2 de janeiro de 2019

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e reparei que queria reler alguns livros.

As releituras para este ano são:

1,2, 3 e 4 - Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer, de Stephanie Meyer



5, 6 e 7 - A Court of Thorns and Roses, A Court of Mist and Fury e A Court of Wings and Ruin, de Sarah J. Maas


Também haverá, com certeza, alguns lançamentos que tentarei ler:

8  - The World of Throne of Glass, de Sarah J. Maas

9 - Chain of Gold, de Cassandra Clare



E agora, seguem os próximos livros que planeio ler em 2019, sem qualquer ordem em especial.

10, 11, 12 e 13 - Pedra Pagã, Baile dos Deuses, Vale do Silêncio e Luzes do Norte, de Nora Roberts



14 - Agora e Para Sempre, de Jenny Han


15 - Te King's Cage, de Victoria Aveyard

16 - The King's Curse, de Philippa Gregory

17 - A Estranha Ordem das Coisas, de António Damásio

18 - Os Pilares da Terra, de Ken Follet

19 - Bando de Corvos, de Anne Bishop



20 - Acácia: Presságios de Inverno, de David Anthony Durham



21 e 22 - Inferno e Origem, de Dan Brown

23 - Girls of Paper and Fire, de Natasha Ngan

24 - Queen of Air and Darkness, de Cassandra Clare



25 - Passenger, de Alexandra Bracken



A lista continua porque tenho muitos livros cá em casa.
Para além disso, também queria dizer que este ano o meu objetivo de leitura também inclui ler uma coleção de livros que comprei o ano passado, mas que não consegui ler, que se chama Descobrir a História, que conta com 40 volumes.



Por isso, apesar de o GoodReads Reading Challenge dizer 40 livros, quero ler muitos mais! (Os ISBNs da coleção não estão no GoodReads).

27 de dezembro de 2018

Os favoritos de 2018

Apresento-vos aqui os meus livros favoritos de 2018.
Que 2019 seja repleto de leituras!

1 - Cress, de Marissa Meyer

Cada vez adoro mais estes livros! Ainda não sei se vou ler Winter em 2019, mas está na minha lista porque quero ver como é que isto acaba!

2  e 3 - Irmãos de Sangue e Ritual de Amor, de Nora Roberts



Estes dois livros fazem parte de uma trilogia de um género literário que nunca tinha lido da autora: a fantasia. Devo dizer que os adorei e que já tenho o 3.º e último volume para ler em 2019!

4 - The Cruel Prince, de Holly Black


Se há coisa que eu adoro é uma boa fantasia e já estava a começar a achar que, para além de escritores muito bons, as histórias já se estavam a tornar um pouco repetitivas. Então, encontrei este livro. Adorei-o, trouxe uma lufada de ar fresco ao mundo do fantástico!

5 - Letras Escarlates, de Anne Bishop


Mas que livro profundamente fantástico! Adorei-o, de uma ponta à outra! Há um grande leque de personagens mas a história é tão bem contada que o leitor perde-se completamente na narrativa, no melhor sentido da expressão!

6 - Que farei com este livro?, de José Saramago

Trata-se de uma peça de teatro que conta a história sobre a publicação de Os Lusíadas. É um estilo completamente diferente daquilo que o autor escreve, então acho que é uma boa leitura!

7 - Acácia: Ventos do Norte, de David Anthony Durham

Mais um livro de fantasia que me surpreendeu bastante! Quando o comparam com A Guerra dos Tronos, não sei do que falam porque não encontrei as ditas semelhanças. É uma história épica, como a de GRRM? Sim, mas a semelhança fica por aí porque as personagens são bastante diferentes e a história em si difere em pontos essenciais.

8 - Vitória, de Daisy Goodwin

Adoro uma boa ficção histórica! E, como adoro a série, decidi ler o livro. Adoro esta figura da história!

9 - Wonder Woman: Warbringer, de Leigh Bardugo

Já tinha desistido de ler os livros de Leigh Bardugo porque não me identificava com a escrita da autora e perdia-me na leitura, o que nunca é bom nem motivador. Porém, como se tratava da eterna WW, decidi ler e fiquei bastante empolgada porque a história é maravilhosa, a escrita perfeita e nota-se a pesquisa bastante extensa que a autora fez para criar este livro.

10 - O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry

Quando me ofereceram este livro, tinha 7 ou 8 anos. Não gostei dele, já não me lembro dos motivos. Sempre que pensava no livro, sentia frustração, então, sabe-se lá o que é que a Ana Teresa com 7 ou 8 anos pensou do livro.
Mas decidi dar-lhe uma segunda oportunidade e desta vez adorei-o!

11 - Vicious, de V.E. Schwab

Não é novidade que eu adoro a escritora e os seus livros! Este livro não desapontou. Como saiu o seu segundo volume, decidi ler o primeiro e talvez vá ler, em 2019, o segundo volume.

12 - Kingdom of Ash, de Sarah J. Maas

A aventura da épica Aelin Ashryver Galathynius (escrevi tudo bem, certo?) chegou ao fim e que maneira épica de acabar esta saga maravilhosa!
Que 2019 traga muitos livros de Sarah J. Maas!

23 de dezembro de 2018

Maratona de Leitura: Fall In Stories - Wrap-up

Nem acredito que esta maratona já acabou! Confesso que estes três meses passaram muito rápido!

Vamos então aos livros que li:

1.º livro lido: Um livro que decorra numa escola/colégio/universidade: PS - Ainda Te Amo, de Jenny Han



2.º livro lido: Um livro com uma capa em tons castanhos/cremes/vermelhos: Larga Quem Não Te Agarra, de Raul Minh'Alma



3.º livro lido: Um livro com animais na capa ou na história: Beleza Negra, de Anna Sewell



4.º livro lido: Um livro de fanstasmas: Vicious, de V.E. Schwab



5.º livro lido: Ler um livro com chuva ou que transmita a sensação de rio: Confesso, de Colleen Hoover



6.º livro lido: Um livro que aches que tenha cenas arrepiantes/dolorosas/nojentas: Kingdom of Ash, de Sarah J. Maas



7.º livro: Um livro com personagens que gostarias de conhecer pessoalmente: An Illustrated History of Notable Shadowhunters and Denizens of the Underworld, de Cassandra Clare



8.º livro lido: A Mulher do Camarote 10, de Ruth Ware


Arrumar as estantes da casa

24 de novembro de 2018

Maratona de Leituras: Christmas in the Books 2018

Vem aí mais uma maratona! Tenho que dizer que as maratonas ajudaram-me imenso este ano a completar o meu Reading Challenge antes do tempo, então também vou fazer a minha primeira maratona natalícia! Para além disso, dá para combinar com a maratona Fall in Stories (podem ver o TBR da maratona aqui). Esta maratona decorrerá até ao dia 23 de dezembro

Eis os desafios:

1 - Árvore de Natal: Um livro que tenha no título as letras da palavra NATAL - An Illustrated History of Notable Shadowhunters and Denizens of the Underworld, de Cassandra Clare




2 - Prendas de natal - Um livro que oferecerias a alguém - O Vale dos Cinco Leões, de Ken Follett




3 - Bolinhas - Um livro que tenha as cores da tua árvore de natal: A Cruz de Morrigan, de Nora Roberts




4 -Sino - Um livro que se passe no natal ou inverno: Kingdom of Ash, de Sarah J. Maas




5 - Candy Cane - Um livro que te aqueça o coração: A Court of Thorns and Roses, de Sarah J. Maas




6 - Fitas: Escolhe o 25.º livro da tua estante: Origem, de Dan Brown (fiz meio que batota porque fui à estante dos livros para ler XD)




7 - Luzinhas de Natal - Um livro de um autor que nunca leste: A Mulher do Camarote 10, de Ruth Ware



Maratona de Leitura: Fall In Stories – 2 meses de leiura

Já se passsaram dois meses de leitura. Parece que já passou muito tempo, mas a minha lista parece não dizer o mesmo.
Caso queiram ver os livros da maratona, cliquem aqui.
Caso queiram ver os livros que li durante o primeiro mês, cliquem aqui.

4.º livro lido: Um livro de fanstasmas: Vicious, de V.E. Schwab


Eu adoro os livros da escritora e é claro que este livro não desiludiu. Adorei-o!


5.º livro lido: Ler um livro com chuva ou que transmita a sensação de rio: Confesso, de Colleen Hoover


Já li dois livros da autora e começo a achar que ela utiliza sempre a mesma fórmula e não gostei muito dsso.


Livros em andamento:
a) Bem, digamos que eu continuei a ler mais um bocadinho de Drums of Autumn, mas depois parei por causa do segundo livro que está em andamento.





b) E eis a razão pela qual o meu mundo quase parou por completo! Kingdom of Ash! A história de Aelin chega finalmente ao fim!



13 de novembro de 2018

Opinião - Diários d'Alcateia (1.ª série), de Ana Margarida Valente



Quando a Margarida me convidou a ler a sua história, quase nada me disse sobre a história e eu lá fui ler, sem quaisquer expectativas. Então, fui ler a primeira série desta história, que é a Capa Vermelha.

Não fiquei desiludida porque o Prólogo dá muito a entender e parece promissor, para além de ir ao encontro do título da história. Mas o primeiro capítulo é completamente diferente e volta a baixar as expectativas com personagens que são muito diversas e, ainda assim, muito parecidas.

A nossa protagonista, Cathy Earnshaw, vive isolada do mundo real: tem uma grande família que vive em Sintra e estuda numa escola bastante religiosa só de raparigas. Isto dá-nos logo o ambiente em que todas as outras personagens vivem, que é altamente exclusivo, quase como uma elite e a roçar a seita.
Depois de já estarmos familiarizados com as personagens, eis que aparece um leque que vem abanar as coisas: os Heathcliff.

Earnshaw, Heathcliff... isto soa familiar? E se disser que também conta com a participação de um Edgar? Não é pura coincidência e a autora faz notar isso. As parecenças a nível da história não são coincidência.

Os Heathcliff são apresentados como sendo uma família com raízes portuguesas que vieram da Irlanda. Por esse motivo, o inglês é uma língua bastante falada entre eles, até mesmo com as outras personagens que não pertencem ao seio da família. Apesar de não ter nada contra isto, alguém que não fosse um falante recorrente do inglês iria sentir-se confuso com certas expressões porque muitas delas não são explicadas.

Em relação às outras personagens, temos um leque bastante extenso de uma família bastante antiga, em que só há primos e primas, tios e tias, por todo lado. Isto dá lugar as verdadeiras intrigas, mas que não chegam a ser totalmente desenvolvidas, precisamente por causa deste leque de personagens tão extenso. Ou seja, se por um lado é uma grande virtude da história, por outro, é uma fraqueza que podia ser melhorada se a história fosse mais extensa.

Também tive um problema com outras personagens que não eram principais: o estereótipo. Professoras autoritárias, madrastas más, filhas altamente rebeldes, pais sempre ausentes porque trabalham. O comportamento era tal que eu ficava irritada só de ler porque, apesar de adorar um bom estereótipo, isso não significa que tenha que ser a norma numa história, e os vários exemplos demonstraram que o seu uso foi impulsivo e pouco explorado.

A história é bastante promissora, mas o último capítulo dá a entender que isto foi apenas o início da história e esperava que, depois de dez capítulos, houvessem mais dez para concluir a história. O que vale é que a Margarida já está a escrever a continuação. :)


Podem ler toda a história aqui. 

6 de novembro de 2018

Opinião: Wonder Woman: Warbringer, de Leigh Bardugo



Este não é o primeiro livro que leio da autora e confesso que estava a ficar sem esperanças em relação ao seu estilo de escrita porque ficava sempre confusa e saltava de um momento para o outro. Perdia-me nos livros dela e não era por um bom motivo. Por isso, quando comprei o livro da WW fiquei entusiasmada porque adorei o filme e a personagem, mas estava com medo de não gostar do estilo de escrita.


Este livro veio mudar a minha opinião em relação à autora. O livro foi muito emocionante e muito bem detalhado. A história é comovente e viu-se a pesquisa que a autora fez para escrever o livro.


A história começa de uma forma que nunca pensei ser possível porque o filme (que é a única referência que tenho em relação a esta heroína) mostra as Amazonas como seres pacíficos. Porém, não é sempre assim, e afinal Diana não é tão adorada como pensava. Isto trouxe uma nova perspetiva à personagem.


Do outro lado, também uma personagem igualmente importante, temos Alia, uma Dama da Guerra (a mitologia é muito bem explicada e com bons detalhes).


As duas acabam por formar uma certa amizade quando Diana decide que pode proteger este ser, salvar a ilha e ultrapassar as consequências dos seus atos. Acho realmente que a evolução de Diana neste livro é algo digno de uma personagem principal forte, como ela é mostrada ao público. Por vezes, estas personagens que já têm a sua personalidade definida evoluem pouco ao longo da narrativa, mas não foi o caso neste livro.


No fim, Diana regressa ao seu lugar, com a certeza de que consegue ser tão forte como as outras Amazonas que vivem na ilha, uma questão que a assombrava.


Queria muito que este livro tivesse uma continuação porque, apesar de ter um final bem concluído, existem muitas mais histórias onde a nossa Diana pode ser a protagonista.

30 de outubro de 2018

Unboxing - Caixa da Fairyloot

Opinião: Glass Sword, de Victoria Aveyard



Quando comecei a ler este livro, pouco ou nada me lembrava do primeiro. Tive que ler alguns resumos para me lembrar das personagens. Muitas pessoas tinham a expectativa de que este livro fosse ainda melhor que o anterior, mas acho que é apenas diferente. Se o primeiro estava cheio de intriga e algum drama familiar, este livro está cheio de ação. Porém, não creio que preencha um requisito necessário a todos os livros bons: o desenvolvimento pessoal das personagens principais.


O livro é, certamente, cheio de ação e traições, mas não vi as personagens a evoluírem de um ponto de vista emocional, apenas estratégico. Das personagens principais, ou seja, Mare, Maven e Cal, nenhum deles tem algum momento em que questione o que está a fazer de modo a mudar algo a nível pessoal. Mare é uma personagem que está em "modo sobrevivência" e, portanto, tem que seguir em frente, que se danem as consequências. Cal, para grande surpresa minha, ficou calado a maioria do livro, apenas demonstrando que estava ali porque era visto a pilotar o avião e a guiar os outros. E Maven aparecerá mais no terceiro livro da saga (pelo menos, é o que o título do terceiro livro indica).


Em relação aos outros personagens, temos aqui a consequência deste livro ser narrado apenas do ponto de vista de Mare e, devido aos momentos recheados de ação, mal consegue observar o desenvolvimento dos que a rodeiam.


E agora, falemos da componente que enche estas páginas como poucos conseguem: cenas e cenas de ação que nunca mais acabam e que têm sentido. Realmente, cada virar de página era uma surpresa, cada uma mais impressionante que a outra porque não sabia o que ia acontecer a seguir. O lema do livro e da nossa personagem principal é de que qualquer pessoa pode trair qualquer um e isso vê-se espelhado nas traições que não eram traições, nas traições que o eram de verdade e nas palavras amigáveis que tinham uma faísca de mistério e que demonstravam esperança quando, na verdade, ela não estava lá.


Creio que é um livro que preenche os requisitos de um bom livro mas não deixa a sua marca como outros livros o fazem.

26 de outubro de 2018

Maratona de Leitura: Fall in Stories - 1 mês de leitura

Já se passou um mês. Como é que é possível?

O arranque desta maratona não foi fácil para mim, houve um livro que custou muito ler (farei depois uma opinião sobre esse livro). No entanto, aqui estão as primeiras leituras desta maratona. Estou convencida de que acabarei todos os desafios porque, até agora, a maioria dos livros tem-me pegado às páginas.

1.º livro lido: Um livro que decorra numa escola/colégio/universidade: PS - Ainda Te Amo, de Jenny Han


Adorei este livro, foi muito fofinho. Gostei muito mais do primeiro, e como tinha grandes expectativas para este segundo livro, fiquei um pouco desiludida. Porém, está preenchido de momentos muitos queridos.



2.º livro lido: Um livro com uma capa em tons castanhos/cremes/vermelhos: Larga Quem Não Te Agarra, de Raul Minh'Alma


Foi este o livro de que não gostei muito. Opinião já disponível aqui.



3.º livro lido: Um livro com animais na capa ou na história: Beleza Negra, de Anna Sewell


Li este livro pela primeira vez quando tinha uns dez anos. Vi o filme. Chorei em ambos. Agora que o li de novo, ficou outra vez aquela sensação de que este livro é muito importante para aprendermos a sermos gentis para com os animais.



Livros em andamento:

a) Um livro que decorra no teu país/cidade de sonho: Drums of Autumn, de Diana Gabaldon


Este livro tem mais ou menos 800 páginas, é por isso que não o leio de uma só vez, porque me iria cansar. Por isso, vou lendo outros pelo caminho e assim não fico entediada.



b) Um livro de fantasmas: Vicious, de V.E. Schwab


Este livro está a ser bastante aliciante. Mas como está a ser tão bom, só o leio aos pedacinhos porque quero fazê-lo durar bastante (talvez até ao Halloween).


21 de outubro de 2018

Opinião: Que farei com este livro?, de José Saramago

Atenção: contém alguns spoilers




Quando penso em Saramago, penso no Memorial do Convento. Depois penso no primeiro volume dos Cadernos de Lanzarote, que trouxeram uma nova perspetiva do escritor português. Depois penso em como ele, no meio de uma multidão, chamava por Pilar, muito aflito (uma cena do documentário sobre ele). 

Mais uma vez, sou surpreendida pela sua escrita. Então não é que o Saramago foi escrever uma peça de teatro sobre o Luís de Camões? Pois bem, este livro expressa as artimanhas por que Luís de Camões teve que passar para conseguir publicar Os Lusíadas. 

Afinal, não havia assim tanta gente interessada neste volume épico. Confesso que não sei nada acerca da veracidade desta história, mas quer ela seja verídica ou pura ficção de Saramago, está muito bem escrita e creio que faz jus à personalidade e vida de Camões ou, pelo menos, aos poucos factos que sabemos sobre dele. 

Trata-se de um livro fácil de ler (porque é uma peça de teatro) e garanto que vão voar pelas páginas porque todas as personagens e a história em si são bastante interessantes.

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...