Eis os desafios:
24 de novembro de 2018
Maratona de Leituras: Christmas in the Books 2018
Vem aí mais uma maratona! Tenho que dizer que as maratonas ajudaram-me imenso este ano a completar o meu Reading Challenge antes do tempo, então também vou fazer a minha primeira maratona natalícia! Para além disso, dá para combinar com a maratona Fall in Stories (podem ver o TBR da maratona aqui). Esta maratona decorrerá até ao dia 23 de dezembro
Eis os desafios:
Eis os desafios:
Maratona de Leitura: Fall In Stories – 2 meses de leiura
Já se passsaram dois meses de leitura. Parece que já passou muito tempo, mas a minha lista parece não dizer o mesmo.
Caso queiram ver os livros da maratona, cliquem aqui.
Caso queiram ver os livros que li durante o primeiro mês, cliquem aqui.
Eu adoro os livros da escritora e é claro que este livro não desiludiu. Adorei-o!
Já li dois livros da autora e começo a achar que ela utiliza sempre a mesma fórmula e não gostei muito dsso.
Livros em andamento:
Caso queiram ver os livros da maratona, cliquem aqui.
Caso queiram ver os livros que li durante o primeiro mês, cliquem aqui.
4.º livro lido: Um livro de fanstasmas: Vicious, de V.E. Schwab
Eu adoro os livros da escritora e é claro que este livro não desiludiu. Adorei-o!
5.º livro lido: Ler um livro com chuva ou que transmita a sensação de rio: Confesso, de Colleen Hoover
Já li dois livros da autora e começo a achar que ela utiliza sempre a mesma fórmula e não gostei muito dsso.
Livros em andamento:
a) Bem, digamos que eu continuei a ler mais um bocadinho de Drums of Autumn, mas depois parei por causa do segundo livro que está em andamento.
b) E eis a razão pela qual o meu mundo quase parou por completo! Kingdom of Ash! A história de Aelin chega finalmente ao fim!
13 de novembro de 2018
Opinião - Diários d'Alcateia (1.ª série), de Ana Margarida Valente
Quando a Margarida me convidou a ler a sua história, quase nada me disse sobre a história e eu lá fui ler, sem quaisquer expectativas. Então, fui ler a primeira série desta história, que é a Capa Vermelha.
Não fiquei desiludida porque o Prólogo dá muito a entender e parece promissor, para além de ir ao encontro do título da história. Mas o primeiro capítulo é completamente diferente e volta a baixar as expectativas com personagens que são muito diversas e, ainda assim, muito parecidas.
A nossa protagonista, Cathy Earnshaw, vive isolada do mundo real: tem uma grande família que vive em Sintra e estuda numa escola bastante religiosa só de raparigas. Isto dá-nos logo o ambiente em que todas as outras personagens vivem, que é altamente exclusivo, quase como uma elite e a roçar a seita.
Depois de já estarmos familiarizados com as personagens, eis que aparece um leque que vem abanar as coisas: os Heathcliff.
Earnshaw, Heathcliff... isto soa familiar? E se disser que também conta com a participação de um Edgar? Não é pura coincidência e a autora faz notar isso. As parecenças a nível da história não são coincidência.
Os Heathcliff são apresentados como sendo uma família com raízes portuguesas que vieram da Irlanda. Por esse motivo, o inglês é uma língua bastante falada entre eles, até mesmo com as outras personagens que não pertencem ao seio da família. Apesar de não ter nada contra isto, alguém que não fosse um falante recorrente do inglês iria sentir-se confuso com certas expressões porque muitas delas não são explicadas.
Em relação às outras personagens, temos um leque bastante extenso de uma família bastante antiga, em que só há primos e primas, tios e tias, por todo lado. Isto dá lugar as verdadeiras intrigas, mas que não chegam a ser totalmente desenvolvidas, precisamente por causa deste leque de personagens tão extenso. Ou seja, se por um lado é uma grande virtude da história, por outro, é uma fraqueza que podia ser melhorada se a história fosse mais extensa.
Também tive um problema com outras personagens que não eram principais: o estereótipo. Professoras autoritárias, madrastas más, filhas altamente rebeldes, pais sempre ausentes porque trabalham. O comportamento era tal que eu ficava irritada só de ler porque, apesar de adorar um bom estereótipo, isso não significa que tenha que ser a norma numa história, e os vários exemplos demonstraram que o seu uso foi impulsivo e pouco explorado.
A história é bastante promissora, mas o último capítulo dá a entender que isto foi apenas o início da história e esperava que, depois de dez capítulos, houvessem mais dez para concluir a história. O que vale é que a Margarida já está a escrever a continuação. :)
Podem ler toda a história aqui.
6 de novembro de 2018
Opinião: Wonder Woman: Warbringer, de Leigh Bardugo
Este não é o primeiro livro que leio da autora e confesso que estava a ficar sem esperanças em relação ao seu estilo de escrita porque ficava sempre confusa e saltava de um momento para o outro. Perdia-me nos livros dela e não era por um bom motivo. Por isso, quando comprei o livro da WW fiquei entusiasmada porque adorei o filme e a personagem, mas estava com medo de não gostar do estilo de escrita.
Este livro veio mudar a minha opinião em relação à autora. O livro foi muito emocionante e muito bem detalhado. A história é comovente e viu-se a pesquisa que a autora fez para escrever o livro.
A história começa de uma forma que nunca pensei ser possível porque o filme (que é a única referência que tenho em relação a esta heroína) mostra as Amazonas como seres pacíficos. Porém, não é sempre assim, e afinal Diana não é tão adorada como pensava. Isto trouxe uma nova perspetiva à personagem.
Do outro lado, também uma personagem igualmente importante, temos Alia, uma Dama da Guerra (a mitologia é muito bem explicada e com bons detalhes).
As duas acabam por formar uma certa amizade quando Diana decide que pode proteger este ser, salvar a ilha e ultrapassar as consequências dos seus atos. Acho realmente que a evolução de Diana neste livro é algo digno de uma personagem principal forte, como ela é mostrada ao público. Por vezes, estas personagens que já têm a sua personalidade definida evoluem pouco ao longo da narrativa, mas não foi o caso neste livro.
No fim, Diana regressa ao seu lugar, com a certeza de que consegue ser tão forte como as outras Amazonas que vivem na ilha, uma questão que a assombrava.
Queria muito que este livro tivesse uma continuação porque, apesar de ter um final bem concluído, existem muitas mais histórias onde a nossa Diana pode ser a protagonista.
4 de novembro de 2018
1 de novembro de 2018
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