23 de fevereiro de 2014

Opinião: Doctor Who (2005) - 1ª temporada



Doctor Who 1ª temporada

Tenho que começar por dizer que não sou fã de sci­-fi, mas como a Ophelia (fazemos umas quantas fanfics juntas) nunca parava de falar da série, eu fui ver. Tenho que dizer que os primeiros episódios custaram-me ver, mas lá mais para o fim, eu até já estava viciada.
O Doctor (Who?) é um Time Lord, um Viajante do Tempo. Ele viaja através do tempo e do espaço na sua cabine da polícia para todo o lado, resolvendo mistérios, crimes e impedindo que a Humanidade seja destruída.
O caso mais interessante e marcante, na minha opinião, foi os do Slitheen. Eles são uns extraterrestres verdes gigantes que se colocam dentro das pessoas, como se elas fossem apenas uma peça de vestuário. O que os identifica é que eles têm excesso de flatulência quando estão na pele dos humanos. São cruéis (uma vez que querem destruir o planeta e a acabar com a raça humana) mas num dos episódios finais vemos que todos têm a possibilidade de um novo recomeço. É isso que eu gosto em Doctor Who: apesar de serem vilões, vemos sempre algum tipo de humanidade de maneira que podemos entender os dois lados da história.
O que eu também gostei bastante foi do Captain Jack. Peço imensa desculpa ás outras personagens, mas o Captain é a personagem mais comicamente estilosa que existe. É cativante e tem charme. Ele completa o triângulo Doctor-Rose-Captain Jack. Doctor Who sem ele teria muito menos graça.
Depois temos a Rose. Ela é a personagem principal feminina da série. Destemida e engraçada, ela traz vida ao Doctor. Admiro imenso a sua coragem e determinação, especialmente nos últimos episódios, quando o Doctor a afasta da Batalha do Tempo.

Para finalizar, queria recomendar esta série porque apesar de ser sci-fi, não é cansativa e vemos que há sempre alguma ponta de realismo. Por exemplo, no jogo The Weakest Link o apresentador pode tornar-se uma máquina. Porque não?! É claro, ninguém gostaria de ser exterminado por uma máquina num jogo de perguntas e respostas, mas é claro que a realidade de Doctor Who pode ser adaptada para os nossos dias. Dou um século até que o apresentador seja uma máquina. Vejam, é uma série que vos vai cativar.

Nota da temporada: 9/10



E agora, vou ver a 2ª temporada!

3 de fevereiro de 2014

Opinião: The Vampire Diaries 4X23 - Graduation



The Vampire Diaries 4X23 – Graduation

Para season finale, não podia pedir melhor. Chorei (muito), ri, gritei, desesperei e fiquei sem ar muitas vezes.

Fantasma Nº1: Kol
A começar por Kol. O discurso do Original no início do episódio prova que ele passou algum tempo no Outro Lado a ver a Emily Thorne (Revenge). Apesar de eu ter pensado que ele iria ter mais tempo em TVD, estive redondamente errada. Apenas o vimos em mais alguns minutos em cenas Kennett (Kol+Bennett), que foram bastante comoventes e depois com Elena, mas nem isso foi o suficiente! Eu pensava que era ele quem iria voltar para o mundo dos vivos, já que a sua família vai para New Orleans.
Na minha opinião, podiam ter dado a Kol uma storyline bem mais interessente, do que deixá-lo preso numa cave durante mais de metade do episódio.

Fantasma Nº2: Lexi
Lexi está de volta, o que foi uma boa surpresa e… ao som de Bon Jovi! No momento em que a música apareceu, eu olhei logo para a televisão a pensar que havia algo ligado (e atenção, porque a primeira vez que eu vi a season finale era uma da manhã e estava sozinha na sala). Mas não, era apenas Stexi a apanhar uma bebedeira. É isso que Lexi nos dá: momentos Stexi muito fofos, onde podemos ver como Stefan também pode ser descontraído (note-se que ele estava bêbado).
Eu adorei os momentos em que Lexi apareceu. Ela é daquelas personagens que é adorável e por ser tão amiga de Stefan, interfere na storyline mas de uma maneira positiva como, por exemplo, quando Elena escolheu Damon, Lexi estava ao lado de Stefan a apoiá-lo. É para isso que os amigos servem.
Stexi é um bom exemplo de amizade pura e eterna.

Fantasma Nº3: Alaric
Se vem Alaric, chega Dalaric! Quem não adora os momentos Dalaric? Apesar de não terem sido o maior foco neste episódio, foram igualmente importantes, como, por exemplo, quando Alaric salvou Damon de Vaughn.
Para além disso, Alaric também esteve com Jeremy e Elena a comer uma hambúrguer e batatas fritas num cemitério, como se fosse um típico domingo em família. Em adição, ele também foi o pai da família, salvando Elena (e o Mystic Grill) das ameaças de Connor. Alaric mostrou-nos assim, que ele faz muita falta á série.

Fantasmas Nº4, Nº5 e Nº6: Connor, Vaugh e Alexander
Ora aqui estão os três Caçadores mais temíveis.
Vaughn foi o mais irritante deles todos, já que envenenou e disparou contra Damon. Stefan até lhe arrancou o coração uma vez, mas isso não mudou nada. Para sorte de todos nós, Alaric lançou-o pela cascata de Mystic Falls abaixo, deixando-o entretido a morrer (de novo). Infelizmente, Vaughn já tinha causado estragos suficientes, já que Damon estava em risco de vida.
Connor foi simplesmente… inútil. Alaric cuidou dele no segundo logo a seguir ao ele ter aparecido.
Alexander teve a storyline mais ridícula de sempre, sendo útil apenas para juntar Matt e Rebekah. Ele foi absolutamente irritante, já que colocou Matt em risco de vida. Vamos esclarecer uma coisa, Alexander: Matt pode ser o inútil da série, mas todo o fandom continua a amá-lo! Nada de ameaçar o menino querido de Mystic Falls!

5 – Mabekah
Foi um dos momentos mais fofos de todo o episódio. Rebekah e Matt finalmente assumem que têm uma faísca e ocorre um beijo! Rebekah foi uma menina muito corajosa, fazer a coisa que mais teme na vida, palavras dela, não minhas.
Sem dúvida, a season finale foi marcada por Mabekah.
Agora, Matt e Rebekah vão dar uma volta pelo mundo e tudo o que acontecer na viagem, fica pela viagem. Matt é espertinho!

6 – Klaroline
Eu não estava á espera nada mais, nada menos do que um beijo Klaroline, e sabia que não seria um beijo de casal de apaixonados, mas sim um beijo da amizade. Klaus e Caroline fizeram as pazes, finalmente.
Klaus deu-lhe uma prenda que sabia que ela aceitaria: Tyler pode voltar para Mystic Falls. Caroline não aceitaria a passagem em primeira classe para New Orleans, mas eu aceito, Klaus!
O momento Klaroline ficou marcado por duas coisas: o sorriso que os dois partilharam quando Klaus apareceu subitamente, salvando a vida de Caroline, Stefan e Elena das bruxas e depois o discurso de Klaus: “ele é o teu primeiro amor, eu pretendo ser o teu último… leve o tempo que levar”. Foi muito lindo e romântico. Eu derreti. Como Klaus vai agora para New Orleans, não podia pedir mais nada para a despedida Klaroline.

7 – Delena
Eu não estava á espera que Elena tomasse uma decisão em relação aos Salvatore, mas ela tomou, e foi Damon! A justificação dos dois foi bastante comovente, apesar de eu não ter gostado muito do momento, já que eles sabiam que Stefan estava na mesma casa e, sendo ele um vampiro, podia ouvir o que eles estavam a falar. Acho que foi uma falta de respeito em relação a Stefan.
Contudo, Delena é oficial agora! Os dois, que passaram por bastantes coisas nesta quarta temporada, vão passar para a fase seguinte do relacionamento (seja lá qual ela for). O episódio 7 foi marcado pelo início Delena mas, de alguma forma, isto parece o início oficial de Delena, já que agora sabemos que ela já não tem a Ligação de Lealdade a Damon, ou seja, esta escolha foi feita por ela mesma, sem qualquer influência.

8 – Stefan é doppelganger
Sem dúvida, a season finale ficou com uma vontade de ter episódio novo no minuto a seguir! Mas não foi isso que aconteceu e, ao contrário do que eu esperava, não foi a última cena que marcou a season finale, mas sim outras cenas anteriores.
Porém, o facto de termos ficado a descobrir que Silas está vivo e Stefan é o doppelganger dele, foi bastante chocante, já que durante todo o tempo em que ouvimos falar do Silas nunca vimos o seu verdadeiro rosto na realidade.
Agora Stefan ficou a afogar-se repetidamente durante tempo indefinido até alguém dar por falta dele, o que eu acho que não vai ser possível, já que Silas vai aproveitar-se do facto de ter revelado o seu verdadeiro rosto. O que mais me angustia é que Stefan não vai ter oportunidade de dissecar, ele vai afogar-se uma e outra vez, vai morrer incontáveis vezes e vai estar sempre em pura agonia.

9 – E a Cura vai para… Katherine Pierce!
Eu não estava á espera desta. Sempre pensei que alguém iria tomar a Cura por livre e espontânea vontade, mas isso foi o meu pensamento inocente, obviamente, já que os escritores não se contentam com momentos felizes durante 42 minutos seguidos.
Elena obrigou Katherine a tomar a Cura, já que esta ia matá-la. Por um lado, percebo Elena, já que ela ia morrer, agiu por instinto de sobrevivência, mas por outro, não posso deixar de pensar do que será agora de Katherine que é humana. Nós não sabemos como é que a Cura funciona, então o que podemos esperar agora?

10 – Jeremy e Bonnie
Bonnie já tinha morrido no episódio anterior, mas ela permaneceu bastante presente neste último episódio. De alguma forma, acho que não será a última vez que a veremos na série. BonBon fez o que devia ser feito: fechou o véu, mas não sem antes ressuscitar Jeremy.
Jeremy voltou do mundo dos mortos, o que foi uma surpresa para mim, já que eu pensava que era Kol quem voltaria (como referi anteriormente). Mas não fiquei triste, na verdade, acho que será bastante interessante ter Jeremy de volta.
O que eles dirão na escola? Mystic Falls até fez um funeral, o rapaz até tem uma campa! Que justificação é que eles darão? Porque, como é óbvio, eles não podem hipnotizar a população inteira da cidade.

11 – Formatura
A formatura foi o momento em que eu mais me emocionei, talvez porque eu estivesse a passar por toda a melancolia de acabar o secundário. Então, é bastante interessante estar com as personagens, sentir na pele o que elas sentem. Foram dois lenços de papel, até Kol aparecer e estragar o momento.
Foi um momento muito lindo, onde pudemos ver que as personagens cresceram e que agora vão seguir uma nova etapa.


Nota: 10/10

17 de janeiro de 2014

Opinião: Sherlock 3X02 - The Sign of Three



Sherlock 3X02 – The Sign of Three

Meu querido Sherlock,
Se um dia te casares, eu NÃO irei ao teu casamento. Hahaha, só a brincar! Mas vamos admitir, casamento mais louco do que aquele nunca vi (para além do Red Wedding, claro).
Eu nem sei por onde começar, porque o episódio passou-se no casamento de Mary e John, mas mais de metade do episódio foi focado nos casos em que John e Sherlock participaram. Os dois casos, que depois acabaram por se intersetar, foi o homem fantasma e o homem invisível. Eu tenho que confessar que, se o do homem invisível foi frustrante porque não se resolvia, o mais divertido foi do homem fantasma, não só pelas testemunhas que Sherlock encontrou, como também por John e Sherlock estavam bêbedos. A despedida do John Haymich Watson durou duas horas, segundo a Mrs. Hudson!
E no meio do discurso alucinante do Sherlock, o casamento ficou ainda mais único porque alguém ia ser assassinado! E, claro, Sherlock propôs um jogo: “let’s play morder”, disse ele e naquele momento eu fiquei arrepiada, já a Mrs. Hudson, ficou ofendida por ele estar a ser tão inconveniente.
A vítima seria o antigo Comandante de John, porque muitas das famílias responsabilizam-no por ele ter saído vivo de um ataque, enquanto que todos os outros soldados que estavam com ele, não tiveram a mesma sorte. Um motivo bastante interessante, devo dizer, para uma personagem que apareceu em apenas um episódio mas que já tinha uma profundidade imensa porque sabíamos o quão negro tinha sido o passado de John, então, pudemos induzir que o passado desta personagem era igualmente negro.
Mary foi novamente divertida e calorosa! Eu acho que, se eles na primeira e segunda temporadas eram uma dupla excelente, com Mary virou um trio perfeito! Ela tem uma presença alegre, divertida, suave e ao mesmo tempo intensa, com a sua personalidade bem formada. O que eu acho bastante interessante neste personagem é que, ao contrário do que costuma acontecer quando uma dupla passa a trio, é que ela não tenta separar o Sherlock do Watson ou criar afinidades só com o Watson. Ela também se preocupa com o Sherlock e incentiva-os a fazerem coisas juntos porque sabe que o Sherlock é importante para o Watson e vice-versa. Esta dupla precisava de uma energia feminina e cheia de vida, e é precisamente isso que Mary traz.
Mas, em breve irá virar um quarteto! Sherlock, para grande frustração do John (que é médico), deduziu primeiro que ele que Mary está grávida! O que para o fandom foi uma ótima notícia e eu creio que para o trio também foi. Uma notícia inesperada, mas muito bem vinda!
E, para finalizar, o final do episódio foi profundamente de partir o coração a qualquer um. Sherlock, no meio da pista de dança, sozinho. Então ele olha para Janine (eu achei-a uma personagem bastante engraçada), mas ela já está a dançar com outra pessoa. Então Sherlock vai embora, com o seu sobretudo vestido, gola para cima para mostrar as suas maçãs do rosto e fazendo-nos dizer: “Sherlock, eu danço contigo!”



Nota do episódio: 9/10

5 de janeiro de 2014

Opinião: Sherlock 3X01 - The Empty Hearse


3X01 - The Empty Hearse

Sherlock voltou!

Quem não tinha saudades do Sherlock? Eu tinha, sem dúvida alguma! Comecei a ver a série quando já tinha acabado a segunda temporada, de maneira que não tive que esperar tanto tempo como todos os fãs.
Quanto ao episódio em si, eu tenho que dizer: adorei a banda sonora! Yolanda com Johnlock em câmera lenta? AMEI! Para além disso, adorei a introdução da nova personagem: Mary. Ela é uma daquelas personagens femininas com a qual nos podemos identificar logo no primeiro momento. Adorei o facto de ela não ser daquelas personagens cómicas que perdem a credibilidade e de ela não ter um surto quando viu o Sherlock, atirar-se para os braços dele e dizer “sou uma grande fã!” e esquecer-se do John. Não, ela fez precisamente o contrário e deixou os dois “conversarem”, sendo portanto um pilar importante para a sanidade do John mas não se intrometendo entre os dois. Para além disso, ela tem cérebro. Ou seja, quando recebeu aquele SMS estranho, recorreu imediatamente ao Sherlock. Ela não é ignorante, sabe que o Sherlock é a única pessoa que pode salvar o John.
Mrs. Hudson! Adorei-a! Eu tenho que confessar que quando a vi, é que percebi que realmente tinha sentido imensas saudades dela. Eu tinha sentido muito a falta do Sherlock, em geral, mas Mrs. Hudson é tão amável e divertida ao mesmo tempo que é impossível não gostar dela. Eu adorei vê-la quase a partir a loiça toda! E com a frigideira quando o Sherlock lhe apareceu à frente? Lindo!
As várias teorias que os fãs tinham criado apareceram no episódio, o que eu achei super fofo da parte dos escritores e produtores. Mostra que o fandom nunca foi nem nunca será esquecido. De todos, o que eu achei mais engraçado foi a hipótese de que Sherlock forjou a sua morte para ficar com Moriarty. Contudo, logo no início, aquele beijo com a Molly foi de tirar o fôlego por causa da surpresa! Porém, outra teoria completamente plausível.
Uma curiosidade foram os pais de Sherlock. Ou deverei dizer os pais de Benedict Cumberbatch? Sim, os pais do Sherlock também são os pais do ator! E Mary é na verdade a esposa de Martin Freeman. Eu adoro quando as séries começam a ficar um “family business”!
Por falar em família, Mycroft apareceu várias vezes e ainda bem! Eu adoro vê-lo atuar e no fundo, é a única referência que temos da família do Sherlock. Neste episódio, ele também mostrou que é (quase) tão inteligente como o irmão, o que foi ótimo.
O caso em si era sobre um ataque terrorista que iria acontecer no metro. O que, em Londres, deve de ser uma ameaça diária, já que a cidade está sempre no radar das atividades terroristas. Não é novidade para ninguém. Contudo, a quantidade de explosivos que existia, isso sim é que foi uma novidade! Mas, Sherlock sendo Sherlock, é claro que nos deixou numa enorme ansiedade sobre se a bomba tinha explodido ou não. Então ele dá aquela gargalhada que não se percebe de ele está a rir ou a chorar. E então John faz uma careta e vemos a cara do Sherlock e os meus pensamentos vão: “então e a bomba? Quando é que explode?” É claro que não explodiu, existe sempre um botão que permite desligar a bomba, caso algo corra mal. Sherlock, fazer bluff numa situação tão séria não foi divertido!
Para terminar o review:
1 – o namorado de Molly. Sim, sim, claro, nós vimos bem como é que tu “seguiste em frente”. Vou fazer como o Sherlock, o John e o Lestrade: não vou comentar nada.
2 – aquele abraço entre o Sherlock e o Lestrade fez-me shippá-los ao mais alto nível. Eu também tinha saudades do Detetive e da sua frustração em relação à genialidade do Sherlock (que é como todos nós nos sentimos quando ele fala e nós não percebemos o raciocínio dele).
3 – John e o seu bigodinho foi… memorável. Ainda bem que ele tirou, porque parecia ter mais 20 anos do que tem.

O que acharam do regresso da série? Eu acho que foi excecional!


Nota:10/10

31 de dezembro de 2013

A Arma de Esther: novas personagens

Já na sua reta final, entraram duas novas personagens que ainda serão muito importantes para o desenrolar da história:

David:

E a sua irmã, Elizabeth:


Ambos são Caçadores de seres sobrenaturais (David especializou-se em caçar vampiros)

18 de outubro de 2013

Opinião: Once Upon a Time 3X03 - Quite a Common Fairy



Once Upon a Time 3X03 – Quite a Common Fairy

Eu gostei bastante deste episódio e sim, foi porque a Sininho apareceu!
Quem não gosta de Sininho? Até fizeram recentemente um filme (da Disney, claro) em que ela era a personagem principal. E viram a linda da Sininho a iluminar o logo da série? Eu achei tão fofinho!

1 – A história da Sininho
Vou começar pela Sininho, claro. Gostei bastante da maneira como ela foi introduzida na série: através da Evil Queen. A nossa Regina estava a sentir-se horrível no palácio, sozinha, de coração partido, quase uma prisioneira. Até que, por acidente (ou talvez não) ela cai de uma varanda. Sininho salva-a e então ajuda-a a encontrar o amor de novo. Contudo, tal não aconteceu, porque Regina decidiu que sem a sua raiva, não seria ninguém. Então deixou o pobre coitado condenado porque ela era o amor da sua vida. Esse amor da sua vida, ficamos a descobrir mais tarde, era o Robin Hood. Não achei que fizesse muito sentido, mas mesmo assim gostei do facto de, quando duas pessoas estarem destinadas uma á outra e uma recuar, a outra fica na desgraça.
É claro que isso arruinou a vida da nossa pixie. A Fada Azul baniu-a, recusou-se a dar-lhe uma segunda oportunidade, porque ela tinha roubado Pó de Fada. Então Sininho viu todas as suas esperanças irem por água abaixo, o que foi bastante triste porque eu acho que ela seria uma boa fada. A Sininho ficou sem os seus poderes. Nós conseguimos ver isso na Terra do Nunca, quando ela usa um pó que não exige magia.
E é aí que ela se encontra com o nosso gangue em Neverland: o grupo foi à procura de Sininho porque só ela é que sabe onde é que está o acampamento de Pan porque tem magia. Contudo, ela agora já não tem magia, mas isso não a impede de os ajudar, uma vez que Pan ainda confia nela.
O que eu gostei bastante da Sininho foi o confronto dela com Regina na Terra da Nunca. As duas tiveram uma “troca de opiniões” bastante interessante e no final, Sininho não matou Regina porque ela não queria ter o seu coração negro como o de Regina. O que mostra sem dúvida que Sininho, apesar de parecer uma mendiga e de ter tido a sua vida arruinada, ela continua a querer ser boa pessoa.

2 – Finalmente, Henry apareceu.
O que não achei muito feliz. Eu sei que Henry ainda não caiu na conversa de Pan, mas se ele continuar a falar daquela maneira, de certeza que Henry vai-se tornar num dos Lost Boys.
Porém, o Pan ganhou alguns pontos na minha consideração quando falou do motivo de Henry ser o Truest Believer; é uma história de árvore genealógica bastante interessante:
Henry tem como pais Emma e Neal.
Neal é filho de Rumple, o Senhor das Trevas.
Emma é filha da Snow e do Charming, dois seres que pertencem à Luz.
Então Henry é uma mistura dos dois e é por causa disso mesmo que só ele é que pode salvar a magia. Gostei bastante desta explicação e mostra o papel do Henry nesta temporada.

3 – Neal
O Neal estava realmente determinado em ir para a Neverland e realmente conseguiu!
A ironia do destino era que o filho do Robin Hood era o Merlin. Adorei! E o menino era totalmente adorável! Quando ele disse “eu acredito” eu derreti toda, mas ao mesmo tempo fiquei com aquele nervosinho na barriga!
E Neal conseguiu! Ele ficou agarrado ao tornozelo da Sombra e aterrou na Terra do Nunca! Aquele plano não correu nada mal!

4 – Mulan
Contudo, Mulan ficou com um coração partido. Robin Hood ofereceu-lhe um lugar no seu grupo e então Mulan foi despedir-se de Aurora. Mas, para grande infortúnio, Aurora disse que estava grávida do Phillip.

Eu juro que até àquele momento eu acreditava que Mulan sentia algo em relação ao Phillip, mas afinal estava enganada! Fui enganada! Mas não foi por causa disso que aquele momento foi menos desgostoso. Fiquei muito triste por Mulan.

13 de outubro de 2013

Opinião: Once Upon a Time 3X02 - Lost Girl


Once Upon a Time 3X02: Lost Girl

Eu gostei bastante deste episódio, apesar de não ter tido muitos desenvolvimentos.

1 – Emma
A Saviour foi a estrela deste episódio. Pan encontrou-se com ela e deu-lhe um mapa. A questão era que o mapa só iria revelar-se para ela se Emma assumisse quem realmente era.
Então o episódio girou à volta disso. Contudo, Emma não estava a acertar, então Regina cansou-se de tudo isto e colocou um feitiço de localização na folha de papel para encontrar Pan.
E realmente resultou. Só que não da maneira desejada. O feitiço realmente resultou, só que Pan já estava à espera deles, conjuntamente com vários Lost Boys. Numa luta que foi bastante interessante de se ver, quando Emma teve a oportunidade de matar um deles, não conseguiu.
E é aí que está a chave para tudo.
Emma viu nos olhos dele, o olhar que ela tinha quando estava no orfanato. Ela é uma órfã, ou seja, é uma Lost Girl. Foi com essa afirmação que o mapa se revelou para ela.

2 – Rumple
Eu continuei a não perceber o que era o boneco. E eu vi o episódio três vezes antes de fazer este review. Eu percebi que aquele boneco tinha um significado muito especial para o nosso malvado porque ele disse que tinha sido a última coisa que o pai dele lhe tinha dado. Mas aquele boneco deve de ter algo mais, porque quando ele tenta livrar-se dele, ele volta a aparecer intacto.
Outra coisa que não percebi foi o aparecimento de Belle. Certo, foi Rumple que conjurou aquela visão porque Belle conseguia sempre ver o melhor dele. Mesmo assim, não percebi a relevância do seu aparecimento. Talvez por também não ter percebido, achei um pouco ridículo Belle ter aparecido na Terra do Nunca.

3 – Peter Pan
O suposto anjinho dos nossos livros, afinal é um malvado. Mas é um malvado com pinta.
Ele dá o mapa a Emma, sem quaisquer truques, porque como Hook disse: “esta ilha é uma maldita armadilha!”. Depois, no final do episódio diz a Emma que no final desta jornada ela não se vai sentir como uma órfã, ela será uma. Isso quererá dizer que Charming e Snow vão morrer?

O que nos leva para as considerações finais:
a)      Charming, no meio de toda aquela luta com os Lost Boys, ficou ferido com o veneno que ia matando o Rumple na segunda temporada, fazendo-me corroborar com o Peter Pan: Emma será uma órfã.
b)      Henry não apareceu neste episódio. Onde estará ele?
c)      Gostei bastante do pormenor de Emma conseguir ouvir o choro das crianças da ilha e os outros não. O que mostrou a nós, telespectadores, que Emma fazia parte daquela ilha.

d)     E Storybrook? Belle, na alucinação, disse que a cidade estava segura. Isso quererá dizer que nós vamos vê-la em breve ou nem por isso?

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...