19 de setembro de 2015

Opinião: Queen of Shadows de Sarah J. Maas



Pode ficar melhor?

Então… Queen of Shadows… Meu Dorian, meu querido, meu príncipe, meu rei! O primeiro capítulo começa com ele e o meu coração estremeu e partiu-se um bocadinho. Só um bocadinho. Mas depois temos Aelin (eu ia escrever Celaena, mas acho que agora faz mais sentido chamá-la Aelin), destemida, corajosa, icónica, esperta. Ela é a alma do livro e não conseguiria imaginá-lo de outra forma.

Heir of Fire colocou uma “lista de afazeres” para fazer neste livro. Ganhar a Wyrdkey: feito. Matar Arobynn: feito. Matar o Rei: feito. Libertar Dorian: feito. Ela fez isso tudo e muito mais. O mais incrível de tudo, eu acho, foi o facto de podermos ver o final de um capítulo nas suas vidas e um novo a começar. O final foi maravilhoso. Podia imaginar uma daquelas vistas de Narnia porque essa é uma das coisas mais lindas que eu já vi num filme.

Os truques que Aelin faz neste livro são incríveis. Desde a perspicácia que foi o resgate de Aedion até ao momento em que ela luta com Manon… perfeito. Por falar naquela luta: não estava à espera que fosse acontecer neste livro, talvez no próximo, mas foi tão épica que me roubou o ar e eu estava a torcer por ambas.

Os momentos de flirt entre Rowan e Aelin foram épicos e frustrantes. Por que é que eles não se beijam logo? Também estava rir. Aelin é tão perfeita em tudo o que faz. Aedion, por outro lado… ele tem o temperamento de Aelin e por vezes era irritante mas mesmo assim eu gostei dele. Como um irmão, tão fofo e protetor em relação a ela. Awn.

Chaol… ainda não gosto dele. Eu nem sei como é que foi possível ter gostado dele em Crown of Midnight mas por amor de Deus! Ele é teimoso. Ele tem as suas razões, eu sei, mas eu não sei como é que alguma vez shippei ele com Aelin/Celaena. Contudo, a sua dedicação e lealdade a Dorian é notável. Eu shippo esse bromance.

Manon teve os seus desafios para enfrentar neste livro, e muito bons que eles foram. Eu acho que ela é como a Celaena no primeiro livro, só que ela tem mais cem anos. Ela evoluiu muito neste livro, compreendendo muito mais as coisas e o seu coração começou a mostrar emoções. Também merece um momento “awn”. Uma das coisas mais interessantes sobre ela foi quando ela conheceu Dorian: o príncipe Valg deixou Dorian tomar o controlo do seu corpo para Manon não perceber que afinal ele era um Valg. Esse foi um momento de claridade – para Dorian e para mim – e também de alívio, depois de todos aqueles capítulos demoníacos.

O final foi tão épico! Ainda estou atónita com a quantidade de coisas que aconteceram no final! Tão magnificente, tão lindo e trágico. Mal posso esperar para ler o próximo livro porque eu quero ver Aelin e a sua Corte em Terrasen, com Dorian como um aliado. Isso será interessante. Quero ver a Rainha de volta ao trono que ela merece. 

18 de setembro de 2015

Opinião: On Writing de Stephen King



Não foi o que estava á espera mas gostei.

O primeiro livro de Stephen King que eu li. De alguma forma, senti que o conheci porque o estilo de escrita define uma pessoa. Este livro é mais um livro de memórias do que um livro para ensinar a escrever. As pessoas falaram muito em como ele dá dicas mas eu encontrei tantas e o que me entristece é que este livro nem é sobre isso.

Ele escreve sobre o seu percurso de escrita – desde o início. As suas dicas são conselhos e conhecimentos que ele foi adquirindo ao longo da sua vida mas se podemos aprender alguma coisa deste livro é que não há regras no que respeita à escrita. Sim, é possível seguir certas regras (o seu foco é na gramática e no vocabulário) mas o resto é por nossa conta.

No final, não foi o que estava à espera mas não fiquei desapontada. Ele escreve como se estivesse a falar connosco sobre escrita enquanto tomamos um chá. Foi o quanto eu me senti próxima a ele. Penso que não aproveitei este livro como eu queria mas também acho que tirei algum do seu conhecimento sobre a escrita para as minhas próprias histórias, o que é algo incrível. Provavelmente, não irei ler mais nada da sua autoria – não são fã de terror – mas agora sei como o seu processo de trabalho funciona e essa é uma das melhores espreitadelas que podia pedir. 

17 de setembro de 2015

Os últimos 5 livros do Goodreads Reading Challenge de 2015

YAY! Acabei o Goodreads Reading Challenge este ano! O meu objetivo era ler 25 livros. Aqui está a Parte 1 e a Parte 2 deste desafio.

Aqui estão os últimos cinco livros:

21 - High-Rise de JG Ballard

Não gostei deste livro, mas o que valeu é que foi pequenino.


22 - Heir of Fire de Sarah J. Maas

É incrível como esta autora consegue fazer sempre o seu melhor nesta série


23 - On Writing de Stephen King

Gostei mas não amei.



24 - Queen of Shadows de Sarah J. Maas


O livro que vem logo a seguir a Heir of Fire. Fantástico. Brilhante.


25 - Percy Jackson and The Titan's Curse de Rick Riordan

Preciso de acabar de ler esta série o mais rápido possível porque não gosto muito da escrita, mas uma vez que foi uma promessa, lá terá que ser.



E agora queria falar um pouquinho do Reading Challenge. Eu só aderi em completo o ano passado (em 2013 eu participei, mas como só comecei em abril, decidi que só iria participar a sério em 2014) e todos os anos tenho tentado aderir. É uma forma de me pôr a ler, porque caso contrário teria muito menos tempo. Leio sempre que posso - quando estou a ir a algum lado, nas filas de espera do supermercado, antes de ir dormir - porque eu gosto muito de ler. O Reading Challenge ajuda-me a ver o meu potencial de leitura. O reading challenge, de acordo com os livros que queremos ler ao longo do ano, avisa-nos se estamos atrasados na leitura ou muito avançados. Neste caso, de acordo com o que ele diz, eu ainda tenho potencial de ler mais 8 livros este ano. Muito provavelmente serão muitos mais do que isso (assim espero) mas eu gosto do facto de ter um desafio para completar com algo que eu adoro fazer: ler. 
Por isso, se vocês não encontram motivação para ler, acredito que o Reading Challenge irá criar essa motivação. Para além disso, é muito fofo ver a barra dos livros lidos encher a pouco e pouco. 


1 de setembro de 2015

Opinião: City of Lost Souls de Cassandra Clare



O enredo complica-se…

Cassandra tem esta maneira de nos encantar ao longo dos seus livros e é possível ver a sua evolução como escritora o que é incrível e acredito que isso é uma das coisas mais extraordinárias que um leitor pode experienciar enquanto lê um livro que faz parte de uma saga.

Clary é tão forte, coisa com que fiquei bastante satisfeita porque eu tinha-a sempre visto como a pequena adolescente que não sabia o fazer num mundo cheio de monstros. Afinal ela consegue tomar conta de si mesma. Assim como Simon: ele sempre será o meu personagem favorito, não há dúvidas. Ele é engraçado e fofo e neste livro ele é um verdadeiro guerreiro, convocando o anjo, desafiando a sua ira e defendendo não apenas aqueles que ele ama mas também ele próprio.

Alec e Magnus… bem, o que posso dizer? Mas que raios! Eu entendo o ponto de vista de ambos mas estou zangada com o Alec apesar de ter sido claro que ele nunca tinha considerado a proposta.

Sebastian é uma coisinha horrível. Eu já pensava que Valentine era maluco, mas Sebastian chega a outro nível, tentando viver duas vidas ao mesmo tempo. Impossível.

Jocelyn, por outro lado, apesar de ela ter sido a chave nos três primeiros livros, perdeu o seu charme agora que está viva, acredito. Ainda não sei o que esperar dela mas não estou à espera de muito. Acho que o seu passado é muito mais interessante do que ela é agora ou no futuro.

Tenho apenas City of Heavenly Fire para ler. Já me sinto nostálgica desta saga que aprendi a amar. 

(Este é um review traduzido autorizado)

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...