30 de outubro de 2015
23 de outubro de 2015
Voltar a ler: Harry Potter e a Pedra Filosofal
Como treino de Espanhol, decidi ler uma das minhas sagas favoritas: Harry Potter. Para quem quer aprender línguas, não há nada melhor que começar com um livro que já conhecem, uma vez que já se conhece a história e o foco será então as palavras desconhecidas.
Faz uma década que li este livro. Não tinha muitas memórias, apenas as imagens lindas do filme, que ficará para sempre na minha recordação. Mas o livro... o livro é outra coisa. Depois de saber o que acontece ao fim de 7 livros, depois de ter visto todos os filmes, depois de saber o passado e vida de J.K. Rowling, Harry Potter ganha uma dimensão diferente.
Como treino, vou continuar a ler estes livros que mudaram a minha infância e início de adolescência, numa altura em que estou a virar adulta. Ler livros infantis nunca soube tão bem.
Alguém gostaria de me recomendar algum livro para ler em Espanhol? Sugestões são sempre bem-vindas.
19 de setembro de 2015
Opinião: Queen of Shadows de Sarah J. Maas
Pode ficar melhor?
Então… Queen of Shadows… Meu Dorian, meu querido,
meu príncipe, meu rei! O primeiro capítulo começa com ele e o meu coração
estremeu e partiu-se um bocadinho. Só um bocadinho. Mas depois temos Aelin (eu
ia escrever Celaena, mas acho que agora faz mais sentido chamá-la Aelin),
destemida, corajosa, icónica, esperta. Ela é a alma do livro e não conseguiria
imaginá-lo de outra forma.
Heir of Fire colocou uma “lista de afazeres” para
fazer neste livro. Ganhar a Wyrdkey: feito. Matar Arobynn: feito. Matar o Rei:
feito. Libertar Dorian: feito. Ela fez isso tudo e muito mais. O mais incrível
de tudo, eu acho, foi o facto de podermos ver o final de um capítulo nas suas
vidas e um novo a começar. O final foi maravilhoso. Podia imaginar uma daquelas
vistas de Narnia porque essa é uma das coisas mais lindas que eu já vi num
filme.
Os truques que Aelin faz neste livro são incríveis.
Desde a perspicácia que foi o resgate de Aedion até ao momento em que ela luta
com Manon… perfeito. Por falar naquela
luta: não estava à espera que fosse acontecer neste livro, talvez no próximo,
mas foi tão épica que me roubou o ar e eu estava a torcer por ambas.
Os momentos de flirt
entre Rowan e Aelin foram épicos e frustrantes. Por que é que eles não se
beijam logo? Também estava rir. Aelin é tão perfeita em tudo o que faz. Aedion,
por outro lado… ele tem o temperamento de Aelin e por vezes era irritante mas
mesmo assim eu gostei dele. Como um irmão, tão fofo e protetor em relação a
ela. Awn.
Chaol… ainda não gosto dele. Eu nem sei como é que
foi possível ter gostado dele em Crown of
Midnight mas por amor de Deus! Ele é teimoso. Ele tem as suas razões, eu
sei, mas eu não sei como é que alguma vez shippei ele com Aelin/Celaena.
Contudo, a sua dedicação e lealdade a Dorian é notável. Eu shippo esse
bromance.
Manon teve os seus desafios para enfrentar neste
livro, e muito bons que eles foram. Eu acho que ela é como a Celaena no
primeiro livro, só que ela tem mais cem anos. Ela evoluiu muito neste livro,
compreendendo muito mais as coisas e o seu coração começou a mostrar emoções.
Também merece um momento “awn”. Uma das coisas mais interessantes sobre ela foi
quando ela conheceu Dorian: o príncipe Valg deixou Dorian tomar o controlo do
seu corpo para Manon não perceber que afinal ele era um Valg. Esse foi um
momento de claridade – para Dorian e para mim – e também de alívio, depois de
todos aqueles capítulos demoníacos.
18 de setembro de 2015
Opinião: On Writing de Stephen King
Não foi o que estava á espera mas gostei.
O primeiro livro de Stephen King que eu li. De
alguma forma, senti que o conheci porque o estilo de escrita define uma pessoa.
Este livro é mais um livro de memórias do que um livro para ensinar a escrever.
As pessoas falaram muito em como ele dá dicas mas eu encontrei tantas e o que
me entristece é que este livro nem é sobre isso.
Ele escreve sobre o seu percurso de escrita – desde
o início. As suas dicas são conselhos e conhecimentos que ele foi adquirindo ao
longo da sua vida mas se podemos aprender alguma coisa deste livro é que não há
regras no que respeita à escrita. Sim, é possível seguir certas regras (o seu
foco é na gramática e no vocabulário) mas o resto é por nossa conta.
17 de setembro de 2015
Os últimos 5 livros do Goodreads Reading Challenge de 2015
YAY! Acabei o Goodreads Reading Challenge este ano! O meu objetivo era ler 25 livros. Aqui está a Parte 1 e a Parte 2 deste desafio.
Aqui estão os últimos cinco livros:
21 - High-Rise de JG Ballard
Não gostei deste livro, mas o que valeu é que foi pequenino.
Aqui estão os últimos cinco livros:
21 - High-Rise de JG Ballard
Não gostei deste livro, mas o que valeu é que foi pequenino.
22 - Heir of Fire de Sarah J. Maas
É incrível como esta autora consegue fazer sempre o seu melhor nesta série
23 - On Writing de Stephen King
Gostei mas não amei.
24 - Queen of Shadows de Sarah J. Maas
O livro que vem logo a seguir a Heir of Fire. Fantástico. Brilhante.
25 - Percy Jackson and The Titan's Curse de Rick Riordan
Preciso de acabar de ler esta série o mais rápido possível porque não gosto muito da escrita, mas uma vez que foi uma promessa, lá terá que ser.
E agora queria falar um pouquinho do Reading Challenge. Eu só aderi em completo o ano passado (em 2013 eu participei, mas como só comecei em abril, decidi que só iria participar a sério em 2014) e todos os anos tenho tentado aderir. É uma forma de me pôr a ler, porque caso contrário teria muito menos tempo. Leio sempre que posso - quando estou a ir a algum lado, nas filas de espera do supermercado, antes de ir dormir - porque eu gosto muito de ler. O Reading Challenge ajuda-me a ver o meu potencial de leitura. O reading challenge, de acordo com os livros que queremos ler ao longo do ano, avisa-nos se estamos atrasados na leitura ou muito avançados. Neste caso, de acordo com o que ele diz, eu ainda tenho potencial de ler mais 8 livros este ano. Muito provavelmente serão muitos mais do que isso (assim espero) mas eu gosto do facto de ter um desafio para completar com algo que eu adoro fazer: ler.
Por isso, se vocês não encontram motivação para ler, acredito que o Reading Challenge irá criar essa motivação. Para além disso, é muito fofo ver a barra dos livros lidos encher a pouco e pouco.
12 de setembro de 2015
1 de setembro de 2015
Opinião: City of Lost Souls de Cassandra Clare
O enredo complica-se…
Cassandra tem esta maneira de nos encantar ao longo
dos seus livros e é possível ver a sua evolução como escritora o que é incrível
e acredito que isso é uma das coisas mais extraordinárias que um leitor pode
experienciar enquanto lê um livro que faz parte de uma saga.
Clary é tão forte, coisa com que fiquei bastante
satisfeita porque eu tinha-a sempre visto como a pequena adolescente que não
sabia o fazer num mundo cheio de monstros. Afinal ela consegue tomar conta de
si mesma. Assim como Simon: ele sempre será o meu personagem favorito, não há
dúvidas. Ele é engraçado e fofo e neste livro ele é um verdadeiro guerreiro,
convocando o anjo, desafiando a sua ira e defendendo não apenas aqueles que ele
ama mas também ele próprio.
Alec e Magnus… bem, o que posso dizer? Mas que
raios! Eu entendo o ponto de vista de ambos mas estou zangada com o Alec apesar
de ter sido claro que ele nunca tinha considerado a proposta.
Sebastian é uma coisinha horrível. Eu já pensava que
Valentine era maluco, mas Sebastian chega a outro nível, tentando viver duas
vidas ao mesmo tempo. Impossível.
Jocelyn, por outro lado, apesar de ela ter sido a
chave nos três primeiros livros, perdeu o seu charme agora que está viva,
acredito. Ainda não sei o que esperar dela mas não estou à espera de muito.
Acho que o seu passado é muito mais interessante do que ela é agora ou no
futuro.
(Este é um review traduzido autorizado)
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