23 de outubro de 2015

Voltar a ler: Harry Potter e a Pedra Filosofal


Como treino de Espanhol, decidi ler uma das minhas sagas favoritas: Harry Potter. Para quem quer aprender línguas, não há nada melhor que começar com um livro que já conhecem, uma vez que já se conhece a história e o foco será então as palavras desconhecidas.
Faz uma década que li este livro. Não tinha muitas memórias, apenas as imagens lindas do filme, que ficará para sempre na minha recordação. Mas o livro... o livro é outra coisa. Depois de saber o que acontece ao fim de 7 livros, depois de ter visto todos os filmes, depois de saber o passado e vida de J.K. Rowling, Harry Potter ganha uma dimensão diferente.
Como treino, vou continuar a ler estes livros que mudaram a minha infância e início de adolescência, numa altura em que estou a virar adulta. Ler livros infantis nunca soube tão bem.

Alguém gostaria de me recomendar algum livro para ler em Espanhol? Sugestões são sempre bem-vindas.

19 de setembro de 2015

Opinião: Queen of Shadows de Sarah J. Maas



Pode ficar melhor?

Então… Queen of Shadows… Meu Dorian, meu querido, meu príncipe, meu rei! O primeiro capítulo começa com ele e o meu coração estremeu e partiu-se um bocadinho. Só um bocadinho. Mas depois temos Aelin (eu ia escrever Celaena, mas acho que agora faz mais sentido chamá-la Aelin), destemida, corajosa, icónica, esperta. Ela é a alma do livro e não conseguiria imaginá-lo de outra forma.

Heir of Fire colocou uma “lista de afazeres” para fazer neste livro. Ganhar a Wyrdkey: feito. Matar Arobynn: feito. Matar o Rei: feito. Libertar Dorian: feito. Ela fez isso tudo e muito mais. O mais incrível de tudo, eu acho, foi o facto de podermos ver o final de um capítulo nas suas vidas e um novo a começar. O final foi maravilhoso. Podia imaginar uma daquelas vistas de Narnia porque essa é uma das coisas mais lindas que eu já vi num filme.

Os truques que Aelin faz neste livro são incríveis. Desde a perspicácia que foi o resgate de Aedion até ao momento em que ela luta com Manon… perfeito. Por falar naquela luta: não estava à espera que fosse acontecer neste livro, talvez no próximo, mas foi tão épica que me roubou o ar e eu estava a torcer por ambas.

Os momentos de flirt entre Rowan e Aelin foram épicos e frustrantes. Por que é que eles não se beijam logo? Também estava rir. Aelin é tão perfeita em tudo o que faz. Aedion, por outro lado… ele tem o temperamento de Aelin e por vezes era irritante mas mesmo assim eu gostei dele. Como um irmão, tão fofo e protetor em relação a ela. Awn.

Chaol… ainda não gosto dele. Eu nem sei como é que foi possível ter gostado dele em Crown of Midnight mas por amor de Deus! Ele é teimoso. Ele tem as suas razões, eu sei, mas eu não sei como é que alguma vez shippei ele com Aelin/Celaena. Contudo, a sua dedicação e lealdade a Dorian é notável. Eu shippo esse bromance.

Manon teve os seus desafios para enfrentar neste livro, e muito bons que eles foram. Eu acho que ela é como a Celaena no primeiro livro, só que ela tem mais cem anos. Ela evoluiu muito neste livro, compreendendo muito mais as coisas e o seu coração começou a mostrar emoções. Também merece um momento “awn”. Uma das coisas mais interessantes sobre ela foi quando ela conheceu Dorian: o príncipe Valg deixou Dorian tomar o controlo do seu corpo para Manon não perceber que afinal ele era um Valg. Esse foi um momento de claridade – para Dorian e para mim – e também de alívio, depois de todos aqueles capítulos demoníacos.

O final foi tão épico! Ainda estou atónita com a quantidade de coisas que aconteceram no final! Tão magnificente, tão lindo e trágico. Mal posso esperar para ler o próximo livro porque eu quero ver Aelin e a sua Corte em Terrasen, com Dorian como um aliado. Isso será interessante. Quero ver a Rainha de volta ao trono que ela merece. 

18 de setembro de 2015

Opinião: On Writing de Stephen King



Não foi o que estava á espera mas gostei.

O primeiro livro de Stephen King que eu li. De alguma forma, senti que o conheci porque o estilo de escrita define uma pessoa. Este livro é mais um livro de memórias do que um livro para ensinar a escrever. As pessoas falaram muito em como ele dá dicas mas eu encontrei tantas e o que me entristece é que este livro nem é sobre isso.

Ele escreve sobre o seu percurso de escrita – desde o início. As suas dicas são conselhos e conhecimentos que ele foi adquirindo ao longo da sua vida mas se podemos aprender alguma coisa deste livro é que não há regras no que respeita à escrita. Sim, é possível seguir certas regras (o seu foco é na gramática e no vocabulário) mas o resto é por nossa conta.

No final, não foi o que estava à espera mas não fiquei desapontada. Ele escreve como se estivesse a falar connosco sobre escrita enquanto tomamos um chá. Foi o quanto eu me senti próxima a ele. Penso que não aproveitei este livro como eu queria mas também acho que tirei algum do seu conhecimento sobre a escrita para as minhas próprias histórias, o que é algo incrível. Provavelmente, não irei ler mais nada da sua autoria – não são fã de terror – mas agora sei como o seu processo de trabalho funciona e essa é uma das melhores espreitadelas que podia pedir. 

17 de setembro de 2015

Os últimos 5 livros do Goodreads Reading Challenge de 2015

YAY! Acabei o Goodreads Reading Challenge este ano! O meu objetivo era ler 25 livros. Aqui está a Parte 1 e a Parte 2 deste desafio.

Aqui estão os últimos cinco livros:

21 - High-Rise de JG Ballard

Não gostei deste livro, mas o que valeu é que foi pequenino.


22 - Heir of Fire de Sarah J. Maas

É incrível como esta autora consegue fazer sempre o seu melhor nesta série


23 - On Writing de Stephen King

Gostei mas não amei.



24 - Queen of Shadows de Sarah J. Maas


O livro que vem logo a seguir a Heir of Fire. Fantástico. Brilhante.


25 - Percy Jackson and The Titan's Curse de Rick Riordan

Preciso de acabar de ler esta série o mais rápido possível porque não gosto muito da escrita, mas uma vez que foi uma promessa, lá terá que ser.



E agora queria falar um pouquinho do Reading Challenge. Eu só aderi em completo o ano passado (em 2013 eu participei, mas como só comecei em abril, decidi que só iria participar a sério em 2014) e todos os anos tenho tentado aderir. É uma forma de me pôr a ler, porque caso contrário teria muito menos tempo. Leio sempre que posso - quando estou a ir a algum lado, nas filas de espera do supermercado, antes de ir dormir - porque eu gosto muito de ler. O Reading Challenge ajuda-me a ver o meu potencial de leitura. O reading challenge, de acordo com os livros que queremos ler ao longo do ano, avisa-nos se estamos atrasados na leitura ou muito avançados. Neste caso, de acordo com o que ele diz, eu ainda tenho potencial de ler mais 8 livros este ano. Muito provavelmente serão muitos mais do que isso (assim espero) mas eu gosto do facto de ter um desafio para completar com algo que eu adoro fazer: ler. 
Por isso, se vocês não encontram motivação para ler, acredito que o Reading Challenge irá criar essa motivação. Para além disso, é muito fofo ver a barra dos livros lidos encher a pouco e pouco. 


1 de setembro de 2015

Opinião: City of Lost Souls de Cassandra Clare



O enredo complica-se…

Cassandra tem esta maneira de nos encantar ao longo dos seus livros e é possível ver a sua evolução como escritora o que é incrível e acredito que isso é uma das coisas mais extraordinárias que um leitor pode experienciar enquanto lê um livro que faz parte de uma saga.

Clary é tão forte, coisa com que fiquei bastante satisfeita porque eu tinha-a sempre visto como a pequena adolescente que não sabia o fazer num mundo cheio de monstros. Afinal ela consegue tomar conta de si mesma. Assim como Simon: ele sempre será o meu personagem favorito, não há dúvidas. Ele é engraçado e fofo e neste livro ele é um verdadeiro guerreiro, convocando o anjo, desafiando a sua ira e defendendo não apenas aqueles que ele ama mas também ele próprio.

Alec e Magnus… bem, o que posso dizer? Mas que raios! Eu entendo o ponto de vista de ambos mas estou zangada com o Alec apesar de ter sido claro que ele nunca tinha considerado a proposta.

Sebastian é uma coisinha horrível. Eu já pensava que Valentine era maluco, mas Sebastian chega a outro nível, tentando viver duas vidas ao mesmo tempo. Impossível.

Jocelyn, por outro lado, apesar de ela ter sido a chave nos três primeiros livros, perdeu o seu charme agora que está viva, acredito. Ainda não sei o que esperar dela mas não estou à espera de muito. Acho que o seu passado é muito mais interessante do que ela é agora ou no futuro.

Tenho apenas City of Heavenly Fire para ler. Já me sinto nostálgica desta saga que aprendi a amar. 

(Este é um review traduzido autorizado)

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...