26 de fevereiro de 2016
23 de fevereiro de 2016
1.º Curso de Scriptwriting - Parte 1
Então… ontem não foi o início de tudo, mas foi o
início de algo, disso eu tenho a certeza. Há cerca de um ano e meio atrás,
desenvolvi o gosto por roteiros. Sim, no início eram só séries, mas pouco tempo
depois estava a ler roteiros como Meia-noite em Paris. Foi algo incrível. Desde
então, decidi que devia de dar asas à imaginação e quando cheguei a Birmingham,
em setembro de 2014, comprei um livro que se chama Writing for Television, onde
os vários exemplos expostos das séries que eu conhecia ajudaram-me a entender
melhor o meio. Se li o livro em três dias, foi muito.
Demorou ainda muito tempo até conseguir escrever um
roteiro. Quando entrava no Word, não conseguia encontrar nem a letra certa nem
os alinhamentos corretos. Em novembro de 2015, tive a oportunidade de escrever
o NaNoWriMo, e com isso consegui um dos prémios que era ter um desconto num
programa que se chama Scrivner. Ainda estou na fase da experiência com ele
(podem ter 30 dias grátis) e confesso que a sua intuição no que toca aos roteiros
ajuda-me em muito, uma vez que estou no início e por vezes não sei onde colocar
uma transição (agora já sei). O primeiro roteiro ficou feito em três dias.
Confesso que não estava à espera de grandes expectativas
quando encontrei um ser humano maravilhoso no Twitter que se disponibilizou para
ler o meu roteiro. O seu feedback foi enorme (oito páginas) e deu-me dicas
altamente importantes. Depois, falei com alguém que estava dentro da indústria
e me conduziu para outras dicas altamente importantes e foi assim que encontrei
este curso. Serão cinco semanas, todas as segundas-feiras.
A primeira aula já está. Falámos de coisas tão
importantes para despertar o lado criativo. As dicas que nos deu foram como
usar o nosso lado criativo e também como a criatividade dentro de nós funciona:
será que é com um som? Ou será que é com uma imagem? Talvez com uma palavra?
Também nos falou sobre algo que talvez alguns de nós estudantes já tivéssemos ouvido:
mind maps. Estas nuvens que fazemos no papel com ideias e que são uma ajuda
valiosa tanto para estudar mas também para criar.
O meu maior receio era chegar lá e perceber que não
entendia nada da matéria. Um fator interessante, é que ele não fala de
roteiros, mas sim de histórias. De alguma forma, isso fez tanto sentido para
mim, que me vi envolvida nos seus métodos sem medo algum. Se não perceber
alguma coisa, pergunto, mas até agora, perguntas é que não têm existido. A
minha mente compreende isso. Afinal, um roteiro é apenas uma das formas de
contar uma história. Sempre pensei que um roteiro era aquela coisa difícil de
escrever, difícil de entender (como é que os atores sabem o que fazer, se não
está lá nada a dizer como é que eles devem de dizer isto assim ou assado?), mas
não o é. Isso ajudou-me imenso a perder o medo de escrever um roteiro.
Para além disso, usam-se filmes atuais para mostrar
os vários exemplos. Se eu vos disser que falámos de super heróis como o Captain
America, falámos de Deadpool, falámos de Gone Girl e até de The Maze Runner
para exemplificar a teoria, veriam que é muito mais fácil falar de filmes
atuais, dos quais já vimos ou sabemos do que se tratam, do que falar de filmes
que foram feitos à trinta anos atrás e, muito provavelmente, quase ninguém
conhece e os seus exemplos já não se aplicam aos dias de hoje.
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