17 de setembro de 2013

Opinião: The Hunger Games - A Revolta, de Suzanne Collins (Parte 3)


A Revolta foi uma grande desilusão para mim. Acho que coloquei as espectativas muito altas para este livro e acabei por ficar bastante desiludida. Não pela maneira como a escritora falou, mas pelo facto de ver que a escrita em 1ª pessoa revelou-se um problema para descrever muitas das cenas. O livro está dividido nas seguintes três partes: “As Cinzas”, “O Assalto” e “A Assassina”.

Vou começar já pelo que não gostei: Katniss é a protagonista e a pessoa que nos narra a história e isso revelou-se uma limitação para o leitor que quer compreender o que se passa nesta Revolta para depor o Presidente Snow. Em primeiro lugar, Katniss passa muito do tempo inconsciente na ala hospitalar do Distrito 13. Isso limita o leitor em relação ao conhecimento geral porque só fica a saber o que se passa se alguém contar alguma coisa a Katniss. Depois existe também o facto do ponto de vista da personagem ser bastante enublado neste livro devido às suas emoções. Acho que limitou bastante o livro e não gostei dele por causa deste motivo. Para mim, muitas coisas não ficaram claras pelo facto de ser Katniss a narrar a história, e não outra pessoa (ou pessoas, já que a história é bastante complexa neste livro e talvez fosse necessário várias personagens narrarem).

Katniss consegue entrar no Capitólio num grupo de Soldados que estão do lado do Distrito 13 (incluído o Gale, o Finnick e o Peeta, que é resgatado). Acontece que as ruas do Capitólio são agora uma espécie de arena. Não percebi muito bem (mais uma vez, a perspetiva só da Katniss não ajudou), mas pelo que parece, se eles pisam um certo espaço, isso desbloqueia algumas coisas. Uma dessas coisas foram uns animais muito estranhos (Katniss não conseguiu descrever bem os animais porque estava num esgoto e não havia muita luminosidade) que acabaram por matar o Finnick. Em suma, foi o livro mais sangrento de todos porque já estávamos acostumados a muitas personagens e as que apareceram só neste livro foram envolvidas no mundo de Katniss de uma maneira bastante inteligente que as fez serem familiares á trama.

Outro ponto mau em relação a este livro foi as storylines que ficaram abertas. Não vou contar muito por causa dos spoilers, mas, por exemplo, ficamos quase a saber nada sobre o futuro do Gale, da Effie Trinket, da mãe da Katniss e até mesmo do Plutarch. Mais uma vez, a perspetiva só da Katniss limitou o nosso conhecimento.

Quanto ao final do livro, era de esperar. Não fiquei surpreendida mas fiquei feliz por ver que ao menos isso não me tinha sido retirado.

Nota do livro: 3/10


Uma nota que eu quero deixar, como resumo geral da Saga, é que é realmente muito boa e acho que todos devem de ler. Muitos dos que lerem (ou já leram), vão ver que os livros estão todos divididos em 27 capítulos. Isto é apenas uma curiosidade.

Os livros estão muito bem escritos e têm detalhes na medida certa. O leitor nunca se cansa de ler (a não ser pelos olhos cansados) e os capítulos nunca são parados, têm sempre algo de novo que faz o leitor querer ler mais um capítulo e ler o final da história.

As personagens são complexas e todos podemos relacionar-nos com várias delas. Katniss, por exemplo, não é aquela menina indefesa que estamos habituados a ler. Katniss consegue safar-se sozinha e é bastante independente. É uma mártir, mas é racional (maior parte das vezes). No primeiro livro, é apenas uma menina, mas no final do livro A Revolta, já é uma mulher. É um crescimento precoce mas que dá para perceber bastante bem e é bem recebido.  


Leiam esta trilogia, porque não se vão arrepender.

Detalhes:
Editora: Editorial Presença
ISBN: 9789722346535
Páginas: 280

15 de setembro de 2013

Opinião: Trilogia The Hunger Games - Em Chamas, de Suzanne Collins (Parte 2)


O segundo livro chama-se Em Chamas e na minha opinião, é o melhor livro da trilogia. As três partes em que o livro está dividido são: “A Faísca”, “O Quarteirão” e “O Inimigo”. Este livro foi cheio de revelações e os leitores que leram THG e seguiram logo para este, não ficaram desanimados de forma alguma. Pelo menos, eu não fiquei.

Neste livro, Katniss é obrigada a entrar para a arena, já que é o ano do Quarteirão e ficou determinado que dois vencedores de cada Distrito, um rapaz e uma rapariga, teriam que ir para a arena, enfrentar outros dois vencedores de cada Distrito. Sendo Katniss a única rapariga a vencer os Jogos no Distrito 12, ela não tem outra opção.

Ser a Rapariga em Chamas não é fácil e sem Katniss notar, ela é a Faísca de uma revolução que está a começar em vários Distritos. Lutam pela sua liberdade, lutam contra o Capitólio e contra o Presidente Snow. Claro que isso traz represálias imensas, até o Distrito 12 é afetado pelo simples facto de ter Katniss lá. Gale, a amizade de infância dela, é espancado quase até à morte por um novo Soldado da Paz. Esse mesmo Soldado, manda um outro Soldado, o Darius, para o Capitólio para ser um Avox, por ter tentado proteger Gale. Desde que Katniss se lembrava, nunca tinha havido um espancamento em público, mas os mais velhos lembram-se e agora vivem com medo. Este foi, sem dúvida, o momento em que tomei conta que as coisas tinham realmente mudado e que a revolução que estava a começar não teria fim. Não se podia voltar atrás, Katniss tinha vencido os Jogos e ela era o símbolo que várias pessoas usavam para dar rosto á Revolução.

A arena é um relógio. Muito bem pensado e até já existem fotos de como é que é a arena. Na minha opinião, é uma ideia genial, isto é, se não fosse tão mortal. Desde o momento que Katniss chega ao Capitólio, vemos os outros vencedores. Eles são todos muito diferentes uns dos outros, mas todos têm aquele toque que os tornou especiais. (O meu especial é o Finnick com o seu cubo de açúcar). Mas só quando se está na arena é que percebemos que, de alguma forma, eles estão quase todos a tentar proteger a Katniss e o Peeta. No início eu até fiquei bastante desconfiada, mas afinal era tudo um esquema. Quase todos os vencedores faziam parte de um grupo de espiões. Esses espiões estavam às ordens do Distrito 13.
O Distrito 13, supostamente, já não existia, mas na parte do livro “A Faísca”, é mencionado que talvez o Distrito 13 exista, o Capitólio apenas quer que as pessoas pensem que não.

Neste livro existe a grande crítica à sociedade que é o desperdício. Na festa que o Presidente Snow organizou, algumas pessoas do Capitólio dizem para o Peeta beber uma coisa para esvaziar o estômago. Katniss e Peeta ficam espantados ao ver a maneira descontraída como falam do assunto, porque eles sabem o que é a pobreza. Enquanto aquelas pessoas comem e depois vão vomitar para poderem comer mais, no Distrito 12 existem pessoas a morrer de fome, que adorariam ter apenas a possibilidade de usufruir um pouco daquele banquete. Na verdade, isso existe de uma maneira bastante próxima no Mundo: enquanto que os países ricos têm comida com fartura e até a desperdiçam muitas das vezes, existem países onde a morte por não ter nada que comer é uma realidade bastante vulgar.

O final do livro é o mais chocante de todos, quando Gale diz a Katniss que o Peeta está refém do Capitólio e que o Distrito 12 já não existe.

Nota do livro: 10/10 (mas eu rebentaria a escala)

A Arena:



Detalhes:
Editora:Editorial Presença
ISBN: 9789722344425
Páginas: 268

13 de setembro de 2013

Opinião: Trilogia The Hunger Games - Os Jogos da Fome, de Suzanne Collins (Parte 1)



Depois do período de luto de Crepúsculo, eu ainda estava a tentar encontrar uma obra que me prendesse desta maneira. A verdade é que, apesar de House of Night ser uma Saga de vampiros muito boa (e que nos prende), Suzanne Collins tem um género completamente diferente (ou seja, não tem vampiros) que nunca anteriormente tinha sido tratado e que revolucionou o mundo. Até existe um reality show baseado na série! (Do qual eu não apoio nada, mas se quiserem saber, chama-se Capture e é da CW).
O primeiro livro chama-se Os Jogos da Fome e é dividido nas seguintes três partes: “Os tributos”, “Os Jogos” e “O Vencedor”. Eu li este livro depois de ter visto o filme e devo dizer que a obra cinematográfica respeitou o livro, tal como devia de ter feito. Por este motivo, quando eu li o livro, já tinha a Jennifer Lawrence como Katniss e o Josh Hutcherson como Peeta na minha cabeça, pelo que limitou-me a forma como via as personagens, ou seja, já não as consegui imaginar de outra maneira.
A história prende-nos completamente, eu fiquei tão fechada no mundo dos Jogos que quando estava a ler a parte das vespas-batedoras, apareceu uma mosca do nada no consultório do dentista (sim, eu lia em todo o lugar) e eu fiquei com um grito preso na garganta, pensando que era uma vespa-batedora pronta para me comer viva!
Mas, peripécias à parte, o primeiro livro é o livro base, dá-nos as conhecer as personagens principais, a sua história e a maneira (deplorável) como vivem. Os detalhes da história de Panem estão tão bem detalhados e inseridos tão bem na história, que foi muito fácil viajar entre o passado e o presente.
Agora os Jogos: para quem colocou The Hunger Games como um livro para crianças, sugiro que reconsidere muito bem a faixa etária, porque a trilogia não é, de maneira alguma, para crianças, mas sim para adolescentes e até mesmo para adultos, porque só pessoas que já têm mais ou menos a consciência do que se passa à sua volta, de que o Mundo existe (acho que me estou a fazer entender, certo?) é que irá perceber a mensagem, que não é nada simpática, que Suzanne Collins quer passar.
Apesar de Panem viver num regime autoritário, os Jogos são realmente a maçã podre no meio de todos aqueles esquemas. Os tributos têm que ser encantadores à frente das câmeras, ser simpáticos e acolhedores para o público, mas mortais na arena. Ou seja, existe uma duplicidade, que é o que a sociedade é. Perto das pessoas de quem gostamos podemos ser nós mesmos, mas num ambiente mais social, com mais pessoas, temos que ser simpáticos, esquecer os problemas e mostrar apenas aquela faceta que todos acham amigável. Uma crítica à sociedade muito bem conseguida.
No final, os vencedores são Peeta e Katniss. Eles enfrentaram o Presidente Snow, que não apreciou nada a afronta. Katniss passou a ser conhecida como “A Rapariga em Chamas” e é a primeira mulher do Distrito 12, o mais pobre e desprezado de todos os Distritos, a vencer os Jogos.

Nota do livro: 8/10


Detalhes do livro:
Editora: Editorial Presença
ISBN: 9789722342381
Páginas: 260

11 de setembro de 2013

Opinião: The Vampire Diaries 4X19 - Pictures of You



The Vampire Diaries 4X19 – Pictures of You

Eu sei que Mystic Falls é uma cidade cheia de festas, mas este Baile ultrapassou todos os outros bailes! Foi um dos episódios mais perfeitos!

1 – Elena
Elena é uma Fashion Victim. No episódio 16 (Bring It On), ela roubou o laço azul, no 18 (American Gothic) ela tinha o casaco, sapatos, brincos e braceletes da Katherine e neste episódio ela roubou o vestido (lindo) da Caroline! Vamos admitir, o vestido ficou melhor à Elena do que à Caroline, mas mesmo assim é roubo!
E ela está chata!
Eu já me cansei desta Elena sem humanidade que sente tudo e ainda mais alguma coisa. Eu sei que ela está desligada, mas no episódio 16, ela teve um pouco de ciúmes de Stefan e Caroline estarem a dançar juntos, no 17 ela importou-se demasiado com o que Damon estava a fazer em Mystic Falls, pegando no livro da Emily Thorne de Revenge e juntando-se a Rebekah para descobrir a verdade. No episódio 18, ela fez aquela ameaça no final do episódio. Mas no 19, ela passou dos limites. As várias vítimas foram: Rebekah, Caroline, Stefan, Damon, Bonnie, Matt e até a April! Para quem está com a humanidade desligada, Elena está demasiado preocupada com o que se passa á sua volta.
Tivemos dois momentos importantes, que demonstram que Elena está prestes a voltar a ser ela mesma: o primeiro momento foi quando ela mencionou a Rebekah que se Silas conseguisse baixar o véu, pessoas como Alaric e Jeremy tentariam trazer a sua humanidade de volta. Pelo sorriso de Rebekah, sei que ela também percebeu que era apenas uma desculpa. Ela não os quer de volta porque eles eram pessoas muito importantes na sua vida. O segundo momento foi quando Bonnie estava prestes a matá-la. Vimos no seu olhar medo e ainda pediu ajuda a Damon! Um indício que a humanidade de Elena está prestes a vir ao de cima! Finalmente!

2 – Rebekah
Rebekah estava linda no Baile. O vestido dela, de todos, era o mais bonito. Adorei a flor no cabelo. Estava realmente linda!
Mas a Original teve um grande teste neste episódio! Elijah disse-lhe que dava a Cura se ela passasse um dia sem quaisquer regalias vampíricas. E no início, Rebekah até se mostrou bastante exemplar.
O Baile foi o momento mais horrível do seu dia, de certeza. Como estava a passar-se por humana, não podia compelir ninguém para ser o seu par e depois Matt estava sempre a rebaixá-la, recusando-se a dançar com ela. E quando eles dançaram, ele ainda disse que ela seria uma péssima humana porque ela já era uma péssima vampira. Acho que o Matt foi muito cruel com ela e apesar de perceber o seu lado (afinal, ela tentou matá-lo e matar Elena), acho que não é da natureza do Matt ser assim tão cruel.
Por fim, o seu verdadeiro teste ocorreu quando April estava quase a morrer por causa de Elena e ela deu o seu sangue a ela. Com alguma hesitação, claro, mas Matt fez-lhe ver que não há nada mais humano do que tentar salvar alguém de quem gostamos.

3 – Caroline
Coitada da Caroline: roubaram-lhe o vestido! Não, pior: a sua ex-melhor amiga roubou-lhe o vestido! Na minha opinião, Elena até lhe fez um favor, porque o vestido que Klaus lhe ofereceu ficou-lhe mil vezes melhor que aquele cor-de-rosa.
Caroline teve um dos episódios mais relaxados de sempre, o que foi ótimo para nos ajudar a diminuir a irritação que Elena estava a criar dentro de nós.
Caroline teve duas grandes danças: com Stefan e com Tyler. Com Stefan, ela fez um pouco o trabalho da Lexi. Na verdade, está a tornar-se um pouco impossível não a comparar à Lexi quando ela está com Stefan, porque os dois ficam muito lindos juntos e são realmente amigos. Amizade ao mais alto nível.
Na dança com Stefan, ela disse que um dia, ele iria acordar e iria estar loucamente apaixonado por outra pessoa e seria nesse momento que ele iria notar que já tinha esquecido a Elena. Achei a sua afirmação muito fofa. Tudo o que eu quero é ver Stefan feliz e acho que Caroline um dia, talvez, podia ser a próxima namorada de Stefan. Isto é, se não houvesse um Klaus a andar por aí, claro.
A segunda dança de Caroline foi com Tyler e eu tenho que admitir que no início pensei que fosse Silas, já que ele estava a assumir a aparência de quase todas as pessoas de Mystic Falls. Só faltava mesmo Tyler, até porque ele já andava desaparecido há algum tempo, mas felizmente não foi nada disso. Tyler estava lá! Ele voltou para Mystic Falls apenas por uns momentos para ter uma dança com a sua namorada. Um gesto muito fofo!
Fofo foi também quando Klaus apareceu á porta de casa de Tyler e, em consideração a Caroline, deu-lhe cinco segundos para Tyler fugir, o que ele fez sem hesitar. Outro gesto muito fofo. Mostra também que a storyline de Caroline e o seu triângulo amoroso (com Tyler e Klaus) é tanto ou mais interessante que o de Elena (com Damon e Stefan), que anda muito chata.

4 – Bonnie
A Bonnie virou de wicked witch a crazy witch, porque só via o Jeremy! No fundo, era Silas a entrar na sua mente e a mexer lá nos seus botõezinhos de bruxa. Ele quer a Cura e quer levantar o véu para o Outro Lado e Bonnie não quer, claro. Mas Jeremy é o seu ponto fraco e Silas sabe disso. No fim, depois de toda aquela luta, Bonnie admite que a Magia Negra está a assumir o controlo, ela está a fazer coisas que não tem intenção de as fazer. Isso é perigoso e mostra que Shane afinal tinha razão.
Bonnie andava desaparecida há alguns episódios e no último episódio em que ela apareceu, tinha-se esquecido de tudo o que tinha acontecido desde que tinha encontrado o túmulo de Silas. Ainda não sei se ela está a mentir ou não, mas eu acho que ela esteve este tempo todo a mentir sobre não se lembrar de quase nada.
Bon Bon foi proclamada Rainha do Baile! Eu ri imenso, mas achei de alguma forma justo. Pensei que fosse Caroline, porque ela farta-se de organizar festas e está sempre envolvida na comunidade de Mystic Falls, mas Bonnie também foi merecedora. Vê-la com uma coroa, de braço dado com Matt foi muito fofo!
O grande momento da Bonnie neste episódio foi quando ela estava a matar a Elena. Ah, eu adorei essa cena! Por um lado estava: não mates a Elena, mas por outro estava a bater palminhas de entusiasmo por Elena ir morrer! Bonnie foi muito louca naquele momento, mas eu adorei!

5 – Salvatore Brothers
Eu tive pena dos irmãos Salvatore. O objetivo deles era fazer Elena sentir alguma, apelando aos momentos em que ela tinha passado com eles.
A primeira flecha da Elena foi contra Damon, dizendo que cada momento que tinha passado com ele tinham sido mentira porque ela estava Ligada a ele. A segunda flecha foi quando Stefan estava a dançar com ela e ele perguntou: “O teu coração recusa-se a sentir?” e ela retorquiu: “Que coração?”. Ouch, Elena. No final do Baile, quem acabou mais magoado foram os Salvatore.
Agora os Salvatore têm um plano: torturar Elena. O que eu acho que vai ser genial, porque Damon tem uma grande experiência nesse ramo (lembram-se do Mason Lockwood?) e Stefan já foi torturado diversas vezes pela Lexi, já sem falar do seu curso intensivo que ele teve com Klaus no início da 3ª temporada.

6 – Silas
Para os atores de TVD, deve de ter sido muito engraçado. Quem é que vai ser o Silas a seguir? Para falar melhor, quem é que não foi o Silas naquela noite?
Damon foi.
Stefan foi.
Jeremy foi.
Rebekah foi.
Vamos adicionar mais dois nomes: Caroline e Shane. Eles também já fizeram parte da coleção de aparências do Silas.
Acho que Silas estava tão empenhado em ter a Cura, que conseguiu enganar o próprio Elijah! Agora a Cura está na sua posse, tudo o que falta é a magia da Bonnie para baixar o véu.

Notas:
a)      É muito engraçado Rebekah querer ser a Rainha do Baile quando ela quase nunca apareceu na escola! Rebekah, cresce um bocadinho, por favor! Não podes ter toda a simpatia do mundo se nunca apareces na escola!
b)      Os vestidos das meninas eram lindos e os meninos estavam todos de smoking. Foi um Baile cheio de detalhes e os figurinos estavam perfeitos!
c)      A carta de Katherine foi épica! “Foram divertidos estes últimos 500 anos, mas eu já estraguei muitos saltos altos a fugir de ti”. Esta carta vai ser o ponto de partida para o episódio piloto de The Originals. Aodrei também o selo de cera com um “K”, de Katerina. Muito detalhado, adorei!

d)     Vimos finalmente o rosto do Silas! E eu não fiquei nada feliz! Apesar de não ter tido pesadelos, era escusado ver alguém assim tão feio, até porque em TVD estamos habituados a ver só pessoas lindas.

19 de agosto de 2013

Opinião: The Vampire Diaries 4X18 - American Gothic


The Vampire Diaries 4X18 – American Gothic

Este foi um dos meus episódios favoritos. Não só pela volta de Elijah e Katherine… ah, não, ele foi favorito por isso mesmo!
1 – Katlijah
Todos sentíamos saudades de Katherine e Elijah. Todos queríamos vê-los de volta. Mas os roteiristas tiveram a genial ideia de os trazer para TVD no mesmo episódio!
Elena e Rebekah conseguem encontrar Katherine e na agenda da vampira de 500 anos, ela tem um lembrete a dizer “Encontrar M”. Mas quem será M?
Elijah Mikaelson! Eu não estava nada á espera que fosse ele, já estava a pensar talvez em Meredith. Eu sei, não faria sentido nenhum, mas o que posso fazer? Daí que quando Elijah apareceu no ecrã, eu fiquei super híper mega feliz! Há muito tempo que não víamos Elijah e ele fez o seu retorno muito bem! É incrível como Daniel Gillies volta sempre para TVD ainda melhor. Isso é possível??
Mas a grande surpresa foi o facto de Elijah e Katherine estarem a namorar, ou lá o que é que os vampiros fazem. Gostei bastante, porque pelos flashbacks que tivemos na 2ª temporada, eles tinham ali uma química. Eu já shippava Katlijah/Kalijah (não sei bem qual é o nome do ship oficial) bem antes de eles aparecerem, pelo que tive muitos momentos fangirling neste episódio por causa destes dois!
A cena final do casal foi muito comovente. Katherine entregou-lhe a Cura, esperando que Elijah tivesse o bom senso de fazer bom uso daquela vantagem que Kat lhe deu. Katherine queria paz com Klaus, mas o carinho que tem por Elijah é maior do que isso, pelo que lhe deu a “batata quente”, ou seja, o poder de decisão. Ele pode decidir negociar com o irmão a liberdade de Katherine ou não. E, com isso, o futuro deles os dois.
2 – Klaroline
Silas voltou a fazer das suas. No episódio passado, Silas tinha deixado um pedaço da estaca nas costas de Klaus e assim que vemos o híbrido na sua casa, ele ainda está a tentar tirar o pedaço das suas costas. Fangirling alert! Pudemos ver, mais uma vez, Klaus sem camisa!
Na verdade, o pedaço da estaca nunca lá esteve, mas até lá chegar, Silas usa a forma de Caroline para voltar a ameaçar Klaus e quando a verdadeira Caroline chega, depois de um diálogo nada amigável, em que Klaus afirma que se ele morrer, ela, Tyler e todos os seus amigos também morrem, ela aceita ajudá-lo.
“OMG, you do have a heart!”, esta frase vai ficar para sempre na minha memória, com aquele tom irónico de Caroline. É, o híbrido tem coração, segundo as palavras da loira. Então Caroline decide que não o vai ajudar enquanto ele não prometer que vai parar de ameaçar Tyler e prometer também que ele pode retornar a Mystic Falls. Klaus, como cabeça dura que é, não aceita logo de imediato o acordo.
E fica cheio de dores durante mais umas boas horas. Então os dois entram numa discussão, que acaba em “Não me vires as costas!” e “Eu devia de te ter virado as costas há séculos atrás!”. É então que Klaus nota que o pedaço da estaca nunca lá esteve. Caroline conseguiu impedir que o controlo de Silas sob a mente de Klaus acabasse. A loira então interroga-se sobre a quantidade de poder que Silas tem: se ele consegue entrar na cabeça de Klaus, que é um Original que tem mil anos, o que pode fazer a todas as outras pessoas? Isto é uma pergunta bastante interessante, porque já sabemos que Silas consegue aparecer na figura de outras pessoas, mas e quanto ao controlo da mente? Ele é bem mais velho que os Originais, pelo que a questão é: até onde ele está disposto a ir para conseguir a Cura?
E eu nunca vi ninguém ficar tão feliz como o Klaus por estar, oficialmente, na chamada Friendzone. No fundo, eu gostei bastante destas cenas com eles, já que Klaroline é Klaroline, não importa a situação e também foi o início da amizade deles, o que eu acho que é muito bom, porque pelo menos já não vamos vê-los a tentarem matar-se.
3 – Defan
Estes dois são fantásticos quando se unem! Eu adorei a interação deles e gostei do facto de eles exporem os seus pensamentos um ao outro. Para além disso, eles juntaram-se inicialmente para encontrar Elena e Rebekah, mas no final do episódio, eles juntaram-se com a intenção de trazer Elena de volta.
Defan é vida!
4 – Elena
A Elena desligada está cada vez mais parecida com a Katherine. Não a nível de ações, já que Elena tem sempre a intenção de causar algum estrago bem grande, mas o facto de se disfarçar de Katherine. A sua doppelganger já fez isso umas quantas vezes, pelo que achei justo ser a vez de Elena.
O que não achei justo foi o facto de ela beijar Elijah. Podia ser a Katherine, sim? Meus Katlijah feelings ficaram um pouco embasbacados!
Mas a grande cena da Elena foi a última, com os Salvatore. Ela disse que não queria eles a tentarem trazer a Elena Ligada de volta e quando eles disseram que não vão fazer isso, ela partiu o pescoço da empregada de mesa. Eu fiquei tão surpreendida como os Salvatore. Até cheguei a fazer o mesmo “Ooow” do Damon! Ela acrescentou que aquele era o primeiro corpo pelo qual eles eram responsáveis, e ameaçou que se eles não parassem, haveria muitos mais.
Eu acho que, para quem está desligada, Elena está a importar-se demasiado com o que os Salvatore estão a tentar fazer.
5 – Rebekah
Rebekah tomou a Cura. Para o Mundo. Eu pensei que a temporada ia acabar logo ali, já que a Cura anda há tanto tempo nas bocas de Mystic Falls, que eu pensei que a Cura iria ser tomada na season finale.
Mas pelos vistos vai ser! Aquilo não era a Cura, mas sim uma dose bastante forte de verbena! Katherine é um génio!
Apesar de eu achar que Rebekah é uma das vampiras que merece a Cura, não acho que poderia ser assim tão fácil tomar a Cura. Para além disso, foi um pouco seco. Não sei bem explicar, mas se fosse tão pouco épico como foi, não teria piada nenhuma.
6 – Trio Katherine/Rebekah/Elena
Este trio sentou-se num café e discutiu bastante. Uma das coisas pelas quais eu estava mais entusiasmada em relação a este episódio e vê-las as três. Um grande trabalho para a Nina Dobrev, claro, mas um trabalho muito bem feito.
As três a espicaçarem-se foi épico. O ponto alto foi quando Elena se estava a disfarçar de Katherine e começou a imitar o seu tom de voz. Por fim, ela pediu os sapatos de Katherine. Eu não sei quanto a vocês, mas se elas começassem a misturar o guarda-roupa uma da outra, daria um desfile de moda. O casaco da Katherine ficou ótimo na Elena e vice-versa. Os sapatos também. O eyeliner na Elena destacou os seus olhos. O que não se ajustava mesmo era o diferente penteado, mas como isso é a única coisa que nos permite distingui-las, então é melhor deixar assim mesmo.

Notas finais:
a)      Klaus demora 500 anos a encontrar a Katherine, já Elena e Rebekah encontram-na numa questão de dias
b)      A interação entre Elijah e Elena foi fenomenal. Notava-se que havia ali um respeito mútuo e, no entanto, uma necessidade de chatear o outro.

c)      Elijah vai estar de volta a Mystic Falls. O que fará ele com a Cura?

5 de agosto de 2013

Opinião: The Vampire Diaries 4X17 - Because the Night

The Vampire Diaries 4X17 – Because the Night

1 – Flashbacks!
Este episódio foi cheio de flashbacks! E com a Lexi!
Os flashbacks, focaram-se na década de 70, em NY, onde Damon estava com as suas emoções desligadas. E é claro que o primeiro flashback foi a primeira cena deste episódio, ao som de Psycho Killer. Oh, adorei a música neste contexto, porque encaixou perfeitamente, já que Damon… bem, ele estava um pouco Psycho Killer. XD

2 - Damon desligado
Foi a primeira vez que vimos Damon verdadeiramente desligado. Na primeira temporada, ele era meio assassino psicopata, uma pedra no sapato do irmão mais novo (e de quase todos em Mystic Falls), mas nos Anos 70 nós temos a certeza que ele está sem emoções.
Para além disso, a sua jogada com Lexi foi fenomenal. Adicionando o facto de Elena: “estar desligado deixa-nos mais racionais”, quando ele conseguiu fazer Lexi ter que ficar à sombra o dia todo, foi uma jogada bastante inteligente e de um vampiro bem desligado.
Também gostei de ver este Damon, com eyeliner nos olhos, uma T-shirt meio estranha (Anos 70) e a alimentar-se no bar sem se importar com outros humanos, que corriam o risco de ver. Para além disso, também ficamos a perceber que ele e Billy (o vampiro que morreu da mordida de Klaus no episódio anterior) eram grandes amigos: Damon roubava as identidades de várias pessoas, entregava-as a Billy e ele dava-as a vampiros que necessitavam. Um desses clientes era uma mulher com cerca de 1,70cm. É incrível como Katherine estava tão longe e tão perto de Damon.

3 - Lexi sua linda!
Lexi sua linda, tu voltaste! Mais linda do que nunca, com aquele cabelo todo perfeito, apesar de não estar parecido com o cabelo da Rapunzel que ela normalmente usa.
Esta Lexi também era muito descontraída, porque com Stefan ela tinha o problema da alimentação, com Damon isso já não acontecia, então presenciámos um momento bem estranho, em que eles os dois alimentavam-se de uma pessoa.
Mas Lexi estava nos Anos 70 em NY com um objetivo: fazer Damon ligar a sua humanidade, o que não aconteceu já que o tiro saiu-lhe pela culatra e Damon mostrou-se mais esperto que ela.
Eu tenho que dizer uma coisa: odiei vê-los juntos. Lexi é a melhor amiga de Stefan e usá-la daquela maneira foi puramente injusto. Não estou a dizer que eles não tinham chama, mas não gostei do casal junto como amantes. Eu fiquei com aquela cara de nojo que Elena fez.

4 – Rebekah/Damon/Elena
Damon leva Elena para NY para ela se alimentar, mas na verdade é para ele encontrar uma pista em relação à Cura, que encontra no apartamento do Billy. Sabendo que Katherine era uma antiga cliente dele (ele juntou os pontos), foi necessária a ajuda de Stefan por telemóvel para ele saber a data de nascimento de Katherine, já que Billy era um vampiro muito organizado e tinha tudo ordenado por ordem de nascimento. Por fim, Damon encontra a pista que necessita, uma lista com moradas, provavelmente onde Katherine esteve e possivelmente estará.
Rebekah aparece de repente, a perseguir Damon, já que ela sabe que ele continua à procura de Katherine. Eventualmente, ela acaba por se juntar a Elena, que também não é burra nenhuma e sabe que Damon só a quer distrair para poder encontrar uma pista para encontrar a Cura.
Elena, por sua vez, tenta seduzir Damon para conseguir a lista, mas tal não acaba por acontecer porque o Salvatore é mais esperto que ela: “o sexo, a tentação, a bebida? Estás a brincas comigo? Eu inventei esse truque” diz ele, o que foi uma fala muito genial. Felizmente aparece Rebekah e salva Elena, partindo o pescoço a Damon, deixando-o no telhado sozinho e sem pista alguma.

5 – Bonnie
A bruxa foi uma das principais storylines deste episódio. Eu gostei muito da atuação dela, especialmente quando as bruxas apareceram.
Silas mexeu com a cabeça dela mais uma vez, persuadindo-a a contactar as bruxas (ex-)amigas da mãe dela. Assim, ela conseguiria completar o triângulo de Expressão, sacrificando as doze bruxas.
E a Bennett consegue fazer isso, com a ajuda da melhor amiga, Caroline.
Depois do sacrifício ter sido completo, Bonnie acorda em casa dela, mas não se lembra de nada do que aconteceu. Mais precisamente, não se lembra de nada a partir do momento em que ela e Jeremy encontraram a Cura. O que eu não acredito muito, já que seria muito conveniente para ela fingir que se esqueceu de tudo para continuar com o seu plano. Assim, ninguém suspeitaria dela.

6 – Klaroline/Steroline
Este triângulo foi muito interessante. Enquanto Damon, Elena e Rebekah estavam em NY em busca de uma pista para encontrar a Cura e Bonnie estava com Silas/Shane a criar um plano para sacrificar doze bruxas, este trio foi o que explicou tudo sobre o tão temido triângulo de Expressão.
Eles foram investigar no escritório do Shane sobre informações e conseguiram: o triângulo é apenas um passo para baixar o véu entre este lado e o outro lado, é equilátero e o último sacrifício tem que sacrificar doze bruxas. O que os levou imediatamente a Bonnie.
Quando encontraram a Bennett, Stefan tentou ser diplomático e falar com a bruxa líder, mas ela expulsou-o do círculo. Depois Klaus nem se mexeu, preferindo que Bennett morresse do que completar o triângulo. Mas Caroline não conseguiu ser fria como ele, afinal, tratava-se da melhor amiga dela. Ela matou a bruxa líder e com isso, matou todas as outras bruxas que estavam com ela, completando assim o triângulo de expressão.
Só para constar, eu adorei os momentos Klaroline, desde que ele falou sobre a atração que as Trevas causam em pessoas genuinamente puras (e que Caroline pensou que ele estava a falar sobre eles os dois) até ao último momento, em que depois de Klaus enterrar as bruxas, Caroline está prestes a ter um ataque de choro e Klaus diz: “porque é não vais encontrar alguém menos terrível para conversar?”, deixando Caroline sair de lá triste e zangada com ele.

7 – Rebelena é o novo bromance?
Eu adorei o momento final delas, em que Elena liga para Damon, sentada em cima do capô do carro dele, e Rebekah diz: “desculpa Damon, acho que estraguei o teu rádio”. Damon ficou visivelmente furioso com isso, mas as duas pouco se importaram e Elena ainda justificou que “não iam viajar de autocarro”. E Elena saiu de NY cantando os pneus.
Gosto muito delas as duas juntas, já que Rebekah quer tomar a Cura e Elena quer destruir a Cura. Assim, as duas são aliadas e não precisam de quebrar essa aliança lá mais para a frente.

8 – Silas volta a atacar
Silas aparece à frente de Klaus a “pedir” a Cura. Quando Klaus recusa, Silas/Shane coloca a estaca de carvalho branco nas costas de Klaus, errando o lugar do coração do híbrido por dois centímetros. Uma coisa que não encaixou foi o facto de ele ter conseguido partir a estaca, já que Esther criou-a para ela ser indestrutível. E outro detalhe é que aquele pedaço de terra, algures em Convington, Altanta (onde gravam), ficou cheio do ADN do Joseph Morgan, porque ele deitou muitos gafanhotos naquela cena! kkkkk

Notas finais:
a)      Diversidade de cenários: gostei bastante do cenário de NY, cheio de pequenos detalhes, e eu só queria saber se eles usaram aquelas imagens de helicóptero da série Gossip Girl.
b)      Novo corte de cabelo da Elena: adorei o novo corte de cabelo da Elena, escadeado, com uma madeixa cor-de-rosa. Finalmente aquele cabelo todo certinho deixou de existir e Elena percebeu que o prancha de alisar, também dá para ondular o cabelo!
c)      A peruca estava torta!: se vocês repararem naquela cena em que Bonnie está a falar com Shane/Silas, se olharem para a linha da franja dela, às vezes está mais para a direita, outra mais para a esquerda e às vezes as madeixas da franja separam-se, causando uma falha na linha da franja. Para saberem, sim, Kat Graham está a usar peruca, já que ela agora quando gravaram, ela já tinha o cabelo loiro loiríssimo.

d)     Filho do Sam realmente existiu: o serial killer ficou conhecido por matar as pessoas com uma pistola de calibre .44 e foi preso em 1977, um ano depois de ter começado a aterrorizar a cidade de Nova Iorque.

Os livros para 2019

Novo ano significa novas leituras! Porém, este ano decidi fazer uma coisa um bocadinho diferente. No outro dia olhei para a minha estante e ...