17 de janeiro de 2014

Opinião: Sherlock 3X02 - The Sign of Three



Sherlock 3X02 – The Sign of Three

Meu querido Sherlock,
Se um dia te casares, eu NÃO irei ao teu casamento. Hahaha, só a brincar! Mas vamos admitir, casamento mais louco do que aquele nunca vi (para além do Red Wedding, claro).
Eu nem sei por onde começar, porque o episódio passou-se no casamento de Mary e John, mas mais de metade do episódio foi focado nos casos em que John e Sherlock participaram. Os dois casos, que depois acabaram por se intersetar, foi o homem fantasma e o homem invisível. Eu tenho que confessar que, se o do homem invisível foi frustrante porque não se resolvia, o mais divertido foi do homem fantasma, não só pelas testemunhas que Sherlock encontrou, como também por John e Sherlock estavam bêbedos. A despedida do John Haymich Watson durou duas horas, segundo a Mrs. Hudson!
E no meio do discurso alucinante do Sherlock, o casamento ficou ainda mais único porque alguém ia ser assassinado! E, claro, Sherlock propôs um jogo: “let’s play morder”, disse ele e naquele momento eu fiquei arrepiada, já a Mrs. Hudson, ficou ofendida por ele estar a ser tão inconveniente.
A vítima seria o antigo Comandante de John, porque muitas das famílias responsabilizam-no por ele ter saído vivo de um ataque, enquanto que todos os outros soldados que estavam com ele, não tiveram a mesma sorte. Um motivo bastante interessante, devo dizer, para uma personagem que apareceu em apenas um episódio mas que já tinha uma profundidade imensa porque sabíamos o quão negro tinha sido o passado de John, então, pudemos induzir que o passado desta personagem era igualmente negro.
Mary foi novamente divertida e calorosa! Eu acho que, se eles na primeira e segunda temporadas eram uma dupla excelente, com Mary virou um trio perfeito! Ela tem uma presença alegre, divertida, suave e ao mesmo tempo intensa, com a sua personalidade bem formada. O que eu acho bastante interessante neste personagem é que, ao contrário do que costuma acontecer quando uma dupla passa a trio, é que ela não tenta separar o Sherlock do Watson ou criar afinidades só com o Watson. Ela também se preocupa com o Sherlock e incentiva-os a fazerem coisas juntos porque sabe que o Sherlock é importante para o Watson e vice-versa. Esta dupla precisava de uma energia feminina e cheia de vida, e é precisamente isso que Mary traz.
Mas, em breve irá virar um quarteto! Sherlock, para grande frustração do John (que é médico), deduziu primeiro que ele que Mary está grávida! O que para o fandom foi uma ótima notícia e eu creio que para o trio também foi. Uma notícia inesperada, mas muito bem vinda!
E, para finalizar, o final do episódio foi profundamente de partir o coração a qualquer um. Sherlock, no meio da pista de dança, sozinho. Então ele olha para Janine (eu achei-a uma personagem bastante engraçada), mas ela já está a dançar com outra pessoa. Então Sherlock vai embora, com o seu sobretudo vestido, gola para cima para mostrar as suas maçãs do rosto e fazendo-nos dizer: “Sherlock, eu danço contigo!”



Nota do episódio: 9/10

5 de janeiro de 2014

Opinião: Sherlock 3X01 - The Empty Hearse


3X01 - The Empty Hearse

Sherlock voltou!

Quem não tinha saudades do Sherlock? Eu tinha, sem dúvida alguma! Comecei a ver a série quando já tinha acabado a segunda temporada, de maneira que não tive que esperar tanto tempo como todos os fãs.
Quanto ao episódio em si, eu tenho que dizer: adorei a banda sonora! Yolanda com Johnlock em câmera lenta? AMEI! Para além disso, adorei a introdução da nova personagem: Mary. Ela é uma daquelas personagens femininas com a qual nos podemos identificar logo no primeiro momento. Adorei o facto de ela não ser daquelas personagens cómicas que perdem a credibilidade e de ela não ter um surto quando viu o Sherlock, atirar-se para os braços dele e dizer “sou uma grande fã!” e esquecer-se do John. Não, ela fez precisamente o contrário e deixou os dois “conversarem”, sendo portanto um pilar importante para a sanidade do John mas não se intrometendo entre os dois. Para além disso, ela tem cérebro. Ou seja, quando recebeu aquele SMS estranho, recorreu imediatamente ao Sherlock. Ela não é ignorante, sabe que o Sherlock é a única pessoa que pode salvar o John.
Mrs. Hudson! Adorei-a! Eu tenho que confessar que quando a vi, é que percebi que realmente tinha sentido imensas saudades dela. Eu tinha sentido muito a falta do Sherlock, em geral, mas Mrs. Hudson é tão amável e divertida ao mesmo tempo que é impossível não gostar dela. Eu adorei vê-la quase a partir a loiça toda! E com a frigideira quando o Sherlock lhe apareceu à frente? Lindo!
As várias teorias que os fãs tinham criado apareceram no episódio, o que eu achei super fofo da parte dos escritores e produtores. Mostra que o fandom nunca foi nem nunca será esquecido. De todos, o que eu achei mais engraçado foi a hipótese de que Sherlock forjou a sua morte para ficar com Moriarty. Contudo, logo no início, aquele beijo com a Molly foi de tirar o fôlego por causa da surpresa! Porém, outra teoria completamente plausível.
Uma curiosidade foram os pais de Sherlock. Ou deverei dizer os pais de Benedict Cumberbatch? Sim, os pais do Sherlock também são os pais do ator! E Mary é na verdade a esposa de Martin Freeman. Eu adoro quando as séries começam a ficar um “family business”!
Por falar em família, Mycroft apareceu várias vezes e ainda bem! Eu adoro vê-lo atuar e no fundo, é a única referência que temos da família do Sherlock. Neste episódio, ele também mostrou que é (quase) tão inteligente como o irmão, o que foi ótimo.
O caso em si era sobre um ataque terrorista que iria acontecer no metro. O que, em Londres, deve de ser uma ameaça diária, já que a cidade está sempre no radar das atividades terroristas. Não é novidade para ninguém. Contudo, a quantidade de explosivos que existia, isso sim é que foi uma novidade! Mas, Sherlock sendo Sherlock, é claro que nos deixou numa enorme ansiedade sobre se a bomba tinha explodido ou não. Então ele dá aquela gargalhada que não se percebe de ele está a rir ou a chorar. E então John faz uma careta e vemos a cara do Sherlock e os meus pensamentos vão: “então e a bomba? Quando é que explode?” É claro que não explodiu, existe sempre um botão que permite desligar a bomba, caso algo corra mal. Sherlock, fazer bluff numa situação tão séria não foi divertido!
Para terminar o review:
1 – o namorado de Molly. Sim, sim, claro, nós vimos bem como é que tu “seguiste em frente”. Vou fazer como o Sherlock, o John e o Lestrade: não vou comentar nada.
2 – aquele abraço entre o Sherlock e o Lestrade fez-me shippá-los ao mais alto nível. Eu também tinha saudades do Detetive e da sua frustração em relação à genialidade do Sherlock (que é como todos nós nos sentimos quando ele fala e nós não percebemos o raciocínio dele).
3 – John e o seu bigodinho foi… memorável. Ainda bem que ele tirou, porque parecia ter mais 20 anos do que tem.

O que acharam do regresso da série? Eu acho que foi excecional!


Nota:10/10

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