Espero que gostem!
Bjs
Capítulo 22
Acordei com o despertador do Taylor a tocar insistentemente no sofá. Levantei-me irritada e desliguei-o. Mas quem é que inventou os despertadores?
Abri um pouco a cortina da suite, e o dia estava nublado. Parece que os bons dias tinham acabado.
Fui tomar um banho rápido e vesti umas calças com uma camisola de algodão de manga comprida verde escura. Calcei os meus All Star pretos e sequei o cabelo.
-Bom dia – disse ele assim que saí da casa de banho.
-Ainda estás assim? Faltam dez minutos para as seis! – guinchei. Ele pareceu momentaneamente confuso, mas depois demonstrou uma cara de pânico.
-Bolas! O Chris vai matar-me! – exclamou ele levantando-se e correndo para a casa de banho.
-Vou descer, está bem? – informei-o levantando um pouco mais a voz.
-OK. Até podes seguir, se quiseres.
-Sim, talvez seja melhor – concordei e saí do quarto. Fui ao meu e peguei no meu telemóvel, no guião e na minha mala.
Desci até há garagem e segui no meu carro até aos estúdios.
-Bom dia a todos! – exclamei. Hoje iríamos apenas gravar as cenas com o Wolfpack, por isso, estavam lá apenas eles e claro, o Chris e todos os elementos da produção.
-Olá Maria! O Taylor? – perguntou o Chaske.
-Ainda estava no hotel quando eu saí – informei-o. Ele acenou e continuou a falar com o Kiowa. Julia veio falar comigo:
-Olá Malu! E então, gostaste da surpresa para os teus anos?
-Também sabias? – acusei-a.
Ela deu um sorriso como quem pede desculpas e disse:
-Todos sabiam. Mas escondemos tudo bem de ti. O Taylor fez questão de só saberes quando chegasse a altura.
Sorri para ela em jeito de compreensão.
-Gostei muito da surpresa – confirmei.
Ela sorriu e depois o Chris chamou-a para alguma coisa.
-Há algum tempo que não te vejo, Malu. Como tens passado? – perguntou o Boo Boo.
-Por favor, viste-me antes de ontem – revirei os olhos. – E tenho passado bem, obrigada.
-Preparada para o dia de hoje?
-Sim. E tu?
-Também – respondeu ele.
-Malu, sabes alguma coisa do Taylor? – perguntou o Chris.
-Quando eu saí ele ainda estava no hotel – respondi-lhe.
Chris suspirou e continuou a conversa.
-Eles estão todos muito tensos – murmurou Boo Boo.
-Achas que sim? Eu acho que eles só estão nervosos.
-Talvez também seja isso – concordou ele.
-Ah, finalmente! – exclamou o Chris e eu virei-me. O carro do Taylor entrou no parque de estacionamento.
-Desculpem o atraso, mas adormeci – disse ele.
-Tudo bem, o que vale é que chegaste – disse o director, aliviado. – Bem, vamos seguir. Julia, Taylor, Malu e Alex vão num carro. Chaske, Boo Boo, Kiowa, Bronson noutro; Tyson vais comigo e com o Wick. Mãos há obra!
Todos entraram nos carros que nos estavam destinados e arrancámos logo para o local onde iríamos filmar. O meu telemóvel tocou e eu atendi logo ao primeiro toque.
-Estou sim?
-Muito bom dia, menina Fortes, daqui fala o tribunal de Vancouver. Queria informar-lhe que o senhor Vasconcelos já recebeu a sua sentença.
Senhor Vasconcelos… era o equivalente ao Jorge. Ele já recebeu a sentença? E qual era?
-E qual é?
-O senhor Vasconcelos foi expulso do país. Não poderá voltar até ao próximo ano.
-Ah, OK. Obrigada pela informação.
-Sempre ás ordens, menina Fortes. Tenha um resto de bom dia.
-Para o senhor também – retorqui educadamente.
Suspirei aliviada. Tão cedo não o voltaria a ver.
-O que foi, Malu? – perguntou a Julia que estava ao meu lado.
-O assunto Jorge já está arrumado. Tão cedo não o voltarei a ver.
-A sério? – perguntou Taylor do banco da frente. – Isso é fantástico!
-Podes crer que sim! – exclamei.
Comecei a rir-me. Finalmente, o meu maior pesadelo tinha ido embora. Finalmente já não tinha mais problemas. Agora, era apenas focar-me nas filmagens.
Capítulo 23
Ao chegarmos ao local das filmagens, fui logo para uma carrinha enorme, onde me maquilharam e vesti as roupas da Nessie.
O dia foi todo muito agitado, sem tempo para respirar fundo sequer. O que vale, é que o director nos dispensou mais cedo e assim fomos para o hotel eram oito horas.
O meu telemóvel voltou a tocar e eu coloquei o auricular para falar.
-Sim?
-Malu! Nem imaginas! Sabes quem é que está aqui, mesmo ao nosso lado? – gritou a Vanessa do outro lado.
-Vanessa, eu estou a conduzir, por isso, por favor não grites, porque eu não tenho hipótese de afastar o auricular do ouvido.
Ela riu-se e mais alguém do outro lado também.
-Desculpa. Mas então, já adivinhaste?
-Não – admiti. Mas no entanto, tinha uma breve suspeita.
-A Ashley e a Nikki estão aqui, mais o Kellan e o Jackson.
-Oh, isso é fantástico – disse. – Mas porquê? Alguma razão especial?
-Só vamos jantar todos juntos – respondeu a Vanessa. – Vá, não te atrases, OK? E trás o Taylor.
-Ele está no carro dele. Tens que falar com ele.
-Oh, tudo bem, eu já lhe telefono. Não te atrases – voltou a avisar.
-Prometo. Até já.
-Até já.
Desliguei o telemóvel e voltei a concentrar-me na condução. Estava quase a chegar ao hotel. Entrei na garagem deste e estacionei onde normalmente o meu carro ficava. Andei calmamente até há saída da garagem, e do nada uns braços fortes envolveram-me a cintura e senti um beijo no pescoço.
-A Vanessa telefonou – sussurrou ele ao meu ouvido.
-Eu sei. Também me telefonou – disse com a respiração ofegante. Não era apenas do susto que tinha apanhado, mas sim do que ele estava a fazer. Aquilo deixava-me louca.
Virou-me cuidadosamente para si e beijou-me. As nossas línguas dançavam numa sincronia perfeita e eu sentia sempre as borboletas no meu estômago a voarem dentro do meu corpo, causando-me sensações que eram indescritíveis porque eram muitas ao mesmo tempo. Tivemos que interromper o beijo, para procurar por ar.
-Se me beijares assim sempre, vou acabar por ter um ataque cardíaco por falta de ar.
Ele riu-se da minha piada e deu-me um selinho.
-Temos mesmo que ir?
-Ficariam desiludidos connosco – respondi. Por mim, eu já estava no meu quarto com Taylor a fazer uma certa coisa, se é que me entendem.
-Tens razão – assentiu ele e pegou na minha mão.
E tudo aconteceu muito rápido. Taylor pegou-me na mão e uma multidão encheu o parque de estacionamento do hotel e eu e o Taylor fomos obrigados a correr e a subir as escadas de emergência porque não tínhamos tempo para esperar pelo elevador. Parámos no andar onde estava o quarto da V e esperámos que ela estivesse lá. E por sorte, estava mesmo. Ela abriu a porta e nós praticamente a empurrámos para dentro do quarto. Fechei a porta e tranquei-a.
Estavam todos a olhar para nós embasbacados.
-Dou dez minutos em como as fotos vão aparecer no Twitter – apostei.
Kellan e Ashley riram-se. A Vanessa e a Gabi olharam para nós em estado de choque. O Jackson e a Nikki tentavam suster o riso.
-Então como foi a primeira experiência com os paparazzi? – gozou o Kellan.
-O caso é sério Kellan – disse Taylor e ele parecia estar a falar a verdade. – Eles tiraram-nos fotos com as mãos dadas. Tenho a certeza que devem de ter visto o nosso… beijo.
Pararam todos de rir de imediato e eu não percebi o problema. Nikki perguntou:
-Estás a falar a sério?
-Infelizmente estou.
-Qual é o problema? – perguntei, confusa.
Ashley aproximou-se de mim e disse:
-Eles não podem saber que estamos juntos. A Summit e os produtores caem em cima de nós no segundo a seguir. Será uma catástrofe.
-Então era por isso que a Kristen tentava afastar-se do Rob e andava mais com o Taylor?
Ashley acenou com a cabeça.
-E eu fingi que tinha vários namorados – completou a Ashley.
-É muito mau?
-Sim. A Summit e os produtores não querem que criemos este tipo de laços com os nossos companheiros de gravações. Dizem que é mau para o negócio.
Nem pensei duas vezes; fiz ligação directa do cérebro há boca:
-Então temos que despistá-los.
-Não iremos fazer isso – retorquiu Taylor atrás de mim.
Virei-me para ele e encarei-o. Quando ia a responder-lhe a Gabi alertou:
-Olhem para a TV.
Estava num canal daquele de fofocas das celebridades.
-Atenção, Twi-hards, parece que é romance assumido. Taylor Lautner e a mais recente actriz a se juntar ao elenco, Maria Fortes, foram vistos, na garagem do hotel onde estão hospedados, a trocarem mais do que simples abraços e beijos de amizade. Ora vejam o vídeo e fotos.
Sentei-me ao lado da Gabi. Eu estava em choque. Taylor sentou-se ao meu lado e colocou um braço há volta da minha cintura.
Primeiro apareceu um vídeo e mostrava nitidamente o que aconteceu: Taylor pegou-me por trás e depois beijámo-nos. Falámos um pouco e depois ele pegou-me a mão e os flashes das câmaras fotográficas apareceram. Começámos a correr e entretanto o vídeo acabou.
Taylor estava tenso ao meu lado. Eu senti que estava petrificada. Não me conseguia mover.
A seguir, apareceram fotos do nosso beijo e das nossas mãos unidas.
-Pois é, parece que o amor passou do ecrã para a vida real. O que acham disto? Será que haverá outros pares dentro dos estúdios que estão a esconder o romance?
O programa acabou e a Gabi fez a gentileza de desligar a TV.
-Malu, tu estás bem? – perguntou a Gabi visivelmente preocupada.
O meu telemóvel tocou, mas eu nem prestei atenção. Eu estava em choque. Nunca, em toda a minha existência, a minha vida tinha sido exposta desta maneira. Sentia-me traída, como se alguém tivesse colocado um holofote sobre mim na escuridão. Sentia que não tinha por onde fugir, que o holofote seguir-me-ia.
-Vai buscar um copo de água, por favor – pediu Taylor não sei a quem. – Malu, por favor, fala alguma coisa.
O meu telemóvel tocava insistentemente e fui eu mesma que o peguei, com as mãos a tremerem como varas verdes. Era Jane.
-Jane.
-Onde é que estás? – perguntou ela preocupada. – Acabei de ver as notícias e…
-Estou no quarto da Vanessa.
-Vou aí ter.
-Não precisas – disse rapidamente.
-Eu sou tua agente, não te vou deixar sozinha num momento destes. Há que lidar da melhor maneira com a situação – aconselhou ela e desligou o telemóvel.
-Malu, por favor. Quem era?
-Era a Jane. Ela vem para aqui – disse muito baixinho, mas ele ouviu. Acho até que a sala inteira ouviu, mas não tive a certeza porque estava com um zumbido enorme nos meus ouvidos e conseguia ouvir bater do meu coração como se ele estivesse a bombear o sangue através do meu cérebro.
E então, tudo ficou escuro.
***
-Ela não está assim há demasiado tempo? – perguntou alguém.
-Tem calma, Taylor. Ela já vai recuperar – sossegou a… Gabi. Era a voz dela. E a voz anterior era do Taylor.
Procurei por abrir os olhos, mas não conseguia. Era como estivesse a ser empurrada contra o fim de um poço, e tudo estava escuro e muito confuso. Aquelas vozes faziam eco na minha cabeça e pareciam estar muito distantes.
-Vou chamar um médico.
Médico. Porquê? Então tudo me veio num flash demasiado rápido mas deu para perceber maior parte das coisas.
Abri os olhos repentinamente. Estava deitada, tinha a noção disso, sendo que a primeira coisa que vi foi o tecto branco do quarto do hotel.
-Ela acordou – disse Taylor aliviado e aproximando-se do meu rosto. – Nunca mais me voltes a assustar assim, combinado?
-A Jane? – perguntei. Parecia que alguém me tinha injectado adrenalina, porque o meu cérebro estava a funcionar muito bem, e estava bastante lúcida para quem tinha desmaiado.
-Estou aqui – disse ela e aproximou-se de mim pegando-me na mão. – Como te sentes?
-Bastante bem, até – confessei. Soltei um riso abafado e perguntei: - Como é que estão as coisas?
Ela prendeu a respiração e a Van respondeu por ela:
-O vídeo já chegou ao Youtube, as fotos ao Twitter, Google, Facebook e Orkut. Os sites da Saga também já têm tudo isso.
Fechei os olhos e resmunguei:
-Fantástico.
-A Summit também ligou – murmurou o Taylor. Fitei-o.
-O quê?
-Tem calma – pediu ele. – Está tudo sobre controlo. Disse que tinha sido eu a fazer aquilo tudo, e que tu não tinhas a culpa de nada. Disse que tinha conversado contigo e tu falaste que não querias nada comigo, apenas amizade.
-Ah. Ah – foi tudo o que consegui dizer. – Já posso ir para o meu quarto?
-Claro que sim – respondeu Jane. – Eu já tratei dos paparazzi.
-Obrigada, Jane.
-De nada. Sempre ás ordens! – exclamou ela visivelmente feliz. – Afinal, eu agora sou a tua agente, oficialmente.
-O quê? Tão rápido? Quer dizer… eles aceitaram tão rapidamente?
-Bem, tive que pagar uma multa pela minha demissão, mas não foi nada fora do normal. E é claro que eles aceitaram.
Não cabia de felicidade! Eu já tinha agente! EU!
Levantei-me do nada, demasiado depressa e arrependi-me de imediato porque quase ia caindo e se não fosse Taylor a segurar-me, o mais provável era dar mesmo uma queda feia.
-Precisas de descansar – disse ele. Ou melhor, mandou.
-Está bem. Mas só depois de abraçar a Jane.
Ela aproximou-se de mim e abraçámo-nos completamente felizes.
-Parece que o jantar tem que ficar para outra altura – lamentou-se a Van.
-Não te preocupes. E se for depois das gravações acabarem? Faltam apenas duas semanas, por isso… - sugeri.
O sorriso dela abriu-se e exclamou:
-Excelente ideia!
Despedi-me de todos os que estavam no quarto e Taylor levou-me para o quarto dele.
-Porque é que eu não posso ir ao meu quarto? – reclamei.
-Queres dormir sozinha? – perguntou ele, olhando-me confuso.
-Não. É claro que não!
-Veste-te, mas com cuidado, OK? – pediu, ou melhor, mandou mais uma vez.
Fiz continência como fazem os soldados e entrei na casa de banho com o meu pijama. O que é que se tinha passado com ele? Parecia distante e preocupado. Seria por causa daquilo que tinha acontecido hoje?
Voltei ao quarto e ele estava deitado na cama, sem camisa. Bem, já o vi com bem menos, mas mesmo assim tive que conter um suspiro o que resultou muito mal e ele notou.
-Ainda ficas assim por causa do meu corpo? – perguntou ele divertido.
-E não é razão para não ficar?
-Não sei. Talvez.
Deitei-me na cama e fiquei a observá-lo. Passado um bocado ele olhou para mim com o olhar completamente triste.
-Desculpa.
-O quê?
-Desculpa – voltou a pedir a abraçou-me. – Desculpa, eu não devia de ter sido tão irresponsável ao ponto de te expor desta maneira.
-Posso saber do que estás a falar? – perguntei nervosa.
-Daquilo dos paparazzi – sussurrou ele contra o meu pescoço. – Desculpa.
-Pára de pedir desculpa! – exclamei um pouco alto. – Tu nem tens culpa nada! Só estávamos no sítio errado há hora errada. E não te esqueças que eu também correspondi, por isso, acho que a culpa é dos dois.
-Desculpa amor. Não devia… tu não estás habituada a isto tudo e eu só piorei as coisas.
Afastei o rosto dele do meu pescoço e fixei-o bem nos olhos.
-Importas-te de parar com isso? Estás seriamente a irritar-me.
-Desculpa.
-OK. É oficial. Vou dormir no meu quarto hoje – disse enquanto tentava empurrar o seu peso para sair dali. – Sozinha.
Ele olhou-me chocado e abraçou-me, deitando-me na cama.
-Não.
-Estás a fazer birra? – perguntei afagando os seus cabelos. O que é que se passava com ele? O que é que tinha acontecido? Eu não estava a perceber nada.
Bateram há porta e olhámo-nos por breves instantes. Seria algum jornalista? Que queria declarações nossas? Mas então como sabiam o número do nosso quarto? Voltaram a bater e desta vez com mais força.
-Esconde-te na casa de banho – sussurrou ele e deu-me um beijo no rosto. Fiz isso e fiquei há escuta.
-A minha filha? – perguntou… o meu… pai. Pai? O que faz ele aqui?
-Ela não está aqui – disse Taylor.
-O assunto é sério, senhor Lautner. É sobre a mãe dela.
A minha mãe? O que tinha acontecido?
Abri a porta e corri para a sala.
-O que se passa com a mãe?
Olhei o seu rosto. Estava cansado e percebi que tinha estado a chorar.
-Pai?
-Como é que eu te hei-de dizer isto? – sussurrou ele, unindo as suas mãos.
-O que é que aconteceu com a mãe?
Ele olhou-me fixamente e disse muito baixo:
-A tua mãe sofreu um acidente de carro.
Aquelas palavras entraram-me muito lentamente na cabeça. Olhei para o meu pai aterrorizada. Ele estava a dizer a verdade, percebia isso. Olhei para Taylor e ele estava tanto em choque como eu.
A minha visão começou a ficar turva com as lágrimas.
-Não! Nãonãonãonãonão! Isso não é possível! Diga-me que está a brincar, por favor! – gritei.
Taylor agarrou-me a cintura e encostou-me contra o seu peito. Comecei a chorar sem parar. Isto não me estava a acontecer. Eu estava ali, a tentar lidar com um grupo desequilibrado de paparazzi a tentarem saber sobre tudo da minha vida, enquanto que a minha mãe estava a sofrer um acidente de carro.
-Porque é que não me ligaram? – perguntei, enquanto respirava fundo.
-E ligaram. Mas tu trocaste de número – respondeu o meu pai.
-Ela… ela está bem?
Ele não respondeu. Não!
-Ela… ela não… morreu, pois não? Diga-me que não!
-Não – disse ele e a palavra dele acalmou-me um pouco. – Mas ela está em coma profundo.
Tudo voltou a ficar escuro.