estás com saudades?
-Do set? Sim.
Ele acenou e acrescentou:
-Eu também. Aquilo é tão divertido.
Pegou numa cerveja e bebeu um pouco. Depois é que pensei.
-Não és um pouco novo para beber?
-Tenho quase dezassete. Na Europa pode começar a beber-se bebidas alcoólicas aos dezasseis.
-Eu sei. Mas mesmo assim…
-Estou aqui para me divertir Malu. Hoje não! – exclamou ele e pegou na minha mão arrastando-me para a pista.
Ele desapareceu da minha vista e eu tentei procurar o meu amor, mas digamos que ele não é alto como o Daniel Cudmore e eu não sou um holofote para focar o Taylor onde quer que ele estivesse.
Vi a Ashley bem agarrada ao Jack a dançar e ela apontou a direcção onde eu deveria de ir apenas por um gesto. Depois agarrou-se ainda mais ao Jackson.
Encontrei-o e lá estava ele a dançar sozinho. Aproximei-me dele e dei-lhe um breve beijo na boca.
-Whisky? – perguntou ele.
-Sim – respondi.
Continuámos a dançar e a cada segundo eu aproximava-me mais dele. Naquele momento, se alguém nos visse a dançar diria que éramos apenas uma pessoa, pela maneira como estávamos agarrados um ao outro. Bebemos muito, especialmente tequilla e dançámos muito. Todos nós estávamos a pegar na pista, ainda bem que ali não havia paparazzi.
-OK, não aguento mais – suspirou ele e levou-me a reboque para o sítio mais escuro da discoteca.
***
Ele conduziu com muito cuidado pelas ruas de Vancouver, sendo que ambos estávamos com um bom bocado de álcool a mais no sangue, e regressámos ao hotel e mal caí na minha caminha querida e fofinha, adormeci instantaneamente.



Opinião: Diários de Stefan Vol.1 Origens




Para quem gosta de Diários do Vampiro, já ouviu falar da nova Saga em livros chamada Diários de Stefan. Ao contrário da Saga original conhecida, escrita por L.J. Smith, estes livros são baseados na série e escritos por um escritor fantasma, que, deixem-me dizer, podem ser muito bem Kevin e Julie (os produtores executivos da série) sendo que tem muitos detalhes que só eles podem saber.
Os livros focam Stefan, assim como Damon e o seu entendimento ao longo dos anos, mas focando-me agora no primeiro volume, deixem-me dizer que é uma colagem dos flashbacks de 1864.
Stefan e Damon conhecem Katherine e apaixonam-se ambos por ela, porém ela esconde um grande segredo: ela é uma vampira. Entretanto, começam a aparecer mortes misteriosas, e a primeira delas é a noive de Stefan, filha de um banqueiro. Katherine seduz os dois Salvatore e obriga-os através dos seus poderes vampíricos a não dizerem nada à sociedade.
Contudo, Mystic Falls já desconfia que algo se passa, e suspeita precisamente da existência das criaturas da noite, os demónios como Giuseppe diz, e preparam tudo para uma eventual caça. Isso acaba eventualmente por acontecer, quando Stefan pergunta algumas coisas ao pai que, apesar de não tocar no nome de Katherine, faz o pai suspeitar precisamente dela.
Quando ela é descoberta, começa a caça, e Damon e Stefan ainda planeiam uma fuga para Katherine, mas tal acaba por não acontecer, porque ambos são mortos, passando assim para um período de transição visto estarem ambos com o sangue de Katherine no seu sistema. Damon não quer ser vampiro, mas Stefan recusa-se a morrer e vai a casa do pai, onde acidentalmente ele acaba por morrer. Então furioso pelo ódio que o pai tinha dele naquele momento, corre pelas ruas de Mystic Falls, onde encontra uma inocente e ataca-a. Damon, vendo aquilo á distância fica chocado com lado animal de Stefan, mas por fim acaba por não recusar, transformando-se também ele em vampiro.
O livro acaba assim, mas calma, há continuação! Eu já li os três primeiros volumes desta saga e devo de dizer que é fenomenal! Sem dúvida, uma saga para ler, porque quem quer que seja o escritor fantasma, sabe realmente do que fala e consegue captar a essência de tudo o que se passa na série, para além de ter uma imaginação maravilhosa e uma capacidade de mostrar detalhes muito precisa.
Aconselho a quem segue The Vampire Diaires, mas não só, porque quem nunca viu a série, comece por ler este livro, que irá logo captar a atenção para a série, e desta forma consegue perceber o porquê da rivalidade entre os irmãos Salvatore. 


Detalhes:

Páginas: 200
Editor: Editorial Planeta
ISBN: 9789896572570

4 de julho de 2012

Opinião: Awakened, de P.C. Cast e Kristin Cast




Awakened demorou um mês a chegar às minhas mãos, e enquanto esse tempo passava, não parava de mirar a capa e ver a apresentação do livro no Youtube. Para quem leu Burned, deve de reconhecer imediatamente que é o Rephaim a apresentar o livro, por isso, ele é obviamente o centro do livro.
Eu também pensava isso quando o comprei e comecei logo a lê-lo. Na verdade, o livro foca mais Neferet e Kalona, do que Rephaim, contudo ele aparece em muitas cenas. Não é um livro em que nós vemos o crescimento das personagens, mas sim um livro que mostra os seus pontos de vista e opiniões.
Este livro leva as personagens ao limite, como por exemplo a morte de Jack e o encontro de Neferet com o touro branco (que nós sabemos que não é muito bom sinal). A minha grande surpresa, mais um motivo por dizer que este é um livro onde vemos o ponto de vista das personagens, foi a mãe de Zoey, Linda Heffer, que afinal não era assim tão deprimente e mostrou que por trás de John Heffer, ela tem sangue Redbird a correr nas veias (literalmente).
Em Tempted, Heath (que era a minha personagem favorita) morreu, e eu pensei sem dúvida alguma que ia deixar de o ver, mas isso não aconteceu em Burned, mas como ele partiu para outro plano do Outro Mundo, resignei-me a pensar que ele nunca mais voltaria. Qual não foi a minha surpresa quando vi o nome dele a narrar uma parte da história, isso sem dúvida foi uma grande surpresa, e surpreendi-me por Nyx ter-lhe dado a escolher três futuros possíveis e ele escolher aquele em que terá mais relevo na história de agora em diante (espero eu e todas as Team Heath).
O livro no início não tem grande suspense e nós pensamos que se as coisas fossem assim tão calmas, então o livro não seria um recorde de vendas, mas para o fim, vemos que Neferet é mesmo dissimulada e que, de qualquer maneira, não podemos confiar nela. Li os últimos capítulos numa só noite porque não aguenta esperar o dia seguinte para ler outro capítulo, o que resultou em grandes olheiras no dia seguinte, mas pouco me importei; o importante era que tinha lido o fim deste livro maravilhoso.
As minhas expectativas para Destined são bastante grandes, principalmente porque não sabemos o futuro de muitas personagens: Dragon Lankfort (que devido ao seu luto por Anastasia, lutou contra Kalona e Rephaim, recebendo as ordens de Neferet), Lenobia (a Mestre de Equitação decidiu ficar na Casa da Noite), Zoey, Heath, Rephaim, Stevie Rae, Kalona, Aurox (que é o Heath) e Damien (que sofreu muito com a perda de Jack; também eu, Damien). 

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...