25 de abril de 2016
15 de abril de 2016
8 de abril de 2016
26 de março de 2016
1.º Curso de Scriptwriting - Parte 5
E chegou ao fim o curso de scriptwriting. Gostei
muito, valeu a pena o quanto paguei e considero que levei todas as bases
necessárias que precisava para me tornar uma escritora melhor e conseguir
alcançar os meus objetivos.
Nesta aula, falámos sobre o que fazer para se
conseguir um agente. Quando colocamos o nosso script no mundo para os
produtores lerem, eles já esperam que tenhamos um agente. Podemos sempre fazer
o trabalho por nós mesmos, mas são os agentes que tratam de todos os contratos
e asseguram que temos o melhor trabalho e negócio possíveis.
Depois de duas horas a falar das experiências que
existem por aí, também falámos dos direitos de autor, que são sempre
importantes, e dos pontos mais importantes a ter num contrato, algo altamente
importante num mundo onde o plágio é muito fácil, uma vez que às vezes existem
filmes muito parecidos. Isto deve-se ao facto de a criatividade ter “ondas”, ou
seja, às vezes as produtoras recebem cinco ou seis ideias muito parecidas.
E por fim, foi hora de sair com os colegas.
Aconselho a irem sempre a estes encontros, porque trata-se sempre de fazer
contactos, muito importante nesta indústria. Algo bastante interessante que
descobri é que todos nós tínhamos ideias diferentes para as nossas histórias e
isso revelou-se um alívio para mim, que sempre pensei que havia muita
competição. Afinal, cada um vai seguir um percurso de escrita diferente. Para
concluir, scriptwriting não trata-se só de escrever, mas também de relacionar-nos
com pessoas e ter um conhecimento bastante aprofundado sobre este mundo a
fundo.
25 de março de 2016
15 de março de 2016
1.º Curso de Scriptwriting - Parte 4
O tão aclamado “writer’s block”! Confesso que estava
muito ansiosa para esta aula, e talvez até tenha colocado as expectativas muito
altas. Saí ligeiramente desapontada, mas deu-me uma perspetiva diferente sobre
o bloqueios de escrita que um escritor às vezes enfrenta.
Afinal, o que é um “writer’s block”? Não, não é um
bloco que se põe à frente do computador e nos impede de escrever, mas são todas
aquelas barreiras que colocamos e que temos que aprender a destruí-las. Por
exemplo, um bloqueio pode surgir quando nos começamos a questionar, e o nosso
Sr. Crítico aparece a dizer que o que estamos a escrever não vale de nada. Bem,
agora só temos que arranjar o Sr. Otimista, que torna tudo o que o Sr. Crítico
diz em algo positivo. Outras vezes, o bloqueio aparece quando começamos a
pensar no futuro – a procrastinar – sobre o que acontecerá assim que o nosso
bebé sair para o mundo todo ver. Será que é o medo da rejeição, ou será que é o
medo do sucesso? Esta pergunta fez-me pensar imenso, porque já percebi que
rejeição é uma coisa a que estou habituada, mas e se quererem o meu script e as
minhas ideias de escritora, pedirem-me para escrever e depois não corresponder às
expectativas? Esse é o meu grande medo e por vezes tenho que o colocar de lado.
Quando coloco essa preocupação de lado, é quando consigo escrever melhor – os melhores
diálogos, as melhores cenas, os melhores movimentos, etc.
Escrever um roteiro é diferente de escrever uma
história para o Nyah! ou para o Wattpad: sei que as pessoas me conhecem e, se
quiserem, vão ler a minha história. Escrever um roteiro é algo altamente
profissional, que me faz questionar se sou realmente boa naquilo que faço – que
é escrever.
Porém, o ato de escrever em si não é o que me
assusta – sou uma pessoa que não precisa de escrever todos os dias, mas gosto
de fazer isso para manter a prática, o jeito e a voz do diálogo sempre ativa.
Há escritores que têm que escrever todos os dias, e também há escritores que só
conseguem escrever uma vez por semana. Há de tudo, e é isso que nos mostra que
a criatividade de cada um é diferente. Porém, existem métodos para escrever, é
por isso que existem tantos. Se ainda não descobrimos o método certo, começamos
por um, colocamos um limite de tempo ao método. Se esse método não der certo,
vamos para o segundo método, e por aí fora, até vermos o que resulta connosco.
Por isso, não foi exatamente o que eu estava à
espera da aula, mas deu-me informações tão importantes que eu já ganhei estratégias
novas para parar de pensar no futuro e simplesmente escrever.
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